Carlos Galeão Camacho (casaco marrom), presidente do diretório do PV paulistano, réu em 23 processos.

O PV, de Fernando Gabeira, apresentou seu programa eleitoral na TV com o velho lero-lero de partido da "ética".
Porém a propaganda está enganosa.
Denúncia de dissidentes, auditoria do TSE e outros órgãos tem encontrado uma escalada da corrupção verde:
A direção nacional do PV fraudou com notas frias a prestação de contas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) referentes a 2004 e 2005. Em sua maioria são de empresas fantasmas na cidade Campina do Monte Alegre (a 230 km de São Paulo).
Quando o PV conquistou a prefeitura em 1992, o procurador Carlos Galeão Camacho montou o esquema. Suspeita-se de 639 empresas fantasmas na cidade.
Camacho é réu em 23 processos criminais. Nos processos, é acusado da prática dos crimes de peculato e falsidade ideológica, sob a suspeita de ter montado um esquema de criação fraudulenta de empresas.
O Ministério Público do Estado de São Paulo pediu à Justiça que Camacho tenha seus direitos políticos cassados e seja condenado a ressarcir a Prefeitura de Campina do Monte Alegre (SP) de valores desviados de 1993 a 2005.Hoje Camacho é presidente do diretório do PV na cidade de São Paulo, onde é aliado de Kassab, o ocupa cargos, como algumas administrações regionais.
PEDÁGIO DE R$ 13.500,00 PARA CANDIDATAR A VEREADOR
É preço que o PV está cobrando aos pré-candidatos a vereador na capital paulista.
Dois pré-candidatos confirmaram ter ouvido de Camacho.
"Para mim, foi dito que o partido precisa custear a propaganda de televisão e rádio para os pré-candidatos, o que dá R$ 13.500 para cada um. Isso foi falado. Não há nada por escrito. E aí disseram que isso poderia ser feito através de filiações" - disse um deles.
Para disfarçar a cobrança foi estipulado uma cota de 300 filiações ao partido. Isso daria os R$ 13.500, já que cada filiado tem de pagar uma taxa de R$ 45 - valor da primeira anuidade.













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