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sábado, 31 de outubro de 2015

O lado escuro do “outro lado” no jornalismo sensacionalista de Época


A revista da Globo mente. Lula, desmente

A revista Época especializou-se em distorcer e manipular documentos, muitos deles vazados de forma ilegal, para difamar e caluniar o ex-presidente Lula. Esta semana, a revista, e o autor da matéria, Thiago Bronzatto, fazem isso novamente.

A revista não tem interesse em entender ou reportar os fatos de forma fiel, quer apenas construir ilações. Não tem o que se chama de jornalistas investigativos: são apenas redatores sensacionalistas, operando documentos vazados ilegalmente. Não apresenta fatos, quer apenas especular e fazer barulho em cima de tais documentos, tentando criar factoides políticos, vender mais revista e fazer audiência em redes sociais.

Não respeita o contraditório e engana os leitores, vendendo como “novidade” matérias requentadas. Por exemplo, colocando a tarja “Exclusivo” na capa desta semana, para um tema tratado em agosto por sua concorrente mais famosa e ainda mais mentirosa.

Para simular que ouve o “outro lado”, quase toda sexta-feira envia à assessoria do Instituto Lula burocráticos e-mails com perguntas cifradas, que escondem tema principal da matéria e o teor das ilações. A essa altura da produção da revista, as teses e especulações já estão prontas e, muitas vezes, até divulgadas no twitter do editor-chefe.

Nestes e-mails, seus jornalistas disfarçam ou sonegam informações necessárias para as respostas adequadas, como aconteceu mais uma vez nesta sexta-feira. Procurada pelo repórter Thiago Bronzatto, com perguntas que remetiam a um relatório do Coaf vazado de forma ilegal para a revista Veja, em agosto, a assessoria de imprensa do Instituto Lula perguntou diretamente: “É sobre o relatório do Coaf que a Veja já deu em agosto?”. O repórter de Época se recusou a esclarecer essa questão simples. Pior: ele mentiu, associando as perguntas a diferentes operações da Polícia Federal e Ministério Público, quando na matéria ele diz, e não dá para saber se é verdade também, que obteve o documento através da CPI do BNDES.

A questão não é menor: existe hoje uma investigação sobre o vazamento das informações desse relatório do COAF. O ex-presidente Lula e a empresa LILS solicitaram ao Ministério da Justiça, ao Ministério da Fazenda e à Procuradoria-Geral da República que apurem, na competência de cada instituição, as responsabilidades pela violação criminosa do sigilo bancário da empresa de palestras criada por Lula após deixar a presidência da República, a LILS. 

No e-mail, o repórter já criminaliza os fatos, ao dizer que Lula teria feito “operações atípicas” no “mercado segurador”. Na realidade Lula apenas adquiriu um plano de previdência privada com o dinheiro ganho em palestras. É isso que informa o relatório do COAF, vazado criminosamente para Veja e requentado pela Época.

Numa apuração honesta, não era necessário perguntar nada ao Instituto Lula; bastaria conferir a nota que emitimos em 18 de agosto. 

Não há nada de ilegal na movimentação financeira do ex-presidente. Os recursos são oriundos de atividades profissionais, legais e legítimas de quem não ocupa nenhum cargo público: os valores mencionados no vazamento ilegal se referem a 70 palestras contratadas por 41 empresas diferentes, listadas no link acima.

 Todas palestras realizadas, contabilizadas e com os devidos impostos pagos. Tem palestra até para a Infoglobo, do mesmo grupo de comunicação que edita a revista Época.

Se Época acha que o valor pago é alto, poderia perguntar à direção do Infoglobo, que pagou o valor da palestra e que explicou, no jornal O Globo, que o fez por “participar de iniciativas que contribuem para o desenvolvimento e a promoção do Rio de Janeiro. Em 2013, com esse objetivo, a empresa apoiou a Fecomércio-RJ na realização de um seminário sobre o mapa do comércio no Estado do Rio. Além de divulgar o evento em seus jornais, a Infoglobo arcou com os custos dos palestrantes, inclusive do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.”

Fazer palestras para uma empresa não implica em nenhuma outra relação e é uma prestação de serviço pontual que mantém a total independência do ex-presidente em relação ao contratante. Tanto que o ex-presidente ter feito uma palestra para a Infoglobo não o impede, ou sua família ,de mover processos contra o jornal, por exemplo, pela mentira contra o filho do ex-presidente publicada por Lauro Jardim em sua estreia em O Globo, na capa dominical do diário.  Mentira pela qual até hoje, nem o colunista nem o jornal se retrataram publicamente.

Jornalistas de Época caluniam, mais uma vez, ao chamar Lula de lobista e já estão sendo processados por isso na justiça, junto com o editor-chefe Diego Escosteguy.

Sobre a patética campanha de parte da imprensa tradicional e familiar brasileira contra Lula e sua família, que só esse mês rendeu 5 capas ofensivas de revistas semanais contra ele, o ex-presidente, com tranquilidade, declarou na última quinta-feira em Brasília:“Eu só queria que vocês não ficassem preocupados com esses problemas porque digo sempre: ninguém, podem ter certeza, ninguém precisa ficar com pena.

 Se tem uma coisa que aprendi na vida é enfrentar adversidades. Podem ter certeza. Se o objetivo é truncar qualquer perspectiva de futuro, então vão ser três anos de muita pancadaria. Três anos. E podem ficar certos: eu vou sobreviver. Não sei se eles sobreviverão com a mesma credibilidade que eles acham que tem. Mas eu vou sobreviver.”

ÍNTEGRA DA TROCA DE E-MAIL COM THIAGO BRONZATTO, FUNCIONÁRIO DA REVISTA ÉPOCA

Thiago Bronzatto – Redação Época Brasília – Editora Globo tbronzatto@edglobo.com.br
30 de outubro de 2015, 11:25
Caros,
Tudo bem?

Estamos fazendo uma matéria para a próxima edição da revista ÉPOCA na qual mencionaremos o ex-presidente Lula. Vocês poderiam, por favor, me ajudar a esclarecer as dúvidas abaixo?

1-) No âmbito da operação Zelotes, foram identificados repasses de recursos da empresa L.I.L.S. para os filhos do ex-presidente e as suas respectivas empresas. Qual a razão dessas transferências?
2-) Qual a posição do ex-presidente Lula em relação à intimação da PF para ouvir o seu filho Luis Cláudio?

3-) No âmbito das investigações da Lava Jato e do MPF, há informações de que Lula tenha realizado movimentações financeiras no mercado segurador consideradas atípicas. O ex-presidente tem conhecimento disso? Qual a sua posição?

Estamos fechando hoje às 16h. Qualquer dúvida, estou nos contatos abaixo.
Aproveito este e-mail para reiterar o pedido de entrevista presencial com o ex-presidente Lula, enviado no dia 29 de junho deste ano, conforme sugerido pelo próprio Instituto Lula em nota publicada em seu site. Até agora, não tive nenhuma resposta sobre a minha demanda.
 Abraço e obrigado,

Resposta da Ass. De Imprensa do Instituto Lula imprensa@institutolula.org
30 de outubro de 2015, 13:25
Caro Thiago,

É sobre o relatório do Coaf que a Veja já deu em agosto?
Att,

Thiago Bronzatto às 13:29
Caro,
Trata-se de matéria diferente, como você deve ter percebido em nossas perguntas.
Abraço,
Thiago

Ass. De Imprensa Instituto Lula às 13:54
Caro,
Que é outra matéria é óbvio. O tempo espaço impede que uma matéria da Época em outubro seja a mesma da Veja em agosto. Seria até plágio.

O documento base, o qual você não identifica, nem explica, como é habitual nos seus "outros lados", parece o mesmo, pelas perguntas 1 e 3. Como não tenho certeza ser o mesmo, perguntei. E você não respondeu.Sobre esse documento, há uma investigação em curso sobre o vazamento das informações nele, que estavam sob sigilo de justiça.

A Veja fez até um infográfico com ele na época, com perdão do trocadilho.
Tiago, a gente já respondeu ao seu pedido de entrevista faz tempo, você apenas falha em compreender isso e faz esse copiar-colar toda a sexta-feira. Não haverá entrevista para a Época, porque a revista é considerada um lixo, como foi publicamente dito. E pela existência de ações judiciais e a necessidade de correções factuais em matérias anteriores que a revista Época, e você especificamente, jamais fizeram.

Atenciosamente,Thiago Bronzatto, às 14:02

Caro, eu gostaria apenas que você respondesse objetivamente as minhas questões. Posso considerar o seu e-mail como resposta oficial da assessoria de imprensa do Lula?
Abraço,
Thiago

Assessoria de Imprensa do Instituto Lula, às 14:19
Caro Thiago,

E eu gostaria apenas que você fizesse matérias de forma objetiva, imparcial, sem sensacionalismo e com correção factual. E também com  a devida checagem de informações, sem pegadinhas e realmente interessado em ouvir o outro lado. Mas como dizem os Rolling Stones, você não pode ter sempre o que você quer. 

Todos os meus e-mails para você, assim como todas as suas mensagens para mim, podem se tornar públicos a qualquer momento que você quiser ou que nós quisermos, como já fizemos em outras ocasiões.
Atenciosamente,


Assessoria de Imprensa
Instituto Lula

Lula faz discurso histórico e confirma: é o "lobista" dos interesses do povão e da nação.


Em 29 de outubro de 2015, em reunião partidária, o presidente Lula fez um discurso histórico.

Falou da peleja da luta pelas conquistas populares contra a perseguição que a escória de "coronés políticos destronados", que atrasaram o Brasil por 500 anos, deflagram contra as conquistas do povo que melhoraram de vida.

Está provado: Lula é lobista. Mas é no bom sentido.

É o lobista que o povão tem para defender seus interesses.

É lobista para defender que todo brasileiro, desde o mais pobre, melhore de vida, tenha mais emprego, mais renda, conquiste a casa própria e condições de vida digna.

É lobista para defender a educação de qualidade para todos os brasileirinhos, crianças e jovens.

É lobista para defender o Brasil ocupar seu lugar de direito, pelo tamanho e pelas riquezas, como potência mundial.

É lobista para defender que as riquezas nacionais, como o petróleo do pré-sal, sejam do povo brasileiro.

É lobista para reduzir as desigualdades sociais, raciais e regionais, tornando o Brasil um país onde todos sejam da classe média para cima.

É lobista para erradicar a fome no mundo e desenvolver as regiões mais pobres, da África e da América Latina.

Por ser o maior líder destas lutas do povo brasileiro é tão perseguido, e perseguido por outro tipo de lobista: a escória de coronés politicos e donos da mídia que atrasaram o Brasil 500 anos, mamando na corrupção sempre engavetada, explorando o povo na miséria, roubando do povo as riquezas nacionais para entregar a estrangeiros, muitas vezes em troca de propinas na Suiça, em Luxemburgo, em Cayman e nas Ilhas Virgens Britânicas.

Lula é perseguido por ladrões do povo, que sempre concentraram renda explorando o trabalhador, sem pagar salário digno como fazem os países ricos. Pelos que venderam patrimônio público a preço de banana e ainda querem acabar de roubar o resto do patrimônio do povo.

Lula é perseguido pelos lobistas vira-latas (*) corruptos que só sabem lamber botas, tirar os sapatos, se curvar diante de estadunidenses e europeus, para entregar docilmente o ouro ao bandido.

Se a África do Sul, que teve a escória do regime racista, tivesse a escória da oposição e da mídia brasileira, Nelson Mandela teria sido perseguido e preso por "fazer lobby" contra o racismo, pelos direitos iguais e por oportunidades para os negros e os pobres. Por propagar o vinho sul-africano e defender as empresas de lá. Por ter deixado para os filhos o dinheiro honesto que ele ganhou por direitos de imagem do grande líder que foi.

É uma vergonha o lobby que fazem contra Lula a escória da oposição e da mídia brasileira. São verdadeiras vivandeiras da Polícia Federal, do Ministério Público e dos Tribunais.

Nem é só a pessoa de Lula o alvo. É o que ele representa em termos de elevar o salário mínimo, erradicar a miséria, criar oportunidades para povo melhorar de vida, e destinar as riquezas nacionais a quem de direito: à todo o povo brasileiro e não apenas à alguns bilionários espertalhões e traidores da nação que agem como colonizados subornáveis por outros países imperialistas ou pelo capital sem pátria.

(*) Corrigindo: "Lula é perseguido pelos que tem complexo de baratas", porque meus cachorros viralatas estão latindo, se sentindo ofendidos ao serem comparados a esta escória de políticos oposicionistas e barões da mídia ladrões, golpistas vagabundos, ou entreguistas.

Cunha incluiu em MP benefício suspeito para montadoras de veículos



Investigadores da Operação Zelotes suspeitam que mudança tenha sido feita durante tramitação de medida provisória no Congresso em troca de propina. Deputado diz que atendeu a pedido de ex-senador que afirma não se lembrar do episódio

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), incluiu benefício em uma medida provisória que favoreceu montadoras de veículos. A mudança na MP 627/13, que prorrogou benefícios fiscais a fabricantes de veículos, foi inserida durante a tramitação do texto no Congresso. Cunha foi relator da medida na comissão mista criada especificamente para analisar a proposta. Investigadores da Operação Zelotes suspeitam que os benefícios foram concedidos em troca do pagamento de propina. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Em entrevista ao jornal, o peemedebista disse ter “quase certeza” de que fez a inclusão em seu relatório para atender a um pedido do então senador Gim Argello (PTB-DF). O petebista diz não se lembrar do pedido.

Segundo o Estadão, a Justiça Federal determinou esta semana que Cunha repasse todos os documentos relativos à tramitação das MPs 627/2013, 471/2009 e 512/2010 ao Ministério Público Federal. Os investigadores querem mapear desde a edição das medidas provisórias pelo governo até a inclusão de emendas pelos parlamentares.

A MP 627 tratava da tributação de lucros obtidos por multinacionais brasileiras no exterior. Mas deputados e senadores desfiguraram o texto original, apresentando 516 sugestões de mudança durante sua tramitação. Dessas, 76 foram aprovadas.

“Tenho quase certeza de que foi o Gim (Argello) que me pediu esse ponto (das montadoras). Era uma MP muito grande, muito complexa. É normal que os deputados peçam para que os relatores incluam quando perdem o prazo de cinco dias antes da votação. Houve muitos casos assim”, disse Cunha ao Estadão. Segundo ele, o governo estava de acordo com as mudanças feitas em seu relatório.

No Senado, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), ex-líder do governo, chegou a anunciar que a presidente Dilma vetaria a inclusão feita por Cunha, o que não ocorreu.

Com as alterações, a MP 627 prorrogou de 2016 a 2020 a política que reduz o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) recolhido das fábricas instaladas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Na prática, a medida favoreceu a CAOA, montadora de veículos Hyundai, e a MMC Automotores, que fabrica modelos da Mitsubishi no Brasil. As empresas já haviam conseguido prorrogar esses mesmos incentivos de 2011 a 2015 graças à MP 471, também alvo de investigação.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Teori Zavascki separa Eletronuclear da Lava Jato e tira Moro do caso



O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu nesta sexta-feira, 30, que o inquérito sobre  a companhia estatal Eletronuclear deve ser separado do processo da Petrobras. Na prática, a medida tira das mãos do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal no Paraná, as investigações sobre o caso que surgiu no âmbito da Operação da Lava Jato. Com a medida, os autos relacionados à estatal do setor elétrico deverão ser encaminhados à Justiça Federal no Rio de Janeiro, onde se localiza a sede da Eletronuclear.

A informação foi obtida pelo jornal O Estado de S.Paulo. Relator da Lava Jato no STF, Teori já havia determinado a suspensão do processo por meio de liminar concedida no começo de outubro, a pedido da defesa de Flavio Barra, executivo da empreiteira Andrade Gutierrez. Na oportunidade, os advogados de Barra alegaram que o caso não tinha relação com o esquema na Petrobras.

Pesquisa mostra que 55% da população rejeita Fernando Henrique Cardoso



Quem lê jornais, sites de notícias, ou acompanha o noticiário político, notou que, o ex presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), tem ganho espaço generosos na imprensa para atacar o PT e Lula. Os jornais chamam o tucano para opinar até sobre  discurso de  vereador petista em cidade desconhecida  do interior 

Talvez por isso, os meus queridos leitores estejam achando que FHC recuperou a popularidade. Enganou-se quem achou isso

A crise na representação política, evidenciada em pesquisa divulgada pelo Ibope esta semana pela rejeição aos políticos  também foi comprovada pela Ipsos Public Affairs, especialista em pesquisa social e reputação corporativa. Se a imprensa comemora o desgaste de Lula, que esta sendo massacrado  diariamente nas páginas dos jornais, os políticos admirados e adorados pelos donos da imprensa também não estão agradando a população brasileira

Os dados da pesquisa Ipsos Public Affairs -  Pulso Brasil -  contratado pela  FIESP/CIESP, revelam que o problema não se restringe à administração da presidente Dilma. “Há um grau significativo de desconhecimento e desaprovação generalizada de todas as figuras políticas do cenário nacional, notadamente uma aprovação especialmente baixa dos representantes máximos do Poder Legislativo”, mostra o levantamento.

A pesquisa mostra que o  grau de desaprovação vai dos 46% de Eduardo Cunha, passando por Aécio (51%), Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer (ambos com 55%), Renan Calheiros (57%) e Marina Silva (47%). Os índices só  não são maiores por causa do desconhecimento de alguns nomes, o que levou, por exemplo, 46% dos entrevistados a não terem opinião formada sobre Eduardo Cunha.

A Ipsos, em retrospectiva de dez anos da pesquisa, apurou que entre os brasileiros voltou a crescer a percepção de que os problemas econômicos devem ser resolvidos em primeiro lugar, e que as questões sociais voltam a ser secundárias. Até por isso, por saber que rico não tolera políticas sociais,o  aliado do senador Aécio Neves, e  o relator   de  Orçamento de 2016 do governo,   deputado Ricardo Barros (PP-PR), está cogitando acabar com o Bolsa Família

Dessa forma, saem questões que levaram a eleição do governo atual e voltam à pauta de reivindicação, fatores que definiram o pleito eleitoral na década de 90.

Além disso, a exigência por transparência ganha relevância, visto que pela primeira vez em dez anos mais de um em cada dez brasileiros consideram que o principal problema a ser resolvido no Brasil é a corrupção (14% da população).

Para desespero de Aécio,Datafolha, mostra: Dilma fica. Cunha sai



Um levantamento realizado nesta sexta-feira, 30, pelo Datafolha aponta que, de 324 deputados federais entrevistados pelo instituto, quase metade deles (45%) entende que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deveria renunciar ao cargo. A outra metade, ou defende que o Cunha  permaneça (20%), ou não se posicionou sobre o assunto (30%).

Cunha é investigado na Operação Lava Jato, sob acusação de manter contas secretas no exterior abastecidas com dinheiro  desviado da Petrobras. Cunha tem repetido em público que não cogita renunciar à presidência da Câmara. Cunha também é quem está conduzindo o processo de impeachment da presidente Dilma na Câmara.

Nessa quinta-feira, Eduardo Cunha confirmou que vai definir em novembro se vai deferir ou não os pedidos de impeachment contra Dilma que foram protocolados na Casa. "Vamos, no curso do mês de novembro, tomar uma decisão. Mas não vamos estimular o debate", disse o peemedebista ao Estado.

O Datafolha também questionou os parlamentares sobre a hipótese de votar pela cassação de Cunha. Mais da metade (52% dos deputados) não se posicionou. Disseram que votariam pela cassação do peemedebista 35% dos parlamentares e 13% afirmaram que votariam contra. A pesquisa, que ouviu 63% dos deputados, foi realizada entre 19 e 28 de outubro.

Dilma fica

O Datafolha também investigou as opiniões de deputados e senadores a respeito da possibilidade de um processo de impeachment contra a presidente Dilma

Os resultados sugerem que nem a oposição nem o governo teriam garantidos os votos necessários para decidir a abertura de um processo de afastamento da Dilma se a questão fosse levada ao plenário da Câmara.

Entre os deputados que aceitaram participar da consulta, 39% disseram que votarão a favor da abertura do processo se a questão for levada ao plenário da Câmara.

Outros 32% afirmaram que votarão contra. E 29% dos consultados não se posicionaram nessa questão. Preferiram não responder ou disseram que não tinham posição formada sobre o tema.

No plenário, para que o processo de impeachment seja então aberto, são necessários os votos de 342 dos 513 deputados (só o presidente não vota). Aberto o processo, o presidente da República é afastado do cargo. O processo em si e a votação final a respeito do afastamento definitivo cabem aos senadores.

Como Dilma não precisa da maioria para impedir a abertura do processo, o resultado da pesquisa sugere que ela está mais perto do objetivo de se manter no cargo do que a oposição do objetivo de promover o afastamento.

No Senado, onde foram ouvidos 51 senadores, o balanço também é mais favorável à petista. O maior grupo (43%) disse que vota contra o afastamento definitivo, caso a Câmara abra um processo de impeachment. Os que prometeram votar a favor somam 37%. E 20% dos senadores não se posicionaram.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Diretoria de lobby da Globo tem mais a ver com Zelotes do que filho de Lula, mas não é incomodada



Diretoria de lobby da Globo e Operação Zelotes: tudo a ver
Se for para fazer busca e apreensão com bases tão frágeis, os investigadores da Operação Zelotes teriam de dar uma batida na vice-presidência de Relações Institucionais da Globo, pois existem também coincidências interessantes por lá.

“Vice-presidente de Relações Institucionais” é o nome comumente dado no mundo das grandes empresas ao executivo encarregado de fazer lobby junto a autoridades governamentais, parlamentares e, pelo visto recentemente, até nos tribunais e Ministério Público. Quem ocupa o cargo no grupo Globo, desde 2011, é Paulo Tonet Camargo. Uma busca na agenda pública de autoridades do Ministério das Comunicações mostra que Tonet é assíduo frequentador dos gabinetes do ministério. Seu papel é defender interesses das Organizações Globo junto ao governo.... Continue lendo aqui

Relatório da Polícia Federal não incluía o nome do filho de Lula


Autor dos pedidos de buscas não faz parte da operação Zelotes, da PF


A Polícia Federal fez um relatório de 164 páginas para justificar a última fase da Operação Zelotes, que incluía o pedido de prisão preventiva de cinco pessoas, a condução à força à delegacia de mais nove além do mandado de busca e apreensão em sete empresas.

Este relatório, que foi encaminhado à Justiça para que a PF fosse autorizada a colocar em prática a operação realizada na última segunda-feira (26), não incluía o nome de Luís Cláudio Lula da Silva nem os de suas empresas, a LFT Marketing Esportivo e a Touchdown Promoção de Eventos Esportivos.

Apesar disso, posteriormente ao pedido da PF à Justiça, o procurador Regional da República José Alfredo de Paula e Silva, que não faz parte das investigações, incluiu as empresas do filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre as que deveriam sofrer uma ação de busca e apreensão. 

A Zelotes investiga fraudes em julgamentos no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), ligado ao Ministério da Fazenda. A etapa da operação deflagrada na última segunda investiga um consórcio de empresas que negociaria incentivos fiscais irregulares em favor de companhias do setor automobilístico.

Ao receber o pedido da PF, a juíza federal Célia Regina Ody Bernardes autorizou a operação e também submeteu o pedido à apreciação do MPF (Ministério Público Federal), que é o responsável legal por fiscalizar as investigações policiais. Então, após analisar o documento da PF, o procurador José Alfredo de Paula e Silva encaminhou à Justiça um aditamento à operação, solicitando que as empresas de Luís Cláudio Lula da Silva fossem incluídas entre as que seriam submetidas a um mandado de busca e apreensão - o que foi acatado pela juíza federal.

O procurador baseou seu pedido em uma suspeita sobre um contrato de R$ 1,5 milhão firmado entre uma das empresas investigadas (Marcondes e Mautoni) e a LFT Marketing Esportivo, de propriedade de Luís Cláudio. Assim escreveu à Justiça o membro do MPF: "É muito suspeito que uma empresa de marketing esportivo receba valor tão expressivo de uma empresa especializada em manter contatos com a Administração Pública".

Foi baseado apenas nesta suspeição que o MPF incluiu a empresa do filho do ex-presidente Lula na Operação Zelotes, ainda que os delegados federais responsáveis pela investigação em nenhum momento tenham levantado qualquer suspeita sobre o contrato.

Por causa disso e de outras supostas "ilegalidades e excessos", a defesa de Luís Cláudio impetrou um mandado de segurança junto ao TRF (Tribunal Regional Federal) reivindicando a devolução imediata de todos os materiais apreendidos nas empresas do filho de Lula, bem como a anulação de todas as consequências jurídicas da busca e apreensão. A decisão deverá ser publicada nos próximos dias.

De acordo com o pedido da defesa do empresário, a LFT firmou um contrato legítimo com a Marcondes e Mautoni, para prestar serviço de consultoria em marketing esportivo para a contratante, conforme a própria Polícia Federal corroboraria no âmbito das investigações: "O relatório policial deixou claro que a empresa Marcondes e Maltoni, que realizou pagamentos à LFT, tinha projetos relacionados à área esportiva — o "Projeto Mostra Itinerante – Caminho da Copa". Tal situação justifica, à toda evidência, a prestação de serviços pela LFT".

Ainda segundo a defesa de Luís Cláudio, a simples suspeita de um procurador não é prova suficiente para autorizar uma medida tão gravosa como a de busca e apreensão, que prejudica atividade comercial da empresa buscada além de ferir sua imagem perante ao mercado.

Consta no mandado de segurança impetrado pela defesa, a que o UOL Esporte teve acesso: "O MPF apenas considerou 'muito suspeito' os pagamentos feitos em favor da Impetrante LFT, sem apontar qualquer situação concreta, sem descrever qualquer conduta com o mínimo de detalhamento em que ela possa ter participado de um ato criminoso".

De fato, é somente a suspeita do procurador o que levou a juíza federal Célia Bernardes a autorizar a operação de busca e apreensão, como se pode ler em sua decisão favorável à operação policial: "Tem razão o MPF ao afirmar ser 'muito suspeito' uma empresa de marketing esportivo receba valor tão expressivo de uma empresa especializada em manter contatos com a Administração Pública (Marcondes e Mautoni), o que justifica a execução de busca e apreensão na sede da empresa".

Agora, cabe ao Tribunal Regional Federal do DF decidir se a ação nas empresas do filho de Lula foram ou não realizadas respeitando a legislação brasileira. (A reportagem é da Uol)

Leia também: Diretoria de lobby da Globo tem mais a ver com Zelotes do que filho de Lula, mas não é incomodada

Juíza da Zelotes diz que desconhece pedido da PF para ouvir filho de Lula



A juíza Célia Regina Ody Bernardes, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, responsável pela investigação da Operação Zelotes, informou hoje (29) que desconhece pedido da Polícia Federal (PF) para tomar depoimento do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Luiz Cláudio Lula da Silva. A PF intimou Luiz Cláudio na noite da última terça-feira (27), data em que o ex-presidente Lula comemorou 70 anos.

A PF decidiu tomar o depoimento após a deflagração da quarta fase da Operação Zelotes, que fez busca e apreensão na sede das empresas LFT Marketing Esportivo e da Touchdown Promoção de Eventos Esportivos Ltda, cujo sócio é Luiz Claudio.

A juíza Célia Regina deferiu um pedido de busca no escritório do filho do ex-presidente, feito pela PF na segunda-feira (26), por entender ser "muito suspeito" que a LFT Marketing Esportivo tenha recebido R$ 1,5 milhão da empresa de consultoria Marcondes Mautoni, que tem contratos com a Administração Pública e é investigada na Operação Zelotes.

Em nota, a juíza esclareceu que não há processos relacionados à Zelotes, pelo fato de os investigados não terem sido denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF). "Sou a única juíza com atribuição para os procedimentos judicializados da Operação Zelotes. Digo procedimentos, e não processos, pois ainda não foi oferecida nenhuma denúncia por parte do MPF. Somente haverá processo penal propriamente dito se vier a ser recebida eventual denúncia oferecida pelo MPF", informou a juíza.

As primeiras fases da Zelotes investigaram a manipulação de julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado ao Ministério da Fazenda. A PF estima que foram desviados mais de R$ 19 bilhões.

No entanto, durante o desenrolar das investigações, a polícia e o Ministério Público Federal (MPF) encontraram indícios sobre a suposta negociação na edição de três medidas provisórias (MPs) que beneficiaram empresas do setor automobilístico.

André Richter - Repórter da Agência Brasil

Lula: Serão 3 anos de muita pancadaria, mas eu vou sobreviver





O presidente Lula  pediu  nesta quinta-feira, 29, que ninguém fique com pena  por ele e seus familiares estar sendo agredido pela imprensa e oposição e afirmou que vai sobreviver a três anos de muita pancadaria; Leia também: Diretoria de lobby da Globo tem mais a ver com Zelotes do que filho de Lula, mas não é incomodada

"Aprendi com a vida a enfrentar adversidade. Se o objetivo é truncar qualquer perspectiva de futuro, então vão ser três anos de muita pancadaria. E, podem ficar certos, eu vou sobreviver", afirmou o ex-presidente em discurso de mais de uma hora durante a reunião do Diretório Nacional do PT, na capital federal.

Sobre a  Operação Zelotes, Lula disse;. "Tenho mais três filhos que não foram denunciados, sete netos e uma nora que está grávida. Porra, não vai terminar nunca isso?", disse.

O ex-presidente afirmou que as investigações criaram um "problema desgraçado" na família dele. "Disseram que uma nora recebeu R$ 2 milhões. Aí vão perguntar quem está rico na família. Daqui a pouco uma nora entra com um processo contra a outra", brincou, arrancando risos da plateia.

 Lula disse também que  o PT  tem chances de ganhar as eleições de 2016 em São Paulo, cidade que o partido já comanda, com o prefeito Fernando Haddad. Ele defendeu que a militância deve reagir às acusações
"Pode ficar certo que nós temos chances de ganhar a capital de São Paulo", afirmou o ex-presidente. Ele reconheceu que o PT cometeu erros, "mas qual partido conquistou mais credibilidade do que o nosso, qual fez mais pelo povo do que o nosso?", questionou.

Lula defendeu que, em época de dificuldades econômicas, a militância tem de ir para a rua. "A única coisa que não vale é se esconder", afirmou.

De acordo ele, o povo votará no pleito de 2016 em função da realidade de cada cidade. "Cada cidade é uma eleição, cada cidade é uma cultura diferente", disse, defendendo que é preciso construir um programa específico para o clima de cada cidade. "Portanto, temos que estar preparados para surpreender nossos adversários", comentou. "Não podemos ficar de cabeça baixa ouvindo o PT ser chamado de ladrão", acrescentou.

 Lula disse  que os petistas que desejarem sair do partido encontrarão a mesma "porta aberta de carinho" que encontraram para entrar. "O que não dá é para a gente disputar com companheiros que, na primeira dificuldade, querem puxar o carro", afirmou

Leia também: Diretoria de lobby da Globo tem mais a ver com Zelotes do que filho de Lula, mas não é incomodada

Barraco: Sob gritos de 'safado' e 'bandido', Caiado chama Eduardo Braga para briga



O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) e o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, precisaram ser contidos nesta quinta-feira, 29, por outros parlamentares durante intenso bate-boca em audiência pública na Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso Nacional. Sob gritos de "safado" e "bandido" de um para o outro, o senador chegou a chamar o ministro para "resolver a questão" fora do plenário onde ocorre a reunião no Senado.

Caiado fazia um questionamento sobre a renovação das concessões das distribuidoras e os planos de venda da Celg Distribuidora pela Eletrobras, quando chamou a atenção de Braga para que ele ouvisse a pergunta. Enquanto o ministro tentava dizer que estava ouvindo as palavras do senador e pedia desculpas por ter se virado de lado, Caiado levantou-se e foi em direção à mesa dizendo que estava sendo desrespeitado.

"Vossa Excelência deveria ficar calmo, está muito nervoso. Vossa Excelência está desequilibrado", disse Braga, enquanto Caiado o chamava de "bandido" e "safado". "Safado é Vossa Excelência, me respeite. Bandido é você", completou o ministro.

Caiado chegou a chamar Braga para a briga, dizendo que queria resolver o desentendimento fora da sala. O ministro não chegou a se levantar da cadeira enquanto o senador era contido pelos demais parlamentares.

Após a saída do senador goiano da sala, os demais senadores fizeram um desagravo e repudiaram a "atitude destemperada" de Caiado. O presidente da comissão, senador Fernando Bezerra (PSB-PE), afirmou que relatará as atitudes de Caiado à mesa diretora do Senado.

A excplicação

O ministro explicou que o destempero de Caiado tem a ver com a privatização da Celg Distribuidora pela Eletrobras. Braga afirmou que a companhia tem prejuízo da ordem de R$ 1,1 bilhão por ano, além de um grande desequilíbrio financeiro de sua operação. O governo inclusive incluiu na Medida Provisória 677 uma medida para equalizar a dívida em dólares da companhia com a usina de Itaipu.

"A Celg está em um Estado emergente com grande interesse do capital privado em resolver os problemas de oferta de energia. Soube que o Caiado era contra a privatização da Celg e as medidas para sanear a empresa e liguei para ele. Para a minha surpresa, o senador me disse que essa era uma questão da política goiana e afirmou que iria marcar posição", relatou Braga.

O ministro defendeu a renovação das concessões de 42 distribuidoras de eletricidade, outro ponto que havia sido atacado pelo senador goiano em contraponto à venda da Celg. "A medida foi aprovada pelo pleno do Tribunal de Contas da União e os contratos só não foram assinados ainda porque estamos seguindo o rito normal", acrescentou.

Braga disse que estava olhando no celular o preço desta quinta do barril de petróleo para responder a uma pergunta dos parlamentares quando Caiado começou a agredi-lo de forma desrespeitosa. "Agora o senhor vai me ouvir. Talvez não seja tão corajoso como Vossa Excelência, mas tenho o costume de enfrentar os meus adversários. Não venha com suas bravatas, seus gritos e desrespeitos porque nunca te tratei dessa forma, mesmo quando Vossa Excelência liderava os movimento mais radicais de Direita no País", completou.

Após pedido de Braga, o presidente da Comissão, senador Fernando Bezerra (PSB-PE), afirmou que irá solicitar as notas taquigráficas e o vídeo da sessão para levá-los à Mesa Diretora do Senado. Mais cedo, Caiado chamou Braga de "safado" e "bandido" e, na sequência, chamou o ministro para "resolver a questão" fora do plenário onde ocorre a reunião no Senado.

Dilma diz que governo 'aperta o cinto', mas não corta Bolsa Família


Presidente destaca que “há muita conversa que não é séria” e “boatos” sobre programa

A presidente Dilma  disse nesta quinta-feira (29) que, apesar dos ajustes na economia, o Programa Bolsa Família não será alvo de cortes nem redução no Orçamento. Segundo Dilma, “há muita conversa que não é séria” e “boatos” sobre o programa, mas os recursos e o pagamento em dia do benefício estão garantidos.

“Podem ter certeza o governo federal não vai parar o Bolsa Família ou diminuir o Bolsa Família ou não pagar em dia o Bolsa Família", destacou. "Estou aqui dizendo para vocês: o Bolsa Família não vai ser interrompido, o Minha Casa, Minha Vida não vai ser interrompido”, acrescentou a presidente em discurso durante a entrega de 928 apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida no Paranoá, cidade do Distrito Federal a cerca de 10 quilômetros do centro da capital federal.

“Estamos fazendo um esforço para melhorar as nossas finanças e voltar a crescer mais rápido. Mas o programa Minha Casa Minha Vida não para. Ele é importante para as famílias brasileiras”, afirmou

Dilma disse ainda que o país atravessa um período de dificuldades econômicas e que está “apertando o cinto” para reduzir despesas, mas sem abrir mão de gastos sociais considerados importantes, como o Bolsa Família e os investimentos no programa habitacional. A presidente lembrou a reforma administrativa que o governo está fazendo – com a redução de oito ministérios e 30 secretarias, bem como os cortes de cargos em comissão e a redução em 10% do salário da própria presidente e dos ministros de Estado – para reforçar que o governo faz um grande esforço fiscal justamente para manter os programas sociais.

“O esforço que a gente faz tem dois sentidos. A gente aperta o cinto e também garante aqueles programas que são fundamentais para a vida da população do nosso País”.

Dilma afirmou que o Minha Casa Minha Vida já atingiu a marca de 4,1 milhões de moradias contratadas e o governo não apenas vai manter o programa, como vai ampliá-lo com o Minha Casa Minha Vida 3.

Ela destacou que um empreendimento de tal porte não poderia ser realizado apenas por meio da iniciativa privada, porque se assim tivesse sido, “não haveria condição de caber no bolso das famílias o pagamento da sua casa própria”.

Por isso, a presidente acrescentou ser importante que os recursos públicos continuem sendo destinados a esse programa. “Nós achamos que o correto é destinar esses tributos para aqueles que mais precisam. Ajudá-los a comprar a casa própria”, enfatizou.

Dilma lembrou que o Minha Casa Minha Vida ajuda a economia brasileira. “Ele garante emprego, ele assegura emprego na construção civil. E também garante a casa própria e garante emprego, por isso é muito importante”.

A presidente desejou a todos os novos proprietários que sejam felizes em suas novas residências e destacou que as casas recebidas hoje não são apenas um patrimônio financeiro, mas também social e afetivo, um lar onde as crianças e os jovens poderão se desenvolver com mais segurança.

Cerimônia

Dilma participou da cerimônia ao lado do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg. O governador chegou a ser chamado de “caloteiro” por manifestantes que protestavam contra a falta de pagamento de reajuste a servidores púbicos. Por videoconferência, também foram entregues casas nos municípios paulistas de Sorocaba, Hortolândia, Bragança Paulista e Nova Odessa, e em Canoas (RS), num total de 2.691 moradias.

No Paranoá, os apartamentos entregues hoje têm cerca de 46 metros quadrados divididos em sala, cozinha, dois quartos, banheiro e área de serviço. O condomínio tem rede de água, esgoto, energia elétrica, iluminação pública, pavimentação e área de lazer com centro comunitário e praças. O empreendimento recebeu investimento total de R$ 405,6 milhões e deve beneficiar cerca de 3 mil pessoas. De acordo com a Caixa, que financia os imóveis, cada apartamento está avaliado em R$ 65 mil.

Aliados traem Dilma na repatriação



Apenas três semanas após a reforma ministerial, a votação que transferiu para semana que vem o projeto que prevê a repatriação de ativos – dinheiro ilegal depositado em contas do exterior – mostra que o governo ainda enfrenta problemas com a base aliada. Dos nove partidos aliados, apenas um, o Pros, votou integralmente alinhado com a orientação do Palácio do Planalto. A segunda menor taxa de traição (7%) foi do PRB, do ministro do Esporte, George Hilton. Dos 15 deputados da legenda, apenas um votou contra.

A radiografia da votação, fornecida pela direção da Câmara dos Deputados, revela que houve dissidências em todas as outras oito legendas que apoiam o governo e que foram contempladas com ministérios e cargos importantes no segundo e terceiro escalões. Uma nova votação foi acertada entre os líderes para semana que vem. A estimativa do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, é que, aprovada, a repatriação pode representar perto de R$ 30 bilhões de recursos novos.

Na base aliada do governo, o maior índice de votos pelo adiamento foi registrado pelo PCdoB, que tem o ministro da Defesa, Aldo Rebelo. Dos 10 parlamentares votantes na sessão, 100% opinaram pela retirada do projeto da pauta desta quarta-feira (28).

Na lista da infidelidade, o PR e PSD ficaram com a 2ª e 3ª colocações. No PR, partido que detém o Ministério dos Transporte, 21 deputados votaram e 10 pelo adiamento - uma taxa de traição de 48%. No PSD, do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, que chegou a ser pensado como alternativa para esvaziar o poder do PMDB, foi registrado um percentual semelhante, 45%. Dos 22 deputados presentes, 10 foram contrários ao governo.

No PP, que domina a máquina da Integração Nacional, com o ministro Gilberto Occhi, dos 23 deputados que estiveram na sessão, oito encaminharam pelo adiamento - infidelidade de 35%. Do PMDB, contemplado com sete pastas, inclusive a mega-estrutura da Saúde, compareceram 44 e 13 chancelaram o adiamento.

O próprio PT, partido da presidente Dilma Rousseff, colocou 50 parlamentares em plenário. Nada menos do que 15 petistas votaram contra o Planalto. Uma dissidência elevada de 34% em se tratando do partido do governo.

A votação da repatriação é estratégica por dois motivos. Ela será o primeiro teste de votação relevante após a reforma e a última esperança da equipe econômica para fazer dinheiro novo ainda em 2015, já que a CPMF só será votada ano que vem e ainda está cercada de incertezas.

“Os coordenadores políticos do governo precisam enquadrar os ministros destes partidos para evitar sustos na semana que vem. A reforma melhorou a correlação de forças em favor do governo, mas é preciso atenção permanente para evitar sustos”, alerta um dos líderes do governo no Congresso.JB

Evangélicos pedem saída imediata de Cunha da presidência da Câmara



Pastor Welinton Pereira afirmou que manifesto é iniciativa "apartidária". De acordo com ele, há, pelo menos 35 assinaturas de evangélicos da Assembleia de Deus, mesma igreja de Cunha
Estadão Conteúdo

Representantes e integrantes de movimentos evangélicos protocolarem na tarde desta quarta-feira, 28, na Secretaria Geral da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, manifesto pedindo a saída "imediata" do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). No documento, eles repudiam as ações de corrupção das quais é acusado o peemedebista, que se identifica como evangélico, e avaliam que elas tornam a permanência de Cunha no cargo insustentável.

No documento, evangélicos afirmam que a crise política pela qual o Brasil passa vem se traduzindo em conflitos institucionais, que precisam ser revistos com uma "profunda reforma política. "Nesse contexto, as ações do deputado Eduardo Cunha, atual presidente da Câmara dos Deputados e que se identifica como evangélico, merecem "repúdio", dizem no documento, assinado por 117 pessoas. Eles avaliam que, diante das denúncias de corrupção, "não há coerência e base ética necessária" para Cunha continuar no cargo.

Um dos assinantes, o pastor Welinton Pereira afirmou ao jornal O Estado de São Paulo,  que o manifesto é uma iniciativa "apartidária". De acordo com ele, entre os apoiamentos, há, inclusive, pelo menos 35 assinaturas de evangélicos da Assembleia de Deus, mesma igreja de Cunha. O pastor destacou que, após o protocolo, foi aberta na internet uma lista online para colher assinaturas, que já conta com quase mil apoios. Na lista, pessoas de outras religiões também podem assinar o pedido de afastamento de Cunha.Estadão

Deutsche Bank vai cortar 9 mil postos de trabalho e sair de 10 países


E a oposição de golpista liderado  pelo tucano Aécio Neves, diz que a crise é só no Brasil e a culpa é da Dilma
 O Deutsche Bank anunciou hoje que vai suprimir 9 mil postos de trabalho e se retirar de 10 países devido a uma reestruturação no âmbito do maior banco alemão.

O anúncio foi feito pelo novo copresidente executivo, o britânico John Cryan.Em coletiva de imprensa, Cryan explicou que a medida tem como objetivo reduzir custos, prevendo poupar aproximadamente 3,8 mil milhões de euros até 2018.

John Cryan falava na apresentação de resultados do grupo que, entre janeiro e setembro, registou perdas recorde de 4,64 bilhões de euros.

A pedido dos golpistas da oposição,Cunha revoga questão de ordem sobre rito do impeachment



O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), revogou no final da manhã desta quinta-feira, 29, a questão de ordem da oposição a partir da qual o peemedebista estabeleceu o rito do processo de impeachment. O "manual de impeachment" estava suspenso por três liminares concedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O jornal O Estado de S. Paulo antecipou essa informação na edição desta quinta.

Na prática, com a medida, Cunha faz a decisão do Supremo perder o objeto e traz para si a decisão sobre o impeachment. O peemedebista já havia dito que tomaria esta medida.

No dia 13 de outubro, os ministros do STF Teori Zavascki e Rosa Weber concederam liminares proibindo a análise de requerimentos de impeachment sob as regras definidas por Cunha a partir da questão de ordem apresentada pelo DEM.

Num primeiro momento, o presidente da Câmara optou por apresentar ao Supremo uma defesa jurídica da decisão sobre o rito do impeachment. Na semana passada, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, disse que não gostaria de analisar nenhum pedido de impeachment antes da análise das liminares de Teori e Rosa pelos 11 ministros no plenário da Corte.

Cunha já havia comentado com aliados a possibilidade de revogar a questão de ordem. Porém, ao ser estimulado por setores da oposição e também por movimentos sociais que pedem a saída de Dilma, o presidente da Câmara passou a reavaliar sua estratégia.

Sem o "manual do impeachment", voltam a ser válidas as regras estabelecidas pela Constituição, pela Lei 1.079/1950 (crimes de responsabilidade) e pelo Regimento Interno da Casa.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Dono do Ibope desafia Aécio mostrar pesquisa em que ele não é rejeitado


Bate-boca no Senado
Falando da rejeição de 55% de Lula, pela pesquisa Ibope, o senador Lindbeigh Farias (PT) subiu na tribuna para ressaltar os 47% de rejeição de Aécio Neves (PSDB). "Foi só um alerta, disse o petista. "Não preciso de alerta", reagiu o tucano, citando a pesquisa CNT/MDA. A discussão seguiu acalorada pelo plenário, e, conta outro senador, Aécio disparou: "Isso é o Ibope!

O fantasma de 2018

A atitude de Aécio sobre pesquisa Ibope gerou reação do presidente do instituto,

Carlos Augusto Montenegro:

"O presidente de um partido grande não sabe a diferença entre potencial e intenção de voto"." E desafia: "Se ele tem pesquisa, diga: quem fez?

Quando? Divulgue o resultado"." Montenegro diz que 15% votaram no tucano e que os outros 33% que recebeu (2014) foram de eleitores anti-PT.(Da coluna de Ilimar Franco)

..O instituto contratado para fazer pesquisa para o PSDB é o GPP. Esse instituto também trabalhou para os tucanos na campanha do 2014. E disse que Aécio seria eleito

R$ 1,7 milhão: Tribunal de MG quer comprar salmão e filé mignon para lanches de desembargadores



A estimativa é de que os gastos com os "lanches" fiquem em torno de R$ 1,7 milhão

O edital ainda prevê as marcas dos alimentos, sendo que o filé mignon e a carne seca devem ser Friboi e o filé de salmão, sem espinhas e escamas, deve ser da marca Atlântico

96 kg de filé mignon Friboi, 50 kg de filé de salmão e 96 kg de carne de sol. Isso e mais 600 kg de arroz e 32 kg de feijão carioca são alguns dos ingredientes que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) vai adquirir com dinheiro público para o "lanche" dos juízes e desembargadores da Corte no próximo ano.

Os números dos alimentos "de primeira" constam do edital publicado nesta segunda-feira, 26, que prevê a contratação, por 12 meses, de seis lotes de alimentos, incluindo bolos, frutas, pães de queijo e refrigerantes, para "a confecção de lanches para os desembargadores, juízes, tribunais do júri e eventos institucionais", segundo a licitação 121/2015 do TJ-MG.

O edital ainda prevê as marcas dos alimentos, sendo que o filé mignon e a carne seca devem ser Friboi e o filé de salmão, sem espinhas e escamas, deve ser da marca Atlântico.

A estimativa é de que os gastos com os "lanches" fiquem em torno de R$ 1,7 milhão. Itens como arroz e feijão, além do filé mignon, do filé de salmão, só começaram a surgir na lista de "lanches" da corte após a posse do atual presidente do TJ-MG, desembargador Pedro Bitencourt, em junho do ano passado.

A carne seca apareceu pela primeira vez no edital neste ano. Os editais para fornecimento de lanches antes de 2010 não constam na página do TJ-MG na internet. Questionado, o tribunal não explicou quais lanches seriam feitos com os ingredientes citados acima e nem se houve a licitação de arroz feijão e das carnes "nobres" antes de 2010.

Os alimentos vão todos para a copa do edifício do Tribunal localizado na região central da capital mineira, onde fica também a presidência da corte. No mesmo prédio ainda há um salão onde são realizados alguns eventos institucionais do Judiciário mineiro. Com isso, os 906 juízes de primeira instância que atuam no interior do Estado não são contemplados com os lanches.

Insinuação

Enquanto a gestão atual da corte faz licitação para alimentos até então, inéditos, em fevereiro deste ano, o desembargador Doorgal Gustavo de Andrada divulgou uma carta aos servidores da corte com duras críticas a atual gestão e ironizando uma reunião que teria ocorrido no Órgão Especial do TJ, às vésperas do carnaval deste ano, entre Pedro Bitencourt e dois desembargadores aliados a ele.

No documento, Doorgal insinua que teriam sido realizados almoços com dinheiro público no edifício do tribunal.

"Sobre os três, não se levantavam acusações de estarem envolvidos em: (…) manter com dinheiro público uma cozinha no Tribunal para uso exclusivo pessoal-familiar, e para fornecer almoço a desembargadores 'confiáveis' (com talheres de prata)", ironizou o magistrado no documento.

O uso das estruturas públicas e a alimentação com os recursos da corte, caso confirmados, poderiam configurar crime de improbidade administrativa, já que os desembargadores e juízes do Tribunal contam com um auxílio-alimentação de R$ 751.

Por meio de nota, a assessoria do TJ-MG afirmou que Pedro Bitencourt trabalha 12 horas por dia "despachando" no tribunal e que, ocasionalmente, faz refeições em seu gabinete. O texto ainda diz que Bitencourt abriu mão de seu auxílio-alimentação e que não oferece refeições no salão do tribunal.

'Ajustes'

A assessoria do Tribunal informou ainda que os alimentos que chegam ao prédio sede do TJ-MG são destinados a produção de lanches para "todas as unidades do poder judiciário da capital". "Também são fornecidos lanches para a realização das sessões do Júri, eventos institucionais, cursos, treinamento e mutirões. A variação no número de itens deve-se a ajustes feitos anualmente", segue o texto.

O Sindicato dos Servidores de Justiça de 2ª Instância do Estado de Minas Gerais, contudo, questiona a versão do Tribunal e, por meio de nota, alegou que "nos cursos, mutirões e outras atividades que impedem o deslocamento do servidor para lanche ou refeição, nunca foi servido salmão, iogurte grego light ou qualquer outra sofisticada alimentação." As informações são do Estadão Conteúdo

Extratos com indício de caixa 2


Problemas fiscais em 78% dos recibos apresentados na prestação de contas

A possibilidade de  de caixa 2  levou o PT a entrar nesta terça-feira com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo abertura de investigação sobre supostas irregularidades nas contas de campanha presidencial do senador Aécio Neves (PSDB-SP), candidato derrotado à Presidência da República em 2014.

Tendo como base análise própria dos dados financeiros entregues ao TSE pela campanha de Aécio Neves, o partido alega que há problemas fiscais em 78% dos recibos apresentados na prestação de contas. Levando ainda em conta o levantamento, o PT pediu também ao TSE a rejeição das contas do candidato, que ainda não foram julgadas e estão sob a relatoria da ministra Maria Theresa de Assis Moura.

De acordo com o coordenador jurídico Flávio Caetano, a contabilidade apresentada pela campanha de Neves fez lançamentos que não constam em extratos bancários ?com indício de caixa 2?, usou recursos do Fundo Partidário e fez gastos antes da abertura de contas destinadas para receber os recursos para a campanha, conforme prevê a legislação eleitoral.

Valores superiores

O levantamento feito pela equipe de Caetano aponta que um depósito de R$ 1,2 milhão foi feito pelo Comitê Financeiro Nacional do PSDB em benefício do próprio comitê. Para o advogado, a suposta irregularidade significa que há indício de que o candidato mantinha em espécie valores superiores ao permitido pela legislação eleitoral. Na petição, o coordenador jurídico também afirma que Aécio Neves e o candidato a vice, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), utilizaram funcionários públicos indevidamente para trabalharem na campanha.

Por fim, Caetano pede, por questão de isonomia, que o tribunal peça auxílio de técnicos da Receita Federal, do Tribunal de Contas de União (TCU) e do Conselho Federal de Contabilidade. O mesmo procedimento foi adotado para auditar as contas da campanha presidencial de Dilma Rousseff e do vice, Michel Temer.

Irã quer Brasil ajudando na produção de mais alimentos



O Brasil está sendo chamado para atender a crescente demanda por alimentos no Irã, que também mostrou interesse em firmar parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para intercâmbio de profissionais e pesquisa em vacinas e produtos transgênicos. O apoio foi solicitado nesta terça-feira à Kátia Abreu, ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por integrantes da Comissão de Agricultura da Assembleia Consultiva Islâmica do Irã.

O presidente da comissão, deputado Abas Rajaei, afirmou que a República Islâmica do Irã prevê que, em 20 anos, sua população saltará de 80 milhões para 150 milhões. O crescimento deverá ser acompanhado por aumento da produção própria e da importação de alimentos, acrescentou o parlamentar.

Os iranianos comem diariamente uma média de 29 gramas de proteína e, de acordo com Rajaei, o governo pretende dobrar esse consumo em 15 anos, o que poderá significar grandes oportunidades de negócios para o Brasil, que é o principal fornecedor de carne bovina para o Irã. Em 2014, as exportações brasileiras totalizaram US$ 324,3 milhões, o que representou 84% do total importado por aquele mercado.

Brasil e Irã, especialmente nas últimas décadas, têm tido boas colaborações e desejamos que se desenvolva ainda mais?, ressaltou o deputado iraniano. ?Mesmo que nossa vizinhança tenha países como Cazaquistão, Ucrânia e Austrália, que podem oferecer produtos agrícolas necessários, queremos continuar nosso bom relacionamento comercial com o país amigo que é o Brasil, completou.(Reuters)

Operação Leva Emprego


Lava Jato provocou queda da ocupação; taxa é pior para trabalhadores mais qualificados

Os trabalhadores com maior escolaridade têm sido os mais atingidos pela piora no mercado de trabalho brasileiro, revelou o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). Para quem tem ensino médio completo, a queda na taxa de ocupação no primeiro semestre de 2015 foi de 2%, medida pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad), do IBGE.

Menos expressivo, o recuo para o fundamental completo foi de 1,4%, e, para o fundamental incompleto, de 1,2%. Os homens também foram mais afetados do que as mulheres, com um recuo de 1,6% contra 0,5%, mostra o Boletim Mercado de Trabalho: Conjuntura Econômica e Análise.

A Operação Lava Jato teve um custo para a sociedade brasileira, apesar dos benefícios do combate à corrupção, disse o diretor do Ipea André Calixtre. As investigações “travaram” a cadeia produtiva de petróleo e gás no início deste ano e tiveram impacto na construção civil, que foi um dos setores com maior queda no nível de ocupação no primeiro semestre.

“A verdade é que essa operação teve um custo muito alto para a sociedade brasileira”. Calixtre afirmou que ainda não é possível dizer exatamente quantos empregos foram afetados pelo impacto nos setores de petróleo e construção.

A construção civil teve queda de 6,7% na taxa de ocupação em relação ao primeiro semestre de 2014, atrás apenas da administração pública, que teve retração de 10,3%. A redução do nível de ocupação no país, segundo o Ipea, está mais relacionada à queda no número de admissões do que a um aumento nas demissões. Outro número que teve a inversão de sua tendência foi a taxa de informalidade, que subiu de 44,3% para 44,7% do primeiro para o segundo trimestre de 2015.

Os mais jovens foram os que apresentaram a maior piora nos indicadores. A taxa de ocupação caiu 3,5% para a população de 14 a 24 anos, e 0,4% para a de 25 a 59 anos. Para os idosos houve um aumento, de 1,4%.(Monitor Mercantil)

Empreiteira brasileira brilha em Quito



O consórcio formado pela Odebrecht Infraestructura - América Latina e a espanhola Acciona venceu a licitação para a construção da Linha 1 do Metrô de Quito. Será o primeiro metrô do Equador, com 15 estações distribuídas em 22 quilômetros. O contrato será assinado em até 60 dias, terá um prazo de 42 meses e valor de US$ 1,72 bilhão.

A expansão das empreiteiras brasileiras na América Latina preocupa as grandes empresas mundiais, especialmente as norte-americanas, e ajuda a explicar o ataque às construtoras nacionais na Operação Lava Jato, ataque que ultrapassa as responsabilidades de seus diretores, procurando fulminar as companhias.O projeto terá apoio do Banco Interamericano, Banco Mundial e CAF, entre outros.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

#‎Lula70‬ Dilma canta parabéns pra você!



A presidenta Dilma Rousseff veio a São Paulo para participar da festa de aniversário do ex-presidente Lula, e cantou parabéns ao lado do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, Dona Marisa e do neto do ex-presidente. Veja aqui no Facebook do Lula quem mandou vídeo desejando feliz aniversario

PT vai ao TSE contra caixa2 nas contas de campanha de Aécio Neves


O Partido dos Trabalhadores (PT) entrou com uma ação, nesta segunda-feira (26), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Ministério Público Eleitoral (MPE) para que se apurem as irregularidades nas contas de campanha das eleições presidenciais do senador Aécio Neves (PSDB). Segundo o coordenador jurídico da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, Flávio Caetano, as denúncias contra as contas de Aécio são muito graves. Cerca de 78% dos recibos da campanha foram alterados.

“O processo de contas de Aécio Neves é um verdadeiro tumulto processual. Dentre as irregularidades encontradas, 2.397 recibos eleitorais foram alterados, o que representa 78% do total de recibos apresentados pelo candidato do PSDB a presidente”, afirma o advogado.

Entre as irregularidades, existe um depósito em dinheiro de R$ 1,2 milhão feito pelo Comitê Financeiro Nacional do PSDB para a própria conta do comitê. Esse valor não está nas planilhas entregues ao TSE. No mesmo dia, 19 de novembro de 2014, e com o mesmo número de lançamento, há um depósito realizado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB), no mesmo valor de R$ 1,2 milhão, via transferência eletrônica. A transação indica a ocorrência de omissão de informação juridicamente relevante, prevista no Código Penal.

Entre os problemas apontados pelo PT, está a contratação, pelo Comitê Financeiro Nacional do PSDB, da empresa Multi Servide Cooperativa de Trabalho, ligada ao governo de São Paulo, por mais de R$ 2 milhões. Ela teria disponibilizado militantes para trabalhar na campanha de Aécio. O vice-presidente e diretor da cooperativa é Anderson Oriovaldo Ercolin, contador responsável pelas contas de Aécio Neves.

Há também indícios de que a campanha do senador usou funcionários públicos, lotados em gabinetes como do senador Aloysio Nunes, para trabalhar na campanha.

“Existem mais de 30 empresas contratadas durante as eleições que abriram e fecharam durante o ano de 2014. Os fatos são de extrema gravidade e podem ensejar a desaprovação de contas pelo TSE, além de rigorosa apuração pelo MPE, de uma possível prática de crime eleitoral e atos de improbidade administrativa”, explica Caetano.

No fim de agosto, a ministra do TSE Maria Thereza de Assis Moura, relatora do processo que examina a prestação de contas da campanha do senador Aécio Neves, solicitou informações de 15 irregularidades encontradas pela Corte. As contas do tucano ainda não foram integralmente analisadas pelo TSE.


Lembo:“FHC poderia ter renunciado quando comprou a reeleição”



'Golpes militares estão sendo substituídos por impeachment', diz jurista da USP: “A elite branca está furiosa. Não entendeu que o Brasil mudou, por isso está perdida”

Afastamento de presidentes da República do cargo fora do período de eleições se tornou "uma nova patologia" na política da América Latina, afirma o ex-governador de São Paulo Cláudio Lembo, em entrevista ao colunista Bernardo Mello Franco, na edição desta terça-feira (27) da "Folha de S.Paulo".

"Os golpes militares da época da Guerra Fria estão sendo substituídos pelo impeachment. A função do Congresso é fiscalizar os governos, e não derrubá-los. Isso é o mesmo que bater às portas dos quartéis", diz Lembo, que é professor de Direito da USP.

Filiado ao DEM até 2011, o ex-governador de São Paulo inclui o partido e o PSDB entre os que querem "derrubar o governo a qualquer custo" por não se conformarem com o resultado da eleição um ano depois. "A oposição não aceitou o resultado da eleição e quer derrubar o governo a qualquer custo. Só sabem falar em impeachment. Estão perdidos, em estado de neurose coletiva".

Lembo critica também o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que tem dito que a presidente Dilma Rousseff deve renunciar: "Um ex-presidente não devia falar isso. Eu também acho que ele (FHC) poderia ter renunciado quando comprou a reeleição", afirma o ex-governador.

À "Folha", Cláudio Lembo defende que a lei para impedimento de mandato exige um crime de responsabilidade e que ele não vê isso. "Ninguém diz que a presidente enriqueceu. Sua honra está preservada".

A proposta de impeachment, diz o professor de Direito, é um instrumento violento que desrespeita a população. "Não se deve buscar interromper o mandato eletivo. Isso é um desrespeito à população, seja quem for o eleito. O impeachment é um instrumento violento, que causa instabilidade à economia e ao país", sentencia.

Leia a coluna de Bernardo Melo Franco

Lembo ataca o impeachment

 O ex-governador Cláudio Lembo entrou na campanha contra o impeachment. Aos 77 anos, ele escreveu um parecer sobre o tema. Sustenta que o afastamento de presidentes se tornou "uma nova patologia" na política da América Latina.

"Os golpes militares da época da Guerra Fria estão sendo substituídos pelo impeachment. A função do Congresso é fiscalizar os governos, e não derrubá-los. Isso é o mesmo que bater às portas dos quartéis", diz.

Professor de direito da USP e do Mackenzie, Lembo cita o jurista Pontes de Miranda (1892-1979) ao afirmar que o afastamento de um presidente "só se permite, nas democracias, em caso de extrema necessidade".

"Não se deve buscar interromper o mandato eletivo. Isso é um desrespeito à população, seja quem for o eleito. O impeachment é um instrumento violento, que causa instabilidade à economia e ao país", afirma.

O ex-governador contesta a tese de que o impeachment é um instrumento legal, diferente de um golpe. "A lei exige um crime de responsabilidade, o que não vejo. Ninguém diz que a presidente enriqueceu. Sua honra está preservada", defende.

Lembo também critica a ideia, já sugerida por Fernando Henrique Cardoso, de que Dilma Rousseff deveria renunciar. "Um ex-presidente não devia falar isso. Eu também acho que ele poderia ter renunciado quando comprou a reeleição", provoca.

Conhecido pela ironia, ele desdenha as manifestações que pedem a queda da presidente. "A elite branca está furiosa. Não entendeu que o Brasil mudou, por isso está perdida."

Aplica o mesmo adjetivo aos políticos de PSDB e DEM, seu partido até 2011. "A oposição não aceitou o resultado da eleição e quer derrubar o governo a qualquer custo. Só sabem falar em impeachment. Estão perdidos, em estado de neurose coletiva."

Hoje filiado ao PSD, do ministro Gilberto Kassab, Lembo diz que não tem conversado sobre a crise com os antigos aliados. "Estou velho. Não querem mais saber de mim.

#Parabéns presidente Lula. Feliz aniversário!


#Lula70
Lula. Um gênio na arte de fazer política,  reconhecido internacionalmente, temido e odiado pelas elites preconceituosas que tentam por todas as formas retirá-lo da vida pública. Quer queiram ou não, escreveu seu nome na história política e social deste país.Parabéns guerreiro. O melhor aniversário para a mais especial das pessoas, nesta data querida de seu aniversário.

Querido Lula.Receba a  solidariedade de todos os leitores do blog os  amigos do presidente Lula,não só pelos 70 anos, mas por tudo que você vem enfrentando. Estamos com você, como sempre

Feliz aniversário.Feliz 2018!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Ibope: Rejeição a Aécio, Marina, Alckmin e Serra,explode:Lula ainda lidera para 2018



Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira pelo jornal Estado de S. Paulo mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda é o nome mais forte para a disputa presidencial de 2018.
Uma das conclusões da pesquisa, que considera alguns possíveis candidatos para a próxima disputa, é a de que ninguém sai vencedor. Outra é a de que a taxa de eleitores que dizem que votariam com certeza em Lula ainda é maior do que a de todos os seus rivais: 23%. Em maio de 2014, esse índice era de 33%.
 Os números mostram que a tática oposicionista – partidária e midiática – de desconstruir o governo Dilma, a principal liderança petista e de apostar “no quanto pior, melhor”, não está agradando o povo. O resultado da ação política de Aécio Neves e seus aliados é como o dos terroristas que, no objetivo de impor baixas nos oponentes, explodem a si mesmos antes se saber o tamanho do estrago que causarão, de fato, aos seus alvos...Continue lendo aqui

Cláudio Lembo diz que impeachment é 'novo golpe militar'



Ex-governador e vice na gestão tucana do Estado de São Paulo, Cláudio Lembo (PSD) criticou nesta segunda-feira, 26, o movimento da oposição no Congresso Nacional que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Em entrevista para a  Agência Estado, ele comparou os pedidos de impedimento ao golpe militar de 1964 e afirmou que a oposição ao governo comete um ato "pouco leal".

Lembo, que também é advogado, publicou na internet um artigo em que afirma que as chamadas "pedaladas fiscais" não são suficientes como argumento para um pedido de afastamento da presidente. Os atrasos nos repasses a bancos públicos para dar fôlego ao caixa do governo federal são a base para a maior parte dos pedidos de impeachment protocolados na Câmara.

"É de se anotar que o procedimento impeachment importa em acusação; acusação quanto à prática de ato definido por lei como passível de impeachment e que tenha sido executado no exercício das funções inerentes ao cargo ocupado e para o qual foi conduzido pelo resultado eleitoral. Os fatos noticiados "pedaladas", na verdade, não incidem em qualquer um dos tipos elencados no artigo 85 da nossa Constituição", diz o texto, mencionando o artigo que define os crimes de responsabilidade do presidente da República.

O ex-governador disse que a movimentação pró-impeachment também cria um ambiente de instabilidade política que pode prejudicar o País. "Meu artigo se baseia em um livro do pesquisador argentino Anibal Perez-liñán, que demonstra que em toda a América Latina os golpes militares vieram após o impedimento do presidente. No caso atual, os políticos estão atuando de forma pouco leal. É uma nova forma de golpe militar."

O parecer publicado na internet, segundo ele, foi feito exclusivamente para fins acadêmicos e não será enviado ao Congresso.

Cláudio Lembo foi vice-governador de São Paulo entre 2003 e 2006, entre a primeira a segunda administrações de Geraldo Alckmin (PSDB). Em março de 2006, quando o tucano renunciou para ser candidato a presidente, Lembo, então no PFL, assumiu o governo do Estado, permanecendo até o final daquele ano. Atualmente está filiado ao PSD.Agência Estado

Estados 'pedalam', mas não têm contas reprovadas nos tribunais



As 'pedaladas fiscais' do governo federal referente às contas de 2014 são comuns também nos estados, segundo a "Folha de S.Paulo" desta segunda-feira (26). Porém, ao contrário do que ocorreu no Tribunal de Contas da União (TCU), nenhum desses estados tiveram suas contas reprovadas nos respectivos tribunais.

Em Goiás, no Paraná e no Distrito Federal, auditorias das contas compararam a prática às medidas do governo federal, que consiste em empurrar despesas para a frente com o intuito de cumprir metas e não infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal, conforme explicou em reportagem de agosto do Jornal do Brasil o fundador da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco.

"O que tem sido o grande problema é o endividamento e o comprometimento da receita com pessoal. Ou o estado está endividado demais, no limite superior fixado pelo Senado, ou está comprometendo a receita com pessoal e não sobra mais recurso para outras atividades”, afirmou Castello Branco.

No Rio de Janeiro e em Goiás as pedaladas foram questionadas em auditoria ou pelo Ministério Público de Contas, mas o fato não impediu que as contas de 2014 fossem aprovadas pelos conselheiros. Em Goiás, o MPC acusou o governo de tomar empréstimos de dinheiro público para pagar despesas do dia a dia.

"Isso permitiu o não aparecimento de certas mazelas na campanha eleitoral. O Estado não tinha caixa", disse, à "Folha", o procurador de Goiás Fernando Carneiro.

Já no Paraná, o Ministério Público de Contas considerou como medida "escusa" a mudança da meta de Orçamento de 2014 de superávit para déficit, realizada pelo governador Beto Richa (PSDB). O processo ainda não foi julgado pelo TCE. O governo argumenta que fez "uma mudança de metas" autorizada pelo Legislativo.

Todas as gestões são unânimes na resposta à "Folha", ao negar que tenha havido irregularidades.

Na reportagem do JB, Gil Castello Branco já havia dado o diagnóstico para que a prática não sofresse nenhum tipo de sanção nos TCEs: "Não podemos deixar de considerar que os conselheiros dos tribunais de contas são indicações políticas, por isso há sempre a dúvida se o julgamento será técnico ou político”, explicou.Por Eduardo Miranda do JB

domingo, 25 de outubro de 2015

Um em cada três deputados do Conselho de Ética é alvo de inquéritos no STF



Levantamento feito pelo jornal  O  Estado de São Paulo  mostra que sete dos 21 deputados do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados são alvos de ações no Supremo Tribunal Federal. Entre eles, três já foram formalmente denunciados e respondem como réus a ações penais no tribunal. Os procedimentos podem influir na definição de um nome para relatar eventual processo de cassação do mandato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O colegiado é quem vai analisar o pedido de cassação do peemedebista apresentado pelo PSOL e a Rede por quebra de decoro parlamentar. Cunha é acusado de envolvimento com o esquema de corrupção na Petrobrás e suspeito de manter contas secretas na Suíça com recursos provenientes de atividades criminosas, segundo a Procuradoria-Geral da Republica. O presidente da Câmara disse em depoimento à CPI da Petrobrás que não tinha contas no exterior. Se for cassado, Cunha perde foro privilegiado e poderá responder em ação na primeira instância, conduzida pelo juiz federal Sérgio Moro.

Três deputados do Conselho de Ética são réus em ações penais no Supremo. Fausto Pinato (PRB-SP) é acusado por falso testemunho contra um suposto inimigo do pai dele num processo que subiu para o STF depois que ele foi eleito; Wladmir Costa (SD-PA) é réu por nomear funcionários fantasmas na Câmara (contra ele há mais dois inquéritos em curso por difamação); e Washington Reis (PMDB-RJ), por crime ambiental. Todos negam as acusações.

Reis é um dos principais aliados de Cunha no conselho. Recai justamente sobre ele o maior número de procedimentos no STF: seis no total. Além da ação penal, o deputado é investigado por lavagem de dinheiro por suposta variação de patrimônio incompatível com os bens declarados à Justiça Eleitoral. O relator, ministro Celso de Mello, pediu, no entanto, o arquivamento do caso.

Mais três inquéritos contra Reis o investigam por suposto envolvimento em um esquema de fraudes em licitações. Os crimes teriam ocorrido quando Reis era prefeito de Duque de Caxias. Em outra ação, testemunhas o acusam de ter usado maquinário da prefeitura do município em obras de um condomínio particular às vésperas das eleições de 2008, quando o então prefeito tentava a reeleição.

O deputado diz que os processos fazem parte da vida política. "Se você for prefeito de uma cidade de mil habitantes vai responder a 50 inquéritos no Brasil. Isso não quer dizer nada, eu sou o político mais arrumado do mundo."

Os outros deputados do Conselho de Ética da Câmara que são investigados pelo Supremo são Vinícius Gurgel (PR-AP), por crimes eleitorais e contra a ordem tributária, Betinho Gomes (PSDB-PE), por crime eleitoral, e Nelson Marchezan Jr. (PSDB-RS), por difamação. Todos negam irregularidades.

Além deles, quatro outros parlamentares já foram alvo de ações na Corte, mas elas foram arquivadas. Os dez restantes não são citados em procedimentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.