A Polícia Federal indiciou ontem o senador Ney Suassuna, do PMDB da Paraíba, e a deputada Celcita Pinheiro, do PFL de Mato Grosso, foram indiciados hoje pela Polícia Federal por envolvimento com a Máfia das Sanguessugas.O indiciamento é pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção e lavagem de dinheiro. No total, já são 16 os parlamentares indiciados.Os inquéritos serão encaminhados nas próximas semanas para o Supremo Tribunal Federal.
Em novembro do ano passado, Suassuna havia sido absolvido pelo Conselho de Ética do Senado, No caso de Suassuna, o conselho substituiu, por 12 votos a 2, a pena de cassação de mandato por uma censura verbal.Escutas telefônicas feitas pela PF com autorização judicial flagraram o então assessor de Suassuna, Marcelo de Carvalho, negociando com integrantes da máfia das ambulâncias. Foram levantadas provas de que Carvalho recebeu da quadrilha R$ 222,5 mil dos Vedoin, que chefiavam o esquema de venda de ambulâncias superfaturadas a prefeituras com recursos públicos liberados por emendas parlamentares.
Também absolvida pelo Conselho de Ética da Câmara, a deputada Celcita Pinheiro teria recebido, segundo Luiz Antonio Vedoin, dono da Planam (principal empresa da quadrilha), pelo menos R$ 50 mil para sua campanha eleitoral.
Os outros indiciados pela PF são:
os petebistas Jonival Lucas (BA),
Neuton Lima (SP),
Edna Macedo (SP)
e Nilton Capixaba (RO).
Do PL:
Almeida de Jesus (CE)
Júnior Betão (AC)
Amauri Gasques (SP)
Do PMDB:
João Correia (AC)
Teté Bezerra (MT).
Além de Reginaldo Germano (PP-BA),
João Grandão (PT-MS),
César Bandeira (sem partido, ex-PFL),
Vanderlei Assis (PP-RJ)
Paulo Feijó (PSDB-RJ).
Helena
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