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domingo, 11 de janeiro de 2026

A imprensa não pode ser cúmplice

 


A imprensa brasileira segue se deixando pautar pela família Bolsonaro de forma constrangedora. Basta um dos filhos dizer que o pai “passou mal” e pronto: vira manchete nacional.

Se a situação fosse realmente grave, alguém acredita que Flávio Bolsonaro estaria há quase um mês passeando pelos Estados Unidos, viajando tranquilamente pelo país? Qual filho ficaria longe se o pai estivesse à beira de algo sério?

É difícil não enxergar isso como mais uma encenação, mais uma tentativa de pressionar o ministro Alexandre de Moraes a autorizar prisão domiciliar. Não há fato novo, não há laudo convincente — há apenas discurso político sendo amplificado por parte da imprensa sem o mínimo de questionamento.

Chega de sensacionalismo e de tratamento privilegiado. Que a Justiça não ceda a esse tipo de pressão.

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