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sábado, 1 de outubro de 2011

Sessão secreta é confissão da corrupção tucana em São Paulo

Há poucos dias, causou repúdio a votação secreta em Brasília que não cassou o mandato da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN/DF), por ter sido gravada recebendo dinheiro vivo do mensalão do DEM.

Pois agora a Assembléia Legislativa de São Paulo (ALESP) faz pior com seu mensalão das emendas: resolve investigar a si própria em SESSÃO SECRETA.



Nem sequer a imprensa que é pró-Alckmin, e nem mesmo deputados de oposição que não pertencem à comissão de "Ética", puderam entrar.

Aos olhos do cidadão, fica parecendo o que?

Um atestado confirmando que a corrupção existe e é das bravas, porque ninguém pode ver. Os deputados tucanos e seus aliados querem fazer tudo escondido!

E essa maracutaia toda acontece sob "a bênção" do governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP), interessadíssimo em abafar o escândalo de corrupção tucana e empurrar com a barriga para cair no esquecimento.

Haja cara-de-pau e falta de vergonha na cara.


O deputado estadual Roque Barbieri (PTB/SP) aliado de Alckmin denunciou que 25% a 30% deputados vendem emendas de até R$ 2 milhões, tudo com dinheiro público.

O secretário de Alckmin, Bruno Covas, primeiro confirmou a existência do fato, inclusive "dando exemplo" de acobertar um prefeito corrupto, depois negou mais não convenceu.

Diante disso, os deputados que apóiam Alckmin são todos suspeitos, não tem a menor condição moral para fazer acordos escondidos no escurinho de uma sessão secreta, para abafar sua própria corrupção.

O mínimo que se exige é transparência e prestas todos os esclarecimentos ao público.

No imaginário popular, esse negócio de sessão secreta para deputado tucano investigar a si mesmos, parece mais aquelas reuniões que gravaram flagrantes de José Roberto Arruda (ex-DEMos/DF) e Jaqueline Roriz (PMN/DF) recebendo uma bufunfa entre quatro paredes.

Que falta faz uma câmara nestas salas da ALESP!

Dando nome aos bois

Os deputados que compõe a comissão de ética e foram contra essa maracutaia de sessão secreta foram:

Luiz Cláudio Marcolino (PT)
Marco Aurélio de Souza (PT)

Os deputados suspeitos, porque foram a favor de esconder a verdade do povo foram:

Hélio Nishimoto (PSDB)
Campos Machado (PTB)


Membros Efetivos

Membros Substitutos
Cauê Macris
PSDB
Analice Fernandes
Hélio Nishimoto
PSDB
Maria Lúcia Amary
Luiz Cláudio Marcolino
PT
Enio Tatto
Marco Aurélio de Souza
PT
João Paulo Rillo
André Soares
DEM
Estevam Galvão
Dilmo dos Santos
PV
Afonso Lobato
Campos Machado
PTB
Edson Ferrarini
José Bittencourt
PDT
Rogério Nogueira
Alex Manente
PPS
Vitor Sapienza



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