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Material não falta para a artilharia. Ficaram engavetados 69 pedidos de CPIs, e pelo menos 974 contratos julgados irregulares pelo TCE já foram retirados do arquivo morto da Assembléia. Além disso, dezenas de gabinetes de deputados, até do aliado PFL, começaram a abrir novas investigações, a maioria apontando para mau uso do dinheiro público e direcionamentos para favorecer aliados, principalmente na própria Assembléia, onde Alckmin detinha o controle de pelo menos 62 dos 94 deputados.
— Não é de agora que estamos mostrando irregularidades no governo. A novidade é que, com perda do controle sobre o Legislativo e as tentativas que ele tem feito para buscar visibilidade nacional, Alckmin começa a aparecer como realmente é. Aqui na Assembléia é como se tivessem tirado uma lona e colocado uma rede no lugar. Vamos usar a rede para pegar os peixes grandes — diz o corregedor da Assembléia, deputado Romeu Tuma Júnior (PMDB), que começa a investigar as denúncias de favorecimento do governo a deputados da base.
Desde o ano passado, o comando da Casa saiu das mãos do PSDB para o PFL, contra a vontade de Alckmin. As articulações já vinham se tornando difíceis para o governador.
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Enviado pelo leitor Wesley
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