
No filme "Se nada mais der certo", do diretor José Eduardo Belmonte, há uma cena em que assaltantes se disfarçam com máscaras usadas em carnaval dos ex-presidentes FHC, Collor e Sarney.
O senador tucano vestiu a máscara, quer dizer... a carapuça, e subiu nas tamancas.
Cobrou explicações do ministro Gilberto Gil (Cultura) dos critérios utilizados para o financiamento com recursos públicos, do filme.
Ora, o filme foi selecionado por concurso no edital 2006 categoria ficção de baixo orçamento. É o terceiro longa de Belmonte.
O senador deveria pedir explicações para o diretor do filme, e não para o Ministério da Cultura que não interfere no conteúdo das obras, senão vira censura.
Se não estou enganado, uma comissão julgadora do ministério aprova ou não projetos a partir do roteiro (que nem deve entrar nestes detalhes de quem seria máscara), metas, cronograma e orçamento.
Depois de aprovado cabe ao diretor dar feição às cenas descritas no roteiro, e provavelmente, aí que ele escolheu as máscaras.
O Ministério da Cultura cuida da prestação de contas e do cumprimento de metas da obra, como duração do filme, recursos utilizados, etc, sem se envolver na criação.
Para quem quiser conferir, tem disponível o trailer do filme no You-tube.
0 Comentários:
Postar um comentário
Meus queridos e minhas queridas leitoras
Não publicamos comentários anônimos
Obrigada pela colaboração