
O governo prepara uma enorme campanha publicitária para o momento em que o Brasil conseguir a auto-suficiência, o que deve ocorrer em março, quando a plataforma P-50 entrar em funcionamento. A data ainda não foi fixada, mas a contratação da agência que fará a campanha está em andamento.
O presidente aproveitou o discurso para rebater as críticas feitas à operação tapa-buraco nas estradas, que é criticada como eleitoreira pela oposição e está sob fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU). "Todo santo dia tinha uma crítica às rodovias. Resolvemos fazer uma operação de guerra nas estradas brasileiras. Aí, os que criticavam os buracos agora criticam porque estamos tapando os buracos", reclamou. "Afinal de contas, o que queremos nós? Queremos corrigir ou não queremos corrigir?"
Lula reclamou também dos que "tentam evitar que as coisas aconteçam". "É como se fosse jogador de um time adversário, que está sempre tentando evitar que o outro faça gol. E não são todas as pessoas que têm a dimensão de Brasil para pensar que, muitas vezes, com entrave de três meses, cinco meses, um ano, você está atrapalhando um pouco as conquistas das gerações que virão depois de nós."





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