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sexta-feira, 24 de novembro de 2006

Choque de indigestão


Muita gente já sabe e quem não tem simpatia pelo Geraldo festeja nos bastidores: as contas da campanha de Geraldo Alckmin, o candidato do "choque de gestão", não vão fechar. Integrantes da coordenação admitem um rombo de R$ 10 milhões relativo a "material gráfico e serviços gerais". Reconhecem ainda "pequena" dívida com a equipe de marketing. Entre os tucanos, porém, há quem afirme que o buraco é maior, e que entre as despesas listadas existem algumas de difícil comprovação, caso de uma grande contratação de kombis no segundo turno.Dizem as más línguas que as tais Kombis levavam eleitores até o local de votação.
As campanhas têm até a próxima terça para entregar sua prestação final de contas. Pela minirreforma eleitoral aprovada este ano, o candidato é diretamente responsabilizado por eventuais irregularidades.

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