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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Bandido com 2 condenações vira fonte confiável para imprensa .PT pede para PF investigar


O consultor Rubnei Quícoli, que se diz representante da empresa que tentava obter o financiamento no BNDES procurou o jornal dos tucanos a Folha de São Paulo, para juntos tentar ajudar a campanha do candidato tucano José Serra.

Ligação com o PSDB

Quícoli, disse que foi filiado ao PSDB e ao PDT,. Este  ano, seu voto, segundo ele, é do ex-governador José Serra (PSDB). Ontem, gravou depoimento sobre o caso para o programa do tucano Serra.

Contra Dilma, a fonte não precisa ser confiável. Pode ser um condenado sob duas acusações: receptação,coação e roubo de cargas.

E mais uma vez Quícoli foi denunciado, em maio de 2003, por ocultar "em proveito próprio e alheio" uma carga de 10 toneladas de condimentos, Ele alega que  "sabia ser produto de crime de roubo". Em 2000, após denúncia anônima, o consultor foi acusado de receptação de moeda falsa num posto de gasolina em Campinas.

A polícia apreendeu no posto sete notas de R$ 50,00. Quícoli afirmou não saber a procedência. Em 2007, Quícoli foi preso e passou cerca de dez meses na prisão. Os donos da EDRB, Aldo Wagner e Carlos Marcelo Mello Escarlassara, não têm passagens pela polícia nem condenações.

É para esse homem que a imprensa está dando credibilidade total

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, anunciou na tarde desta quinta-feira (16) em Brasília (DF) que o partido vai pedir à Polícia Federal que investigue a acusação feita pelo empresário bandidão Rubnei Quícoli de que o dinheiro que teria sido supostamente pedido de propina para realizar um empréstimo no BNDES iria para a campanha de Dilma Rousseff (PT)

Em entrevista ao site do jornal de extrema direita que faz assessoria para José Serra, "O Globo", o Quícoli disse que não tem provas, ele apenas ouviu a informação do ex-diretor dos Correios Marco Antonio Oliveira.

Com ajuda da imprensa e do PSDB, há uma clara tentativa de forjar um envolvimento do PT e da campanha.

O PT estará solicitando abertura de inquérito diretor da PF apurar essa denúncia", afirmou o presidente do PT.

Em reduto tucano, Dilma diz que governo de FHC e Serra cruzava os braços e deixava as crises quebrar o Brasil

Dilma Rousseff (PT) almoçou com empresários na Associação Comercial do Rio de Janeiro, cuja diretoria é majoritariamente demo-tucana. O 1º Vice-Presidente da entidade é o banqueiro Ronaldo Cezar Coelho (PSDB), candidato suplente na chapa de César "Vaia" (DEMos), e o dono do jatinho emprestado para José Serra (PSDB).

Dilma foi muito aplaudida ao dizer que o país tem todas as condições de acabar com a pobreza e se tornar uma nação desenvolvida até a próxima década:

“Meu objetivo e meu compromisso é erradicar a pobreza extrema no país. Meu outro objetivo é transformar o Brasil num país de classe média. Isso não é uma proposta tecnocrata, ela está baseada em valores humanos e éticos”.

Sobre ajuste fiscal, afirmou: "O Brasil não precisa disso. O governo Lula fez um grande em 2003 e um menor, em 2005".

Dilma lembrou que o Brasil é líder em matriz energética renovável e produção de alimentos, o que faz um dos países mais bem posicionados no Século XXI para investimentos.

Em seu discurso não faltaram críticas aos erros do governo FHC e ao neoliberalismo de José Serra (PSDB), quando decidiram não ter uma política industrial forte, deixando as coisas acontecerem apenas na mão do mercado e de investidores privados: “Muitas vezes o governo [FHC] cruzou os braços e deixou a crise afetar a economia. Por causa disso que PIB crescia num ano e no outro caia”.

Após o almoço, Dilma concedeu entrevista coletiva e considerou correta a decisão da ex-ministra Erenice Guerra, em afastar-se do cargo, para responder às acusações.

Sobre o dólar, respondeu: "A moeda norte-americana está caindo no mundo inteiro. No Brasil, nossa política é deixar o câmbio flutuante". Ela citou que a capitalização da Petrobras pode estar influenciando no cenário cambial brasileiro, mas nesse caso é preciso agir com muita prudência.

Também estiveram presentes o governador candidato à reeleição, Sérgio Cabral (PMDB), e os candidatos ao Senado Lindberg Farias (PT), Marcelo Crivella (PPB) e Jorge Picciani (PMDB).

Onda Vermelha, em Belém, da Ana Júlia e Dilma, com a presença de Lula

O presidente Lula participa do grande comício em Belém (PA) com Dilma Rousseff (PT), a governadora e candidata à reeleição Ana Júlia (PT), e o candidato ao senado Paulo Rocha (PT).

Nosso blog transmitirá ao vivo a partir das 19hs.

Local: Avenida Pedro Miranda, próximo a Drº. Freitas - Belém (PA)
Horário: 19hs

Erenice Guerra pede demissão e secretário-executivo assume

A ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, pediu demissão do cargo hoje (16). Na carta de demissão, a ex-ministra afirma “Preciso agora de paz e tempo para defender a mim e à minha família, fazendo com que a verdade prevaleça, o que se torna incompatível com a carga de trabalho que tenho a honra de desempenhar na Casa Civil”.

Quem assume interinamente o comando da Casa Civil é o secretário executivo, Carlos Eduardo Esteves Lima.

Esteves Lima, antes de ser secretário-executivo da pasta, foi Subchefe-Adjunto de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais, e já ocupou também cargo de secretário-adjunto de Previdência Complementar, foi interventor da Previ (fundo de previdência privada dos funcionários do Banco do Brasil).

Agora é provável que a imprensa demo-tucana esqueça de apurar tudo o publicou sobre Erenice (até para reduzir os custos dos processos de indenização) , e a turma do Zé Baixaria saque outro "dossiê" da gaveta contra outra pessoa.

Imprensa estrangeira diz, José Serra caluniador não consegue parar Dilma

A Associated Press  publicou que os  "Escândalos não estão parando líder no Brasil". Abrindo o texto, "dois escândalos de primeira página nos jornais do Brasil  e ataques cada vez mais ásperos de seu rival José Serra  não estão parando a candidata". Na Bloomberg, "Rousseff tira escândalos dos ombros e aumenta chance de vencer". Abrindo o texto, ela "viu suas chances crescerem mesmo depois que o candidato rival acelerou os ataques".

Mas a luta continua na imprensa brasileira

O blog Radar, da Veja.com, postou à noite que "Denise Abreu, ex-Anac, aparecerá na propaganda de Serra", acusando Dilma e Erenice Guerra de "favorecer empresas". E o blog do clippeiro  e barrigueiro   Noblat, postou que a "propaganda de Serra gravou depoimento de Eriberto França, o motorista que ajudou a derrubar Collor", dizendo da "decepção" pela aliança com o ex-presidente.

A imprensa está dando na cara

Do ex-governador Cláudio Lembo, do DEM, em entrevista ao Terra, manchete do portal ao meio-dia: "A mídia se engajou, a mídia tem um candidato, o Serra. Está engajada, e com isso se perdeu o equilíbrio".

Carlos Augusto Montenegro, do Ibope, em entrevista ao iG: "Essa história de ataques sistemáticos, isso está tornando a Dilma vítima. Estou começando a sentir pena do cerco que a mídia está fazendo". Informações do Nelson de Sá

O chefe da facção


O tucano Fernando Henrique Cardoso disse em entrevista que o Presidente Lula é 'chefe de facção'. No entanto, fotos no site de um líder da facção criminosa, o PCC,  com o título, lideranças e parcerias, mostra o candidato ao governo de São Paulo,  Geraldo Alckmin (PSDB) de braços dados com o bandido

A biografia do candidato a deputado federal em São Paulo  que apóia o tucano...

Adulteração de combustível, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e formação de quadrilha. Essas são as acusações feitas pela Polícia Civil contra o candidato do Partido Social Cristão (PSC) a deputado federal, Claudinei Alves dos Santos, de 29 anos, o Ney Santos, que apoia Alckim e o PSDB


.No estado de São Paulo, o partido do bandido, PSC, apóia o PSDB e os tucanos,  Geraldo Alckmin governador e José Serra candidato á presidência.(imagem acima do site do candidato)

Na foto, publicada na página do líder do PCC, Nei Santos aparece abraçado com o cadidato ao governo paulista, Geraldo Alckmin

Nei  também é investigado por  envolvimento com o tráfico de drogas e com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Porém, tem como escolta um policial civil.Comandada  pelo PSDB paulista

Preso sob a acusação de roubo em 2003, Ney Santos saiu da prisão em 2006 e, nos últimos quatro anos, acumulou, segundo a polícia, um patrimônio de R$ 50 milhões. Ele passou a ser investigado há 90 dias justamente por causa do rápido enriquecimento.

Nessa semana, a Justiça bloqueou os bens, mas negou o pedido de prisão temporária de cinco dias de Ney Santos, formalizado pela Delegacia Seccional de Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

Na lista de bens bloqueados estão uma Ferrari (foto) avaliada em R$ 1,4 milhão, duas casas em Alphaville, cada uma no valor de R$ 2 milhões, 15 postos de combustíveis, escritórios, apartamentos, casas e outros carros de luxo.Informações extras oficiais, dizem que o dinheiro do PCC irrigava campanha política do candidato

Nesta quarta-feira, a Polícia Civil cumpriu 13 mandados de busca nos imóveis e empresas do candidato e apreendeu veículos, computadores e documentos contábeis.

José Serra ditador censura imprensa: Serra exigiu e levou a fita original sem cortes do programa da CNT. Veja o vídeo




O diretor de jornalismo da CNT, Domingos Trevisan, foi obrigado entregar ao candidato José Serra (PSDB) depois de editado, o material bruto, com imagens e áudio da discussão entre ele e a jornalista Márcia Peltier

Todo material foi entregue a José Serra, o objetivo, segundo a assessoria da emissora, era evitar vazamento do material. A assessoria de Serra afirma que levou a fita para fazer a transcrição da entrevista e que imaginou que a emissora tinha ficado com uma cópia. M E N T I U . Serra não queria que ficasse cópias. Ele tinha medo que fosse divulgado o caso

Serra tem mostrado irritação durante a campanha com perguntas de jornalistas, na maioria dos casos quando abordam pesquisas de opinião.

A discussão foi travada entre o primeiro e o segundo blocos do programa, ou seja, está gravada em alguma fita da emissora mas tudo indica que a CNT não vai colocar no ar (em geral esses momentos de intervalo são considerados off the records, mas se fosse a Dilma as imagens certamente seriam recuperadas e passariam no Jornal Nacional):

Serra: Todo mundo que entra na jogada do PT e do governo ou quer apresentar méritos nesse sentido. Porque…O fato é o seguinte. Eu estou reiterando um crime…
Márcia: Que não era durante o período eleitoral, antes da candidatura.
Serra: E daí, que antes da candidatura, Márcia? Nós estamos gastando tempo aqui, precioso, em vez de falar de programa de governo, para vocês repetirem os argumentos do PT, que vocês sabem que são fajutos, estamos perdendo tempo aqui, eu só acho isso…
Márcia: A gente tem de fazer…
Serra: Eu vim aqui numa correria tremenda. Pega a candidata do PT… ela vem aqui?
Márcia:Virá aqui.
Serra: Então, então pergunta pra ela.
Márcia: Vamos perguntar pra ela também, candidato.
Serra: Eram eles que estavam faturando.
Márcia: Vamos perguntar pra ela também. Nós vamos agora voltar e agora vamos falar sobre programa.
Serra: Não, não vou dar essa entrevista, você desculpa.
Márcia: Por que candidato?
Serra: Porque não?
Márcia:Vamos fazer, só que agora falando do programa.
Serra: Não, faz-de-conta que eu não vim.
Márcia: Por que?
Serra: Porque não tem nada a ver com pergunta, não é um troço sério.
Márcia: Como não é um troço sério? Vamos conversar.
Serra: Então apaga.
Márcia: O que é que o sr. quer que apague?
Serra: A televisão.
Márcia: Ah, o sr. quer que apague a televisão?
Serra: Nós vamos conversar nessa base, porque isso aqui tá um programa montado.
Márcia: Montado pra quem? Não tem montação, não tem montagem. Apaga aí por favor, gente. Olha só, deixa eu te falar uma coisa. A gente aqui… a gente aqui não tá fazendo um programa…
Serra: Não é o que me disseram. O que me disseram é que eu ia falar de política e de economia.
Márcia: O primeiro bloco era só isso… Candidato, mas esse era o primeiro bloco. Vai ter… vai ter… vão ter mais três blocos, candidato, três blocos.
Serra: Tudo pergunta óbvia, você sabe o que é pergunta óbvia? Que você sabe o que é que o candidato vai responder. Você vai falar de pesquisa, isso aquilo, etc., você acha que dá para ganhar? O que é que o candidato vai dizer?
Márcia: Mas pensa bem, candidato, pensa bem…

Brasil bate recorde de emprego com carteira assinada...Essa notícia não vai virar manchete. Não é a favor do Serra a imprensa não dá destaque


Depois de dois meses menos aquecidos, o Brasil voltou a ter geração recorde de empregos com carteira assinada em agosto, com 299 mil novas vagas, informou, nesta quinta-feira, o Ministério do Trabalho, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

No acumulado do ano, já são 1,95 milhões novos postos, superando o mesmo período de 2008, antigo recorde da série histórica, iniciada em 1991.

O resultado de agosto representa crescimento de 23,7% ante o mesmo mês do ano passado, que havia tido o melhor resultado da série até então (242.126 postos). Esse é a quarta maior geração de empregos com carteira assinada para um mês na história do Caged.

O ministro Carlos Lupi manteve a meta de 2,5 milhões de vagas formais para 2010 e previu mais um recorde para setembro.

O melhor desempenho foi, novamente, o do setor de serviços, com criação de 128 mil postos, segundo o Caged. Nos subsetores, as instituições financeiras foram as únicas que não bateram recorde.

Baixarias fracassam: Dilma sobe e amplia vantagem no Datafolha


Pesquisa Datafolha feita entre os dias 13 e 15 (portanto pegou o bombardeio da campanha para o Zé Baixaria feita no noticiário da Globo, Estadão, Folha e Veja) mostra que Dilma ampliou a vantagem para 24 pontos:

Dilma: 51% (subiu 1 ponto em relação à semana passada)
Serra: 27% (empacado)
Marina: 11% (também na mesma)

Lulamania na França

A mais importante revista de Rock e Cultura Pop francesa, "Les Inrockuptibles", traz o presidente Lula na capa:


A aparesentação diz:

Lula deixará a presidência do Brasil em plena glória.
Ele ergueu seu país pela primeira vez como uma grande potência internacional.
Ele conseguiu, algo tão raro, conduzir sua sucessão.
Junto como Mandela, são os únicos sucessos da esquerda nos últimos anos.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O Federal de Alckmin pego por ligações com o PCC


O candidato a deputado federal em São Paulo Claudinei Alves dos Santos, o Ney Santos (PSC), abraçado a Geraldo Alckmin (PSDB) na foto, foi alvo de operação policial por suspeita de lavagem de dinheiro para a organização criminosa PCC.

Em 2003, Ney já havia sido preso em flagrante com uma metralhadora 9 mm, roubando malotes de uma transportadora de valores na região de Marília. Ficou preso por três anos, mas foi absolvido pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo). As acusações eram receptação, roubo, porte de arma e formação de quadrilha.

Agora era candidato na coligação com Geraldo Alckmin.

A operação policial cumpriu hoje 13 mandados de busca e apreensão que resultaram no confisco de documentos, CPUs e notebooks.

Além de dono de uma Ferrari, ano 2007, avaliada em R$ 1,5 milhão, ele mora em uma casa de R$ 2 milhões em Alphaville, uma das regiões mais valorizadas da região metropolitana de São Paulo. A polícia estima que o candidato tenha R$ 50 milhões seu patrimônio.
De acordo com o delegado, Ney montou em nome de laranjas uma rede de empresas, incluindo 15 postos de gasolina, para lavar dinheiro para o PCC.

Ney responderá pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e, eventualmente, “repasse de dinheiro oriundo do tráfico de entorpecente para a organização criminosa PCC”. (Com informações do R7).

Serra dando 'piti' com Márcia Peltier



José Serra (PSDB) durante gravação de entrevista ao programa Jogo do Poder na TV CNT, deu 'piti', bateu boca e ameaçou abandonar a entrevista porque não gostou das perguntas de Márcia Peltier.

Serra deu a entender que as perguntas não estavam conforme "combinadas".

Esse é o homem que diz gostar de liberdade de imprensa:Serra se irrita e ameaça deixar entrevista em programa de TV

Serra diz: "Não quero mais dar entrevista" E faz biquinho

E se fosse Lula que tivesse feito isso....

Em gravação do programa Jogo do Poder, da CNT, o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, se irritou com perguntas sobre a quebra de sigilos de tucanos e pesquisas e ameaçou deixar a entrevista.

O candidato disse que eles "estavam perdendo tempo falando daqueles assuntos", enquanto podiam dar ênfase aos programas de governo dele. Após a apresentadora Márcia Peltier citar que a quebra de sigilo teria acontecido em 2009, antes do anúncio das candidaturas à presidência, Serra subiu o tom:
- Que antes da candidatura, Márcia? Nós estamos gastando tempo aqui precioso, estamos repetindo os argumentos do PT, que você sabe que são fajutos, estamos perdendo tempo aqui.

Márcia tentou contemporizar, mas não conseguiu acalmá-lo. "A candidata do PT virá aqui?", perguntou. Após a afirmativa de Márcia, ele retrucou: "então, pergunta para ela".

"Agora nós vamos falar sobre programas", tentou prosseguir a apresentadora. Neste momento, Serra levantou-se e ameaçou sair do estúdio. Tentando arrumar o fio do microfone, disse: "eu não vou dar essa entrevista, você me desculpa".

Márcia insistiu dizendo que eles falariam de programa de governo, mas ele se manteve firme. "Faz de conta que eu não vim". "Mas porquê, candidato?", disse, ainda sentada. "Porque não tem nada a ver com pergunta, não é um troço sério. (...) Apaga aqui". "O que o senhor quer que apague?", perguntou Márcia. "Apague a TV pra gente conversar".

Márcia pediu que as câmeras fossem desligadas e as luzes do estúdio apagadas, mas Serra continuou falando: "porque isso aqui está parecendo montado". "Montado para quem? Aqui não tem isso", defendeu a jornalista.

O candidato voltou a reclamar da pauta das perguntas - que até então, havia se fixado nos acessos fiscais e sobre as pesquisas. "Me disseram que eu ia falar de política e economia".

Depois de conversar reservadamente com Márcia e o apresentador Alon Feuerwerker, Serra voltou ao estúdio e respondeu a questionamentos sobre economia, saúde e saneamento básico.

Ao final da gravação, Serra foi questionado pelos jornalistas que estavam no local sobre sua irritação. O candidato negou ter se irritado e afirmou que apenas estava "com estômago ruim" porque não tinha tomado café da manhã.

Segundo a assessoria de imprensa da emissora, as perguntas feitas ao candidatos sobre os assuntos que o incomodaram serão mantidas na edição que irá ao ar nesta quarta-feira (15), às 22h50. A reportagem do Terra , que se encontrava numa sala vizinha ao estúdio, tem o diálogo gravado.

Receita Federal e programas
Serra destacou suas propostas de governo nas gravações dos blocos seguintes do programa e, sobre a questão da Receita Federal, o candidato disse que pediria a demissão do secretário, Otacílio Cartaxo, e do corregedor-geral da instituição, Antonio Carlos Costa D'Ávila.

"Eu teria demitido o secretário e o corregedor da Receita. Eles são não só os responsáveis como também têm ocultado provas sistematicamente. Eu começaria por aí", afirmou.

Sobre a economia do País, o candidato disse que é necessário que ela cresça de forma sustentável. "Precisa-se criar 20 milhões de empregos para que as pessoas tenham uma situação decente de vida. O Lula não vai estar mais lá e o desafio é mostrar que é a oposição que está pronta para fazer isso", disse.

O tucano também comentou os programas que pretende expandir de São Paulo para o Brasil nas áreas da saúde e da educação.Do Terra

José Serra e suas baixarias.A charuteira voltou!

Ao ataque

Denise Abreu, ex-diretora da Anac, aparecerá na propaganda de TV de José Serra, descendo a borduna na dupla Dilma Rousseff-Erenice Guerra, acusando-as de favorecer determinadas empresas.Ta no blog do Lauro Jardim

Leia também:

Denise Abreu combinou denúncias com Tasso Jereissati

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Oposição homenageia Denise Abreu

Tia Denise; um caso de amor com os tucanos

A próxima no programa do José Serra será Lina Vieira

Só depois de 15 dias, filha e genro de Serra prestaram depoimento na PF

Para quem se dizia com pressa em esclarecer o vazamento das declarações de renda, inclusive antes das eleições, causa estranheza demorar mais de 15 dias para ir na polícia.

Se eu fosse vítima de um crime que me incomodasse, eu iria dar queixa no mesmo dia ou, no máximo, no dia seguinte. Mas, enfim, cada um sabe onde dói seu calo.

A filha de José Serra (PSDB), Verônica, e o genro, Alexandre Bourgeois, prestaram depoimento por pouco mais de uma hora, a convite da Polícia Federal, na delegacia de São Paulo, para formalizar nos autos que foram vítimas de um crime. A Polícia Federal precisava ouvir os principais envolvidos no caso.

Verônica e Bourgeois cederam material gráfico para confronto com as assinaturas que constam nos requerimentos utilizados por Atella para violar seus dados fiscais.

Questionado se Verônica e Alexandre já sabiam do ocorrido, conforme o candidato José Serra já sinalizou em diversas declarações, o advogado deles, Sérgio Rosenthal, desconversou.

Preocupação com o livro de Amaury Ribeiro Junior

O advogado disse, ainda, que pretende investigar tudo o que já foi publicado sobre o caso, inclusive o que foi escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior.

Funcionária de senadora escravocrata usa máquina pública e dinheiro público para atacar Dilma

Uma servidora comissionada do gabinete da senadora Kátia Abreu (DEM-TO) usou um e-mail oficial da Casa para distribuir um texto com conteúdo contra a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. No e-mail, que chegou à redação do R7 nesta segunda-feira (13), em horário comercial, a assistente parlamentar Lydiane Prieto Chaves não pede votos a nenhum candidato, porém, encaminha um artigo supostamente escrito por Arnaldo Jabor intitulado “Vote na Dilma”:

- “Vote na Dilma e ganhe, inteiramente grátis, um José Sarney de presente agregado ao Michel Temer. Mas não é só isso, votando na Dilma você também leva […] um Fernando Collor de presente”.


A senadora do DEM é aliada de José Serra (PSDB), e chegou a ser sondada no período de pré-campanha para ser vice do tucano na chapa à Presidência – cargo ocupado hoje pelo deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ).

De acordo com o advogado e especialista em legislação eleitoral, Luciano Pereira dos Santos, a prática pode ser interpretada como campanha eleitoral negativa, porém, caberia ao PT reclamar na Justiça, se achar necessário.

- Ela poderia ser interpretada como uma campanha negativa, mas aí o ofendido é quem deveria representar se houve infração.

Mesmo se tratando de um e-mail do Senado, Santos avalia que a Justiça pode interpretar que trata-se apenas de uma ação individual, pois partiu do endereço eletrônico da própria servidora, e não do gabinete. Neste caso, caberia ao juiz avaliar se houve ou não infração.

- A candidata poderia pedir a suspensão do envio do e-mail, um direito de resposta e até, eventualmente, pedir a aplicação de uma multa. Agora, o juiz irá analisar essa representação dentro de um contexto, porque ele pode interpretar também que é uma ação pessoal, e a pessoa tem o direito de divulgar um e-mail com um texto de um articulista.R7

Serra é o único candidato que já assinou ordens para fazer ABORTOS, quando ministro da saúde

Para o eleitor votar consciente e não ser enganado, a primeira verdade que precisa saber é:

O único candidato a presidente nestas eleições que já assinou medidas para fazer abortos foi José Serra (PSDB), quando foi Ministro da Saúde, em 1998.

Ele assinou norma técnica para o SUS (Sistema Único de Saúde), ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até o 5º mês de gravidez.


A íntegra da norma pode ser lida aqui: http://www.cfemea.org.br/pdf/normatecnicams.pdf

Certamente as pessoas que são favoráveis à descriminalização do aborto aplaudem de pé essa atitude de Serra, quando foi Ministro, ao aparelhar o SUS para fazer abortos previstos em lei.

E certamente, Serra jamais pode receber o voto de quem milita incondicionalmente contra qualquer prática relacionada ao aborto.

Senadora do PSDB, suplente de FHC, apresentou projeto legalizando o aborto, desde 1993

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), partidário de José Serra, foi eleito senador em 1986.

Em dezembro de 1992 saiu do senado, no meio do mandato, para ser ministro das Relações Exteriores e depois da Fazenda, no governo Itamar Franco.

Assumiu sua suplente Eva Blay (PSDB).

No dia 23 de junho de 1993, ela apresentou o Projeto de Lei no Senado n° 78/1993, revogando todos os artigos do Código Penal que criminalizam e penalizam a prática do aborto.

PNDH II, assinado por FHC previa ampliação dos casos de aborto legal

O Plano Nacional dos Direitos Humanos II, feito em 2002, no governo Fernando Henrique Cardoso, (íntegra aqui), na página 16, defende a ampliação da legalização do aborto:

179. Apoiar a alteração dos dispositivos do Código Penal referentes ao estupro, atentado violento ao pudor, posse sexual mediante fraude, atentado ao pudor mediante fraude e o alargamento dos permissivos para a prática do aborto legal, em conformidade com os compromissos assumidos pelo Estado brasileiro no marco da Plataforma de Ação de Pequim.

Mônica Serra deveria se queixar do marido "ser a favor de matar as criancinhas"

A mulher de Serra andou falando bobagens dizendo que "Dilma seria a favor de matar as criancinhas". A dondoca deveria olhar para o próprio umbigo, porque o marido dela, José Serra, foi o único dos candidatos à presidente que assinou e ordenou regras para o SUS fazer ABORTOS.

Como rebater boatos falsos para exploração eleitoreira:

Agora, quando alguém receber algum e-mail demonizando Dilma, respondam essa VERDADE sobre Serra, enviando esta nota de volta.

Quando ouvir alguém de boa-fé pregando contra Dilma e Lula, mostrem ou imprimam esta nota, esclarecendo quem é José Serra e quem é o PSDB. Questionem, exijam a verdade.

Ao contrário do governo elitista do PSDB, de FHC, o governo Lula sempre manteve diálogo franco e aberto com as entidades religiosas, assim como outras entidades da sociedade civil, reconhecendo seu importante papel como ente social na construção da nação, buscando mediar conflitos e polêmicas, em busca de consensos que representem de fato a vontade e o pensamento do povo brasileiro.

Todos os partidos tem gente a favor e gente contra

A verdade é que todos os candidatos a presidente (Dilma, Marina, Serra e Plínio) tem posições semelhantes sobre o assunto: são pessoalmente contra o aborto, são pessoalmente a favor da vida, já se declararam a favor do estado laico, não mexerão nas leis atuais sobre o aborto, porque é assunto que pertence à sociedade e só o Congresso Nacional poderia mudar, se tivesse apoio popular. Nunca foi e não é um assunto para nenhum presidente da República decidir sozinho.

Posições contrárias e favoráveis à descriminalização do aborto existem dentro de todos os partidos, como mostramos acima no caso do PSDB, e há também entre os aliados de Marina Silva (Fernando Gabeira e Eduardo Jorge do PV, sempre militaram pela legalização do aborto).

Para aqueles que não entenderam o objetivo dessa matéria, nada melhor  do que  a palavra de outro leitor para explicar....

Haroldo Cantanhede disse...

O que se está abordando aqui não é a tecnicalidade da norma; o que se está abordando aqui é a postura hipócrita dos arautos da nossa direita que gritam mentiras por aí, tentando transformar a norma técnica em terrorismo da Dilma Rousseff. Essa tentativa de enxovalhar a candidata do PT com esse medo de Regina Duarte já encheu o saco; ora, se a Dilma, como disse a esposa do eminente candidato do PFL-PSDB "quer matar criancinhas", ela deveria ter tido o mínimo de decência, e dito que o seu marido também. Das duas uma, ou ele não a ensinou direitinho o que dizer, ou então esqueceram-se da norma técnica, da tecnicalidade, etc. A questão aqui não é estarmos ou não estarmos a favor do aborto, dos direitos das mulheres, etc., mas sim contra a estratégia porca da candidatura do PSDB-PFL-PPS.

Nosso leitor disse tudo o que nós tinhamos a dizer!

Mantida decisão da Justiça Eleitoral sobre compra de dossiê nas eleições de 2006. Imprensa esqueceu de dar a notícia

Nesta terça-feira (14), a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter arquivado o recurso apresentado pela coligação que patrocinou a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República nas eleições de 2006, contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que negou pedido de investigação de petistas no caso de suposta compra de um dossiê que vincularia políticos do PSDB à chamada “máfia dos sanguessugas”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva era um dos acusados na representação arquivada no TSE.

O recurso da coligação “Por um Brasil decente” (PSDB/PFL) – um Agravo de Instrumento (AI) 706513 - chegou ao Supremo em março de 2008. Em março de 2010, o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, arquivou o pedido. O objetivo da coligação era obter a reabertura das investigações sobre o caso. Contra a decisão individual do ministro Barbosa foi apresentado um agravo regimental, para levar o processo para análise da Turma.

Nesta tarde, em decisão unânime, os ministros acompanharam o entendimento de Barbosa.

A coligação resolveu recorrer ao Supremo após o TSE arquivar, em abril de 2007, o pedido de investigação feito pela coligação de Alckmin. A Corte Eleitoral seguiu o voto do ministro César Asfor Rocha, que ressaltou como argumento principal a falta de provas reais contra os suspeitos de participar da negociação e de demonstração de que o episódio tinha o potencial de prejudicar a candidatura de tucanos.

Em setembro de 2006, a Polícia Federal apreendeu em São Paulo R$ 1,7 milhão com os petistas Valdebran Padilha e Gedimar Passos. O dinheiro seria usado para compra do dossiê Vedoin, com acusações a tucanos. Na representação apresentada no TSE, os aliados de Alckmin vinculavam o caso com a campanha de Lula.

Além do presidente Lula, a coligação pretendia que a Justiça Eleitoral investigasse o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, o empresário Valdebran Padilha, o advogado Gedimar Passos, e o ex-assessor da Presidência Freud Godoy.

No Supremo, a coligação alegou omissão do julgamento do TSE em relação às condutas imputadas a Ricardo Berzoini, Valdebran Padilha, Gedimar Passos e Freud Godoy. Pretendia que a decisão do TSE fosse anulada e que a instrução do processo fosse refeita.

Nesta tarde, o ministro Barbosa ressaltou que a decisão colegiada da Corte Eleitoral está devidamente fundamentada. “Houve descrição pormenorizada dos fatos alegados. Todas as condutas imputadas foram devidamente apreciadas à luz do conjunto probatório fornecido”. Segundo ele, “nenhum dos argumentos utilizados pela agravante [a coligação] permite falar-se em ofensa aos princípios constitucionais do devido processo legal e do contraditório”.

Barbosa inclusive leu trechos do voto do relator do processo no TSE que enfatizam que, em nenhum momento ficou demonstrado que “as quantias de dinheiro arrecadadas de Valdebran Carlos Padilha e Gedimar Pereira Passos pertenciam ao PT ou foram-lhes repassada pelo partido”.

Em outro trecho lido pelo ministro Barbosa, Asfor Rocha afirma que as alegações da coligação adversária do PT de que o dinheiro apreendido seria oriundo do chamado “caixa dois do PT” resultam de “sua elaboração abstrata, descalçada de qualquer elemento material que possa servir de suporte a essa conclusão”. Site do STF

Cláudio Lembo (DEM): A mídia está engajada e tem um candidato, o Serra...não temos partidos, só um movimento coordenado por Lula


"Dramático será o dia 4 de outubro, porque não teremos mais partidos políticos, só um movimento social coordenado pelo hoje presidente Lula(...) A mídia está engajada e tem um candidato, o Serra, com isso se perdeu o equilíbrio e é desse embate que nasce a intranquilidade, mas ela é transitória".

A análise é do ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo, em conversa com o portal Terra na manhã desta quarta-feira (15). Atual secretário municipal dos Negócios Jurídicos de São Paulo, Cláudio Lembo, do DEM, enfrentou uma gravíssima crise: a dos ataques do PCC em maio de 2006, quando era o governador do Estado.

Então, em meio ao embate com o Primeiro Comando da Capital, Lembo disse em entrevista ao Terra Magazine viver um momento de "catarse" depois de ter sido instado "pela burguesia" - também "hipócrita" - a valer-se do "o olho por olho" na reação aos ataques do PCC. Ainda à época desabafou com a colunista Mônica Bergamo:

"Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa".

Diante desse cenário, o Terra ouviu o ex-governador de São Paulo. Abaixo, a conversa.

Terra - Nas últimas horas, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso evocou Mussolini para se referir ao presidente Lula, o ex-dirigente do DEM, Jorge Bornhausen, aconselhou o presidente Lula a "não ingerir bebida alcoólica antes dos comícios", palavras dele, sendo de Bornhausen a famosa frase sobre o PT, "vamos acabar com essa raça". O presidente agora devolveu falando em "extirpar o DEM", e a chefe da Casa Civil fez uma nota oficial chamando o candidato da oposição de "aético e já derrotado". Como o senhor, experimentado também em crises, vê isso?

Terra - Como o senhor interpreta o cenário todo?

Lembo - É transitório e próprio dos momentos que se aproximam da eleição....mas o dramático será no dia 4 de outubro.

Terra - Por quê?

Lembo - Porque não teremos mais partidos políticos, só um movimento social coordenado pelo hoje presidente Lula, o que é ruim para a democracia. Ou seja, o partido que é coordenado pelo presidente da República sobreviverá muito mais como movimento social do que como partido, porque ele não é orgânico.

Terra - E a oposição?

Lembo - A oposição terá um resultado mau, muito ruim no pleito, e sai sem voz, sem maior possibilidade de apontar os erros do governo, de ser e fazer oposição. Também por erros da própria oposição.

Terra - E o papel da mídia? Qual é, qual deveria ser?

Lembo - A mídia se engajou, a mídia tem um candidato...

Terra - Qual candidato?

Lembo - O candidato do PSDB, o Serra...

Terra - E qual a consequência disso? Isso esquenta a conversa de botequim das últimas horas, isso...?

Lembo - ... A mída está engajada, tem um candidato que é o Serra e com isso se perdeu o equilíbrio, vem o desequilíbrio, é desse embate que nasce a intranquilidade... mas ela é transitória. Havendo só um grande vencedor no pleito, que é o movimento social, e estando a mídia engajada como que está... disso nasce essa intranquilidade.

Terra - Quando se chega a termos como "Mussolini", "candidato aético já derrotado" e "bêbado..."

Lembo - Isso está fora dos preceitos democráticos e muito além do tom..