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A sucessão na Prefeitura de São Paulo fugiu ao controle do governador paulista José Serra, que trata a administração municipal como se fosse uma sucursal do Palácio dos Bandeirantes. Líder em todas as pesquisas para as eleições presidenciais de 2010, o tucano planejava reeleger o prefeito Gilberto Kassab, apoiar a volta de Geraldo Alckmin ao Palácio dos Bandeirantes e ainda atrair o governador mineiro Aécio Neves para vice da chapa do PSDB, com o apoio do DEM e do PPS.
Houve fricção: Alckmin resolveu disputar a Prefeitura de São Paulo e Aécio ainda sonha com a candidatura a presidente da República em 2010. Para complicar, Kassab quer ser candidato a qualquer preço e convocou uma reunião do Conselho Político do DEM, ao qual preside, para comunicar sua decisão. Estarão reunidos em São Paulo, na terça-feira, os principais caciques da legenda, inclusive Jorge Bornhausen, que defende a candidatura própria.
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