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domingo, 21 de dezembro de 2014

Venina precisa explicar contratação, sem licitação, da empresa do marido


Venina Velosa contratou sem licitação a empresa do ex-marido custando milhões de reais para a Petrobras
Venina tem muita coisa nebulosa também a esclarecer, como a contratação, sem licitação, da empresa Salvaterra, do hoje ex-marido, Maurício Luz, em 2004 (R$ 2,4 milhões) e 2006 (R$ 5,4 milhões), para serviços de consultoria; e também a de Nílvia Vogel como funcionária local, mas custeando sua mudança, quando exercia a representação em Cingapura.Há outros processos contra ela na empresa.
Da Coluna do Moreno, no Globo

Jorge Bastos Moreno:

Venina contratou em Cingapura, como funcionária local, uma brasileira. Mas exigiu que a Petrobras custeasse as despesas da moça.

Venina subscreveu TODOS os aditivos de Barusco na Abreu e Lima, fez contratos milionários sem licitação. Deve responder por isso

Venina terá de ser investigada pelos seus atos na Petrobras.Venina está longe de ser heroína

E com  o marido ganhando dinheiro... Documentos mostram que Venina assinou pedido para antecipar Abreu e Lima

Documentos confidenciais da Petrobras mostram que o pedido para antecipar as obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, foi assinada por Venina Velosa da Fonseca. Para inaugurar a fábrica ainda em 2010 a então gerente assinou dezenas de aditivos milionários.

O Jornal das Dez teve acesso ao plano confidencial da Petrobras para antecipar a conclusão da refinaria do Nordeste, mais conhecida como Abreu e Lima, em Pernambuco .

O documento interno da estatal, elaborado pela então gerente-executiva de Abastecimento, Venina Velosa da Fonseca, foi recebido pelo então diretor da área, Paulo Roberto Costa, em março de 2007. A proposta era antecipar a conclusão das obras para que a refinaria fosse inaugurada em 2010, durante o período eleitoral.

Para acelerar a construção, o projeto previa custos extras de US$ 328 milhões com equipamentos; US$ 182 milhões com serviços de engenharia; e US$ 375 milhões com sistemas de segurança.

Venina Velosa foi gerente-executiva de abastecimento entre 2005 e outubro de 2009 e integrou o Conselho de Administração da Refinaria Abreu e Lima ao lado de Paulo Roberto Costa e José Carlos Cosenza, atual diretor da área.

O Jornal das Dez também teve acesso a dezenas de aditivos assinados pelos três até meados de 2009, quando Venina deixou o conselho. Em apenas um aditivo, o custo para a Petrobras foi superior a R$ 900 milhões.

Em 2005, a Refinaria de Abreu e Lima foi orçada em US$ 2,3 bilhões. No fim de 2006, já na fase de elaboração do projeto, o valor subiu para US$ 4 bilhões. Com as inúmeras mudanças e aditivos ao projeto, em 2009 o orçamento da obra pulou para mais de US$ 13 bilhões. Atualmente, o custo é de US$ 20,1 bilhões.

A comissão interna de apuração da Petrobras que investigou irregularidades nas obras da refinaria confirma que Venina assinou em 2007, atendendo a pedido de Costa, o documento de antecipação de obras da refinaria, que teria causado problemas e a necessidade de vários aditivos contratuais com as fornecedoras, a maioria aumentando preços.

O relator da comissão foi Gerson Luiz Gonçalves, chefe da auditoria interna da estatal e gerente-executivo mais antigo na empresa. Depois de finalizado o relatório, Venina foi demitida. Gonçalves também foi chamado a depor, como testemunha de acusação, pelo Ministério Público Federal. Aqui no blog do Gerson Camarotti no O Globo, tem um vídeo com os documentos

1 Comentários:

Ralph de Souza Filho de Souza Filho disse...

Esta mulher, caríssimo Paulo Nogueira, contraria o aforismo dos Romanos, que sob Caius Julius Caesar, afirmavam, não bastar ser a mulher de César, mas também parecer ser. Ela é, claramente, uma arrivista plantada pelo Partido dos Saqueadores do Brasil, com o intuito precípuo de desmoralizar, fragilizar, nossa maior Empresa, Ícone do Trabalhismo de Vargas, Goulart e Brizola, para que os Yankees vis e cretinos fundamentais, a quem Nelson Rodrigues, vaticinara, "Nem Água", pudessem vir a fatiá-la e, na bacia das Almas penadas, a preço de banana, que antigamente somente na BRASTEL, do Assis Paim Cunha, arrematá-la, após privatizada, com o providencial apoio e auxílio, de nosso " CALABAR ", o inefável e indefectível " Príncipe da Privataria ", odioso como todo traidor, FHC, ou, melhor, BHC...Saudações cordiais, do Planta do Deserto, a quem basta, tão somente, o orvalho do alvorecer..

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