Nos últimos quatro anos, o governo federal vem discutindo com montadoras e universidades, a produção em escala comercial da mistura de 98% de diesel e 2% óleos vegetais, o biodiesel.
A fabricação de responsabilidade da Coordenação dos Programas de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - COPPE/UFRJ e analisado pelo Instituto Nacional de Tecnologia - INT, é misturado ao diesel fornecido pela Shell Brasil.
O B2 é um combustível considerado fonte de energia renovável porque é uma mistura de álcool, óleo de soja (em maior quantidade), mamona, dendê, babaçu, entre outras plantas vegetais produzidas na região Nordeste do Brasil.
Para o engenheiro Jean Marques, integrante da equipe que desenvolve motores movidos a biodiesel, para transformar esse combustível em maior escala de produção, é preciso que a qualidade seja melhorada e a produção de plantas vegetais seja triplicada. "No Brasil são produzidos por ano, cerca de 40 bilhões de diesel.
Para que o mercado fique abastecido seriam necessários que pelo menos 800 milhões de litros fossem transformados em biodiesel".A Petrobras prevê a entrada no mercado de 70 milhões de litros, quantidade considerada pequena mesmo assim o biodiesel já deve estar nos postos de combustível até o final de 2006.
Com essa medida, a expectativa dos pesquisadores é de que haja uma redução no consumo de petróleo, na poluição ambiental e na emissão de gases do efeito estufa. O governo federal espera que até 2013 o Brasil já tenha o B5, uma mistura de 95% de diesel e 5% de biodiesel. Os testes em veículos pesados já começaram.
Helena
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