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sábado, 4 de abril de 2009

Skaf e Serra na panela da construtora


Veja bem se não é para rir.Na quarta-feira 25, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, deu o pontapé inicial na agenda de pré-candidato ao governo de São Paulo.De jeans e manga de camisa, foi à favela Paraisópolis, no Morumbi. Andou pelas vielas onde vivem cerca de 180 mil pessoas, e, ao fim da visita, fez promessas, entre elas o apoio da Fiesp à formação de mão de obra.

Skaf, esqueceu de falar sobre o envolvimento do seu nome, com o escândalo do super faturamento de obras públicas e remessa ilegal de dólares para o exterior, pela Camargo Corrêa, foi uma pá de cal na pretensa candidatura do presidente da Fiesp ao governo de São Paulo, em 2010.

Para quem não leu, há suspeita de superfaturamento de obras; Em grampo, executivo da Camargo Corrêa diz que presidente da Fiesp, Paulo Skaf, se queixava da demora de pagamentos a senadores de DEM e PSDB -O relatório da PF cita o PSDB, DEM, PPS, PSB, PDT e PP.

Skaf = Durante as interceptações telefônicas, a polícia gravou uma conversa entre o vice-presidente da Camargo Corrêa, Fernando Botelho, com um dos diretores presos, Pietro Francesco Giavina Bianchi. No diálogo, de setembro do ano passado, Botelho afirma ter sido procurado pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, que se queixava da demora do repasse de verbas da empreiteira. Por causa do contexto, Skaf é apresentado pela PF como o intermediário da Camargo Corrêa com os partidos políticos. Ele é apontado como eventual candidato ao governo de São Paulo em 2010.

Bom, na verdade, dependendo do desdobramento, essa história da Camargo Corrêa prejudica também a pré-candidatura do governador José Serra a presidente da República. A empreiteira é detentora de contratos mejestosos com o governo paulista do tucano José Serra, e isto certamente será explorado por nós durante a campanha. Ou vocês acham que nós não devemos detonar o Serra?

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