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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Preconceito contra garis rende 4º processo contra Boris e Band


O gari Demilson Emidio dos Santos, da cidade da Campina Grande, Paraíba, move ação contra a TV Bandeirantes e o jornalista Boris Casoy por comentário pejorativo do âncora durante o "Jornal da Band", no último dia 31 de dezembro. No processo de indenização por danos morais, Santos argumenta que o fato causou "danos profundos" a ele a sua família. Essa é o quarto processo movido em razão do comentário.

Na ocasião, após assistir as felicitações de dois garis sobre o ano novo, Casoy - sem saber que o microfone estava aberto - comentou: "...Que merda...dois lixeiros desejando felicidade... do alto de suas vassouras...dois lixeiros... o mais baixo da escala do trabalho".

Após a repercussão, o jornalista foi a público pedir desculpas pelo episódio. No entanto, não foi o bastante para a Federação Nacional dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação, Limpeza Urbana, Ambiental e Áreas Verdes (Fenascon) e para a representação regional da categoria para o estado de São Paulo, a Siemaco, que moveram, ao todo, três ações contra o jornalista, sendo uma delas criminal. A emissora é citada em duas das ações.

O site Espaco Vital informa que, na petição inicial, o gari declarou que "enfrenta, dia a dia, as intempéries do tempo propiciando à sociedade ambientes limpos das sujeiras urbanas onde o Sr. Boris Casoy, como o seu comportamento desumano, é mais lixo do que o próprio lixo".

A respeito de sua família, o gari sublinhou que o fato causou "danos profundos", uma vez que "seus familiares perceberam o quanto o renomado jornalista Boris Casoy, formado de opinião pública com abrangência continental pensa a respeito de tão nobre e indispensável profissão."A ação foi ajuizada no último dia 28 de janeiro na 8ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.

7 Comentários:

Natal Marsari disse...

É engraçado como o Boris se posiciona com a natural arrogância denunciando tudo e todos "do alto de sua bancada", mas agora que o negócio é com ele seu posicionamento é de um ratinho assustado, tímido e fraco.

Anônimo disse...

O comentário desse sujeito foi horrível e nem deveria estar com essa cara de palhaço, pois os mesmos podem se sentir ofendidos. Deveriam deixá-lo com a cara dele mesmo, de racista, preconceituoso. a cara da elite.

José Carlos - Fix disse...

O que mais me assusta é que, se comentou para seus colegas de estúdio, é porque certamente esperava concordância. E isso é exatamente o retrato de nossa classe média: aqueles que se acham amigos do Rei e aqueles que pretendem sê-lo, se acham superiores, com direito a humilhar qqr cidadão menos favorecido. Depois não sabem por que seus filhos agridem a eles próprios, não respeitam suas regras e não lhe dão carinho e amparo na velhice.

Anônimo disse...

Gostaria de dizer que é um susto lamentavel ver este caso numa emissora do porte da Bandeirantes,que deveria ter um padrão de qualidade melhor estruturado. Susto maior esta ao analisarmos o mote que usa no radio, quando diz: "A radio que tem opinião" e apresenta editoriais similares aos da tv, natural num grupo de emissoras. Isto leva a crer, até pelo silencio da emissora, que o comentario do Casoy é infelizmente a opinião oficial do grupo Bandeirantes.

all disse...

DASLU NA UTI?
Do Estadão
BRMalls desiste de administrar a Daslu

A BRMalls, maior empresa de shopping centers do País, vai deixar a administração da Villa Daslu. Os lojistas instalados no espaço anexo à butique da empresária Eliana Tranchesi ficaram sabendo da desistência ontem, no que pareceu uma força-tarefa da BRMalls para informar os empresários antes que a notícia vazasse. Alguns foram convocados para uma reunião, outros receberam telefonemas. Hoje, exatamente 2 anos depois de ter assumido a gestão da Villa Daslu, os executivos da empresa devem se reunir para definir os detalhes da saída.

A empresa garantiu aos lojistas que eles não serão prejudicados. Mas o clima de insegurança tornou-se inevitável. “A Daslu é um negócio que está sendo implodido”, disse o dono de um estabelecimento que se instalou recentemente no empreendimento de luxo de Eliana Tranchesi.

Entre os empresários, já corre há um bom tempo a informação de que a Daslu deve deixar o prédio em que está instalada desde 2005. A Villa tem 8,5 mil metros quadrados de lojas e restaurantes e outros 3,3 mil metros quadrados de áreas de eventos. (Blog do Nassif)



FLASH BACK ...

POR QUE A JUSTIÇA NÃO PUNE OS RICOS?

A editora da Caros Amigos, Tatiana Merlino, venceu, no final do ano passado, o 31º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos na categoria revista, com esta matéria "por que a justiça não pune os ricos"

conta a história de Maria Aparecida de Matos, uma jovem que, em abril de 2004, foi presa em flagrante por furtar xampu e perdeu o olho direito na prisão. A reportagem esclarece que a justiça brasileira não trata a todos de forma equânime. Para os ricos todas as concessões, aos pobres o descaso.


Na mesma reportagem, Tatiana mostra que a proprietária da Daslu, uma das lojas de roupas mais caras do país, Eliane Tranchesi, condenada em primeira instância a 94 anos e meio de prisão por crimes de formação de quadrilha, descaminho consumado (importação fraudulenta de produto ilícito), descaminho tentado e falsidade ideológica, conseguiu habeaus corpus para deixar a prisão em 24 horas.

Eliana deve um bilhão de reais aos cofres públicos. O furto de Maria Aparecida foi avaliado à época em R$ 24. Eliana continua solta, Maria Aparecida permaneceu trancafiada por longos 13 meses. A pena da jovem foi agravada. Ela perdeu a visão do olho direito depois de um tumulto na cela em que dividia com 25 mulheres. Para por fim ao distúrbio, a carceragem jogou uma bomba de gás lacrimogêneo no local.

O gás irritou o olho de Maria Aparecida e o não tratamento do ferimento conduziu à perda da visão. A arbitrariedade contra a jovem pobre começou desde que ela chegou à delegacia. Apesar de ser portadora de retardo mental moderado, Maria Aparecida não teve o direito de fazer ao menos um telefonema, para informar a família da prisão.

JUSTIÇA SELETIVA: para Tranchesi habeas corpus em 24hs. Para a Cida: 13 meses de espera

Foi nessa época que sua irmã Gisleine procurou a Pastoral Carcerária, que a encaminhou para a advogada Sônia Regina Arrojo e Drigo, vice-presidente do Instituto Terra, Trabalho e Cidadania (ITTC). Sônia entrou com um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo, que foi negado. Apelou, então, ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que, em maio de 2005, concedeu liberdade provisória à jovem, 13 meses depois de ter sido presa por causa de 24 reais


A proprietária da butique de luxo Daslu, em São Paulo, condenada em primeira instância a uma pena de 94.5 anos de prisão. Três pelo crime de formação de quadrilha, 42 por descaminho consumado (importação fraudulenta de um produto lícito), 13,5 anos por descaminho tentado e mais 36 por falsidade ideológica.


Acima, só um trecho. Leia a matéria completa ... é muita inJustiça!
fonte: http://carosamigos.terra.com.br/index_site.php?pag=revista&id=133&iditens=376

sargeta disse...

Eu quero que esse velho nojento asqueroso perde tudo o que ele tem.
Quero ve-lo na sargeta.
É isso ai. Garis do brasil. Vamos acabar com á arrogacia do velho babão.

J. Carlos disse...

Pessoal,
Em primeiro lugar eu gostaria de dizer que faço da palavras do meu chara José Carlos –FIX as minha palavras, mas gostaria de acrescentar o seguinte pensamento:
Não sou de desejar mau a ninguém, mas gostaria que os juízes deferissem todos os processos contra este mau caráter e o obrigasse a indenizar todos os garis a ponto d’ele se transformar em um e refletir melhor antes de ofender um menos afortunado.

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