A Câmara viveu ontem o maior ato de selvageria já registrado no interior do Congresso Nacional desde o processo de redemocratização há 20 anos. Mais de 300 militantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), um grupo dissidente do MST, usou a violência para um protesto injustificado. Sem qualquer exigência, os militantes utilizaram a força para entrar no prédio. Deixaram 28 pessoas feridas, um em estado grave, e muita destruição. Por mais de duas horas, os manifestantes disseminaram o pânico entre os funcionários. Mas acabaram deixando a Casa para a prisão, onde passaram a noite.
Protestar é um direito de todos, mas violência não é o caminho. Mas que chamou a atenção do Brasil e acredito que do mundo. Vale lembrar que os prejuízos com a quebradeira serão pagos do bolso de quem recolhe impostos e taxas, ou seja, todos nós.
Essa atitude é deplorável em todos os sentidos. Não agrediu só o povo brasileiro, como também a democracia e o poder. É lamentável. Estamos em pleno século 21 e ainda nos deparamos com tais acontecimentos.Foram lamentáveis as cenas de violência promovidas pelo Movimento pela Libertação dos Sem-Terra (MLST) no Congresso Nacional. Injustificáveis. Ao compararmos a cobertura midiática nos casos PCC e MLST, fica notória a campanha contra o presidente Lula. É muito estranho essa baderna, justo neste momento em que o Presidente Lula tem o mais alto índice de intenção de votos.
Além de condenar esses atos de vandalismo, repudio as palavras do senador Antonio Carlos Magalhães, que disse: “Reajam, comandantes militares”. Isso é que eu chamo de afronta à democracia.
Helena





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