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domingo, 18 de outubro de 2015

Ombudsman da Folha diz que jornal mentiu sobre nora de Lula



Ombudsman da Folha denuncia a manipulação que o jornal comete na divulgação das pautas de Moro contra a família Lula.Campanha, não jornalismo


BALA DE FESTIM

A Folha foi além das tamancas na última sexta (16) ao cravar a manchete "Delator diz ter repassado R$ 2 mi para nora de Lula". Primeiro, porque não foi isso que Fernando Baiano disse. O lobista declarou ter repassado o dinheiro a José Carlos Bumlai, que teria pedido em nome de uma das noras de Lula. Só com isso, não é possível saber se o pecuarista foi pombo-correio ou se usou o valioso nome do amigo para inflar seu butim.

"É só um disse-me-disse danado, em que um delator declara que alguém disse que o dinheiro seria para uma certa nora, não se sabe qual. É nisso que eu tenho, há mais de 50 anos, investido o meu dinheiro?", protestou, entre outros, o leitor Luciano Rocha de Souza.

É o eterno problema de títulos "esquentados": o impacto inicial não correspondido deixa a reportagem com cara de bala de festim. A chamada interna era mais cuidadoso ("Lobista diz ter pago R$ 2 mi que seria para nora de Lula").

A Direção de Redação não acha que a Folha avançou o sinal. "A s declarações foram prestadas à Justiça num acordo de delação premiada; não nos parece justo qualificar de disse-me-disse".(Ombudsman da Folha)

3 Comentários:

josé lopes disse...

Quem socorreu sua nora foi Fernando Henrique. Os supostos ilícitos do PT estão sendo investigados, com muito escarcéu pela mídia golpista e pelos bandidos da direita delirante, aquela dos seguidores de Reinaldo Azevedo, só para dar um exemplo. E os ilícitos do PSDB com seu mensalão tucano, anterior ao suposto mensalão do PT? E a farra do Proer que envolveu cifras monstruosas com o socorro, ao Banco Nacional do banqueiro Magalhães Pinto, cuja filha na época era casada com o filho de Fernando Henrique o Paulo Henrique? Até hoje ninguém foi punido de verdade. A tal filha do Magalhães Pinto foi absolvida e antes tratada com toda deferência pela Polícia Federal de FHC. Eu acho que a amnésia afetou a memória de muita gente:

"Ação Civil de Reparação de Danos por Improbidade Administrativa, cumulada com Pedido de Anulação de Atos Administrativos, nº 9520884-9, movida perante a 17ª Vara Federal de Brasília, pelo Ministério Público Federal contra os Réus: Pedro Sampaio Malan; Pérsio Arida; Gustavo Jorge Laboissiére Loyola; Alkimar Ribeiro Moura; Luís Gustavo da Matta Machado; André Romar Fernandes; Ângelo Calmon de Sá; Alfred de Castro Rebelo Kirchhoff; José Roberto Davi de Azevedo; Roberto Videira Brandão. Nesta ação, pede-se a decretação da nulidade do contrato de abertura de crédito rotativo, firmado entre o Banco Central do Brasil e o Banco Econômico S/A, em 19 de dezembro de 1994 e condenação dos réus a ressarcirem o erário das verbas alocadas em favor do Banco Econômico S/A, em consequência da assistência financeira que lhe foi prestada e do saque a descoberto nas contas das reservas bancárias; à suspensão de seus direitos políticos, à proibição de exercerem função pública, à proibição de contratar com o poder público e ao pagamento de multa." -

Isso deu em que? Onde estava a mídia que agora execra o PT? E as multas astronômicas ao PSDB e ao DEM?
Tem mais

Ação Ordinária contra Improbidade Administrativa nº 961079-0, movida pelo Ministério Público Federal ─

Ação de Improbidade Administrativa nº 9620911-1, perante a 4ª Vara Federal, movida pelo Ministério Público Federaldos empréstimos feitos ao Banco Nacional S/A-RAET e os encargos financeiros cobrados nos referidos empréstimos; condenação dos diretores do Bacen citados às sanções previstas no at. 12, inciso II, da Lei nº 8.429/92. -

Ação de Improbidade Administrativa nº 98006967-5, perante a 17 Vara Federal, movida pelo Ministério Público Federal, contra os Réus: Banco Central do Brasil, Fundo Garantidor de Créditos-FGC e Banco Bamerindus do Brasil S/A. Pede o Ministério Publico a decretação de nulidade de contrato de mútuo, ao amparo do Proer, celebrado entre o Bacen e o Bamerindus, em 31.03.97, no valor de R$ 2.500.000.000,00, caucionado por créditos do Fundo Garantidor de Créditos – FGC, no valor estimado de R$ 3.000.000.000,00 ─"Veja mais aqui: http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/parlamentar-de-inquerito/51-legislatura/cpiproer/51-legislatura/cpiproer/relatoriofinal/cap5asacoesemcurso.pdf

nadir campos disse...

Está mídia nacional não tem mais crédito nenhum com brasileiros pensantes.Felizmente,os jumentos não compram e nem assistem jornal.

Carlos disse...

O pior é que a TV está influenciando várias pessoas q conheço, professores pensando em votar no PSDB ainda..não podemos permitir q essa onda golpista tome fôlego novamente!

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