Apenas três coisas - o que já é muito - me ficaram na memória sobre essa mulher.
Primeiro, sua imagem como jurada do programa de televisão do Flávio Cavalcante. Nele, a Tupi vendia a imagem do Brasil perfeito sob a ditadura militar. A Danuza fazia parte do show que dopava o povo "ao vivo". Eram "anestesiados" pelas imoralidades que ela e seus bufões propagavam aos domingos do meio dia às dez da noite.
Segundo. Lembro das fofocas sobre orgias sexuais e de droga que a alta sociedade do circuito paulista, mineiro e carioca praticavam na Boate Regine, no Meridien, chefiada por ela.
Terceiro. Ela, em seu livro, aconselhando pais a doparem seus filhos bebês durante longos vôos internacionais.
Nunca soube de algo construtivo dito ou feito pela Danusa em prol do Brasil ou do povo brasileiro.
Agora ela adicionou na minha lista um quarto item. A máxima que eu comparo somente com as baboseiras ditas pelos grandes ditadores demagogos da história:
"Acho que tudo parte do comportamento pessoal, mais forte que qualquer movimento. Se cada um fizer sua parte em casa, funciona muito mais que um bloco."
Essa senhora, com esse discurso, aconselha os movimentos sociais organizados a se desfazerem. Ela afirma que desunidos, e ouvindo apenas a voz interior da razão, os cidadãos mudarão mais rápido e profundamente o Brasil.
Mais uma vez a direita, na pessoa dessa senhora, nos toma por imbecis.
Sem querer me aprofundar na manipulação do seu "nojento" discurso, basta lermos os jornais no dia seguinte a alguma pesquisa que mostre o crescimento vertiginoso do Lula entre a população. Nenhuma palavra! Silêncio de cemitério!
Dona Danuza, isso é ou não é organização? É ou não é um movimento coordenado de forma metódica para desinformar o povo? Nós não precisamos dos seus conselhos maléficos. Engula-os.
Glória Leite





0 Comentários:
Postar um comentário
Meus queridos e minhas queridas leitoras
Não publicamos comentários anônimos
Obrigada pela colaboração