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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Nova Zelândia quer ampliar parceria comercial com o Brasil


Representante para Assuntos de Comércio em Agricultura da Nova Zelândia, Mike Petersen visitou hoje a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) como parte dos contatos iniciados segunda-feira, de modo a intensificar parcerias comerciais entre os dois países.

Embaixadora da Nova Zelândia, Caroline Biekey destacou que seu país e o Brasil são nações agrícolas e com muitas coisas em comum.Para isso, as negociações internacionais são extremamente importantes, principalmente quando se tem uma instituição para representar os agricultores. Por isso, a colaboração da embaixada com a CNA será sempre contínua - afirmou.


O primeiro passo da visita de Mike Petersen ao Brasil foi uma reunião, na segunda-feira, com a secretária de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tatiana Palermo. Durante o encontro, foi discutido o potencial de parcerias de produtos lácteos, carne, vinho, horticultura e lã.

Na oportunidade, Mike Petersen formalizou convite para que a ministra Kátia Abreu visite a Nova Zelândia ainda este ano, a fim de dar continuidade à cooperação entre os dois países.

Superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi informou que, apesar de potência agrícola, o Brasil precisa aprender com o êxito da Nova Zelândia no pragmatismo e eficiência dos processos produtivos. Segundo ele, a agropecuária brasileira precisa de mais pesquisa e maior integração com a agroindústria, fatores determinantes para a competitividade.

A Nova Zelândia tem uma população de 4,6 milhões de pessoas, grande parte trabalhando no setor agropecuário. Mais de 70% dos US$ 12,5 bilhões de exportações são resultado da venda de laticínios, lã, madeira, carnes e peles para EUA, China, Austrália, Japão e países da União Européia. A nação é exemplo de desenvolvimento agropecuário de sucesso sem praticamente nenhum subsídio do governo.

A única ajuda oficial é dirigida a pesquisas. O produtor rural tem apoio do governo com assessoramento na produção, consultorias, ajuda médico-veterinária, informações sobre fertilizantes e utilização de softwares.

 Há consenso que a retirada dos subsídios foi totalmente positiva para o setor, gerando uma agroindústria mais dinâmica, direcionada e sustentável - disse Mike Petersen.Agência Brasil

1 Comentários:

Davi milhas disse...

O BRASIL SÓ ANDA PRA FRENTE COM A SRª DILMA E O SRº LULA E VIVA A ESSES BRASILEIROS DE VERDADE QUE AMAM A NOSSA QUERIDA PATRIA E FILHOS DA NAÇÃO ,NOS FAZEMOS A DIFERENÇA NA VOTAÇÃO O BRASIL A FRENTE C/ A SRª DILMA ;OU O BRASIL ESCRAVO DOS AMERICANOS COM OS FASCISTAS DO PSDB . DEM

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