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terça-feira, 6 de abril de 2010

Tucano quer ressuscitar dossiê aloprados.. Nós vamos ressucitar dossiê tucano que destruiu candidatura Roseana Sarney

Severino Sérgio Estelita Guerra é um “babaca”. Conhecido no meio politico como “jagunço da política”, virou moleque de recado do covardão José Serra

Em entrevista para o jornal tucano, Folha de S.Paulo,Sérgio Guerra disse;"Deixa o Serra em casa. Ele não precisa falar",nós vamos ressuscitando o escândalo dos "aloprados"...Ao ler as bobagens do coordenador de campanha do José Serra, pensei em escrever um texto listando a corrupção do PSDB, começando com dossiê preparado por José Serra, que ficou conhecido como, "Caso Lunus", para destruír a candidatura Roseana Sarney em 2002. Porém, o comentário de Wagner Orti, na Folha, disse  tudo o que eu gostaria de dizer...Ta aí a resposta do povo, para seu Estelita Guerra.

Os tucanos vão resucitar os aloprados - junto com a Folha de São Paulo que já está investigando onde anda os envolvidos, por que será que a Folha não investiga como vive os envolvidos no mensalão do PSDB de Minas (o unico que não teve o nome do partido associado pela imprensa) ou investiga o assassinato do cara do RG do Sul morto no lago Paranoá de Brasilia após denunciar a corrupção no Detran do governo Yeda,que aliás foi denunciada pelo proprio vice do DEM.

Sou favorável que a imprensa investigue e aponte erros, mas acho estranho esse foco e trabalho de equipe junto com a oposição - tem até uma receita básica que vem sendo aplicada durante o governo Lula, uma pessoa descontente com o governo faz um denúncia - a imprensa (Veja e Folha) já publica como verdade sem investigar - os aliados da oposição sobem na tribuna com o jornal e a revista e pedem uma CPI (ou 3).

Como um partido que tem como vice o DEM que roubou mais de 100 milhões do DF e a Yeda Crucius como governadora que até comprou uma casa sem ter renda compativel quer falar de moralidade? Só com o apoio da imprensa mesmo. É tanto o descaramento da Folha de São Paulo em apoiar os tucanos que na eleição passado o dossié era contra tucanos e foi usado como arma do Alckimim que nem era citado, e a imprensa chamava de dossie contra tucanos, agora o nome passou a dossié contra o Serra.

Só mais uma pergunta para a oposição - O que a Dilma tem com isso? Ela participou do quê nesse rolo? Se ela está envolvida nisso o Serra está também envolvido nos casos do DEM do DF e da Yeda no Rio Gde do Sul. E se o DEM partir para essa estratégia de dizer que eles expulsaram os envolvidos vão atingir o PSDB que também aguarda o julgamento dos envolvidos no mensalão mineiro.

Relembre:

Caso Lunus: Como dossiê tucano destruiu candidatura Roseana.

Cronologia do Caso Lunus, onde grampos telefônicos ilegais, um dossiê e uso político da Polícia Federal tiraram Roseana Sarney do caminho de José Serra, do PSDB, na disputa presidencial de 2002.

Novembro de 2001: A firma Interforte de José Heitor Nunes e Jonathan Sardenberg é contratada para grampear Roseana Sarney, sua família e investigar os negócios da empresa Lunus.

Novembro: Heitor comenta sobre o grampo que está fazendo nos telefones de Roseana. A um interlocutor, oferece, em troca de um valor, informações sobre seu trabalho e o nome de quem encomendou a arapongagem. O negócio não se realiza.

Dezembro: Arapongas espalham que foram contratados pelo PSDB para produzir um dossiê contra a família Sarney.

Fevereiro: O dossiê contra Roseana fica pronto. Ele tem três partes. A primeira, com as doações para a campanha do PFL, hoje DEM. A segunda, com as empresas da governadora e seu marido e suas ramificações com a Sudam. E a terceira, com fotos íntimas. É oferecido a Anthony Garotinho  para ser usado como arma na campanha. O então governador recusa e procura o senador José Sarney, informando que seu interlocutor se apresentou como emissário do deputado Márcio Fortes (PSDB-RJ), um dos coordenadores da campanha de José Serra na época.

Fevereiro: Os senadores Sarney e Edison Lobão procuram FHC e contam que agentes da Abin estiveram em cartórios no Maranhão vasculhando as empresas dos Sarney. O presidente chama o general Alberto Cardoso, que nega a participação da Abin.

Dias 20, 21, 25, 26, 27, e 28 de fevereiro: O pubicitário Luís Alberto Marques troca telefonemas com Heitor, que também conversa diversas vezes com Jonathan.

28 de fevereiro: Com ordem judicial, uma equipe da PF se desloca de Brasília para São Luís. Heitor e Marques trocam quatro telefonemas.

1º de março: Às 14h15, depois de pegar os mandados em São Luís, a PF invade a Lunus. Encontram documentos que ligam a empresa ao escândalo Sudam e R$ 1,34 milhão em dinheiro. Às 19h, FHC e Sarney têm uma conversa ríspida por telefone. O senador denuncia uma "armação suja" do governo para derrubar sua filha e beneficiar Serra. Entre 21h30 e 22h, FHC recebe cópia do mandado.

4 de março: Sarney Filho pede demissão da pasta do Meio Ambiente. Três dias depois, o PFL deixa o primeiro escalão do governo FHC. Marques e Heitor trocam um telefonema.

12 de março: Murad dá coletiva para renunciar ao cargo de secretário de Planejamento do Maranhão. Diz que o dinheiro achado na Lunus era para a campanha de sua mulher. Marques e Heitor trocam mais um telefonema.

Março: O governador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB), denuncia que também foi grampeado por dois meses. Ele diz que havia sido informado por Sarney de que os arapongas buscavam ligações entre Murad e seu irmão, Carlos Jereissati. Tasso culpa Serra e Márcio Fortes pelo grampo.

20 de março: Às 15h55, Sarney sobe à tribuna do Senado e faz um duro discurso, de 80 minutos. Culpa Serra e o governo pela espionagem contra Roseana e compara o grampo contra sua filha a outro caso mais famoso, o Watergate, que levou à renúncia do presidente Richard Nixon.

27 de março: A PM do Maranhão invade uma casa em São Luís e descobre uma central de espionagem da PF. Encontra quatro policiais federais e muitos equipamentos sofisticados de escuta telefônica e rastreadores. O Ministério da Justiça diz que o local servia para operações secretas de combate ao narcotráfico.

13 de abril: Roseana renuncia à sua candidatura. 

Por falar em José Serra, onde anda o delegado Bruninho?

Gravação da conversa entre o delegado Edmilson Bruno(PF) e cinco repórteres, quando precedeu o primeiro turno da eleição. Delegado Bruno e jornalistas combinaram vazamento, aqui. O golpe armado contra Lula pelo PSDB na eleição de 2006.A maioria preferiu Lula, em desespero, PSDB armou e não levou