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domingo, 2 de agosto de 2015

"O Globo" tem outro surto, de burrice e caduquice. Telefonia não é crise, é extinção.


O jornalão "O Globo" teve outro surto, dessa vez de burrice e de caduquice. O jornal está caduco por não entender a economia da abundância na internet descrita pelo economista Jeremy Rifkin.

Estamos em 2015 e os acessos em Banda Larga no Brasil chegaram a 218 milhões em maio deste ano contra 156 milhões em 2014. Um crescimento espetacular em um ano.

Só que as teles vendem mais serviços de internet porém faturam cada vez menos na telefonia.

Óbvio. A telefonia convencional caminha para a extinção. Vai sendo engolida pela internet.

O mundo inteiro sabe que mais acesso à internet significa queda no faturamento da telefonia convencional e do SMS (torpedos pagos).

Acesso à internet enterra a economia da escassez em comunicação da qual vivia a telefonia e entra na era da abundância no compartilhamento da informação por voz, texto e imagem a custo muito menor.

Resultado: a queda no faturamento da telefonia convencional é inevitável.

A internet permite às pessoas usarem o Whatsapp e outros serviços de mensagem sem pagar nada em vez do SMS (torpedo) pago. As teles faturam cada vez menos com torpedos.

Permite também usar o skipe, o Viber, o facebook messenger, o Whatsapp para falar de graça, dentro do pacote de dados ou usando wifi, em vez de telefonar da forma convencional pagando tarifa.

Isso não é "crise", é mudança de época e de tecnologias que beneficiam o cidadão e obrigam as empresas a se reposicionarem. Se quiserem sobreviver terão, cada vez mais, que oferecer serviços de internet bons e baratos que os cidadãos querem, e não aqueles trambolhos de pacotes de assinatura mensal de telefonia cara do século passado que todo mundo quer se livrar.

A "crise" econômica, no máximo, acelera a mudança que está em curso de qualquer jeito. Afinal as famílias que precisam cortar despesas, começam por substituir o mais caro pelo mais barato. Depois cortam os supérfluos. Se podem falar no telefone do mesmo jeito com os amigos e parentes sem pagar tarifa usando a internet, vão cortar aqueles planos de telefonia caros e usar planos mais baratos. Vão principalmente cortar planos com recursos que não usam ou que podem substituir.

Além disso, a evolução tem obrigado empresas a largarem o osso do modelo da privataria de FHC baseado em tarifas telefônicas caras, que obrigava a gente a falar rapidinho no telefone e pagando muito. As empresas diminuem o preço por obrigação com ANATEL exigida pelo governo na renovação das outorgas, diminuem porque o custo delas e a escala de produção permite, e também para o cliente não fazer portabilidade para outra operadora mais barata.

O preço médio do minuto tarifado da telefonia tem caído ano a ano. Isso não é crise, é vantagem para o consumidor conquistada, obrigando as operadoras a repassarem para as tarifas os ganhos de produtividade.

Só "O Globo" mesmo para lamentar isso. Aliás, segundo Rifkin, o jornal é uma das primeiras "vítimas" da economia do compartilhamento, depois das gravadoras de música, pois nunca teve tanta gente compartilhando notícias nas redes sociais em vez de comprar jornais.

Do jeito que o jornalismo da Globo anda ruim e caduco, daqui a pouco vão inventar que o uso de fax hoje, coisa que quase ninguém usa mais,  está "em crise" em relação ao uso na época do governo FHC.

1 Comentários:

henrique ura disse...

Não sei se é malícia, ou a globolixo vive na idade da pedra e não acompanha a REVOLUÇÃO DIGITAL, melhor ainda, é arcaica e, tem em suas diretrizes um sistema que emburrece os " ZUMBIS" QUE AINDA CAEM NO PAPO FURADO dessa rede criminosa e reacionária de televisão, Novos tempos, viva a guerrilha digital......!!!!!!!

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