O problema no TCU é a filiação política dos nove ministros do tribunal. Três deles vieram do DEM, um do PSDB e dois são íntimos de parlamentares da cúpula do PMDB, (da bancada do Simon). Um dos ministros foi indicação do PP. Outros dois são da carreira do MP e do próprio tribunal.
O presidente do tribunal é Ubiratan Aguiar é ninguém menos do que um ex-deputado do PSDB do Ceará, da bancada do Senador Tasso Jereissati.
Outros ministros estão com problemas na Polícia Federal, o que tem causado suspeitas de retaliação contra o governo Lula.
O ministro do TCU, Augusto Nardes, já apareceu na Operação Navalha, e na Castelo de Areia seu filho aparece intermediando doações de empreiteiros (fiscalizadas pelo TCU) para políticos do DEM, PSDB e outros.Preciso dizer mais alguma coisa?
Na imagem do jornal Agora(clique na imagem), denúncias de superfaturamento na construção do trecho sul do Rodoanel apontam prejuízo de R$ 184,4 milhões aos cofres públicos. A obra teve a compra de itens com valor, em média, 30% acima dos preços usados como referência no orçamento.A auditoria, realizada entre maio e julho de 2008, também aponta alterações no projeto básico. As empresas contratadas alteraram métodos construtivos com redução no número de vigas usadas em pontes, substituição de estacas metálicas por pré-moldadas e troca de areia por brita em muros de contenção, por exemplo.
Assim, usaram menos material na construção, mas receberam o mesmo dinheiro, segundo o documento.
Interessante notar que, esses documentos da auditoria, foram parar no TCU, que afirmou: as irregularidades são “graves” e resultam numa “combinação altamente danosa às finanças” da União –a obra é resultado de uma parceria entre os governos federal e estadual. “O desdobramento do processo pode gerar repactuação contratual, anulação de contrato e ressarcimento de valores.” As medidas só poderão ser adotadas após o parecer dos ministros, ainda sem data. No entanto, agora o Rodoanel do Serra ficou de fora
Com custo total de R$ 3,6 bilhões, a obra é dividida em cinco lotes entre a Dersa e consórcios de empreiteiras. Em todos há diferenças entre o preço calculado e o previsto em orçamento. Os itens com os maiores sobrepreços absolutos são compactação de aterro, compra de concreto altamente resistente, transporte de material escavado e limpeza. Na análise unitária, há diferenças de até 111,5%.
O lote 5, assumido pelo consórcio OAS/Mendes Jr., é o que soma a maior quantia sob suspeita: R$ 42,2 milhões. O menor valor (R$ 21,3 milhões) está no lote 3, do consórcio Queiroz Galvão/CR Almeida. Ambos participam também do projeto de ampliação do metrô em São Paulo.Matéria de 20 de agosto, aqui













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