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domingo, 31 de agosto de 2014

Dilma diz que programa de governo da Marina preocupa porque desemprega e detona a indústria.



"O programa da candidata Marina me deixou preocupada quanto à geração de empregos e quanto à indústria nacional", disse Dilma em entrevista no domingo.

Dilma falou que incentivo à indústria naval, que mal empregava 2500 trabalhadores em 2002, já criou 81 mil empregos qualificados e até o ano que vem serão 100 mil.

Hoje nossa indústria naval está entre a quarta e quinta maior do mundo.

No caso da indústria automobilística, o governo Dilma incentivou não só a produção, como também a pesquisa. Foram 12 novas indústrias automobilísticas trazidas. São mais investimentos e empregos.

"Nos dois casos vimos a possibilidade de criar empregos aqui ao invés de importar produtos. Por isso fico preocupada. Eu não fui e nao serei eleita pra desempregar. Minha proposta sempre foi criar e qualificar empregos na indústria naval e automobilística", finalizou.

Marina, mente. O Globo, desmente: Marina e ONU; Mentira!


O site de campanha da candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, informa que:

"Desde março de 2011, a ex-senadora é a única representante da América Latina no Millennium Development Goals (MDG) Advocacy Group"

Segundo o site da Millenium Developmente Goals (MDG) Advocavy Group, que monitora a busca pelas Metas do Milênio, a candidata não é a única representante da América Latina.

O ex-ministro da Saúde do México Julio Frenk também é uma das "eminências" que atuam na organização.
Está aqui no Globo

Até a Folha desconfia que Marina vive de mesada do Itaú, Natura e outros magnatas.



O jornalão Folha de São Paulo fez uma matéria sobre como Marina Silva sobrevive, já que desde 2011 ela não tem mais o salário de Senadora e não ocupa nenhum cargo nem tem nenhum emprego.

Desde 2011, Marina abriu uma empresa para fazer palestras e, segundo a Folha, faturou R$ 1,6 milhão até maio desde ano, quando fez a última. A candidata disse ao jornal que ela assinou 65 contratos e fez 72 palestras remuneradas, mas se recusa a dizer quem a contratou, alegando "confidencialidade".

Curioso este conceito de confidencialidade de Marina. Não dizer quanto cobra por palestra é compreensível, pois normalmente as negociações são diferentes conforme o perfil do contratante e do evento. Mas se negar a dizer quem já a contratou é falta de transparência. Nem faz muito sentido se as palestras tiverem acontecido de verdade, pois não haveria segredo tendo uma platéia inteira como testemunha em um evento de divulgação pública.

Ela deu palestras em empresas de agrotóxicos? Tem vergonha de falar que deu palestras no Itaú? No Citibank? Na Bandeirantes Pneus? Em alguma empresa envolvida em escândalos? Afinal o que ela tem a esconder do eleitor?

Sala fechada e doações de Neca Setúbal do Itaú.

Segundo a Folha, a sede da empresa de palestras estava fechada na sexta-feira. Fica em uma sala ao lado de outras cinco do Instituto Marina Silva em Brasília. O Instituto estava aberto e se mantém com doações. Entre os principais doadores está Neca Setúbal, acionista do Itaú e irmã do presidente do banco, que coordena o programa de governo de Marina.

Segundo a Folha, o Instituto criado também em 2011 tem a função de desenvolver projetos da área ambiental, digitalizar o acervo de Marina Silva e intermediar palestras gratuitas.

Mas não tem site do Instituto na internet, pelo menos que se possa localizar nos mecanismos de busca. A página do Facebook em nome da entidade, se for oficial, está apenas reservada, vazia. Isso demonstra baixa atividade nos fins que se propõe, parecendo funcionar mais como suporte à carreira política da candidata.

Falta de ética na política é usar o passado em movimentos sociais para sair candidata dos banqueiros.

As atividades privadas empresariais e no Instituto de Marina, enquanto privadas e se estiverem dentro da lei, não seria problema público.

Mas vira problema público sim, quando ela sai candidata a presidenta da República com apoio do mesmo grupo de magnatas que parecem fazer uma ação entre amigos para sustentar financeiramente Marina desde 2011.

Esse grupo constitui praticamente um partido político informal e oculto de banqueiros e empresários que está usando Marina Silva para chegarem ao poder. Dão a ela o poder simbólico e ficam com o poder de fato para si, com as chaves do cofre da nação, controlando a equipe econômica, inclusive criando leis para impedir ingerência governamental no Banco Central.

Eu pergunto: É ético Marina Silva se apresentar com a imagem de sua história de vida do passado, e esconder do eleitor os reais compromissos do presente com banqueiros?

O engodo da "nova política"

Cruzem os dados e verão que os mesmos que financiam Marina, são os mesmos que financiam as bancadas mais atrasadas, retrógradas, fisiológicas e corruptas no Congresso Nacional.

O plano perfeito é esse: Marina serve para tirar Dilma do cargo, para governar de rabo preso com os banqueiros, e mesmo se quiser se rebelar em algum tema contra os banqueiros, o Congresso Nacional não deixará.

Logo é piada falar em "nova política" com Marina ao lado de banqueiros e reacionários que financiam bancadas da velha política. É a turma que faz oposição às conquistas trabalhistas, populares e de distribuição de renda.

Programa do governo de Aécio para jovens é investigado por dano aos cofres públicos e enriquecimento ilícito


Um  dos programas do governo de Aécio Neves em Minas Gerais – e bandeira de sua campanha eleitoral à presidência – está sendo investigado pelo Ministério Público Estadual desde 2009, por possível dano aos cofres públicos e enriquecimento ilícito em um convênio. .

Criado em 2007, durante o segundo mandado de Aécio, o Poupança Jovem destina R$ 3 mil a estudantes da rede pública caso cumpram requisitos como frequência em sala de aula e participação em atividades extracurriculares no final do ensino médio.

O alvo da investigação é a contratação sem licitação do Inced (Instituto de Cooperação e Educação ao Desenvolvimento), que não participa mais do projeto desde 2010, e coordenava o programa nas quatro cidades onde o “Poupança Jovem” atinge (apenas 1% dos 853 municípios mineiros). O Inced também teria subcontratado empresas que forneciam serviços como aulas, transporte e alimentação.

Outro problema é a possível licitação dirigida, pois uma empresa que apresentou melhor preço não foi escolhida no processo.

Aécio Neves prometeu, se eleito, ampliar o programa em todo o país. A investigação ainda não teve conclusões. O Inced nega irregularidades. O governo de Minas Gerais afirmou não ter conhecimento da investigação. O candidato tucano não se manifestou, dizendo que se trata de um assunto do estado. A notícia completa você lê na Folha

Otimismo com economia volta a crescer


O otimismo do eleitorado com a inflação e o desemprego voltou a avançar na nova pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (29).

Com isso, o Índice Datafolha de Confiança (IDC), que reúne vários indicadores macroeconômicos, subiu para 125 pontos, alcançando a melhor marca do ano (alta de 16 pontos sobre julho).

Após uma sinalização de melhoria, a taxa de eleitores que avaliam o governo como bom ou ótimo recuou de 38% para 35%. Os que julgam a gestão como ruim ou péssima foram de 23% para 26%.

A margem de erro do levantamento, feito na quinta (28) e nesta sexta, é de dois pontos para mais ou para menos.

A expectativa do aumento dos preços caiu dez pontos desde julho. Há duas semanas, 52% dos eleitores acreditavam na alta da inflação. Agora, são 48%, o melhor índice desde junho de 2013.

O percentual dos que acreditam em inflação menor nos próximos meses dobrou, de 8% (em julho) para 16%.

O otimismo com o desemprego também segue melhorando. A taxa dos que acreditam que ele irá aumentar nos próximos meses vem diminuindo. Os 42% em julho recuaram para 38%, há duas semanas, e 36% agora –melhor taxa desde junho de 2013.

O Datafolha também consultou a confiança dos eleitores em sua ocupação. Uma maioria de 69% acredita que não corre risco de ser demitido ou de ficar sem trabalho.

Já a expectativa de melhora da situação econômica do entrevistado voltou ao patamar do início de julho, 48%. Mas a percepção em relação ao aumento do poder de compra apenas oscilou de 31% (há duas semanas) para 32%.

Em relação à situação econômica geral do país, o otimismo foi maior. Entre julho e o fim de agosto, aumentou de 25% para 35% o total de eleitores que acreditam em uma melhora. Da Folha

Janio de Freitas: Reduzir o pré-sal e atingir a Petrobras no coração



O catatau dado como programa de governo de Marina Silva e do PSB, mas que contraria tudo o que PSB defendeu até hoje, leva a uma originalidade mais do que eleitoral: na disputa pela Presidência, ou há duas Marinas Silvas ou há dois Aécios Neves. As propostas definidoras dos respectivos governos não têm diferença, dando aos dois uma só identidade. O que exigiu dos dois candidatos iguais movimentos: contra as posições refletidas nas críticas anteriores de Marina e contra a representação do avô Tancredo Neves invocada por Aécio.

Ao justificar sua proposta para a Petrobras, assunto da moda, diz Marina: "Temos que sair da Idade do Petróleo. Não é por faltar petróleo, é porque já estamos encontrando outras fontes de energia". Por isso, o programa de Marina informa que, se eleita, ela fará reduzir a exploração de petróleo do pré-sal.

Reduzir o pré-sal e atingir a Petrobras no coração são a mesma coisa. Sustar o retorno do investimento astronômico feito no pré-sal já seria destrutivo. Há mais, porém. Concessões e contratos impedem a interferência na produção das empresas estrangeiras no pré-sal. Logo, a tal redução recairia toda na Petrobras, com efeito devastador sobre ela e em benefício para as estrangeiras.

Marina Silva demonstra ignorar o que é a Idade do Petróleo, que lhe parece restringir-se à energia. Hoje o petróleo está, e estará cada vez mais, por muito tempo, na liderança das matérias-primas mais usadas no mundo. Os seus derivados estão na indústria dos plásticos que nos inundam a vida, na produção química que vai das tintas aos alimentos (pelos fertilizantes), na indústria farmacêutica e na de cosméticos, na pavimentação, nos tecidos, enfim, parte do homem atual é de petróleo. Apesar de Marina da Silva. Cuja proposta para o petróleo significaria, em última instância, a carência e importação do que o Brasil possui.

A Petrobras é o tema predileto de Aécio Neves nos últimos meses. Não em ataque a possíveis atos e autores de corrupção na empresa, mas à empresa, sem diferenciação. Que seja por distraída simplificação, vá lá. Mas, além do que está implícito na candidatura pelo PSDB, Aécio Neves tem como ideólogo, já anunciado para principal figura do eventual ministerial, Armínio Fraga - consagrado como especialista em aplicações financeiras, privatista absoluto e presidente do Banco Central no governo Fernando Henrique, ou seja, quando da pretensão de privatizar a Petrobras.

A propósito, no debate pela TV Bandeirantes, Dilma Rousseff citou a tentativa de mudança do nome Petrobras para Petrobrax, no governo Fernando Henrique, e atribuiu-a à conveniência de pronúncia no exterior. Assim foi, de fato, a ridícula explicação dada por Philipe Reichstuhl, então presidente da empresa. Mas quem pronuncia o S até no nome do país, com States, não teme o S de Petrobras. A mudança era uma providência preparatória. Destinava-se a retirar antes de tudo, por seu potencial gerador de reações à desnacionalização, a carga sentimental ou cívica assinalada no sufixo "bras".

Ainda a propósito de Petrobras, e oportuno também pelo agosto de Getúlio, no vol. "Agosto - 1954" da trilogia "A Era Vargas", em edição agora enriquecida pelo jornalista José Augusto Ribeiro, está um episódio tão singelo quanto sugestivo. Incomodado com o uso feroz da TV Tupi por Carlos Lacerda, o general Mozart Dornelles, da Casa Civil da Presidência, foi conversar a respeito com Assis Chateaubriand, dono da emissora. Resposta ouvida pelo general (pai do hoje senador e candidato a vice no Rio, Francisco Dornelles): se Getúlio desistisse da Petrobras, em criação na época, o uso das tevês passaria de Lacerda para quem o presidente indicasse. De lá para cá, os diálogos em torno da Petrobras mudaram; sua finalidade, nem tanto.

De volta aos projetos de governo, Marina e Aécio desejam uma posição brasileira que, por si só, expressa toda uma política exterior. Pretendem o esvaziamento do empenho na consolidação do Mercosul, passando à prática de acordos bilaterais. Como os Estados Unidos há anos pressionam para que seja a política geral da América do Sul e, em especial, a do Brasil.

Em política interna, tudo se define, igualmente para ambos, em dois segmentos que condicionam toda a administração federal e seus efeitos na sociedade. Um, é o Banco Central dito independente; outro, é a prioridade absoluta à inflação mínima (com essa intenção, mas sem o êxito desejado, Armínio Fraga chegou a elevar os juros a 45% em 1999) e contenção de gastos para obter o chamado superavit primário elevado. É prioridade já conhecida no Brasil.

Pelo visto, Marina e Aécio disputam para ver quem dos dois, se eleito, fará o que o derrotado deseja.
Artigo de Janio de Freitas, colunista da Folha

Caravanas Dilma de Novo neste domingo. Participe em sua cidade. #CaravanasDilmaDeNovo


No domingo (31), o Brasil inteiro está se movimentando para apoiar a reeleição de Dilma Rousseff nas Caravanas com Dilma De Novo.

O foco, dessa vez, são as cidades brasileiras com até 30 mil eleitores. Dilma fez muito pelas cidades pequenas e vai fazer ainda mais. Num governo de todos e para todos, o papel de cada um é ressaltado também fora dos grandes centros urbanos. Veja aqui as cidades e hora dos eventos.

sábado, 30 de agosto de 2014

Marina pede que eleitores saiam de coque e internauta protesta contra despolitização: “Cadê as propostas?”



Política do coque
  O marketing de Marina exagerou na despolitização nas redes sociais. A campanha pediu, no Facebook, que os eleitores publiquem fotos com o cabelo preso em coque para demonstrar apoio à candidata.

E o resto? “O penteado usado por Marina é o look preferido de muita gente”, diz a publicação do comitê. Alguns eleitores reclamaram. “Cadê as propostas?”, questionou a goiana Sara Andrade. A reclamação foi apoiada por outros 200 internautas.(Da coluna Painel da Folha)

Após receber ultimato do Malafaia, Marina trai a confiança dos gays e volta atrás


Malafaia, postou em sua conta do Twitter:


Em seguida, o jornal Folha de São Paulo publicou:
 Malafaia mandou, Marina  obedeceu.Marina retirou do programa de governo apoio a aprovação do projeto do casamento civil gay.
 Essa senhora pode ser presidente?. Só lembrando, ontem, Marina mudou também  seu programa de governo sobre energia nuclear. Hoje,  mudou tudo que ela dizia sobre políticas sociais para a comunidade  LGBT. Aqui, o Globo falava das propostas
 Imediatamente, Marina $ilva, obedeceu Malafaia

 Leia a matéria completa da Folha

Campanha de Marina elimina trechos de capítulo 'LGBT' do programa. Ou seja, Marina recua na defesa do PLC122 ,do casamento e adoção por gays,

A coordenação de campanha da candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, alterou neste sábado (30) a redação do programa de governo em capítulo com propostas para a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transgêneros e transexuais).

Foram eliminados trechos em que a presidenciável se comprometia, se eleita, com a aprovação da lei de identidade de gênero –que permite alteração de nome e sexo na documentação– e em articular no Congresso a aprovação de lei que criminaliza a homofobia. Foi excluída parte que previa a distribuição de material didático "destinado a a conscientizar sobre a diversidade de orientação sexual e às novas formas de família".

A introdução do capítulo também foi modificada. Inicialmente, dizia que vivemos em "uma sociedade sexista, heteronormativa e excludente em relação às diferenças" e que "os direitos humanos e a dignidade das pessoas são constantemente violados e guiados, sobretudo, pela cultura hegemônica de grupos majoritários (brancos, homens etc)".

Também afirmava que "precisamos superar o fundamentalismo incrustado no Legislativo e nos diversos aparelhos estatais, que condenam o processo de reconhecimento dos direitos LGBT e interferem nele".

Agora diz que "vivemos em uma sociedade que tem muita dificuldade de lidar com as diferenças de visão de mundo, de forma de viver e de escolhas feitas em cada área da vida" e que "a democracia só avança se superar a forma tradicional de supremacia da maioria sobre a minoria e passar a buscar que todos tenham formas dignas de se expressar e ter atendidos seus interesses".

A coordenação ainda afirma que o programa anterior é um "contratempo indesejável" com "alguns equívocos" e que o novo é o "correto". "Permanece irretocável o compromisso irrestrito com a defesa dos direitos civis dos grupos LGBT e com a promoção de ações que eduquem a população para o convívio respeitoso com a diferença e a capacidade de reconhecer os direitos civis de todos", diz o comunicado. Segundo a coligação, "as verdadeiras ideias defendidas" pelos partidos serão impressos em novos exemplares do programa a partir deste sábado.

A primeira versão do programa chegou a surpreender setores ligados à militância LGBT. Marina é evangélica, devota da Assembleia de Deus e disse, em 2010, ser pessoalmente "não favorável" ao casamento gay, embora afirmasse que as pessoas "tinham o direito de defender essas bandeiras".

ALTERAÇÕES

O plano divulgado nesta sexta (29) afirmava que o governo pessebista apoiaria propostas em defesa do casamento civil igualitário, com o objetivo de "aprovar projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil".

O trecho foi substituído por uma redação que diz que a presidenciável pretende "garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo".

No primeiro texto apresentado, a campanha também divulgou que pretendia "articular no Legislativo a votação da PLC 122/06, que equipara a discriminação baseada na orientação sexual" às leis existentes para quem discrimina "em razão da cor, etnia, nacionalidade e religião". O tópico foi excluído.

Antes, o programa dizia que um eventual governo daria "efetividade ao Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT". Agora afirma que irá "considerar as proposições" do plano para a "elaboração de políticas públicas específicas para populações LGBT".

Outra diferença está no item que propunha "eliminar obstáculos na adoção de criança por casais homoafetivos". No novo capítulo, foi retificado que "como nos processos de adoção interessa o bem-estar da criança que será adotada", o governo de Marina daria "tratamento igual aos casais adotantes, com todas as exigências e cuidados iguais para ambas as modalidades de união, homo ou heterossexual".

Foi eliminada parte que dizia que a candidata iria "manter e ampliar serviços existentes" em ofertas de tratamentos e serviços de saúde para demandas da população LGBT. A redação que diz que ela pretende "garantir e ampliar" essa oferta foi mantida.

Depois de ler.... Malafaia voltou:  Marina obedeceu, mas ele ainda achou pouco.
E o Malafaia, depois do ultimato, achou insuficientes as alterações da Marina, retirando os direitos LGBT do programa

Programa de Marina não fala em combater inflação. Afirma que vai deixar dentro da meta



A partir do momento que a candidata do Itaú mostrou seu programa de governo, a imprensa, que até então vinha inflando marina, descobriu que a vida, em um governo Marina/Itaú, poderá não ser um mar de rosas como eles prometem.

A Folha de São Paulo, junto com o Globo,abandonaram Aécio e passaram a ser  os maiores cabos eleitoral de Marina, começam hoje mostrando que, há sérias contradições no que Neca e Marina dizem.. Em momento algum Marina diz que vai acabar com a inflação. Ela diz que vai deixar dentro da meta. Mas, com Dilma, já está dentro da meta!

 Documento apresentado ontem por candidata do PSB não se compromete em reduzir índice para 3% até fim do mandato

A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, abandonou uma das principais promessas de campanha de Eduardo Campos na área econômica ao não se comprometer com a redução da meta de inflação em seu programa de governo, lançado nesta sexta-feira (29).

O documento de 242 páginas trata da recuperação do tripé macroeconômico com metas de inflação críveis e respeitadas -- Cópia fiel do governo de Fernando Henrique Cardoso-- Propõe ainda criar um cronograma de convergência de inflação para o centro da meta atual .

O texto, porém, não apresenta os valores defendidos por Campos, que era o candidato da chapa até morrer em acidente no dia 13. O ex-governador de Pernambuco se comprometia com a meta de 4,5% em 2015 e com sua redução a 3% para 2019, ao final do eventual mandato.

Ao ser perguntada sobre a ausência dos números, Marina passou a palavra para Maurício Rands, coordenador do programa de governo ao lado de Neca Setúbal.  Se o leitor notar, Marina nada entende de economia.

Inflação, aliás, é um dos temas no qual Marina se esquivou de promessas feitas pelo ex-cabeça de chapa, Eduardo Campos. Ele havia se comprometido em manter a meta de inflação em 4,5% em 2015; em 4% nos dois anos seguintes, e 3% no último ano de mandato. Marina se prometeu apenas a "trabalhar com metas de inflação críveis e respeitadas". De modo vago, afirmou que trabalhará para a "convergência da inflação para o centro da meta atual", que é de 4,5%.

Na área econômica, disse que tem "uma equipe de nomes altamente relevantes, representados pelo Eduardo Gianetti". Mas se recusou a nomear quem seria seu ministro da economia.

Polêmico, o programa ainda traz necessidade de investimento em energia nuclear

Legislando em causa própria

Marina, criou lei para ela. Estava pensando em quando criar a Rede/Itaú

O programa prevê o que se chama de um novo significado da política. A proposta prevê  mandato de cinco anos para presidente da República. Além disso, propõe que os candidatos mais votados sejam, de fato, eleitos. 

Na prática, isso modifica o atual sistema proporcional de votos. 

Além disso, defende as candidaturas avulsas de partidos, e ainda a redistribuição do tempo de propaganda eleitoral, o que daria mais espaço a pequenos partidos. Há a defesa de plebiscitos e referendos populares, sem explicar como isso seria feito. No campo político, o programa quer ainda mais transparência nas doações de campanha.


TARIFAÇO

 "Corrigir os preços administrados que foram represados pelo governo atual". Essa é uma das propostas da candidata à Presidência Marina Silva (PSB), líder nas pesquisas eleitorais ao lado da presidente Dilma (PT), que consta do seu programa de governo, apresentado ontem, em evento que reuniu a cúpula dos partidos da coligação Unidos pelo Brasil. Na prática, a promessa se traduzirá em aumento nos preços da gasolina e da energia elétrica, hoje controlados pelo governo. Marina, no entanto, não disse como e quando esses reajustes aconteceriam.

ENERGIA

O programa de Marina fala em realinhamento da política energética para priorizar fontes renováveis e sustentáveis , e praticamente não faz menção ao petróleo.

Não podemos nos acomodar como aconteceu com o atual governo, em que a descoberta do pré-sal nos levou a negligenciar grande contribuição que o Brasil estava dando para redução de emissão de CO², que era o álcool, e que agora vive situação dramática de crise , disse.

Pouco depois, em Salvador, a presidente Dilma Rousseff reagiu ao ser questionada sobre o tema e disse que reduzir o papel do pré-sal na política energética representa retrocesso e uma visão obscurantista . Já o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) disse que o documento é uma cópia do programa do PSDB e representa volta à era FHC .

Programa de Marina tem pegadinha para acabar com regra de aumento do Salário Mínimo.


Programa de governo de Marina Silva, coordenado por banqueira, e ainda mais do banco Itaú, só podia dar nisso.

Lá na página 45 (figura abaixo), está escrito que para manter baixa a inflação, uma das coisas a fazer é "Reduzir o nível de indexação da economia".

Desde o governo Lula, em acordo com as centrais sindicais, foi construída uma política de recuperação do valor do Salário Mínimo, com a regra de reajustar com o crescimento do PIB de dois anos atras mais a taxa de inflação do ano anterior. Dilma manteve essa regra e vai continuar mantendo no segundo mandato.

Essa política é criticada pelos economistas demotucanos, tanto os que assessoram Marina como Aécio. Consideram uma indexação por estar atrelado a índices de inflação e de crescimento.

Ao propor essa desindexação, a regra de aumento real do salário mínimo entra na linha de tiro da equipe econômica de Marina.

Na página 53 há uma única e vaga menção a "valorizar o salário mínimo", sem dizer como, e sem mencionar nada sobre a regra atual, nem propor nenhuma outra regra diferente. Ou seja, não tem compromisso nenhum de manter a regra atual.

Programa de governo de Marina detona economia do Rio e Espírito Santo. Aliás detona todo o Brasil.


O programa de governo de Marina Silva (PSB), ao querer ligar a marcha-a-ré na exploração do petróleo do pré-sal, detona a economia dos estados do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, fortemente impulsionadas por este setor econômico.

Afeta também São Paulo, que tem campos do pré-sal descobertos em sua costa. Aliás afeta o Brasil inteiro, com estados e municípios recebendo menos royalties, estaleiros com menos encomendas, etc.

Leia também:
- Marina já é manipulada pelo capital estrangeiro para entregar o pré-sal.

Itaú sobe no salto alto com Datafolha. Vamos reclamar ou reagir?


Não confio nem um pouco nas pesquisas do Datafolha e do Ibope. Só a pesquisa de boca de urna é que eu acredito que os números são mais exatos.

Mas mesmo assim não é bom brincar. O Datafolha divulgado na sexta-feira deu Marina Silva empatada com Dilma no primeiro turno com 34%, Aécio bem atrás com 15%. Na simulação de segundo turno, o Datafolha diz que Marina teria 50% e Dilma 40%.

Mesmo que os números da pesquisa estejam malhados, não há mais dúvida de que Marina tornou-se candidata forte com chances reais de vencer se ela correr solta, se deixar ela jogando sozinha (com o banco Itaú), gostando do jogo. Se deixar rolar, aí é perigoso dela acabar ganhando mesmo.

Dilma já começou a reagir, não atacando pessoalmente Marina porque isso o eleitor não gosta, mas criticando as propostas de Marina que são ruins e nocivas à nação, fazendo o bom debate.

Nós que somos ativistas e não queremos que o Brasil retroceda ao atraso também precisamos fazer o mesmo.

Não me importaria tanto se a alternativa fosse alguém que também governasse com real compromisso que Dilma tem de continuar erradicando a pobreza, transformando o Brasil em um país desenvolvido, todo de classe média para cima, e que tivesse visão altiva do Brasil no cenário mundial em vez de ser subalterno aos países ricos. Mas Marina não é mais nada disso, pelo contrário, seu governo seria a república do Itaú, e a gestão da economia seria com demissões, arrocho salarial, juros altos, e falta de verbas em programas sociais, na saúde e na educação para pagar juros e gerar superávits draconianos.

Então vamos arregaçar as mangas e travar o debate sobre as diferenças de Dilma/Lula com Marina/Itaú. Vamos falar com os amigos, familiares, colegas de trabalho, conhecidos, nos contatos pessoais e nas redes sociais, sobre o que está em jogo. Quem é Dilma e para quem ela governa com prioridade todo mundo sabe: é o povo, é o trabalhador, os mais pobres, e todo mundo se beneficia com o crescimento da renda das famílias injetando mais dinheiro na economia. Quem está por trás de Marina pouca gente sabe que é o banco Itaú.

Dilma já disse e nós precisamos repetir em nossas conversas e nas redes que a proposta de Marina Silva de jogar o pré-sal para segundo plano é simplesmente desastrosa, inclusive detonando verbas garantidas para a educação e saúde. É o salário do professor que não vai conseguir dobrar de valor, como planeja Dilma. É o estudante que sairá com uma educação pior e menos qualificado para o mercado de trabalho. É o futuro brilhante do Brasil que Lula e Dilma estão plantando que será podado.

Também é loucura, para não dizer indecência, transformar o Banco Central em filial do Banco Itaú, sob a desculpa de ser independente. Isso é colocar a raposa para tomar conta do galinheiro, e os banqueiros vão poder praticamente saquear o Brasil como bem entenderem, igual ou pior do que foi feito no governo FHC.

Se a gente, que somos ativistas, conscientes de que o Brasil tem muito a perder se mudar a política econômica de desenvolvimento com distribuição de renda e de reposicionamento do Brasil na política externa como potência que é; se ficarmos de braços cruzados, deixaremos jogar fora as conquistas dos últimos doze anos. O Brasil e o povo brasileiro não merece este castigo, iludido com uma falsa ideia de mudança para cair arapuca do banco Itaú.

Então gente, vamos à luta travar este debate com toda a nossa energia, debatendo com cada pessoa que conhecemos. Vamos fazer circular a informação. O povo quando está bem informado não vota contra si mesmo de jeito nenhum. Toda vez que se arrependeu do voto depois da eleição é porque votou mal informado.

Sobre a pesquisa:

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Marina já é manipulada pelo capital estrangeiro para entregar o pré-sal.

Dilma tem visão estratégica para enfrentar os interesses mundiais do mercado do petróleo, e garantir a riqueza finita para a educação e saúde. Marina já está sendo manipulada para entregar o pré-sal aos interesses do capital estrangeiro. O Brasil perderia o bonde do ciclo econômico do pré-sal, se Marina vencesse.

Agora vou falar mais como cidadão, porque agora Marina Silva (PSB) pisou no meu calo, aliás pisou no pescoço, cabeça de todo cidadão brasileiro, quando colocou em seu programa de governo que o pré-sal não é prioridade.

Agora virou questão de segurança nacional, de crime de lesa-pátria.

Já chega aquela proposta indecente de colocar o Banco Central para ser filial do Banco Itaú, sob disfarce de ser "independente".

O petróleo do pré-sal significa trilhões para educação nos próximos anos e décadas. Não é esperança, não é sonho, como a Marina Silva gosta de dizer. É garantia por lei, aprovada por Dilma, de que este dinheiro vai entrar no orçamento da educação (e ainda tem os 25% que vai para a saúde).

Quanto mais o pré-sal produzir, mais a educação e a saúde vão ter dinheiro, e teremos um outro país, transformado, desenvolvido, com o povo rico e altamente educado, sem pobreza.

Se o jovem brasileiro de 2014 já estudou bem mais do que o de 2002, com o monte de oportunidades e vagas que já foram abertas, imagine a criança de hoje que será jovem em 2020, 2025? Terá uma formação muito melhor, com uma escola melhor, com professores mais bem pagos, bem motivados, bem preparados. E isso é realidade, não é sonho, porque o pré-sal já produz 540 mil barris ao dia, e a produção não para de crescer. E não parará de crescer em ritmo acelerado até a próxima década, pelo menos se Dilma for reeleita.

E não é só o petróleo que tem valor. Ele impulsiona a indústria naval, de sondas, de máquinas, de instrumentos eletrônicos e mecânicos, de centenas de setores da economia, tudo isso na indústria nacional, gerando empregos aqui para engenheiros, técnicos, operários, prestados de serviços de todo tipo.

A engenharia brasileira é outra quando se faz tecnologia aqui. Em vez do engenheiro trabalhar em burocracia, vendas ou fora de sua área, com em bancos, ele mete a mão na massa na tecnologia. Aprende, desenvolve, pesquisa, descobre, tira patentes. Move a economia do conhecimento na alta tecnologia.

Toda essa tecnologia desenvolvida em mãos de brasileiros não serve apenas para a indústria petrolífera, porque o conhecimento acaba aplicado a outros setores. Pesquisas robóticas em águas profundas desenvolve conhecimento para tecnologia aeroespacial, por exemplo. Braços mecânicos no fundo do mar tem o mesmo princípio dos usados em estações espaciais, e são tecnologias usadas em linhas de montagem robotizadas de carros.

Mas os prejuízos que o Brasil terá se o pré-sal não for prioridade não pára por aí. O petróleo é cobiçado no mundo todo, mas as grandes petroleiras estrangeiras tem uma política própria delas de impor o ritmo de extração para ganhar mais dinheiro, mantendo o preço do barril caro. Para elas seria interessante atrasar a extração do pré-sal brasileiro, mantendo-o como reserva para elas explorarem mais à frente quando os países produtores de petróleo invadidos como Iraque, Líbia e outros já tiverem dado o que tinham que dar.

O melhor dos mundos para as petroleiras estrangeiras seria ficar sentada em cima do pré-sal brasileiro. Ter as reservas para elas, sem a Petrobras explorar fazendo concorrência.

Se a Petrobras também produz, outras petroleiras acabam contendo sua produção no Iraque, na Líbia, etc. para não abarrotar o mercado mundial e derrubar o preço do barril, fazendo diminuir seus lucros. A desastrosa proposta de governo de Marina Silva vai de encontro ao interesse destas petroleiras e contra os interesses do povo brasileiro.

Mas o amigo pode perguntar? E a emissão de poluentes do petróleo? Vale a pena ganhar dinheiro do pré-sal e detonar o planeta? A resposta é que nem de longe é isso que está em jogo, mas é com este discurso rastaquera que querem manipular Marina Silva para nos fazer de bobos.

Quem salva o planeta é a redução do consumo de petróleo, e a fatia do leão deste consumo está nos países ricos e na China. O Brasil está fazendo sua parte na redução de emissões de carbono. Tornou-se um dos países que mais tem reduzido, exemplo para o mundo.

As necessidades de consumo de petróleo mundial serão reduzidas ao longo das próximas décadas, mas terão que ser supridas de uma forma ou de outra, com pré-sal ou sem pré-sal, com a Petrobras ou sem ela. É um combustível ainda indispensável pelas próximas décadas.

Não faz o menor sentido a Petrobras ser a única a fechar as portas, enquanto outras empresas estrangeiras ocupariam o lugar dela e ficariam com o dinheiro que deixaria de entrar para o povo brasileiro.

Além disso, a Petrobras tem a curto prazo o pré-sal como prioridade. Mas a empresa já tem em seu plano de longo prazo não ser apenas uma petroleira. Com o tempo será uma empresa de energia em geral, cada vez produzindo mais energia limpa e de fontes diferentes. Para isso ela precisa investir muito em pesquisa científica e tecnológica. É o dinheiro do pré-sal no presente que garante as verbas para pesquisa e que garantirão o futuro.

Sindicato do Acre contesta afirmação de Marina de que Chico Mendes era da elite


Veio de Xapuri, cidade com cerca de 17 mil habitantes no Acre - estado onde nasceu Marina Silva -, a contestação da declaração dada pela candidata do PSB, no primeiro debate entre os presidenciáveis, de que o líder seringueiro Chico Mendes fazia parte da elite, ao lado do empresário Guilherme Leal, dono da empresa de cosméticos Natura, e Neca Setubal, herdeira do Banco Itaú e responsável pela coordenação do programa de governo da socialista. O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri emitiu ontem uma nota oficial criticando Marina, que foi ministra do Meio Ambiente no período de 2003 a 2008, e rebatendo as declarações dela a respeito de Chico Mendes, assassinado em 1988 por fazendeiro contrário à sua luta em defesa dos trabalhadores extrativistas. Nascido em Xapuri, onde foi morto com um tiro de escopeta, Chico Mendes fundou, em 1977, o sindicato que, em nota oficial, se coloca como "legítimo representante do legado classista do companheiro".

 "O companheiro Chico foi um sindicalista e não ambientalista, isso o coloca num ponto específico da luta de classes que compreendia a união dos povos tradicionais (extrativistas, indígenas, ribeirinhos) contra a expansão pecuária e madeireira e a consequente devastação da Floresta. Essa visão distorcida do Chico Mendes ambientalista foi levada para o Brasil e a outros países como forma de desqualificar e descaracterizar a classe trabalhadora do campo e fortalecer a temática capitalista ambiental que surgia", diz a nota assinada pelo presidente do sindicato, José Alves, e seu assessor jurídico, Waldemir Soares. O texto diz ainda que os trabalhadores rurais de Xapuri não concordam com a atual política ambiental em curso no Brasil, idealizada, segundo a entidade, pela candidata Marina Silva quando era ministra do Meio Ambiente e classificada na nota como "refém de um modelo santuarista e de grandes Ong's internacionais".

TSE barra Arruda e Gilmar Mendes compara Corte a ‘tribunal nazista’



Em 2010, José Serra era candidato do PSDB à presidência, sua adversária, era Dilma Rousseff (PT), e  Gilmar Mendes, como hoje, ministro do STF. Na época, o Congresso Nacional havia aprovado uma minirreforma eleitoral e a legislação passou a exigir, além do título de eleitor, a apresentação de um documento de identificação com foto do eleitor na hora da votação. A obrigatoriedade da apresentação de dois documentos era vista por tucanos como um fator a favor de Serra e contra a presidenta Dilma, que tinha o dobro das intenções de votos de Serra

O PT resolveu entrar com a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) por temer que a nova exigência provocasse aumento nas abstenções. O julgamento transcorria sem novidade. Sete dos dez ministros votaram pela inconstitucionalidade da lei. Eis que Gilmar Mendes recebeu um telefonema..... Quatro anos se passaram, a história se repete.Continue lendo aqui

Especialistas veem equívocos de Marina em deixar o Pré-sal de lado



A proposta do programa de governo da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, de reduzir a prioridade que o pré-sal tem hoje nos planos de investimentos da Petrobras é vista como um equívoco pelos especialistas do setor. Seja porque a exploração dessas reservas é parte de um programa estratégico para o país se tornar um grande exportador de petróleo, ou pelo seu potencial de retorno financeiro para a estatal, eles dizem que desacelerar os aportes no pré-sal seria um retrocesso.

— Seria uma decisão estratégica que alteraria substancialmente a capacidade de investimentos do país em duas áreas fundamentais para o Brasil entrar numa rota de desenvolvimento social, a Educação e a Saúde — disse Nivaldi de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da UFRJ, referindo-se aos recursos da exploração do pré-sal que, por lei, irão para essas duas áreas.

Além disso, acrescenta, há o aspecto tecnológico. A Petrobras é a empresa com maior conhecimento na exploração de óleo em águas profundas.

— Diminuir os investimentos não seria uma boa estratégia, pois o país perderia essa liderança tecnológica.

Marina deixa pré-sal em segundo plano no programa de governo



Caso seja eleita, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, planeja reduzir a importância da exploração do petróleo da camada do pré-sal na produção de combustíveis. Também pretende voltar a impulsionar o etanol no país e considera criar incentivos tributários para o setor. O programa de governo da candidata será apresentado em São Paulo nesta sexta-feira, às 14h.

Para a energia elétrica, Marina prevê um sistema chamado “multimodal”, com a adoção de diferentes maneiras de obtenção de energia. Hidrelétricas em construção na Bacia Amazônica serão terminadas, mas novas obras passarão por análise criteriosa antes de serem aprovadas.

O uso de termelétricas deverá ser reduzido gradativamente. Já as energias eólica e solar serão prioridade. E a importância dada ao Mercosul dará lugar ao esforço para a assinatura de acordos comerciais bilaterais.

Ibope: Audiência do Jornal Nacional despenca com Marina. Só ganhou do Pastor Everaldo



O Ibope, mediu o interesse dos  telespectadores em ouvir os candidatos que estão concorrendo a Presidência da República e concluiu que, a audiência do Jornal Nacional , da TV Globo, com a presença da candidata Marina Silva (PSB) ficou aquém da alcançada pelas edições do programa que receberam seus principais adversários, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

O programa da quarta-feira (27) marcou 21 pontos de média, sem variação no trecho da entrevista. Cada ponto corresponde a 65 mil domicílios na Grande São Paulo.

No dia 18, uma segunda-feira, Dilma havia alcançado 27 pontos na entrevista. Sete dias antes, Aécio marcou 22 pontos.

A Marina  ganhou apenas de Pastor Everaldo (PSC), que teve média de 20 pontos. Em todo o Brasil, o número de telespectadores do Jornal Nacional é duas vezes maior que a soma dos quatro principais telejornais concorrentes. A pergunta que fica agora para os institutos de pesquisas é, de onde estão saindo os votos para Marina, se o público não está tão interessados no que ela tem a dizer?

Marina:"Há uma lenda de que sou contra transgênicos". É lenda mesmo?


Marina mente e até o Globo, desmente:
Na entrevista que concedeu ao Jornal Nacional na noite desta quarta-feira, 27 de agosto, a candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, afirmou que:

"Há uma lenda de que sou contra transgênicos"

Segundo notícia publicada pelo Ministério do Meio Ambiente em 26 de março de 2003, quando a candidata estava à frente da pasta, Marina "sempre foi contra a comercialização interna da soja transgênica". No mesmo texto, a então ministra defendia "precaução" em relação à produção de transgênicos: "Vou aceitar a liberação comercial de organismos geneticamente modificados no Brasil quando a sociedade estiver segura e informada sobre os efeitos dos transgênicos à saúde e ao meio ambiente".

Em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo" em 2003, Marina Silva também se posiciona de forma contrária à comercialização, no mercado interno, da soja transgênica cultivada no Brasil. Para ela, a solução seria exportar os transgênicos produzidos no país. "A legislação brasileira não permite a comercialização de soja transgênica no Brasil. Sou a favor do cumprimento da legislação".A nota foi  publicada na coluna  "Preto no Branco" do  Globo

Explicação de Marina sobre avião contradiz nota do PSB




A explicação da candidata Marina Silva (PSB) nesta quarta-feira no Jornal Nacional sobre o uso do avião na campanha de Eduardo Campos revelou uma contradição nas versões apresentadas até agora sobre o negócio. Enquanto a candidata diz que haveria um pagamento pelo uso da aeronave, o PSB informou, em nota divulgada na véspera, que os empresários autorizaram o uso do avião e que as horas de voo seriam contabilizadas ao fim da campanha, com a emissão de um recibo eleitoral. Esse tipo de recibo é utilizado apenas para registrar doações. O Globo questionou o PSB sobre a contradição, mas não obteve resposta até a publicação da matéria.

Em dois momentos, durante a entrevista ao JN, a candidata repetiu que haveria pagamento aos empresários apontados pelo PSB como donos do avião.

— Nós tínhamos uma informação de que era um empréstimo e que seria feito um ressarcimento no prazo legal, que pode ser feito, segundo a própria justiça eleitoral, até o encerramento da campanha e que esse ressarcimento seria feito pelo comitê financeiro do candidato — disse Marina. — O rigor é o de tomar as informações com aqueles que deveriam prestar as informações sobre a forma com que aquele avião estava prestando o serviço e a forma como estava sendo prestando o serviço era por um empréstimo que seria ressarcido pelo comitê financeiro — ressaltou, posteriormente.

O jato, de prefixo PR-AFA, caiu em Santos (SP) há duas semanas, matando o ex-governador Eduardo Campos e mais seis pessoas. Pelo posicionamento de Marina, o uso da aeronave seria lançado na prestação de contas como uma despesa. Com isso, o partido teria de repassar recursos obtidos de outros doadores aos empresários que cederam o jato para a campanha.

O PSB, porém, em nota assinada pelo presidente Roberto Amaral, afirmou na terça-feira que o uso foi “autorizado” pelos empresários e que, no final da campanha, seria feita a soma das horas de voo e a emissão do recibo eleitoral.

Escolas públicas do Brasil deram salto em qualidade de ensino


Um estudo inédito da Fundação Lemann mostra alguns possíveis caminhos para melhorar o aprendizado de português e matemática em colégios que atendem a alunos de baixa renda familiar. Baseada no cruzamento de dados da Prova Brasil, a pesquisa lista 215 escolas públicas que tiveram evolução no nível de proficiência das duas disciplinas entre 2007 e 2011.

Denominadas grupo tratamento, essas 215 unidades escolares tiveram seus resultados comparados aos do grupo controle de até outros 3 mil colégios com características similares (Ideb semelhante em 2007, mesmo nível socieconômico, localização e número de matriculados próximos), mas que não atingiram alto desempenho em 2011.

O estudo é complementar à pesquisa “Excelência com Equidade”, centrada em seis escolas em 2012, alvo de reportagens especiais do Globo no mesmo ano. Segundo a pesquisa, alguns fatores explicam a evolução no nível de proficiência, como ambiente e clima escolares favoráveis, condições de funcionamento de equipamentos e instalações, oportunidades de aprendizado, condições de trabalho dos professores e coesão intraescolar.

Ernesto Martins Faria, coordenador de projetos da Fundação Lemann, explica que nesse último tópico é avaliado se o ensino que a escola oferece aos alunos é muito influenciado pela troca de ideias entre os professores, se os docentes coordenam o conteúdo das disciplinas entre as diferentes séries e se o diretor e demais membros da equipe colaboram para fazer a escola funcionar bem.

— O estudo qualitativo já apontou a importância de um fluxo aberto e transparente de comunicação e de um bom ambiente escolar — explica Faria. — Como a educação é um processo contínuo, e as salas de aula são muito heterogêneas (os alunos aprendem de diferentes formas), a coordenação entre os educadores e a troca de experiências é fundamental.

COLÉGIOS DO RIO SÃO MUNICIPAIS

Das 215 escolas com excelência e equidade, 109 ficam em Minas, 31 no Paraná, 21 em São Paulo, 18 no Ceará e oito no Rio. O mapa completo com os detalhes de cada escola por estado pode ser acessado em www.qedu.org.br. Faria chama a atenção também para um efeito das redes de ensino estaduais e municipais em alguns locais, como em Minas, que concentra mais que o dobro das escolas da pesquisa:

— Há, de fato, um impacto da rede de ensino, pois vemos muitas escolas estaduais que passaram pelos critérios — pondera. — Mas várias são municipais de redes bem pequenas, então algumas que passaram pelos critérios conseguiram devido a ações que estão mais no controle da escola. Já o bom resultado do Ceará está ligado à boa articulação da rede estadual com as redes municipais do estado.

Todas as oito escolas do Rio são municipais e estão concentradas na capital. No Ciep Presidente Agostinho Neto, no Humaitá, é a diretora Marcia Nunes que recebe no portão os cerca de 500 alunos, da educação infantil ao 5º ano. Chegando pela manhã, eles vêm de comunidades carentes como Rocinha, Vidigal, Santa Marta, Tabajara e até da Baixada Fluminense. Entre 2007 e 2011, o nível de aprendizado considerado adequado no 5º ano pulou de 29% para 79% em português, e de 24% para 87% em matemática.

Logo na entrada, a diretora adverte dois meninos de que não quer mais nenhuma situação de briga entre eles, ao que respondem com um abraço. A ausência de violência é um dos fatores que influenciam o ambiente escolar.

O clima parece mesmo familiar. Às quintas-feiras, a biblioteca é aberta aos pais, que assistem à mesma aula que a professora Amália Araújo dá às crianças, seja com narração de histórias ou rodas de leitura. Lá, funciona também um cineclube e uma oficina de origami. Mãe de dois alunos da escola, Eline dos Santos compareceu à atividade na última quinta.

— Sempre que posso, participo, para saber o que eles estão aprendendo. Meus filhos adoram, e eu também — diz Eline.

Gurus de Marina e Aécio vão ter um troço. Dilma aumenta Salário Minimo de 2015 para R$ 788,00.


Os gurus econômicos que assessoram Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) vão ter um troço: Dilma enviou proposta de Lei do Orçamento da União para 2015 com aumento real do salário mínimo para R$ 788,00. Isto dá um aumento de 8,8%, acima da inflação, como ocorreu durante todos os anos dos governos de Dilma e de Lula.

Os gurus de Marina e Aécio são contra essa política de aumento real do salário mínimo porque, segundo o fundamentalismo neoliberal deles, trabalhador ganhar melhor "atrapalha" a economia, e "atrapalha" a previdência.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Mesmo com jogo de compadres no JN, imagem de Marina pode ter sido abalada


Marina respondia olhando para a câmera com gestos calculados, sem reações naturais a perguntas incômodas. Bom treinamento de mídia melhora comunicação. Mas se perde autenticidade, corrói a imagem

A candidata à presidência Marina Silva (PSB) foi a entrevistada desta quarta-feira (27), na bancada do Jornal Nacional. Apesar das perguntas de William Bonner e Patrícia Poeta terem parecido incômodas à primeira vista, uma olhar atento ao programa permite notar algo próximo de um "jogo de compadres", como dois times que combinam previamente o resultado bom para ambos.O telejornal tinha de manter o estilo de interrogatório aplicado... Continue lendo aqui

Vídeo com artistas declarando apoio à Marina, também é manipulado: Essa é a nova política?



Depois de aparecer nas redes sociais  vídeo manipulado do ex-presidente Lula pedindo votos para a candidata Marina Silva (PSB), Marina  foi obrigada a confessar que não foi apenas esse vídeo do Lula que foi manipulado.

 Marina admitiu ao jornal O Estado de São Paulo, que um  outro vídeo, com a vinheta da campanha de 2014,  e com artistas declarando voto a  candidata Marina Silva, também foi   manipulado. Ou seja, é tudo mentira. Não existe artistas pedindo votos para a candidata dos banqueiros.Se não fosse descoberto a manipulação com o vídeo de Lula, Marina continuaria quieta,usufruindo da mentira?  Com medo de processos, depois do PT pedir a retirada do vídeo da internet e anunciar processo, a campanha de Marina diz que "As imagens foram usadas sem o consentimento dos artistas"

No vídeo de 1 minuto e 18 segundos, os cantores Arnaldo Antunes, Fagner, Maria Betânia, Lenine, e os atores Marcos Palmeira e Wagner Moura, entre outros, declaram sua preferência por Marina Silva. 

 A gravação divulgada na internet é uma montagem com base em um depoimento em que Lula pede votos para a deputada federal Marina Sant''Anna do PT.

 O presidente do PT, Rui Falcão, afirmou na tarde desta quinta-feira, 28, que vai recorrer a medidas judiciais e administrativas para retirar o vídeo do ar. "Temos uma candidata ao Senado, a deputada federal Marina Santanna, que recebeu, como é natural, uma gravação de apoio do presidente Lula", disse Falcão. "É uma montagem fraudada, que suprime o sobrenome (da candidata petista) e coloca apenas o presidente Lula apoiando Marina', como se fosse a candidata do PSB", concluiu. Ele não atribuiu a autoria do vídeo ao PSB ou a Marina Silva.

De acordo com ele, já foi enviado um pedido administrativo ao Google para retirar a peça do Youtube, que já retirou do ar a propaganda. Será encaminhada ainda à Justiça Eleitoral uma representação por propaganda eleitoral irregular que, de acordo com Falcão, "pode induzir o eleitor a erro". Também será pedido ao Ministério Público Eleitoral a instauração de um inquérito criminal para apurar as práticas de "falsidade ideológica de cunho eleitoral" e para identificar os responsáveis. O presidente do PT disse que, mais adiante, a coligação vai entrar com uma ação cível para retirar o vídeo do ar. "Ele viola o direito autoral e o direito de imagem (de Lula). Continuaremos na nossa linha de, nas nossas redes sociais, não nos valermos de fraudes e adulteração", declarou o petista. Já o PSB também classificou o vídeo como "fraude" e avisou que irá pedir um inquérito ao MP para apurar quem é o autor da farsa. 

Medidas adotadas

A coordenação da campanha de Dilma já solicitou ao YouTube a exclusão do vídeo. O Departamento Jurídico da campanha também entrará com representação na Justiça Eleitoral, por propaganda eleitoral irregular que induz o eleitor a erro; apresentará representação junto ao Ministério Público Eleitoral para que seja instaurado inquérito criminal pela prática de falsidade ideológica de cunho eleitoral; e caso o vídeo não seja retirado do ar, proporá Ação Civil por violação de direito autoral e direito de imagem.

Com a representação, o Tribunal Superior Eleitoral poderá determinar a retirada de circulação da propaganda fraudada e o responsável por ela. Segundo Flávio Caetano, coordenador Jurídico da campanha, “Não temos como apontar quem é o responsável. Isso depende de uma investigação”.
 

Marina é pega na mentira três vezes no Jornal Nacional.


Bem que o Jornal Nacional tentou poupar Marina Silva (PSB), fazendo perguntas mais suaves do que fez aos outros candidatos, e só fez 3 perguntas. Marina fez um excelente treinamento de mídia para responder como bem entende, com um desempenho de fazer inveja às melhores atrizes e aos maiores caras-de-pau da velha política, mas faltou com a verdade nas 3 perguntas.

A verdade foi a primeira vítima na pergunta sobre o avião fantasma.

Bonner perguntou sobre o laranjal de empresas usadas para adquirir o jatinho de campanha usado por ela e Eduardo Campos.

Detalhe: a pergunta pegou leve ao não dar nome aos bois. O nome certo para fraudes no financiamento de campanhas eleitorais é caixa dois, lavagem de dinheiro e corrupção.

Marina enrolou, enrolou muito, para empurrar com a barriga as explicações e dizer que "seu compromisso era com a verdade". Mas revi o vídeo várias vezes e não consegui encontrar o menor vestígio da verdade em qualquer trecho da resposta.

Ora Marina disse que o avião estava emprestado, ora disse que o avião estava prestando serviço para seu partido, e as contas seriam pagas e contabilizadas no final da campanha.

Se o avião fosse emprestado, já havia grave irregularidade eleitoral, pois veículos emprestados para campanha exige previamente documento de cessão de uso pelo proprietário com declaração de valor. Sem isso fica voando na situação de caixa dois.

Se o avião fosse contratado como prestação de serviços de táxi-aéreo, outras irregularidades foram cometidas, pois é o caso de táxi pirata: os empresários donos do avião não tem registro para operarem como táxi-aéreo. E o certo é fazer um contrato de prestação de serviço antes de sair voando por aí. Além disso nada foi informado na prestação de contas parcial. Sem isso, o cheiro de caixa dois é forte.

Segunda mentira: Na verdade Marina perdeu seu eleitorado no Acre pela "mudança". Mudou de lado.

Patrícia Poeta perguntou porque ela perdeu em casa, no Acre, ficando em terceiro lugar nas eleições de 2010 em seu estado natal onde ela fez carreira política. Perguntou se quem a conhece bem não votava nela?

Aí a mentira foi feia. Marina disse que foi por contrariar interesses locais desde quando acompanhava Chico Mendes. Ora, o grande líder seringueiro morreu em 1988. Depois disso e com a maior visibilidade das causas de Chico Mendes com seu assassinato, é que Marina Silva decolou sua carreira política. Foi depois disso que ela se elegeu senadora duas vezes. Nada explica explica ela perder os votos que tinha antes, a não ser desilusão de quem a conhece com a virada de casaca que ela deu em sua carreira política, pulando o muro de suas origens populares para o lado dos banqueiros e bilionários demotucanos. Deve ser essa a tal "mudança" que ela prega.

Terceira Mentira: Na verdade Marina pratica o que diz condenar.

Bonner perguntou se a escolha para vice de um político tradicional e que tinha historicamente posições diferentes das dela, não desmanchava seu discurso de nova política.

Detalhe: Bonner pegou leve ao só citar posições diferentes no caso dos transgênicos e das pesquisas com células tronco embrionárias (Marina foi contra pesquisas que podem salvar vidas de doenças até hoje incuráveis, e até fazer paraplégicos voltarem a andar). As diferenças com seu vice Beto Albuquerque são maiores, pois ele faz parte da bancada da indústria armamentista, da indústria do cigarro, dos agrotóxicos, e outros setores que Marina dizia não aceitar doações de campanha.

Marina deu uma desculpa esfarrapada com sua linguagem empolada, mas que pode ser traduzida naquela frase que todo malandro fala quando é pego em flagrante fazendo coisa que diz ser contra: "uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa". Ou seja aliança política dos outros é espúria. Aliança política dela com a "velha política" é "diversidade". É não ser "intransigente".

Linguagem "marinês".

Na entrevista ao Jornal Nacional, apesar de darem mais moleza para ela do que deram aos outros candidatos, Marina Silva se desconstruiu por conta própria.

Só não foi mais perceptível para muitos telespectadores porque ela fala com uma linguagem dissimulada para esconder do eleitor a mensagem codificada que ela passa aos banqueiros e às velhas oligarquias econômicas e políticas do Brasil arcaico.

Leia também como Marina ganhou o "Oscar" de melhor atriz no JN:
- Mesmo com jogo de compadres no JN, imagem de Marina pode ter sido abalada

Bonner paga o DARF para abafar críticas, mas só mostrou certidões.

A empresa do apresentador William Bonner finalmente pagou o Darf, depois que noticiamos aqui que tinha contas a acertar com o leão da Receita Federal.

Agora falta a TV Globo mostrar o Darf dela, cobrado pela sonegação de Imposto de Renda na aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo da Fifa de 2002.

O apresentador do JN disse em seu twitter que sua dívida original era uma multa de R$ 78,00 que, na opinião dele, era indevida e estava sendo contestada, mas resolveu pagar assim mesmo para encerrar "fofocas". Com juros e correção, segundo ele chegou a R$ 500,00. Mas ele não mostrou nenhum documento em seu twitter que comprove os valores. Só mostrou as certidões e, de fato, no sistema Comprot, de acesso público, não consta mais a cobrança na Dívida ativa.

Bonner reclama que não gosta de pagar o que não deve. Ora, se não devia era só provar e não pagar, penso eu. Se quiser dar satisfação ao público bastava publicar a defesa de seu contador junto ao órgão, caso estivesse com a razão, em vez de pagar e mostrar certidões.

Bonner também nos chamou de robôzinhos da web, porque noticiamos a dívida de sua empresa, e diz que não é candidato a nada, insinuando que deveria estar livre de questionamentos. Nada mais falso.

Primeiro porque qualquer pessoa pública está sujeita a virar notícia, mesmo não sendo candidato.

Assim como a TV Globo é uma empresa privada, mas vira notícia quando aparece em um escândalo de sonegação fiscal bilionário.

Segundo, porque sua coleguinha Judith Brito já assumiu no passado recente que a velha imprensa funciona como um partido de oposição informal, admitindo a existência do PIG (Partido da Imprensa Golpista). Logo também participam da luta política e os editores de telejornais tornam-se agentes políticos de fato.


Começou a baixaria e a mentirada. Vídeo falso faz montagem de Lula pedindo votos para Marina Silva.


Que vergonha! Aquela baixaria e campanha de mentiras que rolou adoidado na campanha de 2010 contra Dilma está de volta. E dessa vez vem de onde menos se esperava. Quem fez o vídeo falso foi para beneficiar Marina Silva com a mentira.

Lula gravou uma mensagem para a candidata do PT ao senado por Goiás, Marina Sant’Anna.

Este é o vídeo verdadeiro:



Aí um safado sem escrúpulos da "nova política (demotucana)" pegou este vídeo acima e editou, cortou as partes que identifica a Marina Sant'Anna, colocando o logo da Marina Silva, como se Lula estivesse pedindo votos para a candidata do banco Itaú.

O que Marina Silva tem a dizer sobre essa falta de ética na política?

Com Dilma, o Mais Médicos é só o começo.


Hoje, quinta-feira, tem mais programa eleitoral da Dilma na TV. Enquanto isso, quem não assistiu ao excelente programa da Dilma no Horário Eleitoral na TV de terça-feira? Se perdeu, precisa ver. Vale a pena para entender como as coisas estão andando desde que Lula e Dilma foram eleitos, e como uma coisa puxa outra para continuar andando no segundo mandato da Dilma.

Todo mundo sabe que Lula recebeu o Brasil em 2003 quebrado e pendurado no FMI. Teve que se livrar do fardo para sobrar dinheiro no orçamento para a saúde e educação. Lula e Dilma criaram o SAMU, as farmácias populares, os remédios de graça, as UPAs para desafogar os hospitais, ampliou a vacinação, criou o Mais Medicos e aumentaram muito o orçamento da saúde. Inclusive Dilma garantiu uma parte da riqueza do pré-sal para ser aplicada na saúde durante os próximos anos. É garantia de que o SUS terá dinheiro para funcionar melhor.

Esses foram os passos que já foram dados, mas ainda tem muitos outros passos para dar, como resolver o problema da fila de exames, consultas com especialistas atendendo pelo SUS, e cirurgias. E é isso que Dilma vai atacar em seu segundo mandato. Com Dilma e Lula a gente sabe que as promessas são para valer. Quem duvidada do Mais Médicos queimou a língua.

Outra coisa importante é que o SUS é descentralizado. Tem muita coisa que o Ministério da Saúde apenas repassa a verba para os Estados e Municípios usarem. E se o estado gasta mal ou desvia o dinheiro não há verba que resolva.

Então imagine como a Saúde nos estados pode melhorar se tiver governadores que gostam do SUS e tem compromisso de verdade com a saúde do povo? Pois o cidadão tem a chande de eleger Padilha em São Paulo, Pimentel em Minas, Lindberg no Rio, Rui Costa na Bahia, Gleisi no Paraná, reeleger Tarso Genro no Rio Grande do Sul, e em outros estados do Brasil.

Donos afirmam à PF que Campos testou aeronave, mas quem comprou foi o Laranja de Campos



Os donos da holding AF Andrade, de Ribeirão Preto (SP), confirmaram nesta terça-feira, 26, em depoimento à Polícia Federal que o ex-candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos, testou o jato Cessna Citation 560 XLS no dia 8 de maio. No dia seguinte, o empresário pernambucano João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho (Amigo de Campos), que havia se apresentado como comprador, comunicou aos vendedores que ficaria com a aeronave - avaliada em US$ 8,5 milhões.

O negócio foi fechado por João Carlos Lyra por meio de um pré-contrato informal entre as partes, apresentado por ele. Nos depoimentos, os irmãos Alexandre e Fabrício Andrade declararam que o pernambucano dizia que outros dois empresários eram seus sócios na compra: os pernambucanos Apolo Santana Vieira e Eduardo Freire Bezerra Leite.

Donos oficiais do Cessna Citation que caiu no dia 13 em Santos (SP), matando o ex-governador pernambucano e mais seis pessoas, os irmãos Andrade contaram à PF que foi João Carlos Lyra que sempre esteve à frente da compra com a ASA Consulting (corretora da venda) e com a Cessna Finance Export (detentora dos direitos econômicos).

Como condição, ele pediu um teste, antes de quitar as dívidas da AF Andrade referente a cinco parcelas atrasadas da compra da aeronave e disse que queria assumir a titularidade do leasing com a Cessna.

O teste foi aprovado e marcado para o dia 8. De Congonhas, o jato partiu com o ex-governador para Uberaba (MG), com o piloto da AF Andrade, Fabiano Peixoto. No dia, Campos visitou a 80ª Expo Zebu, em agenda de pré-campanha.

Os sócios da AF afirmaram também que após o teste o pré-contrato foi assinado no dia 15 de maio. O documento previa que eles usariam a aeronave enquanto era providenciada a transferência de titularidade do leasing e que o jato poderia ser devolvido em 30 dias.

Passado o prazo, João Carlos Lyra confirmou em reunião em julho que ficaria com o jato. Além das cinco parcelas atrasadas, os sócios da AF disseram a PF que as que venceram nos dias 30 de maio, junho e julho foram pagas pelo comprador. Os empresários pernambucanos também assumiram o pagamento do seguro.

A PF tem já os registros de depósitos feitos pelo grupo pernambucano. Eles indicam que João Carlos Lyra usou empresas fantasmas e sem lastro financeiro para quitar o negócio.

Suspeitas. 

Os depoimentos, feitos no inquérito que apura a queda do jato, reforçam as suspeitas da PF de que João Carlos Lyra, Apolo Vieira e Eduardo Leite foram usados como laranjas para a compra do Cessna por alguém ligado diretamente a Campos ou próximo a ele.

Um dos nomes já citados a agentes foi o do sócio do ex-governador em uma fazenda e uma agropecuária em Pernambuco, Aldo Guedes Álvaro.

Assessor de Campos no Congresso em no Ministério da Ciência e Tecnologia (2004 e 2005), ele foi indicado em 2007 para o cargo de presidente da estatal Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) quando o candidato foi eleito governador. Aldo nega envolvimento.

O advogado da AF Andrade, Celso Vilarde, foi procurado, mas não comentou o caso. Publicamente eles negaram irregularidade no negócio. João Carlos Lyra confirmou por nota ter comprado o jato.

Incentivo.

 Uma das empresas de Apolo Vieira e que seria usada na compra do jato foi beneficiada por um decreto assinado por Campos, quando era governador de Pernambuco.

Ele ampliou incentivos fiscais concedidos à Bandeirantes Companhia de Pneus Ltda., na época Bandeirantes Renovação de Pneus. O ato de Campos retirou limites de importação de pneus à empresa que haviam sido definidos pelo governo anterior ao dele. O decreto assinado por Campos foi publicado em 24 de setembro de 2011.

O decreto assinado por Campos foi publicado em 24 de setembro de 2011 e altera incentivo concedido à empresa pelo governador José Mendonça Filho em 2006 que impôs limites para a empresa importar pneus para veículos e máquinas industriais (até 4.000 unidades); pneus para máquinas agrícolas ou florestais (4.000 unidades) e pneus para veículos diversos (até 5.000 unidades). O decreto de Eduardo Campos retirou todos os limites. As informações são do Estadão

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Até Ibope explica: povo admite que vai bem, mas noticiário enfia na cabeça que o país vai mal.

Aquela história de votar com a mão no bolso, de acordo com a sensação de bem-estar social, favorece Dilma. Mas ainda não está refletida nas intenções de votos nas pesquisas.

Pelo Ibope divulgado ontem, o povo admite que sua situação econômica está boa e acha que vai melhorar. Mas acha que a economia do próprio país em que vive vai mal.

Como pode o povo se sentir bem economicamente, estar otimista com o futuro e ao mesmo tempo acreditar que a economia “do país” vai mal? Só o efeito do noticiário extremamente negativo sobre a economia, descolado da realidade, explica.

Para Dilma liquidar de vez essa eleição e vencer, seja no primeiro ou no segundo turno, é só colar as duas realidades.

É relativamente fácil explicar o óbvio: que o Brasil é exatamente o mesmo país onde o povo brasileiro vive, e não o das manchetes alarmistas que mais parece um país estrangeiro, que nada tem a ver com onde vivemos. Leia mais aqui.

Marina faz golaço contra no debate: defendeu os muito ricos e atacou os pobres.


Quem te viu, quem te vê, Marina Silva. Foi só passar a andar com a turma dos banqueiros, que mudou completamente. Agora entendi o que ela quer dizer com "mudança".

Se tiver que resumir o debate na TV Band ontem, a participação de Marina foi defender os ricos e atacar os pobres.

Ela defendeu e tomou as dores da banqueira do Banco Itaú, Neca Setúbal, "oprimida" pelo governo Dilma que cobra o Darf de R$ 18 bilhões do Itaú, e atacou os pobres usuários do SUS moradores do interior e da periferia das metrópoles que agora ganharam o direito de ter um médico perto de casa para consultar na hora que precisa, desdenhando do programa Mais Médicos.

Marina tembém defendeu o "oprimido" bilionário neoliberal dono da Natura, também com problemas no Darf.

Avião usado por Campos e Marina foi pago por empresas-fantasmas


 Peixaria e construtora com sede em sala vazia estão entre as firmas que pagaram antigo dono


PSB diz que jato havia sido emprestado por empresários de PE e que irá prestar contas até o fim da campanha.. Segundo o documento, "a aeronave de prefixo PR-AFA (...) teve seu uso - de conhecimento público - autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira".

Vieira responde a processo criminal por sonegação fiscal na importação fraudulenta de pneus pelo Porto de Suape (PE), que teria gerado prejuízo de R$ 100 milhões aos cofres públicos, de acordo com os autos da Justiça Federal. O caso ainda não transitou em julgado e ele recorre da decisão de primeira instância.

Três empresas-fantasmas ou sem capacidade financeira foram usadas para pagar o jato em que Eduardo Campos, então candidato à Presidência pelo PSB, voava no dia do acidente que o matou, no dia 13, segundo reportagem exibida pelo Jornal Nacional nesta terça (26).

A lista de depósitos e pagadores foi entregue à Polícia Federal pelos antigos donos do avião, Alexandre e Fabrício Andrade, do grupo A. F. Andrade, de Ribeirão Preto (SP).

Documento entregue à Polícia Federal pela operadora do avião Cessna que caiu em Santos, no último dia 13, matando o candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos,  levantou a suspeita de envolvimento de empresas fantasmas na compra da aeronave. Reportagem do Jornal Nacional visitou endereços que seriam de empresas que contribuíram para a compra e nelas encontrou uma residência em uma favela do Recife e salas comerciais e casas vazias.

A AF Empreendimentos e Participações era a operadora da aeronave e tinha contrato de leasing assinado com o braço financeiro da fabricante de jatos, a Cessna Finance Export Corporation. O extrato da AF informa uma lista de empresas que fizeram depósitos em sua conta para quitar as parcelas do contrato de compra do avião. A operadora disse que já tinha acertado a venda da aeronave para o empresário João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho. Esses depósitos seriam parte do pagamento. No extrato, a informação é que a AF já recebeu R$ 1,7 milhão para quitar parcelas do leasing.

Na lista revelada pelo Jornal Nacional aparecem repasses feitos por seis fontes diferentes. Entre elas está uma empresa descrita como Geovane Pescados, que depositou R$ 12 mil. No endereço, há apenas uma casa em uma favela do Recife e o morador, chamado Geovane, nega ter um empresa e qualquer envolvimento no negócio.

- Acha que se eu tivesse uma empresa de pescado eu vivia numa situação dessa? - questionou Geovane.

Outra empresa citada é a RM Construções, que teria contribuído com R$ 290 mil. O endereço é de uma casa no bairro de Imbiribeira, na capital pernambucana. O dono da RM soltou uma gargalhada ao ser questionado pelo Jornal Nacional se auxiliou na compra do avião. O extrato também aponta o repasse de R$ 160 mil da Câmara & Vasconcellos, que tem registrado em seu nome dois endereços na cidade de Nazaré da Mata (PE). A sala comercial e a casa indicada no cadastro estavam vazias.

Troca de arrendatário >

Em nota à imprensa, a assessoria de João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho cita apenas repasses feitos por uma empresa e um advogado. A Ele Leite Ltda, que pertence a Eduardo Freire Bezerra Leite, depositou R$ 727.797,03 através de TED para a AF Andrade no dia 15 de maio de 2014. Outros R$ 325 mil teriam sido pagos à AF Andrade pelo advogado pernambucano Luiz Piauhylino Monteiro Filho (filho do ex-deputado Luiz Piauhylino). Tanto a Ele Leite, quanto Luiz Piauhylino Filho informam que os valores eram fruto de empréstimos pessoais firmados com João Lyra.

Segundo relatos de assessores, João Lyra era muito amigo de Eduardo Campos e teria procurado empresários alegando que precisava arrumar um avião para a campanha . Em nota, João Lyra disse ter feito vários empréstimos. Os valores recebidos foram para pagar parcelas vencidas do leasing do avião Cessna Citation 560 XL, para permitir que a Cessna, financiadora da aeronave, agilizasse a operação de venda .

Os valores teriam sido transferidos à AF porque só ela poderia pagar a Cessna, uma vez que era a operadora, por contrato. O próprio João Lyra teria tentado assumir o contrato, através da sua empresa BR Par Participações, mas a Cessna negou a operação, alegando que a BR não tinha fluxo de caixa compatível com o negócio. A alternativa foi indicar a Bandeirante Companhia de Pneus, que pertence ao empresário Apolo Santana Vieira. O contrato de intenção de troca do arrendatário teria sido assinado em maio e estava dependendo do aval da Cessna, quando o acidente ocorreu.

Ontem, pela primeira vez, o PSB se pronunciou oficialmente sobre a suspeita de caixa dois, pelo fato de não ter declarado o uso da aeronave na prestação de contas parcial ao TSE. Em nota, o partido afirma que os empresários João Lyra e Apolo Santana Vieira autorizaram Campos a usar a aeronave durante toda a campanha. Para o PSB, a declaração do avião deveria ser feita só ao fim da disputa:

Nos termos facultados pela legislação eleitoral, e considerando o pressuposto óbvio de que seu uso teria continuidade até o final da campanha, pretendia-se proceder à contabilização ao término da campanha eleitoral, quando, conhecida a soma das horas voadas, seria emitido o recibo eleitoral, total e final , diz a nota assinada pelo presidente do PSB, Roberto Amaral.

TSE exige declaração parcial

No entanto, a resolução 23.406/2014, do Tribunal Superior Eleitoral, que rege as eleições deste ano, diz que os candidatos e os diretórios nacional e estaduais dos partidos políticos são obrigados a entregar à Justiça Eleitoral (...) as prestações de contas parciais, com a discriminação dos recursos em dinheiro ou estimáveis em dinheiro para financiamento da campanha eleitoral e dos gastos que realizaram, detalhando doadores e fornecedores . A existência de gastos ou doações não registrados nas parciais é infração grave .

 A parcial que deve ser apresentada é de dinheiro vivo, o que entrou e o que saiu do caixa da campanha no período. As horas de voo são um serviço continuado e apareceria só na prestação de contas final da campanha.