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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

CNI/Ibope: Popularidade da presidenta sobe para 52% e mais da metade da população aprova governo

Segundo o levantamento, o percentual da população que aprova a maneira de governar da presidente aumentou quatro pontos percentuais entre setembro e dezembro de 2014.

Em setembro, 48% disseram aprovar o governo de Dilma. Em dezembro, a porcentagem subiu para 52%.
A pesquisa foi  divulgada nesta quarta-feira em Brasília

A avaliação do governo Dilma subiu em setembro. O governo  Dilma foi avaliado como ótimo ou bom por 40% dos entrevistados pelo Ibope entre os dias 5 e 8 de dezembro, com margem de erro de dois pontos porcentuais. Em setembro, a avaliação positiva era de 38%.

A avaliação regular do governo Dilma oscilou de 32% para 33% no mesmo período. Os que consideram a atual administração ruim ou péssima somaram 28% em dezembro, ante 27% em setembro. O porcentual dos que não souberam ou não quiseram responder se manteve em 1%.

A aprovação da maneira de governar de Dilma Rousseff também subiu: passou de 48% para 52% entre setembro e dezembro. A pesquisa mostra também um recuo no número dos brasileiros que desaprovam o modo Dilma de governar, que passou de 46% para 41% no mesmo período. Os que não souberam ou não responderam passaram de 6% em setembro para 8% em dezembro.

A confiança no governo Dilma também cresceu, passando de 45% para 51%. Outros 44% disseram que não confiam na administração da petista, mas essa fatia foi menor na comparação com os 50% em setembro. Os que não souberam ou não responderam se mantiveram em 5%.

O aumento da popularidade foi mais sensível na região Sudeste, embora ela continue maior no Nordeste.

A sondagem foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios de todo o País.

1 Comentários:

Sérgio Rodrigues disse...

É....isso é bom; mas o PT e demais Partidos de esquerda precisam se mexerem.O diagnóstico de posição indica que o campo de esquerda está em descenso e o campo da direita em ascenso. A vaga que eclodiu nas manifestações de junho de 2013, capitaneada e capitalizada pela direita, apesar de retesada, continua a avançar. O campo de esquerda não perdeu a eleição porque o território ocupado anteriormente era muito grande e não deu tempo - em função do calendário eleitoral - pra direita ocupá-lo totalmente. Urge, portanto, um Plano de Ação para o curto, médio e longo prazos, a fim de empurrar a direita de volta para o seu território, de onde, aliás, por culpa das esquerda, que baixaram a guarda, nunca deveria ter saído.

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