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domingo, 24 de janeiro de 2010

Anúncio da SABESP em outdoor escondido que ninguém lê. Será um "mensalinho"?

Fala sério! Se você tivesse uma loja e quisesse anunciar uma liquidação em outdoor, aceitaria pagar por um anúncio desse aí abaixo, onde o painel fica escondido atrás de uma árvore, e não dá pra ler o texto inteiro?



Pois a SABESP (empresa de água e esgoto do governo do estado de São Paulo, comandado por José Serra) aceita.

O painel acima está na parede do Mercado Municipal de Campos do Jordão, e chamou atenção de um publicitário, morador da cidade, que teceu uma crítica técnica, do ponto de vista do marketing, ao jornal "Campos do Jordão e Cia" .

Além do local errado, com árvore tampando, mesmo se estivesse legível, a mensagem institucional é vaga, e ninguém entende ao certo que recado a Sabesp quer passar, que seja útil às necessidades de comunicação de uma empresa de água e esgoto

Ou seja: é dinheiro jogado fora com publicidade inútil.

Cheiro de mensalinho

E o que leva uma empresa de outdoor ter a "ousadia" de vender um espaço destes à SABESP, que ninguém sério compraria?

Será que essa empresa que vende outdoor teria coragem de fazer uma coisa destas com uma operadora de celular ou uma marca de refrigerante aceitaria pagar por um anúncio num lugar destes?

E o que leva a SABESP a pagar por um outdoor destes, atrás de uma árvore?

Está com cheiro de mensalinho.

O caso está com cheiro semelhante ao do escândalo do mensalinho dos anúncios da "Nossa Caixa, Nosso Banco" no governo de Geraldo Alckmin (PSDB/SP) em jornais de deputados da base aliada do governo.

Se eu fosse promotor de justiça do estado de São Paulo, eu conferirira se, por trás destes outdoors, não há uma maracutaia de apaniguados demo-tucanos, do governo José Serra, para retirar dinheiro dos cofres públicos da SABESP como se estivesse vendendo propaganda.

A SABESP já fez gastos escandalosos com verbas publicitárias na TV para o Brasil inteiro que deveriam ser dirigidas só a São Paulo. Foi um verdadeiro "mensalão" para a Globo.

Já fez a "extravagância" de publicar um escandaloso caderno de 16 PÁGINAS na Folha de São Paulo, só com o balanço anual, quando o normal é, no máximo, 4 páginas. Foi um verdadeiro mensalão para a Folha. (e pelo jeito terá que ser republicado com o rombo de R$ 944 milhões no lucro).

E esses outdoors escondidos atrás da árvore? Seria um mensalinho para alguém?

O dinheiro jogado fora com estes anúncios inúteis, estão fazendo falta em investimentos de infra-estrutura e pessoal para resolver os problemas das enchentes, com vazamento de esgosto, manejo de reservatórios, reparos de bombas, e outros serviços essenciais.

Há 6 dias o município de Jandira/SP está sem água, e há 6 dias a SABESP promete que vai voltar à noite e não cumpre


Um morador de Jandira, Sergio Torrubia, registra essa reclamação aqui:

Atos de descaso com este consumidor e com mais 70.000 outros, moradores de diversos bairros, tanto do município de Jandira/SP, onde resido, quanto dos municípios de Barueri/SP, Itapevi/SP, e outros municípios, por parte da SABESP.


Enviei o seguinte texto à ouvidoria da SABESP, sem a menor esperança, porem segui o procedimento solicitado; “Relato a falta de abastecimento de Água pelo 6º dia consecutivo, e os atendentes sempre prometem que abastecimento seria normalizado a noite, o que não ocorreu, durante os seis dias, por este motivo estou entrando em contato e solicitando desta ouvidoria uma providência, pois o ser humano fica sem qualquer coisa menos água, e peço também providência quanto ao descaso para com os moradores/consumidores dos Bairros de Jandira/SP, que seguem; Mirante de Jandira, Fátima Tereza, Nova Paulista, Nova Higienópolis, e demais bairros altos deste município e outros municípios também.” – Sem resposta....


Nada disso ocorreria se ao menos os atendentes tivessem um link atualizado com a área operacional e no mínimo tivessem a informação verdadeira e atualizada, o que não nos abastece, continuaremos sem água, mas sem esta sensação de descaso ou de que fomos enrolados para ganhar tempo.


Enfim, todos temos problemas que são criados ou agravados por esta abstinência de água, o que em minha visão, constitui o descaso total por este órgão tão vital.

domingo, 22 de março de 2009

Noblat diz que abnegadamente doou R$ 135.600,00 ao pobre Senado!!!



O jornalista Ricardo Noblat nos visitou e deixou o seguinte comentário justificando-se a respeito da nota "Noblat recebe mensalinho do Senado" que publicamos aqui:


"Completou 10 anos no último dia 19 o programa semanal Jazz & Tal que faço para a Senado FM.

Durante 113 meses, entre março de 1999 e agosto de 2008, paguei do meu bolso todos os custos do programa. Foram 493 programas ao custo mensal de R$ 1.200,00.

Devo ser o único brasileiro que até hoje doou dinheiro ao Senado - 135.600,00 (113 meses x R$ 1.200,00). Fi-lo porque qui-lo.

Na época, era medíocre a qualidade de produção da rádio Senado. Procurei uma produtora em Brasília - a Linha Direta. Ela cuida do programa. Gosto das coisas bem feitas e topo pagar por elas.

Em setembro último, sugeri à direção do Senado que a rádio arcasse com os custos do programa pagando diretamente à produtora. Do contrário suspenderia o programa.

Disseram-me que não era possível. Firmaram então um contrato comigo no valor mensal de R$ 3.360,00. Descontados impostos e o que pago à produtora (R$ 1.750,00), restam-me por mês R$ 490,00. Preciso de mais 23 anos a R$ 490,00 por mês para recuperar os R$ 135.600,00. Não viverei tanto. Quanto ao "Noblat" não ter aparecido no ato de publicação do contrato no site do Senado, nada tive a ver com isso. O contrato foi assinado com meu nome completo. Peçam explicações ao Senado. Noblat
ricardo noblat | Homepage | 03.20.09 - 6:33 pm"



Confesso que fiquei comovido com a paixão de Noblat pelo Senado, a ponto de ter como capricho doar R$ 1.200,00 religiosamente, todo santo mês, durante quase 10 anos, àquela casa legislativa, onde o que não falta é dinheiro.

Acredito que nem o "Diretor de Jazz" do Senado (existe?), é capaz de tamanho mecenato.

Mas vamos deixar o inusitado de lado, e vamos ao que interessa, que é o dinheiro público.

Ainda que Noblat tenha como hobby doar R$ 1.200,00 por mês ao Senado, isto é problema dele, mas quando o Senado faz um contrato, sobretudo sem licitação, para lhe pagar o "mensalinho" de R$ 3.360,00 por mês, com dinheiro público do orçamento da união, é problema nosso.

Se não havia verba para esse programa antes, não há razão para o Senado aumentar despesas agora, quando o clamor popular é por austeridade nas contas do Senado.

A Rádio Senado tem por função cobrir as atividades legislativas da casa. O resto é o resto, e para encher vazios na programação ela pode reproduzir programas das rádios educativas, sem onerar o contribuinte.

Mas na explicação dada por Noblat, tem outras peculiaridades interessantes.

Segundo ele o programa custava R$ 1.200,00.

Logo, se estão pagando o "mensalinho" de R$ 3.360,00, já há um claro superfaturamento aí, uma vez que a justificativa apresentada, seria que a rádio arcasse com os custos, e estes seriam de R$ 1.200,00 segundo o próprio Noblat

Entendo que há impostos, etc, mas se sobra R$ 1.750,00 para a produtora e R$ 490,00 para ele, totalizando R$ 2.240,00 líquidos, há um superfaturamento de R$ 1040,00 sobre o custo.

Se não é superfaturamento, então não é apenas arcar com os custos, é também arcar com os lucros.

Outro exotismo, que não entendi, é por que o Senado faz o contrato com ele, e ele paga a produtora, quando o normal seria o inverso.

Esse tipo de triangulação costuma ser empregado nas práticas popularmente conhecidas como "laranjas", mas longe de mim pensar que seria o caso do abnegado mecenas do Senado.

Da mesma forma, longe de mim pensar que tal mecenas seria capaz de fazer o repasse de R$ 1.750,00 à produtora de forma informal, naquilo que vulgarmente é conhecido como caixa-2.

Leia também http://osamigosdapresidentedilma.blogspot.com/

sexta-feira, 20 de março de 2009

Noblat recebe mensalinho do Senado

O Jornalista Ricardo Noblat recebe um mensalinho do Senado Federal.

O contrato foi assinado em 03/09/2008, época em que o Sen. Efraim Moraes (DEM/PB) ocupava a secretaria da mesa do Senado, responsável por estes contratos.

Nós, cidadãos brasileiros, estamos pagando através dos cofres públicos do Senado o valor de R$ 40.320,00 (por ano) para Ricardo Noblat.


O mensalinho é descrito como uma "pesquisa, produção e apresentação de 1 (um) programa semanal para a Rádio Senado"

Bem que tentaram esconder o sobrenome famoso, publicando apenas "RICARDO JOSÉ DELGADO", mas o CPF denuncia tratar-se do jornalista.



O próprio blog do jornalista confirma seu nome completo:



A dica veio de nosso amigo leitor Fabio Mello.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Mensalinho: Vereadores afastados em SP

Oito vereadores da Câmara de Guarujá, na Baixada Santista, foram afastados ontem após decisão do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo. Eles são acusados de participar de suposto esquema de corrupção que ficou conhecido como “mensalinho do Guarujá”. É a segunda vez que é determinado o afastamento dos vereadores Nilson de Oliveira Fontes (PMDB), Marcos Evandro Ferreira (sem partido), Mário Lucio da Conceição (sem partido), Joaci Cidade Alves (PTB), Honorato Tardelli Filho (sem partido), Sirana Bosonkian (PDT), Helder Saraiva de Albuquerque (PP) e Gilson Fidalgo Salgado (PMDB). O escândalo do mensalinho foi descoberto em setembro do ano passado. Na ocasião, foram veiculadas na imprensa imagens feitas por uma câmera escondida dentro do gabinete da presidência da Câmara que mostravam pagamento em dinheiro em troca de votos favoráveis a projetos de lei de interesse da Prefeitura.

O número
Mandatos ameaçados
28 parlamentares estaduais e federais paulistas estão com os mandatos sub judice, por causa de processos por irregularidades cometidas na campanha eleitoral, segundo levantamento do Ministério Público Eleitoral de São Paulo

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Hoje acaba o mensalinho de Noblat no Senado


Hoje vence o polêmico contrato entre o blogueiro Ricardo José Delgado (Noblat), e o Senado Federal, para produção de um programa semanal de música, Jazz & Tal.

O contrato proporcionava um mensalinho (remuneração mensal, ao que tudo indica legal, prevista em contrato, porém condenável), no valor R$ 3.360,00.

Em todo o ano de vigência, consumiu dos cofres públicos do Senado o total de R$ 40.320,00

O blogueiro ficou furioso quando este nosso blog tornou público tal contrato. Porém os contratos com o Senado precisam respeitar o princípio da publicidade, e não há o que reclamar. Pelo contrário, quem tem o direito de fazer reclamações somos nós, contribuintes, quanto ao uso do dinheiro público.

O portal da transparência do Senado, na época, ocultava o sobrenome famoso (Noblat), revelando apenas Ricardo José Delgado, o que dificultava ao cidadão cioso do dever de exercer controle social sobre o dinheiro público, de ligar o nome à pessoa.

O blogueiro, em violento artigo no Observatório de Imprensa (estranhamente declinou de usar o espaço de seu próprio blog para dar respostas), prometeu: "... o programa sairá do ar em setembro próximo tão logo o contrato termine".

Setembro chegou, e o contrato terminou. Esperamos que a palavra seja honrada, e que não seja renovado este contrato, impróprio para um jornalista que se apresenta como supostamente independente e que faz a cobertura do noticiário político do Senado.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Mensalinho de Noblat no Senado pode tratar-se de ato secreto

O mensalinho pago pelo Senado ao jornalista e blogueiro José Ricardo Delgado [Noblat], é feito dentro da lei, à princípio, escorado por contrato, dentro da inexigibilidade da lei das licitações.

Porém não se encontra a publicação do ato de contratação no Diário do Senado. Tampouco consta no Diário Oficial da União.

Neste caso, tudo indica estarmos diante de mais um caso de ato secreto.

Segundo dados atualizados hoje, do Portal da Transparência do Senado (figura abaixo) a data de publicação foi 29/08/2008.


Porém não foi publicado no Diário do Senado Federal do dia 29/08/2008, que seria a data de publicação (nem no Diário Oficial da União).

A edição desta data só traz dois atos administrativos da diretoria do Senado, que trata de servidores públicos. Nada consta a respeito do contrato com o blogueiro.




Data de publicação é anterior à assinatura do contrato


Outra curiosidade, é a data de publicação ser anterior à assinatura do contrato (conforme a figura acima no portal da transparência). Não sei se há qualquer irregularidade administrativa nisso. Mas soa estranho, publicar um ato antes mesmo da assinatura formal do contrato.

Antes de cair no conhecimento público, sobrenome famoso foi omitido

Quando a relação de pagamento do Senado com o blogueiro veio à público, com a nota que publicamos aqui em Março, o sobrenome famoso "NOBLAT", era omitido das informações de transparência do Senado. Aparecia apenas "Ricardo José Delgado".

Não há qualquer crime nisso, mas sim indícios de que "alguém" queria tratar o assunto com... digamos... discrição.

Cabe ao Senado esclarecer onde foi publicado o ato de contratação do blogueiro, do contrário tratar-se-á de mais um ato secreto, sem a exigida publicação.

O fato se deu na gestão de Garibaldi Alves Filho (presidente do Senado, na época).

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Perillo e Cachoeira providenciaram 'mensalinho' para Claudio Humberto

Diálogos captados durante a Operação Monte Carlo da Polícia Federal entre Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres e Claúdio Abreu (ex-diretor da empreiteira Delta) mostram que o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) articulou um 'mensalinho' (pagamento mensal através de empresa de Cláudio Abreu) para o jornalista Cláudio Humberto.

Demóstenes Torres participou da intermediação.

sábado, 30 de maio de 2015

Globo quer demissão de seu operador junto a cartolas, que ameaça contar tudo, diz blog.

Será? É o que afirma o blog do Paulinho:
Caso FBI-FIFA: Rede Globo quer demitir Marcelo Campos Pinto. Executivo ameaça contar o que sabe
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A investigação do FBI americano sobre pagamento de propinas nos negócios envolvendo compra de direito televisivos dos principais torneios de futebol do Planeta gerou uma crise interna na Rede Globo que estourou, ontem, em reunião de diretores da emissora com o executivo Marcelo Campos Pinto.
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O clima foi tenso.
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Responsável pela ligação da Globo com o mundo da cartolagem (CBF, Federações e clubes), Pinto foi pressionado a pedir demissão, mas o dirigente retrucou, ameaçando “botar a boca no trombone”.
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É grande o temor que os detidos, em delação premiada, possam, de alguma maneira, comprometer a emissora.
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Demitir Campos Pinto seria a maneira de expor publicamente que a Globo teria sido vítima de negócios realizados pelo executivo à margem do conhecimento dos diretores.
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Mas como explicar a origem dos pagamentos mensais (que, evidentemente, não sairam dos bolsos do funcionário), milionários, aos dirigentes ?
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Se para o público a solução imaginada é colocar a culpa no “bode espiatório”, internamente, o executivo, já com poderes diminuídos, é acusado de jogar para os dois lados, por vezes, em benefício maior da cartolagem.
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A maior rede de televisão do pais vive um drama que nem mesmo seus melhores roteiristas de novelas poderiam imaginar.
Em outra nota publicado no dia 28, o mesmo blog também afirma:
Investigação do FBI gera temor na Rede Globo e no executivo Marcelo Campos Pinto
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É grande a apreensão do executivo Marcelo Campos Pinto, da Rede Globo, e também da própria emissora, com os rumos que podem tomar a investigação do FBI contra dirigentes corruptos do futebol mundial.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Lojistas e comerciantes de SP concordam em bancar um 'mensalinho' para José Serra?


Na segunda-feira, dia 23, quando todos pensavam que José Serra estava fazendo uma palestra na Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) apenas para divulgar suas idéias políticas e se cacifar para as eleições de 2014, descobriu-se que ele cobrou cachê.

E não foi caso único. A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) contratou José Serra para fazer uma turnê de palestras em diversas cidades do Estado, proporcionando um "mensalinho" para o tucano, ou seja, uma fonte de renda extra na forma de cachês.

Serra se recusou a revelar o valor do cachê, mas disse já ter feito dezenas de palestras:
"Não, não falo... Isso é uma coisa entre particulares. Mas não é nada extraordinário. Quem dera fosse...
...
Tenho feito dezenas delas... varia muito. Semana passada foram duas ou três, mas tem semana que não tem nenhuma", afirmou.
A princípio não há problema nenhum Serra ou quem que seja ganhar dinheiro com palestras, o problema é de quem paga.

E aí que reside a questão.

A FACESP é sustentada com a contribuição de seus associados, que são as centenas de Associações Comerciais das cidades paulistas. Essas Associações de cada município,  por sua vez, são sustentadas pelos Lojistas e comerciantes associados, muitos deles pequenos empresários.

A diretoria da FACESP sabe que está pagando o cachê de José Serra e sabe quanto, mas os milhares de Lojistas e Comerciantes associados do Estado de São Paulo inteiro sabem? E concordam com isso?

Aposentadoria com 5 anos de serviço

Desde 2010, após sofrer a derrota nas eleições, Serra abriu uma empresa de consultoria e, ontem, afirmou que as palestras se tornaram o seu "ganha pão".

Mas Serra já desfruta de uma aposentadoria de  ex-professor universitário da Unicamp (cargo misteriosamente conquistado na época da ditadura, em 1978, com pistolão, sem passar por concurso público, e sem ter diploma de bacharel em economia).

Aposentou-se com apenas 5 anos de magistério, pois desde 1983 passou a ocupar cargos políticos. (Com informações da Folha)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Mensalinho (dentro da lei) de Noblat ameaçado com troca da direção da Rádio Senado

O presidente do Senado, José Sarney, decidiu trocar a direção da TV e Rádio Senado.

Até que enfim a ficha caiu.

A versão oficial, é de que o novo diretor Fernando Mesquita foi quem implantou a TV Senado, e estaria mais apto às necessidades de reformas e desafios, como as novas potencialidades da TV Digital.

Extra-oficialmente percebe-se que o setor estava dominado pelos senadores oposicionistas, e a linha editorial vinha repetidindo a pauta do PIG, em vez de agir como age o blog da Petrobrás, refutando mentiras publicadas pelos barões da imprensa, com fatos e dados.

Há mais de um ano, alertamos em nota aqui no blog, que a TV Senado estava sendo pautada pelo PIG e pela oposição.

Espera-se que a nova direção finalmente cancele contratos de interesse duvidoso, como o mensalinho (dentro da lei) de R$ 3.360,00 (por mês) para o blogueiro Ricardo José Delgado [Noblat], produzir um programa semanal de rádio "Jazz e Tal", de uma hora de duração.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Mais propaganda imoral de Serra, agora do Metrô

José Serra continua fazendo uma farra de anúncios publicitários com o dinheiro do contribuinte paulista, depois da propaganda nacional da Sabesp e dos pedágios do Rodoanel.

Nosso leitor Rodrigo informou:

Que na página central do jornal de esportes Lance!, edição do dia 12/03/2009, há um grande anúncio do Governo do estado de São Paulo sobre a expansão do Metrô.

Para complicar a situação tem um conflito de interesses neste caso, pois mistura o público com o privado.

O secretário de Transportes Metropolitanos, responsável pelo metrô, é José Luiz Portella.


Ele também faz parte do conselho editorial deste jornal.



Coincidência, não é? Ou mensalinho em causa própria.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O Mensalão de Cesar Maia na Câmara de Vereadores

O prefeito do RJ, César Maia, dos demos, está conseguindo bloquear a CPI do PAN na Câmara de Vereadores do Rio, através de manobras de sua base de apoio, que não permitem que a CPI seja instalada.

Agora acende-se um luz sobre como o prefeito consegue esse apoio dos vereadores.

O Ministério Público está denunciando Cesar Maia porque ele resolveu fazer uma generosa doação da exploração de um patrimônio público, a um vereador (Sami Jorge, ex-presidente da Câmara de Vereadores), contrariando e desafiando um parecer contrário, na época, da própria Procuradoria do Município.

O mensalão ao vereador foi um desconto de 70% no aluguel de um imóvel público para o funcionamento da Churrascaria Cajuti (da qual o vereador é sócio), na Quinta da Boa Vista, um dos parques mais visitados do Rio, porque ali foi o palácio da família Imperial, e ali se situa o Jardim Zoológico.

Além do desconto de 70%, no pacote desse mensalão de César Maia, está incluída a concessão por tempo indeterminado.

O caso se torna mais grave, porque a lei não permite que vereadores tenham contratos com os governos.

A ação, que será julgada pela 6ª Vara de Fazenda Pública, pede a condenação do prefeito e do vereador por improbidade administrativa (com pena de multa a perda de mandato), e devolução aos cofres públicos do valor que foi pago a menos (R$ 325.000,00 mais correção a ser calculada).

Os promotores ainda pedem o cancelamento do contrato imoral, para abertura de licitação na exploração do restaurante.

Por falar em restaurante de órgão público, o caso, além de caracterizar um autêntico "mensalão", lembra o "mensalinho" de Severino Cavalcanti com o restaurante do senado, que o levou a renuncia para não perder o mandato. Não é à toa que os Demos e os tucanos votaram em peso no Severino Cavalcanti.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

'Maior ficha suja do País' é preso pela terceira vez neste ano em operação no MT


Terceira prisão em 2015


Esta é a terceira prisão do ex-deputado neste ano.  A primeira ocorreu no dia em 21 de fevereiro durante a deflagração da Operação Imperador, que investiga fraudes em licitações da Assembleia. O ex-deputado é apontado como líder da organização que teria desviado mais de R$ 60 milhões dos cofres públicos com falsas aquisições envolvendo cinco empresas do ramo de papelaria, todas de “fachada”.

Solto no dia 24 de junho, após decisão do Supremo Tribunal Federal, o político voltou a ser preso uma semana depois pelo Gaeco, na operação Ventriloquo, que investiga uma organização criminosa instalada na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso e que teria desviado milhões de reais dos cofres públicos. As medidas até então em cumprimento são de mandados de prisão preventiva, buscas e apreensões e conduções coercitivas. Após voltar para o Centro de Custódia, o ex-parlamentar foi solto um dia após ser preso, em nova decisão do STF.

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso José Riva (PSD), conhecido como maior ficha suja do País, foi preso na terça-feira, 13, na segunda fase da Operação Metástase, denominada 'Célula Mãe'. Esta foi a terceira prisão de Riva em 2015. Ele é réu em mais de uma centena de ações criminais e cíveis. Em junho, a Justiça determinou o sequestro de 110 imóveis (urbanos e rurais), 31 veículos e uma aeronave do ex-deputado.

A nova etapa da Metástase foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), composto por promotores de Justiça. Integram a missão delegados de polícia, policiais militares e civis. A juíza da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, Selma Rosane de Arruda, decretou também a prisão preventiva de outros servidores da Assembleia Legislativa que eram ligados à presidência na gestão de Riva: Geraldo Lauro, Maria Helena Ribeiro Caramelo e o ex-auditor geral do Legislativo, Manoel Marques.

De acordo com o Gaeco, 'Célula Mãe' é resultado de investigações complementares sobre supostos crimes cometidos no gabinete do ex-presidente da Assembleia, relacionados à gestão de recursos públicos denominados 'verba de suprimentos'. O Ministério Público de Mato Grosso indica que o dinheiro desviado servia para o pagamento de despesas pessoais do ex-deputado, como o combustível de sua aeronave particular e pagamento de honorários de advogados.

Os investigadores apontam que José Riva teria usado parte do montante para o pagamento de um 'mensalinho' para políticos e lideranças do interior do Estado. A distribuição de 'mimos', como uísque, pagamento de festas de formatura, jantares e massagistas também fariam parte da lista.

Em 23 de junho, os ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) soltaram José Riva, que estava preso desde fevereiro deste ano. Em 1 de julho, o ministro Gilmar Mendes, do STF, concedeu decisão liminar para soltar o ex-deputado, que havia sido detido pela segunda vez no mesmo dia, com base em decreto da 7ª Vara Criminal de Cuiabá (MT).

Os promotores do Gaeco afirmam que as prisões foram decretadas com base na garantia da ordem pública e conveniência da instituição criminal. "Salienta-se que todos os servidores ouvidos pelo Gaeco na primeira fase da Operação Metástase (com exceção dos líderes da organização) afirmaram a existência de um estratagema criminoso arquitetado pelos líderes visando dificultar a descoberta da verdade, com a consequente blindagem do núcleo criminoso. Outras frentes estão sendo abertas e novas fases não estão descartadas", diz nota do Ministério Público de Mato Grosso.

Em junho, a Justiça de Mato Grosso determinou o sequestro de 110 imóveis (urbanos e rurais), 31 veículos e uma aeronave de propriedade do ex-deputado.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Severino Cavalcanti pode voltar à Câmara


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou, ontem, que a o ex-presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, poderá retornar à Casa como parlamentar, caso seja cassado o mandato do deputado Marcos Antônio Ramos da Hora (PRB-PE). Severino renunciou à presidência da Câmara, em 2005, após denúncia de que ele cobraria propina ao dono de um restaurante que funcionava nas dependências da casa. O episódio ficou conhecido como "o mensalinho de Severino". Ao renunciar, ele evitou o processo de cassação de seu mandato, que poderia levar à perda de seus direitos políticos por oito anos. Com isso, pôde se candidatar em 2006 e o fez pelo PP, o mesmo partido pelo qual foi eleito presidente da Câmara. Mas, Severino acabou como primeiro suplente.

Com isso, se Marcos Antônio Ramos da Hora for cassado, são grandes as chances de Severino assumir o seu lugar. Hoje no PRB, Hora foi eleito pelo PSC. Antes de tomar posse, ele já havia mudado de partido, indo para o PAN. Depois, o PAN foi incorporado ao PTB. Em julho passado, Hora filiou-se ao PRB, alegando descontentamento com a incorporação. O PP estava coligado ao PSC nas eleições em Pernambuco.

A ação contra Marcos Antônio Ramos da Hora foi proposta por Fernando Antônio Rodovalho (PSC-PE), o 86º suplente na disputa à Câmara por Pernambuco. O Estado tem direito a 25 deputados. Na ação, Rodovalho sustenta que Marcos Antônio Ramos da Hora continuaria a mudar de partido se não tivesse sido instituída pelo TSE a perda do cargo eletivo para os casos de infidelidade partidária. O relator do caso é o ministro Cezar Peluso. O TSE retorna do recesso em fevereiro próximo, quando retoma os julgamentos.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Cidade de Minas tem sete vereadores eleitos presos por corrupção



Sete vereadores eleitos de Frutal (MG), na região do Triângulo Mineiro, foram presos por suspeita de corrupção. Seis deles foram pegos durante a Operação Déjà-vu, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais na última sexta-feira, 16. Um outro, que estava foragido, se apresentou na tarde de sábado (17). Eles são investigados por comprar apoio na eleição da Mesa Diretora que irá comandar o Legislativo municipal no ano que vem.

Dos presos na operação, três já são vereadores e foram reeleitos: Ricardo Mazzarope (PT do B), Joab do Baratão (PSC) e Romero Silva de Menezes (PRTB). Os demais, Nene Finuh (PT do B), Esio dos Santos (PR), Douglas Doyal (PSOL) e Edison Yamagami (PSOL), foram eleitos em outubro.

De acordo com as investigações, os suspeitos combinaram e já começavam a pagar propinas para garantir apoio político na disputa pela Mesa Diretora da Câmara Municipal do biênio 2017/2018. Segundo a polícia, o chamado "mensalinho de Frutal" já aconteceu em legislaturas anteriores e estava se repetindo. Os envolvidos responderão a crimes como associação criminosa, corrupção ativa e passiva. A Justiça definiu também pelo afastamento dos suspeitos dos cargos.

A cidade tem no total 15 vereadores e a Câmara Municipal ainda não se posicionou sobre as prisões. A reportagem conseguiu contato com os advogados de três presos. Segundo eles, a defesa vai ingressar com recurso pedindo que seus clientes respondam em liberdade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em: Prisão de 'filhote' de tucano no Pará ainda é novidade na seletiva justiça do Brasil

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Noblat se diz blogueiro, mas não passa de um clipeiro eletrônico

Nunca antes na história deste país um blogueiro de aluguel, que recebe mensalinho do senado, escreveu tanta asneiras para defender um tucano corrupto como este aqui.

E, já que o blogueiro barriga menciou mensalão, quer tirar o clipeiro do sério? Experimenta deixar um comentário na coluna dele no Globo Online exigindo que explique a participação de sua Mulher Rebeca Scatrut, no desvio de R$ 33 milhões do Incra entre 1998 e 2002.

Além da patroa, o amigão Raul Jungmann (ex-ministro e atual deputado federal) também está encalacrado na história. Por isso Nobláblá está entocado. Parece que gastou toda sua indignação contra o PT.

Jungmann é um amigão das antigas e Rebeca, sua esposa. Por que ele não se mostra indignado com o desvio de R$ 33 milhões?!? Por que ele não explica o envolvimento da patroa no caso?

Um tremendo picareta

O tal blog do Nobláblá é na verdade um grande clipping do noticiario, raramente tem algo que ele escreve ou comenta. Conheço 'n' blogs de política mais interessantes do que o dele. Mas é inegável a importancia do blog para a gente saber o que saiu nos jornais. Afinal, clipping é pra isso mesmo

domingo, 22 de março de 2009

Hoje às 20hs tem "Jazz & Tal" na rádio Senado graças ao grande mecenas Noblat

Atenção para as ironias, na leitura da nota.

A cultura brasileira está a salvo.

Hoje às 20hs continua no ar o programa "Jazz & Tal", pelo qual pagamos o módico "mensalinho" de R$ 3.360,00 por mês, em contrato firmado entre o Senado e o jornalista Ricardo Noblat.

Noblat, "mecenas do Senado", prestou o "imprescindível serviço público" ao patrocinar "do próprio bolso" com R$ 1.200,00 por mês o programa durante quase 10 anos (segundo suas declarações). Tudo em nome de "resguardar o bom gosto" da programação.

"Devemos gratidão eterna" ao "guardião do bom gosto" e da cultura, uma vez, que o ressarcimento proporcionado atualmente pelo senador Efraim Moraes, levará mais 23 anos para "recompensá-lo", tempo de vida que o mecenas acredita não ter, segundo as contas que ele apresenta.

Meus protestos à "ingratidão" do Senador Efraim Moraes, uma vez que a home-page do Senado, omite de "tão nobre" mecenato, justamente o sobrenome famoso do mecenas.

Quem perder o programa de hoje, não se preocupe. Tem reprise na terça-feira às 23hs.

Leia também http://osamigosdapresidentedilma.blogspot.com/

sábado, 19 de julho de 2008

O "mensalinho" de campanha de Raimundo Colombo

O senador Raimundo Colombo (DEMos/PFL - SC) não é candidato a nada este ano.

No entanto ele licenciou do Senado já há algumas semanas, alegando que precisará reforçar a campanha.

Ninguém entendeu direito. Como pode um Senador abandonar seu mandato, largar a CPI das ONGs que ele presidia pelo meio do caminho, e vai fazer campanha sem ser candidato?

Ele não poderia continuar sendo Senador, no tradicional expediente de terça a quinta, e vagar pelos municípios de sexta até segunda, como fazem os demais senadores?

Só agora entendi o que é "reforçar a campanha":

Quando o senador licencia, ele continua ganhando seu rico dinheirinho no Senado e o suplente também. A vaga é uma, mas a remuneração do gabinete DOBRA.

Realmente é um "reforço" e tanto no caixa de campanha dos DEMos de Santa Catarina.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Deputados da base do governo tucano evitam CPI em SP


A função do legislativo é fiscalizar o executivo. Mas na Assembleia Legislativa de São Paulo, quem  fala mais alto é  o rolo compressor dos  governos do PSDB

Segundo uma  reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo desta segunda (21), a  Assembleia Legislativa de São Paulo mostram uma menor aprovação de leis e um alinhamento das ações com o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) em 2012.  Dona da maioria - dos 94 parlamentares, só 24 são oposicionistas -, a bancada aliada ao governo do PSDB  impediu o funcionamento de todas as CPIs propostas por deputados que não são da base.

De acordo com o jornal, pedidos sobre temas sensíveis ao governo - como a crise que levou à troca do comando da Segurança Pública- nem tiveram as assinaturas necessárias. O alinhamento também reflete no número de vetos do Executivo analisados pela Assembleia. A Casa só analisou 5 dos 635 vetos na fila e nenhum deles foi derrubado. O jornal  aponta ainda que os indicadores também mostram uma queda na produção legislativa. No ano passado, o número de leis aprovadas foi 30% menor que em 2011. A maior parte delas cria datas comemorativas ou dá nomes a ruas e prédios públicos.
PSDB  gosta de CPIs...em Brasília

Os governos dos tucanos Geraldo  Alckmin e José Serra,  em São Paulo são marcados  pela política do "abafa"a exemplo do que ocorreu nos dois mandatos de FHC que não enfrentou nenhuma CPI ao contrário do Presidente  Lula que enfrentou varias e varias  em  seus oito anos de  mandato , sendo que três delas foram simultâneas o que rendeu uma saraivada de acusações contra seu governo e também contra o Partido dos Trabalhadores.

Poderia se  considerar como mérito  o fato do governo petista ter tido a transparência de enfrentar as CPIs relatadas por adversários sem que tenha sido de alguma forma atrapalhado  por ação governamental visando obstruir os trabalhos.

A isto pode-se chamar de "transparência" . Diferente do que acontece   ao longo dos governos  do PSDB  em São Paulo, onde houve deliberada política de "engavetar" todas as denúncias com pedido de instalação de CPI na Assembléia Legislativa paulista.


Principais CPIs engavetada na gestão do tucano

1-Propaganda das estatais

Verba de publicidade do banco Nossa Caixa foi dirigida para revistas, jornais e programas indicados ou mantidos por deputado em suas bases eleitorais, na capital e no interior.O governo Alckmin está ligado ao esquema por meio do seu assessor Roger Ferreira que deixou o cargo no início da semana, e por várias agência de publicidade.
Uma troca de e-mails revelou que Roger Ferreira pedia atenção especial para gastos com aliados de Alckmin. A CPI para investigar o caso foi pedida em fevereiro, mas acabou sendo barrada na assembléia.

2-Mensalinho

Outro pedido de investigação aponta que várias estatais do governo podem estar ligada ao esquema de "agrados" aos parlamentares,com verbas mensais fixas pelo gastos em propaganda.Os beneficiados, teriam em média, R$10 mil mensais em anúncios em veículos de comunicação de sua escolha.

3-Contratos Irregulares

Foram descobertos no arquivo morto da assembleia 706 processos julgados irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), entre 1977 e 2002,além de 267 após este período. Quase metade, ou 43,48% deles, é do CDHU, 23% do DER, 4,39% da Nossa Caixa e 4,10% do DERSA.

4- TV Cultura

Desvirtuamento de verbas públicas e doações, além de má gestão de recursos da Fundação Padre Anchieta - TV Cultura.

5-Obras do Rodoanel

Irregularidades na execução das obras do Rodoanel Metropolitano de São Paulo.

6-Execução de presos

Supostas execução de presos por polícias militares

7- Manipulação de dados da segurança

Indícios de manipulação dos números oficias sobre a segurança pública no estado.

8-Obras do metrô

Irregularidades contratuais nas obras das linha verde e amarela do metrô.

9-Obras do rebaixamento da calha do Rio Tietê

Irregularidade no contratos aditivos, empréstimos, planejamento e etc., nas obras feitas no rio.

10- Habitação

Irregularidades na CDHU. Os terrenos foram superfaturados e as licitações direcionadas. O TCE já apontou pelo menos 215 processos do CDHU.

11-Febens

Seria uma suposta fábrica de rebeliões que beneficiaram empresas em planos emergências e sem licitação, além de esquemas de superfaturamento de custos da alimentação e das construções e de consultorias externas irregulares, cada interno custaria R$1,8 mil por mês.

-12 Rede católica

Denúncias de irregularidade na cessão de fazenda de 87 hectares em Lorena à rede católica "Canção Nova".

13-Setor elétrico

Pedidos de investigações sobre irregularidades nas empresas ligadas ao setor elétrico no estado.

COMO AS CPIS SÃO BARRADAS EM SÃO PAULO

Pelas regras da Assembleia Legislativa de São Paulo, são necessária 33 assinaturas para que o pedido seja votado em plenário.No entanto, para aprovação, são necessários 50% dos votos mais 1. Assim como o PSDB e seus aliados têm maioria, há 6 anos a bancada tucana não libera abertura de CPIs sobre nenhum tema

A minha lista  de CPIs engavetadas pelo PSDB vai parando por aqui. Mas vocês queridos leitores, podem dar continuidade abaixo do texto, no comentário...



quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Retrospectiva 2009: cai a máscara de Arthur Virgílio, e fica o bigode em Noblat

Há assuntos bem mais importantes para o futuro de nossas vidas e do Brasil que correram durante o ano, mas esse rende um texto mais irônico... então vamos lá:

No meio do ano a oposição tentou dar um golpe no Senado. Aproveitando-se dos maus costumes da casa com o dinheiro público, praticado pela maioria dos Senadores, a oposição resolveu jogar tudo na conta de Sarney, para destituir da presidência um membro da base de apoio governista, e colocar um oposicionista como uma folha corrida de denúncias bem mais avantajada: Marconi Perillo (PSDB/GO).

O blog demo-tucano das organizações Globo, de Ricardo Noblat, aderiu com empenho à campanha. Durante cerca de um mês, a cada dez notas, nove eram petardos para abatar Sarney da presidência do Senado.

Chegou a divulgar uma campanha "Greve de Bigode - Só tire o seu quando o Senado tirar o dele".

A campanha sugeria foto-montagem de pessoas, famosas ou não, com um bigode postiço que, simbolicamente, manteriam em protesto enquanto o presidente do Senado não renunciasse.

O assunto esfriou, assim que o PMDB denunciou o senador Arthur Virgílio Neto (do PSDB de José Serra), por quebra de decoro e ética devido aos crimes de:
1) estelionato (artigo 171 Código Penal)
2) falsidade ideológica (artigo 299 - Código Penal);
3) prevaricação (artigo 319 - Código Penal)



O furor ético da oposição e do blogueiro esvaziou e abandonaram a campanha, para salvar a pele de Arthur Virgílio.

A lenda da maldição do bigode


Diz a lenda, que o bigode ficou impregnado no blogueiro que prometia só tirar o bigode, quando o senado tirasse o dele.

Primeiro, tentou remover pelo método convencional, através de lâminas de barbear. Mas não adiantava. Bastava raspar que, momentos após, crescia de novo. Raspava-se cem vezes, crescia imediatamente cem vezes novamente.

Então tentou recorrer à serviços profissionais especializados: uma depilação com cera à quente.

A maldição se repetia: mesmo arrancando os pelos junto à cêra, logo em seguida o farto bigode voltava a aparecer.

Tentou-se com pinça, arrancando pêlo a pêlo.Quando arrancava um lado, o outro já tinha crescido de novo.

Por fim depilação à laser ... mas também durou pouco: momentos depois o bigode voltava.

Não adianta. A maldição diz que o bigode só sai, quando o Senado tirar o dele, e o mandato de Sarney é pelo biênio 2009-2010.

Se o blogueiro Ricardo José Delgado (Noblat) não consegue se desvencilhar do bigode por mais um ano, segundo a lenda, ele livrou-se do "fardo" de ser o "mecenas do Senado", ao ter seu contato rescindido da rádio Senado, para produzir o programa "Jazz e Tal", por um mensalinho (remuneração mensal)  no valor R$ 3.360,00 (deixando de sangrar os cofres públicos do Senado o total de R$ 40.320,00 por ano).