O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse nesta quinta-feira que não deve parar suas críticas ao governo Lula.E muito menos nós vamos parar de critica-lo,vamos sim mostrar a diferença entre o (DES)governo dele e o execelente governo do Presidente Lula.
Hoje vamos de apagão...
Apagão
FHC expôs, na entrevista da Roda Viva, um dos pontos em que o PSDB pretende ser diferente do PT. Bateu na tecla do “aparelhamento” do Estado pelos petistas, em contraposição ao “profissionalismo” e à “boa gerência” dos tucanos. Mas como classificar a crise de energia de 2001? A privatização mambembe das distribuidoras e o delirante plano de desregulamentação do setor são obra do consórcio formado pelo PFL baiano, o grupo fernandista no tucanato e técnicos que pularam de estatais para multinacionais em troca de polpudos vencimentos. O resultado da parceria foi um desastre. O racionamento diminui em 1,5 ponto porcentual o crescimento do PIB, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas. Consumidores e contribuintes desembolsaram R$ 31 milhões para cobrir as perdas de geradoras e distribuidoras. O BNDES emprestou R$ 22 bilhões aos investidores no processo de privatização, mas só R$ 7 bilhões foram aplicados na expansão da oferta de energia. Apesar da montanha de dinheiro, o governo viu-se obrigado a socorrer as companhias em 2003 e a descascar abacaxis deixados pelo “competente gerenciamento” do setor. A Petrobras acaba de adquirir a última das três usinas térmicas erguidas com parceiros privados. Gastou cerca de R$ 2 bilhões para evitar um prejuízo de R$ 6 bilhões. A Eletropaulo foi praticamente reestatizada. Para solucionar uma dívida de US$ 1,2 bilhão, o BNDES aceitou 50% das ações da holding que controla a empresa paulista. Os franceses da EDF, controladora da Light, não vêem a hora de dar o pé do Rio de Janeiro, depois de muito prejuízo, polpudos socorros federais e serviços de baixa qualidade. A conta do seguro-apagão, criado para remunerar as 54 usinas emergenciais alugadas no fim de 2001, soma R$ 6 bilhões. Em resumo, representou perdas para os consumidores, ganhos fáceis para os donos das usinas e quase nenhum benefício para o sistema. As usinas permaneceram desligadas a maior parte do tempo.
RECORDAR É PRECISO:
O "seguro-apagão" foi criado em 2002 para que o racionamento de energia (junho de 2001 a fevereiro de 2002) pudesse ser encerrado. Com a sua criação, surgiu um novo item na conta de luz: o Encargo de Capacidade Emergencial, que servia para custear o aluguel de usinas termelétricas que poderiam ser acionadas em caso de risco de falta de energia. Os valores despendidos pelos consumidores como "seguro-apagão" serviam apenas para pagar o que era chamado de "disponibilidade" da usina (HUMMM). Se fosse necessário acioná-las para gerar energia e evitar apagão, o consumidor precisava pagar outro encargo -chamado de "Encargo de Aquisição de Energia Emergencial".
Governo acaba com seguro-apagão: O seguro-apagão, que era cobrado nas contas de luz desde fevereiro de 2002, foi extinto pelo Presidente Lula (Governo Lula).
Helena





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