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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Serra parte para violência para tentar estancar queda de Kassab

Toda vez que os DEMos e Serra estão em apuros, inventam alguma coisa para funcionar como cortina de fumaça, esfriar as campanhas adversárias, e desviar o foco do eleitor.

Em 1989 Abílio Diniz foi sequestrado e tentaram ligar ao PT para atrapalhar Lula.

Quando Serra perdia para Roseane Sarney, em 2002, fizeram o caso Lunus. Depois desconstruíram Ciro Gomes, arranjando provocadores. Sem isso, Serra não iria nem ao segundo turno.

Em 2006 quando os Vedoins (sanguessugas) envolveram Serra, arranjaram uma armadilha para os aloprados, que caíram como uns patos.

Agora que o candidato de Serra, Kassab, está despencando nas pesquisas, partiram para a violência, literalmente.

A princípio contra policiais que já estão em greve.

Mas será que não está também dando o recado para colocar medo no paulistano de ir para ruas?

Justamente no momento que a militância pró-Marta se articula?

É falta de caráter e oportunismo eleitoreiro, de Serra, querer atribuir à partidos de oposição à ele uma violência que é culpa só dele, por ser autoritário e péssimo negociador.

A greve já existe há um mês, o que descarta caráter eleitoreiro pelos policiais.E mais, há 15 dias o governado paulista sabia da existência dessa manifestação marcada para ontem. Tanto sabia que planejou o confronto para culpar o adversário político, se recusando a recever os polícias grevistas para discutir salários

Kassab não tem argumentos para inverter a queda, porque nem com direito de resposta adianta. Ele não consegue responder as perguntas sem comprometer seu passado que ele quer esconder. E se não responder a contento, o eleitor não vai ficar satisfeito.

O que Serra e Kassab querem é paralisar a campanha de Marta, e deixar o tempo correr até o dia 26.

Querem censurar, ganhar no tapetão, obstruir na justiça e agora amedrontar a militância usando métodos violentos com o aparelho policial do Estado.

Se há um estado policial, é este de São Paulo.

Vamos todos dar um rotundo NÃO à esses dois ditadores fascistóides, que querem impedir as eleições livres: Serra e Kassab.

Vamos denunciar esse recurso à violência para esfriar e amedrontar a campanha, e vamos continuar militando nas ruas, sempre recusando provocações.

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