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quinta-feira, 8 de junho de 2006

A OAB e os golpistas, ainda


Foi uma "homenagem ao deboche", segundo o Ministério Público de São Paulo, o que deveria ser o início do julgamento de Suzane Von Richthofen e dos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos, réus confessos do assassinato dos pais da garota, em outubro de 2002. O advogado de Suzane abandonou o plenário, alegando desconhecer que uma testemunha, amiga da mãe assassinada, não viria ao tribunal, informação que está no processo desde maio. Os advogados dos irmãos Cravinhos sequer se deram ao trabalho de comparecer. Alegaram que não puderam visitar seus clientes na Penitenciária de Itirapina (interior de SP), devido a rebelião do PCC. No entanto, depois disso tiveram 10 dias para falar com os réus e não o fizeram. Devido a essas as manobras, o julgamento foi transferido para 17 de julho.

O que aconteceu na segunda feira em São Paulo foi o achincalhe da Justiça patrocinado por um grupo de advogados chicaneiros. E o que tem a dizer o presidente da OAB, Roberto Busato, sobre essa questão que revoltou toda a sociedade a sociedade brasileira? Nada. O dr. Busato, como se sabe, está mais empenhado em fazer política partidária, oferecendo à oposição tucana-pefelê os mecanismos necessários para tentar pedir o impeachment do Presidente da República, como reconheceu o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL), para quem a notícia-crime apresentada pela OAB ao Ministério Público pode ser o ponto de partida à proposta de afastar Lula. Portanto, olho vivo: os golpistas ainda não desistiram.


Jens

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