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quinta-feira, 31 de março de 2016
Kfouri prova que Globo mente: impeachment é golpe sim #BrasilContraOGolpe
Juca Kfouri faz metáfora com futebol e explica que impeachment do jeito que querem dar é golpe sim.
É igual pênalti roubado. Está previsto nas regras do futebol, mas só pode ser aplicado se ocorrer de fato falta dentro da área, senão é roubo.
Vamos pra luta nas ruas! Todos juntos somos fortes
Hoje é dia do #BrasilContraOGolpe
Nesta quinta-feira, 31, em todo o País tem manifestações em favor da democracia e contra golpe. Lula está convocando, em sua página oficial no Facebook, os militantes para irem às ruas em respeito às urnas, à Constituição, à democracia e à decisão da maioria.Lula deve participar do ato em Brasília, segundo informou a Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Por que 31 de março?
Dia 31 de março,dia do golpe civil- militar de 1964.Hoje o povo brasileiro vai às ruas contra a tentativa de golpe que está em curso no país
31 de março de 1964 foi o dia em que o golpe militar trouxe para o País tempos sombrios
Estarão unidas hoje a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, a CUT, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST)
Para quem está fora do Brasil, também poderá participar do ato pela democracia. Confira:
Londres (Inglaterra)
Local: Em frente a Embaixada Brasileira, às 17h
Barcelona (Espanha)
Local: Plaça de Sant Jaume, ás 18h
Munique (Alemanha)
Local: Consulado Geral de Munique, às 14h
Berlim (Alemanha)
Local: Pariser Platz, às 19h
Montevideo (Uruguai) Local: Embaixada do Abril (Bulevar Artigas, 1394) às 18h
Santiago de Chile (Chile) Local: Embaixada do Brasil no Chile, às 17h
Viena (Áustria) Local: concentração diante do Parlamento às 17h e marcha até a residência do embaixador do Brasil, na Prinz-Eugen-Str 26
Coimbra (Portugal) local: Praça Dom Diniz, universidade de Coimbra, às 12h
Buenos Aires (Argentina) Local: Embaixada Brasileira e caminhará até o Obelisco, às 16h
No Brasil, veja aqui uma agenda das mobilizações pelo País.
Todos juntos!
"Todos juntos somos fortes
Somos flecha e somos arco
Todos nós no mesmo barco
Não há nada pra temer
- Ao meu lado há um amigo
Que é preciso proteger
Todos juntos somos fortes
Não há nada pra temer"
(Chico Buarque)
quarta-feira, 30 de março de 2016
Hoje, 31: Todos nas ruas. É o dia de luta contra o golpe e por mais direitos
![]() |
| Manifestação no Congresso Nacional em 2013 |
Não vai ter golpe, vai ter luta!
E a luta começa com cada um de nós sendo mais um a engrossar as manifestações contra o golpe nesta quinta-feira, 31, em todo o Brasil e até em várias cidades do exterior.
E não é apenas para defender o governo, nem partidos. É a luta muito maior por mais direitos para o povo, contra o retrocesso que o golpe quer impor.
É a luta para botar os políticos do Congresso para trabalhar para o povo e deixar a Dilma trabalhar em vez de ficarem só atrapalhando e tramando golpes palacianos contra o povo.
É a luta para enquadrar o Congresso a trabalhar para gerar empregos, oportunidades para todos e distribuição de renda, em vez da banda podre assaltar os cofres públicos.
É a luta pela democracia com participação popular, reforma política de verdade, e por uma justiça sem partidarismo, sem perseguir uns nem proteger outros.
As manifestações são pacíficas e todo mundo que é democrata e nacionalista é bemvindo, independentemente de partido e de ser crítico ao governo.
É dia de semana, então vá com qualquer roupa, a de trabalho mesmo.
O que importa é comparecer e com a consciência de saber pelo quê estamos lutando.
É esperada a presença e participação do presidente Lula na manifestação em Brasília. No dia 18 ele participou em São Paulo.
Agenda de lutas 31 de março:
(Neste link aqui tem um mapa também)
Brasília - DF - Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha
E a luta começa com cada um de nós sendo mais um a engrossar as manifestações contra o golpe nesta quinta-feira, 31, em todo o Brasil e até em várias cidades do exterior.
E não é apenas para defender o governo, nem partidos. É a luta muito maior por mais direitos para o povo, contra o retrocesso que o golpe quer impor.
É a luta para botar os políticos do Congresso para trabalhar para o povo e deixar a Dilma trabalhar em vez de ficarem só atrapalhando e tramando golpes palacianos contra o povo.
É a luta para enquadrar o Congresso a trabalhar para gerar empregos, oportunidades para todos e distribuição de renda, em vez da banda podre assaltar os cofres públicos.
É a luta pela democracia com participação popular, reforma política de verdade, e por uma justiça sem partidarismo, sem perseguir uns nem proteger outros.
As manifestações são pacíficas e todo mundo que é democrata e nacionalista é bemvindo, independentemente de partido e de ser crítico ao governo.
É dia de semana, então vá com qualquer roupa, a de trabalho mesmo.
O que importa é comparecer e com a consciência de saber pelo quê estamos lutando.
É esperada a presença e participação do presidente Lula na manifestação em Brasília. No dia 18 ele participou em São Paulo.
Agenda de lutas 31 de março:
(Neste link aqui tem um mapa também)
14:00 Jornada Nacional pela Democracia
Brasília - DF - Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha
Mais informações na página do evento.
14:00 Concentração na Sanfran para a Jornada Nacional em Defesa da Democracia
São Paulo - SP - Pátio das Arcadas
Mais informações na página do evento.
15:00 Ato em Defesa da Democracia
Recife - PE - Praça do Derby
Mais informações na página do evento.
Bolsonaro e o milagre da multiplicação do patrimônio
Deputado compra duas mansões de frente para o mar em área nobre do Rio com "descontos" graciosos sobre o valor de mercado. E declara patrimônio incompatível com sua renda
Você conseguiria comprar uma casa que custa, a preço de mercado, alguns milhões por "apenas" R$ 400 mil? O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) conseguiu esse, digamos, milagre. E recebeu a graça na compra não só de uma, mas de duas mansões. Em termos terrenos, com um abatimento de pelo menos 75% nos preços dos imóveis, foram verdadeiros negócios da China....Continue lendo aqui
É uma esperança vã que o impeachment resolva a crise diz Marco Aurélio
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quarta-feira que o impeachment da presidente Dilma Rousseff não vai resolver a crise política e econômica brasileira. Ao contrário, ele afirmou que haverá possibilidade de conflitos sociais no caso de afastamento da presidente. O ministro defendeu o diálogo entre as forças políticas como solução das mazelas do país.O ministro concordou com o argumento da presidente Dilma de que, se o impeachment for calcado em fatos que não configurem crime de responsabilidade, ocorrerá um golpe. Hoje, a presidente disse que o processo de impeachment que tramita contra ela na Câmara dos Deputados é baseado nas chamadas “pedaladas fiscais” – ou seja, supostas artimanhas para maquiar contas públicas. Segundo Dilma, não se trata de crime de responsabilidade, como prevê a Constituição Federal em processo de impeachment. Além disso, os fatos narrados no processo referem-se a 2014 – portanto, as acusações são de fatos anteriores ao mandato atual.
Ela tem toda razão. Se não houver fato jurídico que respalde o processo de impedimento, esse processo não se enquadra em figurino legal e transparece como golpe — concluiu Marco Aurélio.
O ministro pediu ainda a cautela. Ele ressaltou que a situação atual do país é diferente de 1992, quando Fernando Collor de Mello sofreu impeachment. Segundo Marco Aurélio, hoje há dois lados fortes na disputa e, se houver impeachment, haveria risco de conflitos sociais nas ruas.
Marco Aurélio declarou que, se o Congresso Nacional decidir pelo impeachment, existe a possibilidade de o governo apresentar recurso ao STF.
O ministro Marco Aurélio Mello, perguntou durante entrevista para o jornal O Estado de São Paulo:Após o impedimento, o Brasil estará melhor? O que nós teremos após o impedimento? A situação é diversa de 1992 porque temos dois segmentos que se mostram a essa altura antagônicos e não queremos conflitos sociais. Queremos a paz social", completou o ministro, primo do ex-presidente Fernando Collor, que sofreu processo de impeachment em 1992.
Não interessa ao País retirar a chefe do Poder Executivo, o que pode gerar muita insegurança. O ministro criticou o desentendimento entre Legislativo e Executivo e a insistência" em inviabilizar a governança. O ideal seria o entendimento entre os dois poderes como preconizado pela carta da República, pela Constituição Federal, para combater-se a crise que afeta o trabalhador, a mesa do trabalhador, que é a crise econômico-financeira. Por que não se sentam à mesa para discutir as medidas indispensáveis neste momento? Por que insistem em inviabilizar a governança pátria? Nós não sabemos", afirmou o ministro.
Marco Aurélio, disse que se for "acertada a premissa" de que não há crime de responsabilidade, a presidente "tem toda a razão". "Se não houver fato jurídico que respalde o processo de impedimento, esse processo não se enquadra em figurino legal e transparece como golpe. Agora precisamos aguardar o funcionamento das instituições, precisamos nessa hora de temperança, precisamos guardar princípios e valores e precisamos ter uma visão prognóstica", disse o ministro do STF.
Em manifestações recentes, ao menos quatro integrantes da Corte defenderam a legalidade do impeachment que tramita hoje na Câmara dos Deputados. Já se manifestaram nesse sentido o decano do tribunal, ministro Celso de Mello, e os ministros Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso. Em dezembro, a Corte definiu o rito do impeachment a ser obedecido pelo Congresso Nacional.
De acordo com Marco Aurélio Mello, o STF pode entrar no mérito da discussão sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, ou seja, discutir se há crime de responsabilidade ou não por parte da petista. "O Judiciário é a última trincheira da cidadania. E pode ter um questionamento para demonstrar que não há fato jurídico, muito embora haja fato político, suficiente ao impedimento", disse o ministro. Em audiência com deputados do comando da Comissão do Impeachment, o ministro Luís Roberto Barroso sugeriu que o Supremo não tem a pretensão de discutir o mérito do impeachment.
Wagner Moura:Pela legalidade - Contra o golpe
Ser legalista não é o mesmo que ser governista, ser governista não é o mesmo que ser corrupto. É intelectualmente desonesto dizer que os governistas ou os simplesmente contrários ao impeachment são a favor da corrupção.
Embora me espante o ódio cego por um governo que tirou milhões de brasileiros da miséria e deu oportunidades nunca antes vistas para os pobres do país, não nego, em nome dessas conquistas, as evidências de que o PT montou um projeto de poder amparado por um esquema de corrupção. Isso precisa ser investigado de maneira democrática e imparcial.
Tenho feito inúmeras críticas públicas ao governo nos últimos 5 anos. O Brasil vive uma recessão que ameaça todas as conquistas recentes. A economia parou e não há mais dinheiro para bancar, entre outras coisas, as políticas sociais que mudaram a cara do país. Ninguém é mais responsável por esse cenário do que o próprio governo.
O esfacelamento das ideias progressistas, que tradicionalmente gravitam ao redor de um partido de esquerda, é também reflexo da decadência moral do PT, assim como a popularidade crescente de políticos fascistas como Jair Bolsonaro.
É possível que a esquerda pague por isso nas urnas das próximas eleições. Caso aconteça, irei lamentar, mas será democrático. O que está em andamento no Brasil hoje, no entanto, é uma tentativa revanchista de antecipar 2018 e derrubar na marra, via Judiciário politizado, um governo eleito por 54 milhões de votos. Um golpe clássico.
O país vive um Estado policialesco movido por ódio político. Sergio Moro é um juiz que age como promotor. As investigações evidenciam atropelos aos direitos consagrados da privacidade e da presunção de inocência. São prisões midiáticas, condenações prévias, linchamentos públicos, interceptações telefônicas questionáveis e vazamentos de informações seletivas para uma imprensa
controlada por cinco famílias que nunca toleraram a ascensão de Lula.
Você que, como eu, gostaria que a corrupção fosse investigada e políticos corruptos fossem para a cadeia não pode se render a esse vale-tudo típico dos Estados totalitários. Isso é combater um erro com outro.
Em nome da moralidade, barbaridades foram cometidas por governos de direita e de esquerda. A luta contra a corrupção foi também o mote usado pelos que apoiaram o golpe em 1964.
Arrepio-me sempre que escuto alguém dizer que precisamos "limpar" o Brasil. A ideia estúpida de que, "limpando" o país de um partido político, a corrupção acabará remete-me a outras faxinas horrendas que aconteceram ao longo da história do mundo. Em comum, o fato de todos os higienizadores se considerarem acima da lei por fazerem parte de uma "nobre cruzada pela moralidade".
Você que, por ser contra a corrupção, quer um país governado por Michel Temer deve saber que o processo de impeachment foi aceito por conta das chamadas pedaladas fiscais, e não pelo escândalo da Petrobras. Um impeachment sem crime de responsabilidade provado contra a presidente é inconstitucional.
O nome de Dilma Rousseff não consta na lista, agora sigilosa, da Odebrecht, ao contrário dos de muitos que querem seu afastamento. Um pedido de impeachment aceito por um político como Eduardo Cunha, que o fez não por dever de consciência, mas por puro revide político, é teatro do absurdo.
O fato de o ministro do STF Gilmar Mendes promover em Lisboa um seminário com lideranças oposicionistas, como os senadores Aécio Neves e José Serra, é, no mínimo, estranho. A foto do juiz Moro com o tucano João Doria em evento empresarial é, no mínimo, inapropriada.
E se você também achar que há algo de tendencioso no reino das investigações, não significa que você necessariamente seja governista, muito menos apoiador de corruptos. Embora a TV não mostre, há muitos fazendo as mesmas perguntas que você.
WAGNER MOURA, 39, é ator. Protagonizou os filmes "Tropa de Elite" (2007) e "Tropa de Elite 2" (2010). Foi indicado ao prêmio Globo de Ouro neste ano pela série "Narcos" (Netflix)
Embora me espante o ódio cego por um governo que tirou milhões de brasileiros da miséria e deu oportunidades nunca antes vistas para os pobres do país, não nego, em nome dessas conquistas, as evidências de que o PT montou um projeto de poder amparado por um esquema de corrupção. Isso precisa ser investigado de maneira democrática e imparcial.
Tenho feito inúmeras críticas públicas ao governo nos últimos 5 anos. O Brasil vive uma recessão que ameaça todas as conquistas recentes. A economia parou e não há mais dinheiro para bancar, entre outras coisas, as políticas sociais que mudaram a cara do país. Ninguém é mais responsável por esse cenário do que o próprio governo.
O esfacelamento das ideias progressistas, que tradicionalmente gravitam ao redor de um partido de esquerda, é também reflexo da decadência moral do PT, assim como a popularidade crescente de políticos fascistas como Jair Bolsonaro.
É possível que a esquerda pague por isso nas urnas das próximas eleições. Caso aconteça, irei lamentar, mas será democrático. O que está em andamento no Brasil hoje, no entanto, é uma tentativa revanchista de antecipar 2018 e derrubar na marra, via Judiciário politizado, um governo eleito por 54 milhões de votos. Um golpe clássico.
O país vive um Estado policialesco movido por ódio político. Sergio Moro é um juiz que age como promotor. As investigações evidenciam atropelos aos direitos consagrados da privacidade e da presunção de inocência. São prisões midiáticas, condenações prévias, linchamentos públicos, interceptações telefônicas questionáveis e vazamentos de informações seletivas para uma imprensa
controlada por cinco famílias que nunca toleraram a ascensão de Lula.
Você que, como eu, gostaria que a corrupção fosse investigada e políticos corruptos fossem para a cadeia não pode se render a esse vale-tudo típico dos Estados totalitários. Isso é combater um erro com outro.
Em nome da moralidade, barbaridades foram cometidas por governos de direita e de esquerda. A luta contra a corrupção foi também o mote usado pelos que apoiaram o golpe em 1964.
Arrepio-me sempre que escuto alguém dizer que precisamos "limpar" o Brasil. A ideia estúpida de que, "limpando" o país de um partido político, a corrupção acabará remete-me a outras faxinas horrendas que aconteceram ao longo da história do mundo. Em comum, o fato de todos os higienizadores se considerarem acima da lei por fazerem parte de uma "nobre cruzada pela moralidade".
Você que, por ser contra a corrupção, quer um país governado por Michel Temer deve saber que o processo de impeachment foi aceito por conta das chamadas pedaladas fiscais, e não pelo escândalo da Petrobras. Um impeachment sem crime de responsabilidade provado contra a presidente é inconstitucional.
O nome de Dilma Rousseff não consta na lista, agora sigilosa, da Odebrecht, ao contrário dos de muitos que querem seu afastamento. Um pedido de impeachment aceito por um político como Eduardo Cunha, que o fez não por dever de consciência, mas por puro revide político, é teatro do absurdo.
O fato de o ministro do STF Gilmar Mendes promover em Lisboa um seminário com lideranças oposicionistas, como os senadores Aécio Neves e José Serra, é, no mínimo, estranho. A foto do juiz Moro com o tucano João Doria em evento empresarial é, no mínimo, inapropriada.
E se você também achar que há algo de tendencioso no reino das investigações, não significa que você necessariamente seja governista, muito menos apoiador de corruptos. Embora a TV não mostre, há muitos fazendo as mesmas perguntas que você.
WAGNER MOURA, 39, é ator. Protagonizou os filmes "Tropa de Elite" (2007) e "Tropa de Elite 2" (2010). Foi indicado ao prêmio Globo de Ouro neste ano pela série "Narcos" (Netflix)
terça-feira, 29 de março de 2016
Saída do PMDB deixou Planalto de bom humor: abre espaço para um novo governo.
A entrevista coletiva do ministro Jaques Wagner sobre a saída do PMDB do governo não deixa margem de dúvidas: o Palácio do Planalto ficou mais leve, até o humor melhorou.
Aliás, a popularidade de Dilma deve subir, pois o PMDB tem uma das piores imagens políticas para o povo, associada à corrupção e que contaminava a imagem do governo.
E o PMDB nem é um partido tão grande assim. Pode ser substituído por outros. E estava sendo um estorvo no governo, porque em vez de ajudar a governar, como os partidos aliados devem fazer, estava atrapalhando, sabotando, traindo e ainda contaminando com a má imagem.
Livrar-se da novela do PMDB ser ou não governo foi um alívio.
E como disse Jaques Wagner agora dá para renovar o governo, dando uma virada, reorganizando a base governista com outros partidos, mesmo que seja menor, mas será mais consistente, mais comprometida com as transformações sociais que o povo deseja.
Quem não deve estar gostando disso é muito peemedebista que já percebeu que Temer e Cunha vão afundar o PMDB. Não vão conseguir dar o golpe e ainda ficarão com fama de golpistas, traidores e de ratos que abandonam o navio.
#RenunciaTemer bombou nas redes sociais
A saída do PMDB do governo gerou críticas pela população. Nas redes sociais bombou a mensagem #RenunciaTemer cobrando coerência e fazendo piadinhas.
Afinal anunciar sair do governo e não largar o osso do cargo de vice eleito na aba da Dilma, foi considerado sem-vergonhice pelos internautas.
Los Angeles Times: Políticos que votam impeachment são acusados de corrupção
Nesta segunda-feira, o jornal americano Los Angeles Times divulgou um levantamento feito pela ONG Transparência Brasil sobre os políticos que estão incumbidos de analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
No título da reportagem, a publicação diz: "Os políticos que votam o impeachment da presidente do Brasil são acusados de mais corrupção do que ela".
Ao longo do texto, o jornal cita números pesquisados pela ONG sobre os integrantes da Comissão Especial do Impeachment, formada na Câmara para emitir um parecer sobre o pedido de afastamento da petista, e o Congresso como um todo.
Segundo a Transparência Brasil, dos 65 membros da comissão – formada por deputados de partidos que apoiam o governo, da oposição e dos chamados independentes –, 37 enfrentam acusações de corrupção ou outros "crimes graves", conforme cita a publicação americana.
"Cinco membros da comissão são acusados de lavagem de dinheiro, outros 6 de conspiração e 19 são investigados por irregularidades nas contas; 33 são acusados ou de corrupção ou de improbidade administrativa; ao todo, 37 membros foram acusados, alguns deles de crimes múltiplos", afirma.
O LA Times destaca ainda a presença, no colegiado, de Paulo Maluf (PP-SP), ex-prefeito de São Paulo, afirmando que ele é "procurado pela Interpol e que um tribunal de Paris recentemente o condenou à revelia por lavagem de dinheiro e crime organizado". O parlamentar nega a prática de crimes.
Dentre os 513 deputados da Câmara, segundo a Transparência Brasil, 303 são investigados por algum crime. No Senado, o número também ultrapassa os 50%: 49 dos 81 senadores estão envolvidos em investigações.
O Los Angeles Times pondera que os dados fornecidos pela ONG ainda não incluem as informações mais recentes da 26ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada na semana passada, e que tem como alvo executivos da Odebrecht e doleiros.
Uma lista da construtora citando mais de 200 políticos de diversos partidos que teriam recebido doações da empresa foi divulgada pela Polícia Federal – e depois colocada sob sigilo pelo juiz federal Sergio Moro –, mas ainda não há confirmação sobre a legalidade ou não desses repasses.
"Dilma Rousseff, por sua vez, nunca foi investigada oficialmente ou acusada de corrupção, Mas, para tirá-la do poder, os deputados estão se valendo da acusação sobre a manobra orçamentária ("pedaladas fiscais") para esconder o tamanho do deficit do país, e eles garantem que essa é uma ofensa passível de impeachment."
O jornal ainda menciona as investigações contra o vice-presidente Michel Temer (PMDB), que seria o sucessor de Dilma em caso de impeachment. "Michel Temer é suspeito, em investigações da Lava Jato, de estar envolvido em um esquema de compra ilegal de etanol", afirmou, em referência à delação do senador Delcídio do Amaral.
Principal oponente da presidente na última eleição e líder da oposição, Aécio Neves (PSDB) é "investigado pela Lava Jato", afirma o LA Times. A publicação cita documentos obtidos durante as apurações que indicariam que a família de Aécio manteria conta bancária secreta em Liechtenstein, também mencionada por Delcídio.
A Comissão Especial do Impeachment aguarda a defesa da presidente Dilma Rousseff sobre as acusações. A partir daí, o colegiado votará e emitirá um parecer que será levado a plenário – o que o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), planeja fazer no próximo dia 17, um domingo.
A abertura do processo de impeachment precisa de aprovação de dois terços dos deputados antes de ir ao Senado. A presidente só será afastada caso a maioria simples dos senadores também dê aval à decisão da Câmara. Caso isso ocorra, ela ficará afastada por até 180 dias à espera do julgamento final pela Casa.
Agora o Congresso só tem 2 partidos: da Banda Podre e o da Banda Ainda Sadia.
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| Manifestação de 2013 por mais direitos. |
Enquanto o golpe do impeachment tramitar, os partidos não existem de fato no Congresso. Cada deputado ou senador responde por si e não pelo partido. A maioria dos partidos estão divididos.
Na prática só existem dois "partidos" provisórios no Congresso até que se enterre o golpe: o Partido da Banda Podre (PBP), que quer dar o golpe, e o Partido da Banda Ainda Sadia (PBAS), que quer restabelecer a agenda lulista de transformações sociais que o povo reclama e sente falta.
O desafio do governo Dilma é articular contra o golpe com os parlamentares do PBAS (Partido da Banda Ainda Sadia), deixando o PBP (Partido da Banda Podre) com os Eduardo Cunhas, Michel Temer e Aécio Neves da vida.
E nosso desafio nas ruas e nas redes é denunciar cada político golpista, traidor do povo, traidor da pátria e/ou corrupto do PBP (Partido da Banda Podre).
Além de apoiarmos os parlamentares do PBAS (Partido da Banda Ainda Sadia). É com eles que vamos retomar a agenda de transformações sociais implantada por Lula: mais participação e poder popular, mais plebiscitos, mais democracia direta, mais direitos para os cidadãos, reforma política feita pelo povo por consulta popular, tributar as grandes fortunas e as grandes rendas.
A grande chance: Nós do povo no lugar do PMDB. Vai ter luta e é por MAIS DIREITOS.
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| Manifestação de 2013 por mais direitos. |
Cá pra nós já estava insuportável aguentar um partido que se dizia fazer parte do governo mas passou a só trazer problemas de corrupção, conspirar, votar contra e sabotar o tempo todo.
A saída do PMDB faz parte da agenda do golpe, só que tem um lado bom. A história está em nossas mãos. Caiu em nosso colo.
Se tiver luta, não vai ter golpe. E a banda podre do PMDB golpista vai para a lata do lixo da história.
Acredite: Há um vazio de poder em Brasília que só nós do povão podemos preencher nas ruas e nas redes para colocar de novo as transformações sociais na agenda nacional.
Brasília "encolheu" perante o povo como centro de poder.
O povão de verdade, que não é coxinha nem bate panela, quer transformações sociais de verdade, como ocorreu no governo Lula e em parte do governo Dilma. E o golpe não tem nada disso a oferecer. Dilma tem.
Nós somos esse povo. Há muito tempo não vejo tanta mobilização organizada e consciente em tantos lugares diferentes contra o golpe, como temos visto nas últimas semanas.
Se ajustarmos nossas palavras para não "vai ter golpe, vai ter luta e é por MAIS DIREITOS", mais gente virá para a lado da luta pelas transformações sociais que beneficia a todos. Faremos a revolução que Lula começou e o PMDB travou. Pacífica com Dilma.
Por isso todos às ruas. Não apenas para Dilma ficar na cadeira da presidência. É para enquadrarmos o Congresso Nacional a trabalhar para o povo em vez de dar golpes e agir como uma casa de lobistas que lesam a pátria.
É para exigirmos que a banda sadia da política que ainda resta no Congresso prevaleça sobre a banda podre. É para exigirmos que gente como Eduardo Cunha seja defenestrada do poder.
Agenda de lutas por MAIS DIREITOS e contra o golpe.
Justiça aceita denúncia do propinão dos trens de R$ 1,8 bi no governo José Serra (PSDB)
A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia contra sete executivos acusados de cartel e fraude à licitação de 2009, durante o governo José Serra (PSDB) em São Paulo, para a criação de uma Parceria-Público Privada (PPP) no setor metroferroviário paulista. A parceria, no valor total de R$ 1,8 bilhão, contempla a aquisição de 288 carros novos para a frota da linha 8 - Diamante da CPTM além da responsabilidade de realizar por 20 anos a manutenção preventiva, corretiva e revisão geral da frota.
Para a juíza Roseane Cristina de Aguiar Almeida, da 28ª Vara Criminal da capital, há indícios de que os cinco executivos da Alstom e dois da CAF denunciados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate a Delitos Econômicos (Gedec) do Ministério Público de São Paulo cometeram crimes. Diante disso, a magistrada aceitou a 8ª denúncia contra empresários acusados de participar do esquema e deu o prazo de dez dias para que os réus respondam às acusações e indiquem testemunhas.
A denúncia tem por base as investigações do Ministério Público de São Paulo e o acordo de leniência da multinacional alemã Siemens com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 2013. Nesta licitação, apenas o Consórcio Paulista, formado pelas empresas CAF - Brasil Indústria e Comércio S.A., CAF S.A. - Construcciones Y Auxiliar de Ferrocarriles S.A. e ICF - Inversiones en Concesiones Ferroviarias S.A.,ofereceu proposta para assumir a PPP e foi a vencedora do certame.
Ainda assim, segundo Mendroni na denúncia, houve crime financeiro e crime contra a administração pública, pois executivos da Alstom, CAF, Bombardier, Siemens, MGE, Mitsui e Tejofran teriam discutido estratégias para dividir o certame e até fazer parcerias.
Na acusação são listadas 10 trocas de e-mails entre executivos da Alstom com referência às reuniões com representantes de outras empresas e também com a indicação de que eles não chegaram a um “acordo global” sobre como seria dividido o contrato entre as empresas.
‘Competição sem competidores’. Diante disso, a denúncia aponta que a CAF já sabia que as outras empresas não iriam apresentar proposta para a licitação, o que configurou uma “competição sem competidores”. “Exatamente pelo teor das conversas (a CAF) teve a certeza da não participação de outras empresas na ‘concorrência’ e ofereceu o preço que bem entendeu - seguramente muito acima daquele que resultaria de ambiente competitivo, já que não encontraria qualquer resistência”, assinala Mendroni na denúncia.
Chamou a atenção do Gedec o fato de que o preço oferecido pelo consórcio formado pela CAF ser apenas 0,0099% abaixo do valor de referência estabelecido pela CPTM na licitação. Além disso, dentre as trocas de e-mails que indicam as tratativas entre empresas concorrentes, uma mensagem de Cesar Ponce de Leon de 19 de setembro de 2009 mostra a preocupação do grupo em explicar para a CPTM o porquê de apenas uma oferta, caso todas as empresas decidissem dividir o projeto.
“A solução de se juntarem todos, tem para mim o problema de que teremos que explicar ao cliente que só haverá uma oferta (pode-se justificar pelo problema de capital, dos prazos de entrega etc.). Além do mais, se os trens novos são para nós e para a CAF, acho difícil que Bombardier e Siemens o aceitem. A segunda solução (CAF e nós, + MGE mais financeiro) me parece mais viável”, afirmou o executivo para seus colegas de empresa. Em seguida, ele ainda sugere que não haveria competição se uma das empresas não participasse. “Mas haverá competição, a não ser que a Siemens ‘jogue a toalha’”.
Apesar de indicar a participação de executivos de outras empresas na denúncia, o Ministério Público afirma que não encontrou provas suficientes para enquadrá-los nos crimes.
Aditivo. Além da licitação com proposta única e dos e-mails indicando a estratégia conjunta das empresas, chamou a atenção do Ministério Público o fato de o governo do Estado de São Paulo ter assinado, já em fevereiro de 2015 no segundo mandato do governo Geraldo Alckmin, um aditivo de R$ 13,3 milhões, “praticamente equivalente àquele valor da diferença entre o valor de referência (da CPTM e o valor proposta (da CAF)”.
A justificativa do aditivo era a instalação de equipamentos de bordo de Controle de Tráfego Automático em 36 novos trens fornecidos, o que não estava previsto no contrato inicial. Apesar da referência, a denúncia não acusa nenhum funcionário público, nem as estatais e nem o governo de São Paulo, de irregularidades.
Na ocasião da denúncia, a Alstom e a CAF informaram que estão colaborando com as autoridades brasileiras. As informações são do Estadão Conteúdo
Para a juíza Roseane Cristina de Aguiar Almeida, da 28ª Vara Criminal da capital, há indícios de que os cinco executivos da Alstom e dois da CAF denunciados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate a Delitos Econômicos (Gedec) do Ministério Público de São Paulo cometeram crimes. Diante disso, a magistrada aceitou a 8ª denúncia contra empresários acusados de participar do esquema e deu o prazo de dez dias para que os réus respondam às acusações e indiquem testemunhas.
A denúncia tem por base as investigações do Ministério Público de São Paulo e o acordo de leniência da multinacional alemã Siemens com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 2013. Nesta licitação, apenas o Consórcio Paulista, formado pelas empresas CAF - Brasil Indústria e Comércio S.A., CAF S.A. - Construcciones Y Auxiliar de Ferrocarriles S.A. e ICF - Inversiones en Concesiones Ferroviarias S.A.,ofereceu proposta para assumir a PPP e foi a vencedora do certame.
Ainda assim, segundo Mendroni na denúncia, houve crime financeiro e crime contra a administração pública, pois executivos da Alstom, CAF, Bombardier, Siemens, MGE, Mitsui e Tejofran teriam discutido estratégias para dividir o certame e até fazer parcerias.
Na acusação são listadas 10 trocas de e-mails entre executivos da Alstom com referência às reuniões com representantes de outras empresas e também com a indicação de que eles não chegaram a um “acordo global” sobre como seria dividido o contrato entre as empresas.
‘Competição sem competidores’. Diante disso, a denúncia aponta que a CAF já sabia que as outras empresas não iriam apresentar proposta para a licitação, o que configurou uma “competição sem competidores”. “Exatamente pelo teor das conversas (a CAF) teve a certeza da não participação de outras empresas na ‘concorrência’ e ofereceu o preço que bem entendeu - seguramente muito acima daquele que resultaria de ambiente competitivo, já que não encontraria qualquer resistência”, assinala Mendroni na denúncia.
Chamou a atenção do Gedec o fato de que o preço oferecido pelo consórcio formado pela CAF ser apenas 0,0099% abaixo do valor de referência estabelecido pela CPTM na licitação. Além disso, dentre as trocas de e-mails que indicam as tratativas entre empresas concorrentes, uma mensagem de Cesar Ponce de Leon de 19 de setembro de 2009 mostra a preocupação do grupo em explicar para a CPTM o porquê de apenas uma oferta, caso todas as empresas decidissem dividir o projeto.
“A solução de se juntarem todos, tem para mim o problema de que teremos que explicar ao cliente que só haverá uma oferta (pode-se justificar pelo problema de capital, dos prazos de entrega etc.). Além do mais, se os trens novos são para nós e para a CAF, acho difícil que Bombardier e Siemens o aceitem. A segunda solução (CAF e nós, + MGE mais financeiro) me parece mais viável”, afirmou o executivo para seus colegas de empresa. Em seguida, ele ainda sugere que não haveria competição se uma das empresas não participasse. “Mas haverá competição, a não ser que a Siemens ‘jogue a toalha’”.
Apesar de indicar a participação de executivos de outras empresas na denúncia, o Ministério Público afirma que não encontrou provas suficientes para enquadrá-los nos crimes.
Aditivo. Além da licitação com proposta única e dos e-mails indicando a estratégia conjunta das empresas, chamou a atenção do Ministério Público o fato de o governo do Estado de São Paulo ter assinado, já em fevereiro de 2015 no segundo mandato do governo Geraldo Alckmin, um aditivo de R$ 13,3 milhões, “praticamente equivalente àquele valor da diferença entre o valor de referência (da CPTM e o valor proposta (da CAF)”.
A justificativa do aditivo era a instalação de equipamentos de bordo de Controle de Tráfego Automático em 36 novos trens fornecidos, o que não estava previsto no contrato inicial. Apesar da referência, a denúncia não acusa nenhum funcionário público, nem as estatais e nem o governo de São Paulo, de irregularidades.
Na ocasião da denúncia, a Alstom e a CAF informaram que estão colaborando com as autoridades brasileiras. As informações são do Estadão Conteúdo
segunda-feira, 28 de março de 2016
STJ desengaveta investigação do rombo na Petrobras sob FHC. Terá punição?
Caso guarda semelhanças com o episódio que livrou a cara do banqueiro Salvatore Caciolla. em 1999: operação cambial lesiva ao erário para "comprar" prejuízos de empresas privadas com dinheiro público
Recentemente o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), revelou em livro escrito por ele que durante seu governo – mais precisamente 18 anos antes da deflagração da primeira fase da Lava Jato – teve conhecimento de que a Petrobras era palco de um escândalo de corrupção.No último 18 de março, eis que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) resolveu mexer nessa história determinando a realização de uma perícia, pela Petrobras, em contrato firmado entre a estatal e a corporação ibero-argentina Repsol YPF em 2001, no segundo mandato do tucano...Continue lendo aqui
Para intelectuais estrangeiros, democracia brasileira enfrenta ameaça
Um manifesto online, assinado por 51 acadêmicos especializados em estudos sobre o Brasil em universidades estrangeiras, diz que a democracia brasileira encontra-se “seriamente ameaçada” pelo atual clima político. O documento, que convoca intelectuais estrangeiros a aderirem ao texto, já recebeu mais de mil subscrições até a manhã desta segunda-feira (28), desde que foi lançado, há quatro dias.
Idealizado pelo historiador James Green, da Universidade Brown, em Rhode Island, nos Estados Unidos, e o sociólogo brasileiro Renan Quinalha, pesquisador convidado na Brown, o manifesto reconhece a legitimidade e a necessidade do combate à corrupção por meio de inquéritos como os da Operação Lava Jato, mas acusa o que seriam abusos na condução da investigação e afirma que “setores do judiciário, com o apoio de interesses da grande imprensa, têm se tornado protagonistas em prejudicar o Estado de Direito”.
“Tomamos a iniciativa de organizar esse abaixo-assinado por conta da grave situação política que o Brasil atravessa hoje. Recebemos uma chamada de acadêmicos brasileiros pedindo solidariedade na defesa da democracia e atendemos prontamente a esse chamado”, disse Green, por email, à Agência Brasil. “Nossa intenção foi somar a comunidade acadêmica internacional às diversas iniciativas que estão se proliferando pelo Brasil.”
Green é autor dos livros Além do Carnaval – A Homossexualidade Masculina no Brasil do Séc. XX(Unesp, 2000) e Apesar de Vocês – Oposição à Ditadura Brasileira nos Estados Unidos, 1964-1985(Companhia das Letras, 2009), que analisa as relações Brasil-EUA no período e conta a história de pessoas que combateram o regime militar brasileiro a partir do país norte-americano.
O texto é assinado, entre outros, por brasilianistas como Barbara Weinstein (New York University), autora de diversos livros sobre o Brasil pós-colonial; Elizabeth Leeds (Massachussets Institute of Technology – MIT), que é também cofundadora e presidente de honra do Fórum Brasileiro de Segurança Pública; e Jean Hébrard, professor na Ecóle de Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris. Assinam ainda intelectuais brasileiros que no momento atuam fora do país, como o especialista em literatura brasileira Pedro Meira Monteiro, que leciona na Universidade Princeton, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, e o historiador Sidney Chalhoub, professor convidado na Universidade Harvard, em Massachussets (EUA).
Impeachment
No manifesto, os acadêmicos enxergam um sério risco de que a retórica contra a corrupção esteja sendo usada para desestabilizar um governo democraticamente eleito, citando que o mesmo expediente fora utilizado antes da queda do ex-presidente João Goulart (1964), dando espaço à ditadura militar subsequente. À Agência Brasil, Barbara Weinstein criticou o processo de impeachment em curso no Congresso.
“Caso surjam evidências de algo mais sério do que 'contabilidade criativa', ou se você puder encontrar uma maioria de dois terços da Câmara dos Deputados que se acredite nunca ter cometido qualquer ato que possa ser descrito como 'corrupto' ou 'desonesto', então talvez eu possa considerar legítimo que eles decidam se Dilma permanece no cargo ou é impedida”, disse Weinstein. “Acho muito improvável.”
Para Chalhoub, um dos historiadores brasileiros de maior projeção internacional, “o processo de impeachment tem bases muito frágeis, como já mostraram vários juristas. E está sendo conduzido por parlamentares sobre os quais pesam acusações de gravidade ímpar. Destituir uma presidenta desse modo fragiliza a democracia, é um golpe contra ela, traduz apenas o inconformismo dos derrotados nas eleições de 2014. Esse é um momento decisivo da democracia brasileira”, disse ele à Agência Brasil.
Dos mais de mil subscritos no abaixo-assinado disponível no site Avaaz, grande parte é composta por acadêmicos do México e da Argentina, mas há intelectuais de países diversos, como África do Sul, Índia, Japão e Turquia. Do Jornal do Brasil
Idealizado pelo historiador James Green, da Universidade Brown, em Rhode Island, nos Estados Unidos, e o sociólogo brasileiro Renan Quinalha, pesquisador convidado na Brown, o manifesto reconhece a legitimidade e a necessidade do combate à corrupção por meio de inquéritos como os da Operação Lava Jato, mas acusa o que seriam abusos na condução da investigação e afirma que “setores do judiciário, com o apoio de interesses da grande imprensa, têm se tornado protagonistas em prejudicar o Estado de Direito”.
“Tomamos a iniciativa de organizar esse abaixo-assinado por conta da grave situação política que o Brasil atravessa hoje. Recebemos uma chamada de acadêmicos brasileiros pedindo solidariedade na defesa da democracia e atendemos prontamente a esse chamado”, disse Green, por email, à Agência Brasil. “Nossa intenção foi somar a comunidade acadêmica internacional às diversas iniciativas que estão se proliferando pelo Brasil.”
Green é autor dos livros Além do Carnaval – A Homossexualidade Masculina no Brasil do Séc. XX(Unesp, 2000) e Apesar de Vocês – Oposição à Ditadura Brasileira nos Estados Unidos, 1964-1985(Companhia das Letras, 2009), que analisa as relações Brasil-EUA no período e conta a história de pessoas que combateram o regime militar brasileiro a partir do país norte-americano.
O texto é assinado, entre outros, por brasilianistas como Barbara Weinstein (New York University), autora de diversos livros sobre o Brasil pós-colonial; Elizabeth Leeds (Massachussets Institute of Technology – MIT), que é também cofundadora e presidente de honra do Fórum Brasileiro de Segurança Pública; e Jean Hébrard, professor na Ecóle de Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris. Assinam ainda intelectuais brasileiros que no momento atuam fora do país, como o especialista em literatura brasileira Pedro Meira Monteiro, que leciona na Universidade Princeton, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, e o historiador Sidney Chalhoub, professor convidado na Universidade Harvard, em Massachussets (EUA).
Impeachment
No manifesto, os acadêmicos enxergam um sério risco de que a retórica contra a corrupção esteja sendo usada para desestabilizar um governo democraticamente eleito, citando que o mesmo expediente fora utilizado antes da queda do ex-presidente João Goulart (1964), dando espaço à ditadura militar subsequente. À Agência Brasil, Barbara Weinstein criticou o processo de impeachment em curso no Congresso.
“Caso surjam evidências de algo mais sério do que 'contabilidade criativa', ou se você puder encontrar uma maioria de dois terços da Câmara dos Deputados que se acredite nunca ter cometido qualquer ato que possa ser descrito como 'corrupto' ou 'desonesto', então talvez eu possa considerar legítimo que eles decidam se Dilma permanece no cargo ou é impedida”, disse Weinstein. “Acho muito improvável.”
Para Chalhoub, um dos historiadores brasileiros de maior projeção internacional, “o processo de impeachment tem bases muito frágeis, como já mostraram vários juristas. E está sendo conduzido por parlamentares sobre os quais pesam acusações de gravidade ímpar. Destituir uma presidenta desse modo fragiliza a democracia, é um golpe contra ela, traduz apenas o inconformismo dos derrotados nas eleições de 2014. Esse é um momento decisivo da democracia brasileira”, disse ele à Agência Brasil.
Dos mais de mil subscritos no abaixo-assinado disponível no site Avaaz, grande parte é composta por acadêmicos do México e da Argentina, mas há intelectuais de países diversos, como África do Sul, Índia, Japão e Turquia. Do Jornal do Brasil
Ex-presidente do PP cita FHC, ministro do TCU e irmã de Aécio em delação
O ex-deputado federal Pedro Corrêa (PE), ex-presidente do PP com mais de 40 anos de atividade parlamentar, citou políticos da oposição e da base do governo em sua delação premiada, negociada por cerca de oito meses e assinada há duas semanas com a PGR.
De acordo com Corrêa, o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União, recebia mesada de José Janene, ex-deputado do PP. Nardes, responsável pelo parecer das "pedaladas fiscais", que dá base ao impeachment, também foi deputado pelo PP.
Reportagem da Folha de S. Paulo com trechos da delação premiada que vem sendo negociada pelo ex-deputado indica que se esta for homologada pelo Supremo Tribunal Federal pode garantir transtornos à oposição.
Quando Nardes foi nomeado ministro do TCU, em 2005, um recibo que comprovava o pagamento da propina teria sido destruído. O valor era entre R$ 10 mil e R$ 20 mil.
Corrêa também mencionou a irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, uma das principais assessoras do político, em uma lista de operadores de propina, como a responsável por conduzir movimentações financeiras ligadas ao tucano.
Em outro trecho, Corrêa fala que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comprou a emenda da reeleição, com o apoio de grandes empresários, como do banqueiro Olavo Setúbal, já falecido, ex-dono do Itaú.
"Olavo Setubal dava bilhetes a parlamentares que acabavam de votar, para que se encaminhassem a um doleiro em Brasília e recebessem propinas em dólares americanos", diz o anexo da delação.
De acordo com Corrêa, o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União, recebia mesada de José Janene, ex-deputado do PP. Nardes, responsável pelo parecer das "pedaladas fiscais", que dá base ao impeachment, também foi deputado pelo PP.
Reportagem da Folha de S. Paulo com trechos da delação premiada que vem sendo negociada pelo ex-deputado indica que se esta for homologada pelo Supremo Tribunal Federal pode garantir transtornos à oposição.
Quando Nardes foi nomeado ministro do TCU, em 2005, um recibo que comprovava o pagamento da propina teria sido destruído. O valor era entre R$ 10 mil e R$ 20 mil.
Corrêa também mencionou a irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, uma das principais assessoras do político, em uma lista de operadores de propina, como a responsável por conduzir movimentações financeiras ligadas ao tucano.
Em outro trecho, Corrêa fala que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comprou a emenda da reeleição, com o apoio de grandes empresários, como do banqueiro Olavo Setúbal, já falecido, ex-dono do Itaú.
"Olavo Setubal dava bilhetes a parlamentares que acabavam de votar, para que se encaminhassem a um doleiro em Brasília e recebessem propinas em dólares americanos", diz o anexo da delação.
Paulinho da Força e Roberto Freire estão na lista de propinas da Odebrecht
Um dos principais defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff e grande aliado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o deputado federal Paulinho da Força (SDD-SP) figura na lista de políticos beneficiados com propinas da construtora Odebrecht, segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo deste sábado (26).
De acordo com planilhas apreendidas pela Polícia Federal às quais o jornal teve acesso, Paulinho da Força recebeu R% 500 mil como "pagamentos via bônus". As informações constam em um e-mail encontrado no computador de um dos executivos da construtora, na Operação Acarajé.
Outro grande entusiasta do impeachment, o deputado federal Roberto Freire (PPS-SP) tem seu nome citado no e-mail com o valor de R$ 500 mil ao lado. Além dele, a ex-vereadora Soninha Francine (SP), do mesmo partido, está associada a um segundo repasse também de R$ 500 mil.
Levantamento do Estadão mostra que oficialmente o PPS não recebeu nenhuma doação de empresas do grupo Odebrecht em 2012. Roberto Freire disse que o partido recebeu R$ 500 mil e que encaminhou um comprovante de doação de uma empresa distribuidora de bebidas. Ele alega que naquela época foi informado que o dinheiro era da Odebrecht.
Já Paulinho da Força, ao ser questionado pela reportagem do jornal, afirmou que "provavelmente" recebeu dinheiro da Odebrecht em 2012, quando disputou a Prefeitura de São Paulo.
De acordo com planilhas apreendidas pela Polícia Federal às quais o jornal teve acesso, Paulinho da Força recebeu R% 500 mil como "pagamentos via bônus". As informações constam em um e-mail encontrado no computador de um dos executivos da construtora, na Operação Acarajé.
Outro grande entusiasta do impeachment, o deputado federal Roberto Freire (PPS-SP) tem seu nome citado no e-mail com o valor de R$ 500 mil ao lado. Além dele, a ex-vereadora Soninha Francine (SP), do mesmo partido, está associada a um segundo repasse também de R$ 500 mil.
Levantamento do Estadão mostra que oficialmente o PPS não recebeu nenhuma doação de empresas do grupo Odebrecht em 2012. Roberto Freire disse que o partido recebeu R$ 500 mil e que encaminhou um comprovante de doação de uma empresa distribuidora de bebidas. Ele alega que naquela época foi informado que o dinheiro era da Odebrecht.
Já Paulinho da Força, ao ser questionado pela reportagem do jornal, afirmou que "provavelmente" recebeu dinheiro da Odebrecht em 2012, quando disputou a Prefeitura de São Paulo.
sábado, 26 de março de 2016
STF desarquiva ações contra ministros de FHC por improbidade. Terá punição?
A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal aceitou recurso da Procuradoria-Geral da República e autorizou a retomada de duas ações de reparação de danos por improbidade administrativa contra ex-ministros do governo de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB: Pedro Malan (Fazenda), José Serra (Planejamento, Orçamento e Gestão), Pedro Parente (Casa Civil), além de ex-presidentes e diretores do Banco Central.
As ações, ajuizadas pelo Ministério Público Federal, questionavam assistência financeira no valor de R$ 2,97 bilhões pelo Banco Central ao Banco Econômico e Bamerindus, em 1994, assim como outros atos decorrentes da criação, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer) - que socorreu bancos em dificuldades.
Em 2002, Gilmar Mendes deu liminar para suspender as ações e, em 2008, mandou arquivar os processos que estavam na Justiça Federal do DF. A defesa dos ex-ministros se fundamentava no artigo 102 da Constituição Federal, segundo o qual cabe ao STF processar e julgar, originariamente, os ministros de Estado, "nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade". Invocou, nesse sentido, decisão liminar proferida pelo ministro Nelson Jobim (aposentado), nos autos da RCL 2138.
A decisão da 1ª Turma entendeu que a ação de improbidade é civil e não penal. Assim, mesmo que envolvam políticos com foro privilegiado, retorna para tribunais de origem, a 20ª e 22ª Varas Federais do DF.
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| José Serra, ex-ministro de FHC investigado em ação desarquivada pelo STF |
Entres os alvos estão os ex-ministros Pedro Malan (Fazenda), José Serra (Planejamento) –hoje senador (PSDB-SP)–, Pedro Parente (Casa Civil), além de ex-presidentes e diretores do Banco Central. A informação foi antecipada pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
As ações questionavam assistência financeira no valor de R$ 2,9 bilhões pelo Banco Central ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, assim como outros atos decorrentes da criação, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer).
O caso chegou ao STF em 2002, mas uma decisão do ministro Gilmar Mendes, em 2008, determinou o arquivamento das ações ajuizadas pelo Ministério Público na Justiça de Brasília. O Ministério Público recorreu da decisão de Gilmar Mendes.
No último dia 15, a primeira turma do STF decidiu acolher o recurso da Procuradoria-Geral da República contra o entendimento de Gilmar.
Os ministros seguiram o voto da ministra Rosa Weber, relatora do caso. O ministro Luiz Fux não participou do julgamento. O caso está em segredo de justiça.
RECLAMAÇÃO
Em 2008, Gilmar Mendes admitiu uma reclamação dos ex-ministros do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso que apontavam a usurpação da competência do STF pelos dois juízos federais em Brasília.
A defesa argumentou que cabe ao STF processar e julgar, originariamente, os ministros de Estado, "nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade".
A primeira ação, ajuizada na 22ª Vara Federal de Brasília, ainda não havia sido julgada e pediu a condenação dos ex-ministros ao ressarcimento, ao erário, das verbas alocadas para pagamento de correntistas de bancos que sofreram intervenção na gestão deles (Econômico e Bamerindus), bem como à perda dos direitos políticos.
Na segunda, que envolvia, além de Malan e Serra, Pedro Parente, relativamente a período em que foi ministro interino da Fazenda, assim como os ex-presidentes do Banco Central (BC) Gustavo Loyola, Francisco Lopes e Gustavo Franco e ex-diretores do BC, o juiz julgou o pedido do MPF parcialmente procedente.
Condenou os ex-ministros a devolverem ao erário "verbas alocadas para o pagamento dos correntistas dos bancos sob intervenção", porém não acolheu o pedido de perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, bem como de pagamento de multa civil e de proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente.
O juiz alegou que não fora provado "que os réus, por estes atos, acresceram os valores atacados, ou parte deles, a seus patrimônios".
Ao determinar o arquivamento dos dois processos, Gilma Mendes r alegou que o entendimento do STF deixou claro que os atos de improbidade descritos na Lei 8.429/1992 (dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional) "constituem autênticos crimes de responsabilidade", contendo, "além de forte conteúdo penal, a feição de autêntico mecanismo de responsabilização política".
Entretanto, segundo Gilmar Mendes, em se tratando de ministros de Estado, "é necessário enfatizar que os efeitos de tais sanções em muito ultrapassam o interesse individual dos ministros envolvidos".
O ministro chamou atenção para o valor da condenação imposta aos ex-ministros e ex-dirigentes do BC pelo juiz da 20ª Vara Federal do DF, de quase R$ 3 bilhões, salientando que este valor, "dividido entre os 10 réus, faz presumir condenação individual de quase R$ 300 milhões".
Segundo ele, "estes dados, por si mesmos, demonstram o absurdo do que se está a discutir". Ele observou, ainda, que esses valores "são tão estratosféricos" que, na sentença condenatória, os honorários advocatícios foram arbitrados em mais de R$ 200 milhões, sendo reduzidos pela metade, ou seja, quantia em torno de R$ 100 milhões.
Portanto, conforme o ministro Gilmar Mendes, os ministros de estado não se sujeitam à disciplina de responsabilização de que trata a Lei 8.429/1992, mas sim à da Lei 1.079/50, que define os crimes de responsabilidade e regula o respectivo processo de julgamento. E este julgamento, em grau originário, é de exclusiva competência do STF. Assim, à época em que os reclamantes eram ministros de Estado, não se sujeitavam à Lei 8.429/1992, pela qual foram processados e condenados.Informações G1
Embaixada da Itália desmente a Veja
Embaixada da Itália desmente a Veja e derruba o nefasto Golpe no Brasil!
Não era necessário desmentir a Veja. Todos sabem que a revista não tem credibilidade. Passou de panfleto do PSDB para assessoria de imprensa dos tucanos. Mas, já que a Itália desmentiu, eis o documento que prova mais uma vez que a revista vive de imaginação
Reação ao golpe na Arena Pernambuco
Antes de o jogo começar o primeiro embate: “Fora Dilma” x “Não vai ter golpe” Quem lá estava conta que, surpreendentemente, o segundo coro foi mais alto. (De Juca Kfouri comentando o jogo Brasil x Uruguai na Arena Pernambuco lotada por 40 mil torcedores)
Cineastas, atores, roteiristas e demais profissionais do audiovisual assinam manifesto contra o golpe
Uma comissão de cineastas, atores, roteiristas e demais profissionais do audiovisual, encabeçada por Dandara Ferreira e pelo produtor Luiz Carlos Barreto, assinou um manifesto na internet contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, difundido nas redes sociais desde quarta-feira (23).
Em meia hora os signatários do documento já excediam a casa dos 2.000. Segundo Dandara, entre os mais célebres estão os cineastas Kleber Mendonça Filho, Karim Aïnouz e Jorge Furtado, os atores Wagner Moura, Paulo Betti e Jesuíta Barbosa, além do ator e roteirista Gregório Duvivier
A diretora Anna Muylaert, que na quarta-feira (23) dedicou o prêmio recebido do jornal "O Globo" pelo filme "Que Horas Ela Volta?" a Lula e Dilma, também assina o manifesto.
"Denunciamos aqui o risco iminente da interrupção da ordem democrática pela imposição de um impeachment sem base jurídica e provas concretas, levado a cabo por um Congresso contaminado por políticos comprovadamente corruptos ou sob forte suspeição, a começar pelo presidente da casa, o deputado federal Eduardo Cunha.", diz o texto.
Os signatários expressaram indignação diante das "arbitrariedades promovidas por setores da Justiça, dos quais espera-se equilíbrio e apartidarismo". Tais atitudes colocariam em xeque "a convivência, o respeito à diferença e a paz social".
O manifesto tem o intuito de "denunciar essa enganosa narrativa" e alertar a comunidade internacional do audiovisual sobre o momento político no país. Os profissionais demonstraram a intenção de lançar mão de instrumentos legais para "impedir um retrocesso em nossa frágil democracia". As informações estão na Folha
LEIA O MANIFESTO NA ÍNTEGRA
Nós, cineastas, roteiristas, atores, produtores, distribuidores e técnicos do audiovisual brasileiro, nos manifestamos para defender a democracia ameaçada pela tentativa de impeachment da Presidenta Dilma Rousseff. Entendemos que nossa jovem democracia, duramente reconquistada após a ditadura militar, é o maior patrimônio de nossa sociedade.
Sem ela, não teríamos obtido os avanços sociais, econômicos e culturais das últimas décadas. Sem ela, não haveria liberdade para expressarmos nossas distintas convicções,__ pensamentos e ideologias. Sem ela, não poderíamos denunciar o muito que falta para o país ser uma nação socialmente mais justa. Por isso, nos colocamos em alerta diante do grave momento que ora atravessamos, pois só a democracia plena garante a liberdade sem a qual nenhum povo pode se desenvolver e construir um mundo melhor._
STF já analisou 'excesso' de Moro no caso Banestado
Anos antes do início da Operação Lava Jato, ministros do Supremo Tribunal Federal já tiveram de julgar supostos excessos do juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal em Curitiba. Em 2010, a 2.ª Turma do tribunal começou um julgamento só encerrado em 2013 em que foram contestados atos do magistrado relativos à Operação Banestado - escândalo de evasão de dezenas bilhões de reais do Banco do Estado do Paraná na década de 1990.
Na ocasião, sobraram críticas feitas pelos ministros da Corte presentes à condução das investigações por Moro. A turma entendeu, no entanto, que não houve demonstração de parcialidade por parte dele que gerasse um desvirtuamento do caso e viram preservado o direito ao devido processo legal, por isso decidiram não afastar o magistrado e manter a validade dos atos praticados. O STF, no entanto, encaminhou as contestações aos atos do juiz do Paraná ao Conselho Nacional de Justiça, onde a apuração foi arquivada.
Um dos ministros mais críticos aos procedimentos do juiz em 2013 foi Gilmar Mendes, que pediu vista do processo em 2010 ao revelar preocupação com os atos de Moro. Para ele, o caso mostrava um "conjunto de atos abusivos" e "excessos censuráveis" praticados pelo juiz. No acórdão da decisão, que resume o debate do julgamento, Mendes escreveu que "são inaceitáveis os comportamentos em que se vislumbra resistência ou inconformismo do magistrado, quando contrariado por decisão de instância superior".
sexta-feira, 25 de março de 2016
Políticos portugueses dizem não para os golpistas, Temer, Aécio, Serra e Gilmar Mendes
Encontro dos tucanos me Lisboa foi visto pelos políticos Portugueses como conspiração contra o governo brasileiro
O vice-presidente da República, Michel Temer, os tucanos Aécio Neves e José Serra, e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Dias Toffoli e o presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Aroldo Cedraz, levaram uma "chega pra lá" dos políticos portugueses.Membros do governo Português entendeu que a reunião, liderada pelo tucano Gilmar Mendes, tinha cheiro de golpe e cor do golpe. Temer alega que cancelou viagem a Portugal para participar do evento promovido pelo instituto de ministro do STF Gilmar Mendes. Seria a foto do golpe.Se Portugal apoiasse
A viagem da oposição vinha sendo criticada porque o seminário em Lisboa, intitulado “Constituição e Crise — A Constituição no contexto das crises política e econômica”, passou a ser visto como uma reunião para tratar do Brasil ‘pós-Dilma’.
Diante do caráter oposicionista do encontro, políticos portugueses convidados a participar do seminário deixaram claro o desconforto com o que passou a ser visto como palco de um “governo no exílio”. Há um movimento de esvaziamento do evento entre figuras ilustres inicialmente confirmadas. O mais importante convidado, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, já avisou que será muito difícil comparecer. Nos cartazes do seminário Rebelo de Sousa constava como orador que iria encerrar o evento. O colóquio tinha ainda mais um motivo para ter o presidente, já que será sediado na Universidade de Lisboa, onde, até o mês passado, Rebelo de Sousa lecionava.
Além dele, o outro membro do governo português, Jaime Gama, que é ministro de Negócios Estrangeiros, também cancelou sua participação. O motivo, segundo políticos portugueses, é que o evento poderá ter “tom conspiratório” e tratar de justificativas para o impeachment da presidente Dilma.
Da parte brasileira, o seminário é promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), coordenado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. Entre os principais oradores brasileiros estarão os senadores tucanos José Serra e Aécio Neves. Segundo o jornal Público, um dos principais de Portugal, fontes oficiais tratavam o evento como palco de um “governo no exílio”. Até mesmo o ex-primeiro ministro Pedro Passos Coelho também estaria cancelando sua ida.
Me parece um seminário muito enviesado, só por um lado da questão, tendo na lista de oradores brasileiros somente possíveis beneficiários de um eventual impeachment. As mesas de debate quase têm como preocupação procurar uma justificativa teórica ou acadêmica para o impeachment — avaliou ao jornal O Globo o ex-deputado do Parlamento Europeu e historiador, Rui Tavares.
quinta-feira, 24 de março de 2016
Planilha da Odebrecht indica origem dos superpoderes de Eduardo Cunha
Presidente da Câmara aparece como "padrinho" de doações vultosas para os partidos que compõem a chamada "bancada do Cunha", que vota com o chefe sem questionar
Uma das várias planilhas apreendidas em um escritório no Rio de Janeiro do executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Júnior na 23ª fase da Operação Lava Jato demonstra de forma cristalina o que todo o meio político de Brasília sabia, mas faltavam provas materiais: o poder do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sobre bancadas de parlamentares emanou do dinheiro...Continue lendo aqui
Anna Muylaert dedica prêmio do filme “Que Horas Ela Volta?” a Lula e Dilma
Anna Muylaert, diretora do filme "Que Horas Ela Volta?", dedicou prêmio recebido pelo "O Globo", nesta quarta (23), "às Jéssicas" e ao ex-presidente Lula e à presidente Dilma Rousseff, classificados pela cineasta como pai e mãe das versões reais de sua personagem. As informações estão na FolhaDurante seu discurso, Anna afirmou que o longa é sobre "amor e política. Política não partidária". Ela disputava com o ator Paulo Gustavo e a documentarista Petra Costa a categoria cinema do prêmio Faz Diferença.
"Quero dedicar esse prêmio às Jéssicas que estão hoje na universidade e a algumas pessoas que eu acredito que têm muito a ver com isso. Entendo essas pessoas como pai e mãe das Jéssicas. Não no filme, mas na vida real: o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff", disse.
"Que Horas Ela volta?" foi escolhido pelo Ministério da Cultura para representar o Brasil na lista de indicados como melhor filme estrangeiro no Oscar de 2016, mas acabou fora da disputa.
A produção, que explora os conflitos de classe, conta a história de Val (Regina Casé), uma empregada doméstica nordestina que deixa a filha Jéssica (Camila Márdila) para trabalhar em São Paulo. Anos mais tarde, a fim de prestar vestibular na capital paulista, a garota passa a viver com a mãe na casa dos patrões. Veja vídeo
Lava Jato vasculha apartamento de ex-tesoureiro de governador tucano
A Polícia Federal vasculhou, nessa terça-feira (22), o apartamento do presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, nos Jardins, em São Paulo, pela 26ª fase da Operação Lava Jato. Ex-tesoureiro do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), Rincón foi alvo de mandado de busca e apreensão da etapa da Lava Jato que mira contratos do Grupo Odebrecht.
Segundo o jornal O Popular, o nome de um auxiliar do presidente da Agetop aparece em uma lista que indica o recebimento de pagamentos efetuados por ordem de Ricardo Ferraz, diretor de contrato da Odebrecht Infraestrutura, responsável pelas obras do aeroporto de Goiânia. O valor, de R$ 1 milhão, foi entregue, de acordo com os investigadores, em 22 de outubro de 2014, ao policial militar Sérgio Rodrigues de Souza Vaz, falecido no início deste ano. A planilha, informam os repórteres Fabiana Pulcineli e Márcio Leijoto, registrava ainda dois celulares em nome de Sérgio, que atuava como motorista de Rincón.
Um dos anexos da representação feita pela PF ao juiz reproduz a planilha com anotação à mão: “Entregar (indica o endereço do apartamento de Jayme) ao senhor Sérgio (telefones registrados) dia 22/10, das 10h às 12h”. De acordo com a Lava Jato, também aparece na lista um nome identificado como “Comprido”, apontado como beneficiário de R$ 400 mil.
O advogado de Jayme Rincón pediu na Justiça cópia integral dos autos. O ex-tesoureiro da campanha de Marconi informou ao jornal que nada foi levado do apartamento onde moram seus filhos na capital paulista. Ele afirmou não ter qualquer vínculo com Ricardo Ferraz e que não faz a “menor ideia” do que os policiais procuravam.
“Não temos (Agetop) contrato algum com a Odebrecht. Não há nenhum negócio”, disse ao Popular. Ele contou que recebeu o diretor do grupo duas ou três vezes na sede da agência goiana, quando o governo cogitou fazer a concessão de rodovias estaduais em 2012. “Como ele era o responsável pelo aeroporto, ficava ali perto (da sede da agência), esteve algumas vezes comigo. Mas a questão não prosperou e não falamos mais”, declarou.
As obras do aeroporto são de responsabilidade da Infraero, do governo federal, mas os investigadores da Lava Jato disseram ontem em entrevista coletiva que apuram também a existência de esquemas paralelos da Odebrecht em contratos nos estados.
Por meio de nota, a Infraero afirma que não tem conhecimento de qualquer investigação relativa às atuais obras do novo aeroporto de Goiânia. “A obra está sendo finalizada, com conclusão total dos trabalhos prevista para abril e inauguração agendada para 31 de maio”, diz. Licitadas em 2003, as obras do aeroporto começaram em 2005, foram paralisadas em 2007, por suspeita de irregularidades, e só foram retomadas em 2013.
Silêncio na CPI
Em agosto de 2012, Jayme Rincón esteve na CPI do Cachoeira para prestar esclarecimentos. Mas, munido de um habeas corpus, ele se recusou a responder às perguntas dos parlamentares. “Atendendo a recomendação técnica de meu advogado, eu permanecerei calado”, limitou-se a dizer o ex-tesoureiro de campanha de Marconi.
Jayme Rincón foi chamado a depor para esclarecer sua eventual ligação com a organização criminosa liderada por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Já presidente da Agetop à época, ele era suspeito de ter recebido dinheiro do grupo em troca de benefícios à Delta Construções.
Segundo a PF, o grupo de Cachoeira depositou R$ 600 mil na conta da empresa Rental Frota Ltda., da qual Jayme é um dos sócios. A empresa confirmou o pagamento, mas disse que os repasses (três no valor de R$ 200 mil) se referiam à venda de 28 veículos usados ao ex-vereador Wladimir Garcêz, apontado como um dos principais auxiliares de Cachoeira.Leia a reportagem em O Popular
Túnel no Rodoanel, conhecido como “roubanel”, causa prejuízo de R$ 39 milhões
O inquérito foi instaurado no dia 16 de fevereiro pela Delefin, delegacia especializada no combate a desvio de recursos públicos, após denúncia feita por um ex-funcionário da estatal. Segundo o delator, os custos com terraplenagem subiram mais de R$ 420 milhões depois de a Dersa assinar aditivos contratuais com os consórcios que executam a obra, em 30 de setembro de 2015, incorporando composições de preços e incluindo novos serviços, mas sem alterar o valor final do contrato.
Na terça-feira, 22, o Ministério Público Federal (MPF) intimou a Dersa a enviar cópias de todos os contratos e aditivos relacionados ao Trecho Norte. O Estado questionou o órgão para saber se ele abriu uma outra investigação sobre o Rodoanel ou apenas colabora com a PF, mas não obteve resposta para essa pergunta. A apuração de suposto desvio virou alvo das instituições porque a obra recebe repasses do governo federal.
As modificações foram feitas a cinco meses do fim do prazo contratual da obra, que deveria ter sido concluída em fevereiro. No mês passado, em visita ao local, Alckmin disse que já havia executado 53% dos 47,6 quilômetros que vão ligar as rodovias dos Bandeirantes e Presidente Dutra e concluir assim o anel viário da Grande São Paulo. Agora, a promessa é entregá-lo em março de 2018.
Aumento
Pelos contratos assinados em 2013, no valor total de R$ 3,9 bilhões, o custo previsto com terraplenagem em toda a obra era de R$ 423,7 milhões. Planilhas de pagamentos da Dersa obtidas pelo Estado mostram que, até janeiro deste ano, o valor atualizado para esse serviço era de R$ 845,4 milhões, um aumento de 99,6%.
A Dersa afirma, contudo, que uma parte significativa desses valores na planilha de pagamentos se refere a serviços reajustados de terraplenagem feitos em outras fases da construção, como obras de artes especiais e túneis, e não na fase de terraplenagem prevista no contrato. Assim, afirma a estatal, o aumento real desse serviço foi de R$ 170 milhões, ou 40,2% do previsto na soma dos contratos.
O maior acréscimo (385,6%) foi registrado no lote 2, executado pela construtora OAS, investigada pela Operação Lava Jato e cujo sócio já foi condenado no escândalo de corrupção da Petrobrás. Nele, os valores subiram, principalmente, por causa do aumento do serviço de transporte de material por mais de 15 quilômetros (R$ 12,3 milhões) e da inclusão do serviço de remoção de rocha (matacão) em escavação (R$ 22,3 milhões).
O segundo maior aumento, segundo a Dersa, aconteceu no lote 1, do consórcio Mendes Júnior/Isolux Corsán, também investigado na Lava Jato. Nele, houve acréscimo de 69,8%, ou R$ 30,2 milhões, principalmente com o serviço de desmonte de rocha com uso de argamassa expansiva, que não estava prevista. Esse técnica, mais cara, é usada para destruir uma rocha sem precisar explodi-la, eliminando o impacto de vibração da terra e reduzindo o risco de danos à rede elétrica existente.
Alvo de investigação da Polícia Federal
Nova testemunha confirma fraude na obra do Rodoanel de São Paulo
Túnel no Rodoanel causa prejuízo de R$ 39 milhões
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Hoje no Estadão
Uma segunda testemunha que também trabalhou na empresa Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) confirmou, em depoimento à Polícia Federal, as suspeitas de superfaturamento nas obras do Trecho Norte do Rodoanel denunciadas por um ex-funcionário da estatal controlada pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB).
Na quarta-feira (23), o Estado revelou que investigadores da Delefin (Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros), braço da PF especializado no combate a desvio de recursos públicos, apuram se o aumento de ao menos R$ 170 milhões nos custos de terraplenagem da construção foi autorizado pela Dersa em setembro de 2015 para beneficiar as empreiteiras contratadas para construir o Rodoanel Norte.
Segundo o delator, os custos com terraplenagem subiram mais de R$ 420 milhões depois dos aditivos, um acréscimo de 99,6% em relação aos valores previstos nos contratos dos seis lotes da obra, assinados em 2013 no valor total de R$ 3,9 bilhões. A Dersa rebate dizendo que o aumento real de custo nesse serviço foi de 40,4%, o equivalente a R$ 170 milhões.
Manifestações contra o golpe não param. Hoje tem, e vai até à porta da Globo.
Na quinta-feira, dia 24 de março, a Frente Povo Sem Medo convida todas os brasileiros a ocupar novamente as ruas para manter o momento de vigilância e pressão crucial para garantias constitucionais e das liberdades democráticas.
> São Paulo : 17h – Largo da Batata – até a Rede Globo!
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> Rio de Janeiro: 11h – UFRJ – Praia Vermelha
> Rio de Janeiro: 17h -Cinelândia – Festival pela democracia!
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> Uberlândia – 17h – Praça Tubal Vilela
> Brasília – 17h – Shopping Patio Brasil – Asa Sul – até a Rede Globo!
A Povo sem Medo é uma frente de mobilização composta por mais de 30 movimentos nacionais, entre eles a UNE e outras entidades estudantis, focada em mobilizações contra o ajuste fiscal e o conservadorismo.
“(…) Querem aniquilar o movimento social. Querem impor um ambiente de intolerância e linchamento, onde não há espaço para o pensamento e a ação críticos. A solução que a direita brasileira propõe representa ainda o aprofundamento dos ataques a direitos sociais e trabalhistas”, diz trecho da convocatória, publicada no evento oficial do facebook.
DIA 31, TODAS E TODOS A BRASÍLIA
A manifestação também vai mobilizar a sociedade para participar do grande ato no dia 31 de março em Brasília. Nesta data, as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo promovem conjuntamente o Dia Nacional de Mobilização, com uma Marcha a Brasília, além de manifestações em várias cidades brasileiras. O encontro vai reivindicar entra outras pautas defesa do pré-sal da Petrobras, contra o impeachment e pressionar o Fora Cunha!
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