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sábado, 20 de fevereiro de 2010

Paulo Souto (DEMos/BA) denunciado por fraude à legislação

O ex-governador da Bahia, Paulo Souto (atual presidente do Diretório Estadual do DEMos) e o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (também do DEMos), são acusados pelo Ministério Público eleitoral de "verdadeira fraude à legislação" por propaganda eleitoral antecipada.

Não se trata de denúncia de partidos adversários políticos, e sim da própria Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia (PRE/BA).

Os dois políticos do DEMos utilizaram outdoors para veicularem propaganda eleitoral antes do prazo permitido por lei.

Paulo Souto veiculou outdoors com a seguinte mensagem: "Nunca um político foi tão acessível. paulosouto.com. Novo site", acompanhadas com a sua fotografia no tamanho do painel. As placas foram instaladas na avenida Professor Magalhães Neto, na avenida Paralela, na avenida Garibaldi e na BR-324, todos em Salvador.

José Ronaldo veiculou em outdoor da empresa Bullos Outdoor a seguinte mensagem: “Feliz Ano Novo! Para você e a sua família, um ano de paz, saúde e realizações. joseronaldo.com.br”, também acompanhada com a sua foto, a mesma que ilustra o seu site pessoal. O outdoor foi instalado na avenida João Durval Carneiro, em Feira de Santana.

Segundo o procurador Regional Eleitoral substituto, André Luiz Batista Neves, autor das representações, a iniciativa de veiculação dos outdoors “se constitui em verdadeira fraude à legislação, ao difundir, em época proibida, o nome e a mensagem ou imagem de um eventual candidato, com o objetivo de facilitar a sua receptividade durante a campanha eleitoral”.

Nas duas representação, a PRE pede, por meio de liminar, que o TRE determine aos réus a retirada, em 48 horas, de todas as propagandas veiculadas irregularmente nos outdoors, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. No julgamento do mérito das representações, a PRE pede a condenação ao pagamento de multa, que pode variar entre R$ 5 mil e R$ 25 mil para cada representado.

1 Comentários:

Anônimo disse...

Os defensores da "ética na política" (segundo Agripino), estão caindo um a um.
Cadê a ética?

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