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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006

Lula e a educação

O programa Brasil Alfabetizado atendeu 5,5 milhões de jovens e adultos em três anos. O ProUni, em apenas duas edições, ofertou mais de 200 mil vagas no ensino superior para estudantes de baixa renda. Após anos de abandono, o governo voltou a investir nas universidades federais. Já foram abertas vagas para a contratação de nove mil novos docentes para as universidades federais, o dobro da gestão passada. O MEC também está criando 10 novas universidades federais e 42 novos campi, prioritariamente em regiões sem acesso ao ensino superior público e gratuito. Serão 125 mil novas vagas em cinco anos. Na pós-graduação, o governo reajustou e ampliou o número de bolsas, melhorando a produção científica do País.

Na educação básica, os investimentos passaram de R$ 4 bilhões, em 2003, para cerca de R$ 5,4 bilhões ano passado. A aprovação do Fundo da Educação Básica, o Fundeb, garantirá aumento dos recursos federais para a melhoria da educação básica. Após uma década sem aumento, o governo reajustou em 38,5% o valor da merenda escolar. O ensino técnico-profissionalizante voltou a ser prioridade. O governo revogou decreto que impedia a integração dos ensinos profissional e médio, permitindo que milhares de jovens concluam a escola com uma profissão. Também serão construídas 40 novas escolas técnicas, abrindo 67 mil vagas em cursos técnicos de nível médio.

Estas são apenas algumas das ações e projetos do MEC, que demonstram que a educação não está apenas no discurso, mas na pauta do atual governo


Helena

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