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quinta-feira, 9 de julho de 2009

iFHC gasta 10 vezes mais que Fundação Sarney para fazer a mesma coisa


A imprensa depois de fazer uma devassa na vida pessoal do senador Sarney, e só encontrarem a casa declarada à Receita Federal e sem constar ao TSE, partiram para o entorno: parentes e aliados. Quem dera fizessem isso sempre e sobre todos os políticos importantes.

Hoje o Estadão traz denúncias contra a Fundação José Sarney (uma entidade privada, tanto quanto o Instituto FHC e a Fundação Roberto Marinho), por ter projeto de preservação e Recuperação dos Acervos Bibliográfico e Museológico da Fundação José Sarney, com base na lei de incentivo à cultura.


Com base nesta lei a Fundação apresentou projeto ao ministério da Cultura, foi aprovado, e a Fundação pode captar dinheiro de empresas para patrocinar o projeto. As empresas, em compensação, podem abater este valor do imposto de renda a pagar.

Quem patrocinou o projeto foi a Petrobrás, e o valor foi de R$ 1.213.205,39.

O Estadão denuncia que houve desvios dentro da Fundação José Sarney com este dinheiro. Ainda não há, até o momento desta nota, resposta no blog Fatos e Dados da Petrobras.

Mas até onde entendo, a empresa não tem qualquer ingerência na execução do que se passa dentro da Fundação José Sarney. Ela apenas fez o patrocínio, e tem, em contrapartida, compensação nos impostos, e divulgação da marca. Pode-se questionar se o patrocínio é bom ou ruim, e se tratar-se-ia de favorecimento político.

Porém, outro ex-presidente está na mesma situação, e em montantes bem maiores.

Então, como alegar favorecimento à Sarney, se outro ex-presidente usa do mesmo expediente para preservar sua memória?

O Instituto FHC, apresentou seu projeto de digitalização do acervo de FHC e captou da mesma forma um valor quase 5 vezes mais elevado do que Sarney: R$ 5,7 milhões.



A captação de FHC se deu na SABESP (estatal do governo paulista, hoje de José Serra, na época, de Geraldo Alckmin), e diversas empresas beneficiadas pelas privatizações, ligadas aos tucanos. Todas descontaram no Imposto de Renda o valor repassado ao iFHC, portanto trata-se de dinheiro público dos impostos que, em vez de serem recolhidos à receita federal, são usados no iFHC, a título de incentivo fiscal à cultura.

Esse projeto do iFHC encontra-se com as seguintes pendências de prestação de contas junto ao ministério da Cultura:
- Informar as metas a serem realizadas
- Informar as metas já realizadas
- Informar o nº de dias necessários para realização das metas

Mesmo sem ter acabado, e sequer prestado contas, o iFHC já apresentou novo projeto, para dar continuidade à descrição, preservação e informatização do acervo documental do ex-presidente.

Como assim? O projeto anterior já não era para fazer isso?

O valor proposto pelo iFHC ao ministério da Cultura (ainda não aprovado) é quase R$ 7 milhões de reais (R$ 6.953.860,72 para ser exato), além dos R$ 5,7 milhões do projeto anterior para fazer a mesma coisa.


No total, o iFHC está propondo gastar R$ 12,7 milhões para fazer a mesma coisa que a Fundação José Sarney fez com R$ 1,2 milhão. São 10 vezes mais.

Um claro indício de superfaturamento, com prejuízos ao erário do tesouro nacional, através da perda de arrecadação de impostos federais, via incentivos fiscais.

Para complicar mais a situação, na operação Satiagraha, constatou-se movimentação financeira do iFHC no Opportunity Fund, de Daniel Dantas. O fundo é legalizado no Banco Central e não é necessariamente crime ser cotista, mas o Opportuniy foi usado para lavar dinheiro, segundo denúncia do Ministério Público Federal.

Clique nas imagens para ampliar





Em continuidade à Satiagraha, um novo inquérito foi aberto para investigar os cotistas residentes no Brasil que aplicaram no Opportunity Fund estrangeiro. A operação no estrangeiro por residentes no Brasil é fraudulenta, pois é proibida, e usada para sonegar impostos nas aplicações financeiras no Brasil.

O ex-presidente FHC em recente entrevista qualificou Daniel Dantas como brilhante.

O mínimo que se pode exigir é uma apuração rigorosa sobre as operações do iFHC tanto quanto da Fundação Sarney.

Vou repetir: o iFHC está gastando 10 vezes mais para fazer a mesma coisa que a Fundação Sarney.

O zelo pelo interesse público exige sim apuração rigorosa, mas em ambos os casos.

O interesse público também exige a revisão da Lei Rouanet, já preparada pelo Ministério da Cultura, e sob forte bombardeio das Organizações Globo, que deseja manter tudo como está.

A mudança na Lei Rouanet deverá ser encaminhada ao Congresso, e é mais fácil ser aprovada com Sarney na presidência do que Marconi Perillo retirar o doce de R$ 7 milhões da boca do Instituto de FHC.

A mudança na Lei Rouanet prevê maior controle social sobre quais projetos culturais merecem de fato patrocínios, que realmente tenham interesse cultural suficiente e gerem empregos na área de cultura, para justificar serem financiados pelos impostos do Estado, tirando essa decisão das mãos dos departamentos de marketing das empresas, em clara política neoliberal de privatização dos impostos, como é hoje.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Quem se habilita a gastar seu vale-cultura no iFHC?

Imagine se o iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso), para se manter, tivesse que cobrar ingresso do cidadão para visitar o "magnânimo" acervo do ex-presidente.

Pois o iFHC já deu "uma facada" nos cofres públicos de R$ 5,7 milhões e pleiteia mais R$ 7 milhões, para acabar de fazer o que deveria ter feito com os R$ 5,7 milhões.

Esse dinheiro saiu dos impostos, via incentivo à cultura, por renúncia fiscal da lei Rouanet.

Pois o vale-cultura, quer deixar uma parte desse dinheiro que ia para os iFHC's, na mão do trabalhador de baixa renda, na forma de um vale de R$ 50,00 por mês, onde o próprio trabalhador escolha como ele quer gastar. Se prefere comprar ingresso para visitar o iFHC, ir a um show do Zeca Pagodinho, ou a um circo popular.

"Intelectuais" da elite, como Gilberto Dimenstein, critica, chamando o vale-cultura de "bolsa-circo", dizendo que o trabalhador vai gastar com a "má cultura" em vez de gastar com "boa cultura" (o conceito de boa e má fica por conta do "intelectual").

Ora, é razoável e aceitável, que população de baixa renda que tem pouco acesso à lazer e não tem acesso à indústria da cultura, misture um pouco de cultura e entretenimento. Cabe aos produtores culturais ouvir mais a voz da periferia, a população de baixa renda, e produzir coisas que sejam do interesse popular.

Manifestações culturais populares como carnaval, boi-bumbá, festas juninas, já alia lazer com forte componente cultural de inegável valor.

O vale-cultura abre mecanismo de profissionalização para inciativas culturais como festivais de rap na periferia, abre mercado para criação de áreas de lazer cultural nas periferias, além de dar acesso aos espaços culturais já frequentados pela antiga classe média.

É melhor democratizar o dirigismo cultural, deixando em parte, o cidadão decidir o que quer assistir, do que o dinheiro público ser dirigido apenas à eventos que só interessam ao culto das elites, como o acervo do iFHC.

Mas nada impede que o iFHC cobre ingresso, para captar recursos. Quem se habilita a gastar seu vale-cultura no iFHC?

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Assalto no cofre público


O Ministério Público do Estado de São Paulo instaurou um procedimento para investigar uma doação de R$ 500 mil feita pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) ao Instituto Fernando Henrique Cardoso. Com o objetivo de organizar, catalogar e digitalizar seus arquivos, o instituto, que não tem fins lucrativos, foi criado por FHC assim que ele deixou a Presidência.De acordo com a Promotoria da Cidadania, será investigado se a doação causou algum prejuízo ao erário e se houve improbidade administrativa e má gestão pública.

O Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) informou ontem que abrirá ao Ministério Público Estadual (MPE) todos os documentos acerca da doação de R$ 500 mil feita à entidade pela Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp). Segundo o iFHC, instituição “sem fins lucrativos”...Há! Há! Há! e “apartidária” Há! Há! Há,.Apenas uma pergunta ao poderoso chefão Fernando Henrique Cardoso: E se o Presidente Lula resolvesse criar um instituto, e recebesse “doações” dos cofres públicos(dinheiro do contribuinte?)O que o seu partido PSDB falaria sobre o caso? E a nossa imprensa, estaria quietinha do mesmo jeito que está? Cadê a Veja? Não vai falar sobre o assunto? E ainda falando em Veja eu não vi o buraco do Alckmin/Serra na capa da veja!

Você não sabe, mas está ajudando a financiar as atividades do iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso). Sorrateiramente, R$ 500 mil migraram do seu bolso para o borderô da ONG aberta pelo ex-presidente da República tucano depois de ter deixado o Palácio do Planalto. Deve-se ao repórter Daniel Bramatti a descoberta da mamata. O tema foi repercutido na edição da Terra Magazine(Aqui). A Sabesp (Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) repassou ao iFHC os R$ 500 mil.

O repasse foi feito com o propósito de ajudar a financiar um projeto de preservação do acerco de Fernando Henrique Cardoso. A ?doação? foi feita com base na Lei Rouanet, de incentivo à cultura. Significa dizer que a Sabesp vai descontar a grana do seu Imposto de Renda. Ou seja, a generosidade é financiada por você, caro contribuinte. A Sabesp não foi a única empresa doadora. Ao correr a sacolinha, o iFHC logrou amealhar R$ 2 milhões. O que diferencia a Sabesp dos demais doadores é a sua natureza jurídica. Trata-se de uma estatal. Como se fosse pouco, é uma estatal que, nos últimos doze anos, esteve submetida a gestões tucanas.

Para complicar, o iFHC não se dignou nem mesmo a mencionar o nome da doadora estatal na nota que levou ao ar no seu portal eletrônico. Ao privar a Sabesp da homenagem de uma citação, o instituto do ex-presidente premiou a falta de transparência. O iFHC alega que o mimo da Sabesp foi feito dentro da lei. O que leva a uma inevitável pergunta: quantos absurdos vêm sendo praticados no Brasil em nome da lei? A Sabesp, como se sabe, deveria ter suas atenções voltadas para a melhoria da malha de saneamento básico do Estado de São Paulo. Algo muito distante das atividades desenvolvidas pelo iFHC. Por sorte, os resíduos éticos produzidos por operações do gênero não são concretos. Do contrário, não haveria esgoto que bastasse. "

Helena

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Por que iFHC recebeu três vezes mais da Camargo Corrêa do que o Instituto Lula?


R$ 7 milhões para o Instituto de Fernando Henrique Cardoso
 O secretário nacional de comunicação do PT, José Américo, disse nesta quinta-feira, 11, não ver com preocupação a convocação do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, para depor na CPI da Petrobras na Câmara. "Minha sugestão para ele é que pergunte para o pessoal do PSDB por que o Instituto Fernando Henrique recebeu três vezes mais da empresa (Camargo Corrêa) do que o Instituto Lula. O Paulo Okamotto tem todas as condições de mostrar que os institutos ligados a ex-presidentes recebem contribuições, o do FHC recebeu e o do Lula recebeu também", disse Américo ao chegar ao 5º Congresso do PT, na capital baiana.

 O diretor-presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto,  disse que sua convocação para depor na CPI da Petrobras é uma  tentativa de outros partidos de tentar atingir o PT. "O alvo é o PT. As pessoas gostam de fazer luta contra o PT, querem destruir o partido", concluiu.

Okamotto disse que a entidade tem uma finalidade social, defende o legado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e capta recursos como outras entidades no mundo todo. "Vou falar na CPI que houve doações, que a gente pede dinheiro e as empresas contribuem. Por que o dinheiro que a gente pede é diferente do que os outros pedem? Somos tão honestos quanto os outros",

Dinheiro para FHC

FHC passa o chapéu

Presidente reúne empresários e levanta R$ 7 milhões para ONG que bancará palestras e viagens ao Exterior em sua aposentadoria

segunda-feira, 13 de julho de 2009

iFHC: R$ 5,7 milhões para exibir 9 fotos digitalizadas, até agora




O iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso) conseguiu aprovação do Ministério da Cultura em 2004 (PRONAC n. 045808), para digitalizar o acervo do ex-presidente com incentivos fiscais da Lei Rounet (dinheiro público dos impostos).

Com isso captou R$ 5,7 milhões, em empresas que deixaram de pagar esse valor ao Imposto de Renda (legalmente), incluindo a SABESP.

O valor consumido já é quase 5 vezes maior do que usado pela Fundação José Sarney (PRONAC n. 052866) para fazer o mesmo trabalho.

O projeto de digitalização tem prazo para terminar em dezembro desse ano, tendo sido aprovada a captação desde dezembro de 2004.

O iFHC anuncia um futuro portal do acervo em construção, mas passados 4 anos e meio, a digitalização do acervo de FHC que encontra-se disponível na Internet é apenas 9 fotos (até o momento em que esta nota foi escrita - confira no link aqui, e a tela capturada no dia 13 de julho de 2009).

Repetindo: após 4 anos e meio, apenas 9 fotos digitalizadas estão disponíveis para consulta na Internet.

Faltam meses de seis meses para encerrar o prazo.

Nesse meio tempo o dinheiro do iFHC andou circulando pelo Fundo Opportunity de Daniel Dantas (leia nota anterior aqui).

O PRONAC n. 045808 do Ministério da Cultura aponta os documentos pendentes:

- Informar as metas a serem realizadas
- Informar as metas já realizadas
- Informar o nº de dias necessários para realização das metas

Após 4 anos e meio, sem nem mesmo informar metas A SEREM REALIZADAS, e com APENAS 9 FOTOS DIGITALIADAS na internet, o iFHC já pede nova verba de R$ 7 milhões, em novo projeto, para concluir o trabalho (PRONAC n. 091546).

O valor total chegará a R$ 12,7 milhões, caso o Ministério da Cultura não vete esse adicional de R$ 7 milhões.

Conforme já demonstramos (nesta nota anterior aqui) o valor é 10 vezes maior do que o gasto pela Fundação José Sarney.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Instituto FHC captou dinheiro público e não presta contas

Todo mundo ficou sabendo aqui, no ano passado, que o iFHC (instituo FHC) captou dinheiro público através de renúncia fiscal, para digitalização do acervo de corrupção... quer dizer... do acervo de documentos do ex-presidente.

Também não é novidade que o dinheiro não veio só do abatimento no imposto de renda das empresas privadas. O presidente que privatizou as estatais brasileiras recorreu à generosa contribuição de R$ 500 mil da ESTATAL SABESP, aquela que pagou R$ 7 milhões para a Globo anunciar o esgoto de São Paulo no Amazonas, agora no governo de José Serra.

A novidade é que o iFHC está devendo prestação de contas junto ao Ministério da Cultura, para manter o direito aos incentivos fiscais da Lei Rouanet.

Isso significa que o dinheiro captado para digitalizar pode não estar sendo usado para este fim, e sim surrupiado.

De março até novembro de 2008, o iFHC chegou a ficar inabilitado pelo Ministério da Cultura, por não cumprir o cronograma de prestação de contas exigido, e não responder às cartas de cobrança do Ministério da Cultura.

Em 09/10/2008, o iFHC finalmente respondeu a carta informando o prazo final para execução do projeto (05 anos) até 12/2009.


Mas ainda aparece como pendente:
- informar as metas a serem realizadas.
- informar as metas já realizadas.
- informar o número de dias necessários para realização das metas.

FHC COM MORAL BAIXA: DEMOROU 3 ANOS "PASSANDO O CHAPÉU" JUNTO AO EMPRESARIADO

O projeto foi aprovado em Dezembro de 2004.

Pelo mecanismo da Lei Rouanet, depois de aprovado, o iFHC teve que ir às empresas dispostas a dar-lhe o dinheiro, abatendo o valor do imposto de renda pago ao governo. Esse processo é chamado de captação.

O prazo inicial para captação de dinheiro expirava em janeiro de 2005. Mesmo podendo abater no Imposto de Renda, portanto sem ônus para o empresariado, e sim para nós, contribuintes, que perdemos impostos que iriam para o tesouro nacional, poucos empresários se interessaram em patrocionar o "valioso" acervo de FHC.

Foi preciso sucessivas prorrogações até janeiro de 2008 para completar a captação.

Assim, ficamos com a impressão, de que o empresariado ligado à FHC, preferia fazer com o acervo, uma queima de arquivo.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

iFHC desvio de dinheiro público


Acabo de dar uma passadinha nos blogs tucanos, ou seja, aqueles que defendem de unhas e dentes a corja FHC, Serra e Alckmin. Interessante notar que os blogueiros serrista, chuchuzistas, não deram uma única linha ao buracão do Serra. Nada. Nadica de nada. É como se nada estivesse acontecendo.Quanto ao FHC ladrão chefe ter recebido de empresa pública paulista(Sabesp) doação R$ 500 mil ao Instituto FHC, nada também.

Apenas para lembrar: Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) recebeu doação de R$ 500 mil de empresa controlada pelo governo de São Paulo, comandado pelo PSDB/PFL desde 1995. A doação partiu da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) e faz parte do projeto de digitalização do acervo do ex-presidente e sua mulher, Ruth Cardoso. O iFHC confirmou a informação divulgada ontem à tarde na internet pela "Terra Magazine". Segundo o instituto, a doação é legal e se enquadra na Lei Rouanet. “O iFHC não é uma ONG "apartidária", tem ações políticas. Receber doação de uma estatal no governo tucano é um absurdo.” Criado em 2003, após dois mandatos de FHC como presidente, o iFHC fica num charmoso prédio no centro antigo de São Paulo

Falta incluir nessa lista de beneficiados, o site e a revista Primeira Leitura, do tal Reinaldo Azevedo. Assim que surgiu a denúncia no ano passado, foi fechado site e a revista. Outro site que era mantido com dinheriro de estatal é o tal e- agora do ex aspone FHC, Eduardo Graeff. Investiguem podem investigar que vocês vão achar o dinheiro de estatal sustentando essa corja.Estes miseráveis, quebraram o país, governaram só para meia duzias, engavetaram CPIs, liberaram empréstimos sem garantia para grandes grupos da imprensa, que os acobertam, não citando envolvimentos em compra de ambulância "que começou no governo FHC" e outros escândalos.

Helena

sábado, 5 de fevereiro de 2011

iFHC dá calote pela 4ª vez no Ministério da Cultura. Valor envolve R$ 5,7 milhões.

Clique nas imagens para ampliar

O Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) está inadimplente, ou seja, em situação de calote, junto ao Ministério da Cultura, novamente.

A ONG do ex-presidente tucano tinha a obrigação assumida de acabar o projeto de digitalização do acervo do ex-presidente, com dinheiro público (PRONAC n. 045808) que se arrasta há 6 anos, e entregar a prestação de contas até 31/01/2011.

Mas não cumpriu o prazo pela quarta vez, apesar de ter captado a verba necessária, de R$ 5,7 milhões, através do abatimento no imposto de renda das empresas (Lei Rouanet), inclusive da SABESP do governo demo-tucano de São Paulo, e da Cutrale Citrosuco, envolvida com disputa de terras públicas com a União e com o MST.

O primeiro calote foi em 2006, demandando a prorrogação do prazo de 2006 para 2007.

O segundo calote foi em 2007, com a segunda prorrogação para 31/12/2009.

O terceiro calote foi em 2009, com a terceira prorrogação para 31/01/2011.

E nada do serviço ficar pronto, passados 6 anos.

O caso já desperta preocupação com o possível sumiço do dinheiro. A persistir o calote, é imprescindível uma auditoria da CGU (Controladoria Geral da União) e o acompanhamento do Ministério Público Federal, afinal são R$ 5,7 milhões subtraídos do Tesouro Nacional.

Acervo oculta vídeo do vexame de FHC em Florença, quando tomou um sermão de Bill Clinton.

O acervo do iFHC não disponibilizou na internet o vídeo do vexame de FHC em Florença, ao levar um sermão de Bill Clinton, apesar do vídeo cobrir um evento oficial da Presidência da República em 1999.

Nosso blog precisou requisitar em arquivos internacionais, para disponibilizar ao público o resgate histórico, para que vexames como este não se repitam.

Ministério da Cultura não deveria ter aprovado segundo projeto do iFHC

Nossos protestos contra a aprovação de um segundo projeto (PRONAC 091546): "Tratamento técnico e difusão dos acervos Presidente Fernando Henrique Cardoso e Antropóloga Ruth Cardoso", no valor de R$ 6,58 milhões.


O segundo projeto é para fazer coisa muito semelhante ao primeiro (a diferença aparente é que incluiu o acervo de Ruth Cardoso no meio).

Se nem o primeiro projeto foi concluído, se arrastando por 6 anos, e ainda apresenta calotes na prestação de contas, pela quarta vez, não deveriam ter aprovado um novo, e ainda de valor mais alto.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

iFHC dá novo calote em prazos no Ministério da Cultura

O Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) tinha o compromisso com o Ministério da Cultura de acabar o projeto de digitalização do acervo do ex-presidente, com dinheiro público (PRONAC n. 045808), em 31/12/2009.

Mas não cumpriu o prazo (pela terceira vez), apesar de ter captado a verba necessária, de R$ 5,7 milhões, através do abatimento no imposto de renda das empresas (Lei Rouanet), inclusive na SABESP do governo demo-tucano de São Paulo.

Agora o iFHC solicita a terceira prorrogação de prazo, para 31/12/2010.



A primeira prorrogação foi de 2006 para 2007. A segunda prorrogação foi para 31/12/2009. E nada do serviço ficar pronto.

Passados 5 anos, o Ministério da Cultura parece preocupado com o possível sumiço do dinheiro, pois a última movimentação do processo no ministério diz:

Providência tomada: Acusamos o recebimento da solicitação de prorrogação do prazo de execução para 31/12/2010. No entanto, informamos que a solicitação será objeto de análise em JANEIRO/2010, tento em vista que a prorrogação de execução encontra-se vigente até 31/12/2009.

Ministério da Cultura erra ao aprovar outro projeto



Nossos protestos contra o Ministério da Cultura por aprovar um segundo projeto (PRONAC 091546): "Tratamento técnico e difusão dos acervos Presidente Fernando Henrique Cardoso e Antropóloga Ruth Cardoso", no valor de R$ 6,5 milhões.

O segundo projeto é para fazer a mesma coisa que o primeiro (a diferença é que incluiu o acervo de Ruth Cardoso no meio).

Ora, se nem o primeiro projeto foi concluído, se tem problemas com estouro de prazos e nem prestou contas, como aprovar um novo, e ainda de valor mais alto?

Além disso é um acinte gastar R$ 12,2 milhões com o acervo de FHC, quando outro acervo de outro ex-presidente (José Sarney), conseguiu fazer trabalho semelhante com um valor 10 vezes menor (R$ 1,2 milhão) na Fundação José Sarney.

O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, é engajado, progressista, demonstra sensibilidade social e tem bons projetos, como a própria democratização da Lei Rouanet e o vale cultura. Mas por ser do PV, que em São Paulo apóia Serra e Kassab, sabe-se lá se assessores do PV estão tratando estes projetos do iFHC com o devido rigor?

terça-feira, 14 de julho de 2009

Operação do iFHC assemelha-se à burlar licitação com aditivo de 120%

Conforme denunciamos aqui o iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso) apropriou-se de R$ 5,7 milhões do dinheiro público dos impostos, via renúncia fiscal, para digitalizar o acervo do ex-presidente.

Antes de terminar o serviço e antes de prestar contas, já apresentou novo projeto para apropriar-se de mais R$ 7 milhões de impostos públicos para "concluir a obra".

Ora, o fato é análogo à uma empreiteira que faz o orçamento para uma ponte, só constrói um pedacinho da ponte, e depois pede um aditivo de 120% sobre o valor original para terminar.

Os R$ 7 milhões (aditivo de 120%) a serem tungados da saúde, educação, segurança pública, em prol do culto à personalidade de Fernando Henrique Cardoso, precisam ser VETADOS pelo Ministério da Cultura.

Nunca é demais lembrar: O iFHC gasta 10 vezes mais do que a Fundação José Sarney para fazer serviço semelhante. Há um claro indício de super-faturamento no iFHC.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Dinheiro do cofre público vai para Ong iFHC


O Instituto Fernando Henrique Cardoso, ONG criada pelo ex-presidente tucano com a ajuda de grandes empresários, foi contemplado no ano passado com uma doação de R$ 500 mil de uma empresa estatal do governo paulista, que no período 2003-2006 foi comandado por Geraldo Alckmin (PSDB) e Claudio Lembo (PFL).O dinheiro saiu da Sabesp - então presidida por outro tucano, Dalmo Nogueira Filho - e foi direcionado para um projeto de conservação e digitalização do acervo do instituto, conhecido pela sigla iFHC.

A Sabesp é uma das sete empresas que, até o final do ano passado, haviam doado R$ 2.095.000,00 para o projeto de preservação e digitalização do acervo do iFHC, com incentivos fiscais da chamada Lei Rouanet - as contribuições podem ser descontadas do Imposto de Renda....Leia a matéria completa aqui no Terra Magazine
Mais um sinal do que foi o governo FHC! Um governo elitizado e voltado para a elite branca e parasitária. ROUBO TOTAL...Não vejo nenhuma novidade ou vocês acham que o Senhor FHC é santo? Este cidadão é mais um corrupto, mais um sem vergonha que rouba o dinheiro do povo sustentado por esta lei de incentivo fiscal que mais enche o bolso destes burgueses do que qualquer outra coisa.

E se fosse uma Ong Petista...

Provavelmente o Globo Repórter de Sexta Feira seria sobre corrupção nas statais; Provavelmente o Estado e a Folha colocariam, por 3 dias seguidos, nas suas primeira páginas; A Veja fecharia sua redação e reabriria com roupa de guerra; E assim caminham a alienação e convenção de quem detém o poder de convencimento. E-Agora FHC?

Helena

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

PF mostra que Fernando Henrique Cardoso recebeu R$ 975 mil de mensalão da Odebrecht


Foram 11 pagamentos mensais de R$ 75 mil e um de R$ 150 mil, entre dezembro de 2011 e dezembro de 2012, realizados pela empreiteira alvo da Operação Lava Jato.Odebrecht doou R$ 975 mil ao Instituto FHC em um ano, diz PF
Gerdau, Marcelo Odebrecht e Luiz Carlos Trabuco assistem ao discurso de Aécio
Aécio e FHC jantando com Marcelo Odebrecht
Laudo da Polícia Federal, na Operação Lava Jato, revela que a Construtora Norberto Odebrecht – sob suspeita de ter integrado o cartel de empreiteiras em esquema de corrupção na Petrobrás – pagou R$ 975 mil ao Instituto Fernando Henrique Cardoso, entre dezembro de 2011 e dezembro de 2012. Foram 11 pagamentos mensais de R$ 75 mil e um de R$ 150 mil.

O relatório de 26 de outubro de 2015, subscrito pelos peritos criminais federal Fábio Augusto da Silva Salvador, Audrey Jones de Souza, Raphael Borges Mendes e Jefferson Ribeiro Bastos Braga analisou contas da Construtora Norberto Odebrecht que ‘possibilitaram identificar registros contábeis indicativos de pagamentos feitos a ex-agentes políticos ou instituições e empresas a ele vinculados’.

“Na contabilidade da Construtora Norberto Odebrecht foram identificados registros indicativos de pagamentos realizados ao Instituto Fernando Henrique Cardoso no montante de pelo menos R$ 975 mil. O referido instituto foi fundado pelo ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que ocupou a presidência do Brasil até 2002″, diz o laudo.

O documento contém uma planilha que mostra os pagamentos mês a mês para o iFHC. O primeiro pagamento ocorreu em 13 de dezembro de 2011. As transferências de R$ 75 mil se sucederam até agosto de 2012.


Os registros da Odebrecht indicam que não houve pagamento em setembro daquele ano. Em outubro, a empreiteira depositou R$ 150 mil.

“Deve-se destacar que tal levantamento foi limitado devido ao grande volume de dados e, principalmente, pela: (i) falta de acesso a documentos de suporte aos lançamentos realizados; (ii) ausência de livros de registros auxiliares utilizados para consolidação das relações de pagamentos; (iii) descrição imprecisa de históricos de lançamentos; (iv) ausência de plano de contas detalhado; (v) restrição do período disponível a exame no Sped (escrituração) contábil (2008 a 2014), entre outros. Tal limitação pode ter ocasionado o subdimensionamento dos lançamentos apontados, uma vez que se adotou postura conservadora”, informa o laudo da PF.

Ainda segundo o documento da Lava Jato, ‘tal limitação não inviabilizou o levantamento preliminar de lançamentos contábeis’.

Mensagens. A PF analisou no laudo e-mails trocados entre a secretaria da presidência do iFHC, um representante de uma entidade identificada como ‘APLA’ e um executivo da área cultural. Eles conversavam sobre uma possível palestra do ex-presidente. Os peritos incluíram a íntegra das mensagens no documento.

A PF destaca e-mails relacionados a um ‘suposto pagamento de valores por parte da Braskem’ – petroquímica ligada à Odebrecht.

“Na referida mensagem, destaca-se o trecho em que a secretária da Presidência elenca entre as maneiras da Braskem fazer a doação: “A elaboração de um contrato, porém não podemos citar que a prestação de serviço será uma palestra do Presidente” ou por meio de “Uma doação direta…”. Dessa forma, é possível que outros pagamentos tenham sido feitos e não tenham sido encontrados em função da limitação do presente Laudo, ou ainda, que os referidos pagamentos tenham sido feitos por meio de triangulação entre Grupo Odebrecht, o contratante do serviço (exemplo do evento APLA) e o Instituto Fernando Henrique Cardoso”, afirma o laudo.. Leia aqui o documento da PF na íntegra

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Instituto FHC recebeu R$ 1,7 milhão da Camargo Corrêa em 2011


Novo factoide da mídia faz ilações sobre contribuições legais a Instituto Lula, com a diferença de que este não disputou verbas com a saúde e educação pública, como fez seu antecesso
 Não foi só em 2002 que o Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) recebeu dinheiro da Camargo Corrêa, empreiteira investigada na Operação Lava Jato. Em 2011, o iFHC também recebeu R$ 1,7 milhão.O nome da empreiteira não aparece diretamente como doadora, mas sim a empresa VBC Energia S.A., pertencente ao grupo desde 2009, quando a Camargo Corrêa comprou a totalidade do controle acionário da Votorantim Participações... Continue lendo aqui

sábado, 11 de julho de 2009

Guerra de facções para tomar o controle do Senado

Em São Paulo a facção criminosa dona do pedaço é uma só, o PCC. Criado e alimentado dentro do sistema prisional e debaixo do nariz dos seguidos governos demo-tucanos.

No Rio de Janeiro existem 3 facções: o Comando Vermelho, o Terceiro Comando, e a ADA (Amigos dos Amigos).

O Comando Vermelho surgiu como o PCC, ainda na época do regime militar, quando concentraram criminosos perigosos no extinto presídio da Ilha Grande, com o nome de Falange Vermelha.

O Comando Vermelho deteve o monopólio do narcotráfico durante uns tempos, como o PCC em São Paulo faz hoje, depois surgiram dissidências dentro da própria facção dando origem às outras.

As 3 facções do Rio de Janeiro travam guerras entre si, para tomar "bocas de fumo" das outras, como se toma território.

Há poucos anos atrás, a Polícia do Rio de Janeiro, durante um período, fez forte repressão de forma seletiva, apenas nas "bocas" do tráfico do Comando Vermelho.

Nos jornais saía a notícia de que a polícia estava debelando o tráfico, mostrando apreensão de drogas, armas, contabilizando mortos e presos. Desta forma o governo de plantão (se não me engano aconteceu no governo Garotinho) saciava a opinião pública preocupada com a criminalidade e violência.

Mas a realidade parecia ser bem outra.

A polícia quando fazia incursões nos pontos do Comando Vermelho, não ocupava a área permanentemente. Debelava aquele grupo armado de traficantes naquele local, "limpando a área". Quando a polícia saía, imediatamente travava-se uma nova ocupação por outra facção rival para tomar aquele ponto, que estava sem "dono".

Quem se beneficiava eram as facções rivais do Comando Vermelho, pois este estava mais enfraquecido pela própria ação policial, frente aos rivais, que eram poupados pela polícia.

Desta forma, a criminalidade naquela área não era erradicada coisa nenhuma. Apenas mudava de mãos.

A estranha "coincidência" de fazer incursões continuadas apenas contra o Comando Vermelho, despertou a suspeita de que segmentos da própria polícia estaria sendo subornada pelas outras facções.

O quadro no Senado hoje é muito semelhante ao das facções acima. Em vez de facções criminosas do narcotráfico, são as facções políticas oligárquicas.

O PMDB não tem o monopólio das práticas políticas corrompidas do Brasil arcaico, escoradas no uso do dinheiro público do Senado para proveito político e econômico próprio. Por mais que Sarney tenha contas a ajustar com seu passado na justiça, o grupo maior responsável pelas práticas corrompidas no Senado encontra-se na facção do DEMos.

Não é possível falar mal do Senado apenas demonizando Sarney, sem chamar à responsabilidade Efraim Moraes (DEMos/PB).

Se Sarney esteve ligado à Edemar Cid Ferreira, Heráclito Fortes foi umbilicalmente ligado à Daniel Dantas. O PSDB também tem seu enorme quinhão de responsabilidade. Arthur Virgílio é de uma oligarquia política do Amazonas, e tomou empréstimo com o próprio Agaciel Maia. Cícero Lucena é oligarca da Paraíba, Flexa Ribeiro representa o equivalente à FIESP do Pará. José Agripino Maia é o Sarney do Rio Grande do Norte. ACM Jr é o herdeiro de ACM. Tasso Jeireissati também é filho de Senador, oligarca do Ceará. Perillo não é novidade política, é herdeiro político de Henrique Santillo. O iFHC gasta 10 vezes mais para fazer o que a Fundação Sarney gasta para fazer trabalho semelhante, e o iFHC ainda tem contas no Fundo Opportunity de Daniel Dantas.

Todos da facção demo-tucana tem seus escândalos acorbertados à exaustão, pois são os atuais "amigos" da imprensa, como Sarney já foi no passado. Tanto que os escândalos de Sarney, retirados da gaveta pela imprensa, retroagem ao passado.

Os senadores do PT estão pagando uma conta que não é sua. Não fazem parte de nenhuma facção, mas também não tem número para desalojar as demais facções, sem que, ao combater uma, enfraqueça a outra.
Por isso os senadores do PT não tem escolha a não ser atacar o sistema de fazer política oligárquico que leva à existência destas facções no Senado como um todo, sem aceitar a fulanização.

Deixem a fulanização para o Ministério Público, onde cada um, inclusive Senadores, respondem por seus atos.

É preciso lembrar que diversos senadores da oposição já respondem processos e denúncias do MP: Marconi Perillo, Eduardo Azeredo, e tantos outros.

Ao personalizarem os problemas do Senado na eleição interna passada de Tião Viana contra Sarney, perdem oportunidade de marcarem posição correta e fazerem a diferença, forçando reformas moralizadoras. E reformas independente de ocupar cargos de direção do Senado, porque um senador ou bancada pode apresentar individualmente projeto e cobrar da oposição apóio da oposição. Caso não apoiem, denunciem à exaustão a falta de apoio. A blogosfera se encarrega de fazer correr a notícia que a imprensa golpista tentará esconder.

Por outro lado não podem simplesmente entregar a presidência do Senado para a facção demo-tucana, porque, neste caso o PT cometerá dois erros. Apenas trocará de mãos os atuais problemas do Senado sem corrigí-los, e a oposição, que já controla a mídia, controlará a agenda de escândalos do Senado abafando suas mazelas e amplificando as tapiocas dos petistas, e ameaçando os peemedebistas para atraí-los. Esse conjunto da obra dará à oposição a capacidade de paralisar o governo do PT (de Lula).

Perdem espaço também os Senadores do PT ao não fazerem o discurso Político de combate à todas as práticas oligarcas e a todos os oligarcas, sobretudo os piores que estão na oposição, quando se submeteram à pauta escolhida pela imprensa, demonizando apenas um nome.

A imprensa quando ataca única e exclusivamente Sarney pelas mazelas do Senado, como se seu simples licenciamento da presidência do Senado restabelecesse a moralidade da casa, está fazendo o papel que a polícia corrupta do Rio de Janeiro fez em determinado momento.

Está "limpando a área" para outra facção igual ou pior ocupar o lugar, e dane-se o povo e o interesse público.

A imprensa enfraquece o PMDB para fortalecer a oposição, e por tabela, quer desgastar o PT ao associá-lo ao PMDB. Daí que o PT precisa contra-atacar a oposição, colando as mazelas que a imprensa denuncia apenas contra o PMDB aos demais responsáveis por elas: o DEMos e o PSDB.

O que o interesse público quer é a faxina ampla e geral do Senado. Ninguém ficará satisfeito (a não ser a oposição) com o mero afastamento de Sarney para outro oligarca político demo-tucano lidar com a corrupção do jeito que sempre fizeram: jogar um perfuminho por cima da sujeira, para encobrir o mau cheiro do Senado, sob amplo aplauso cínico da imprensa, como se a moralidade estivesse restabelecida.

Como ninguém acredita que os Senadores terão a grandeza de dissolverem essa legislatura, renunciando coletivamente (do senador ao último suplente) para convocar novas eleições, como acontece no parlamentarismo quando há crises, o melhor que se pode fazer é exigir o mesmo rigor que está se exigindo de Sarney, dos demais membros da facção rival.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

O "pobre caseiro" FHC no Opportunity

O iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso) é cliente do banco Opportunity.

Somente ser cliente não é crime, mas não deixa de ser estranho, uma vez que o Opportunity não é um banco de varejo e sim para grandes investidores. Isso chamaria atenção de qualquer bom investigador, e não passou desapercebido na PF.

A revista Época (editora Globo) publicou estas informações que só podem ter sido vazadas por advogados da defesa de Dantas, inclusive porque o vazamento se deu depois que tais advogados tiveram acesso. O objetivo é:

1) criar a figura de uma vítima de quebra de sigilo nas investigações, no melhor estilo "pobre caseiro".

2) Ao colocar FHC como vítima desejam estancar futuras investigações contra ele. Mas se querem esconder, é um indício de que deve haver muito mais coisas do que apareceu até agora.

3) A defesa de Dantas recorre à tese de que sofre perseguição política.

A revista publicou que entre os e-mails interceptados com autorização judicial, encontraram um com as características:

Data: 2 de maio de 2008
Do: Banco Opportunity
Para: Adriana... com cópia para outro e-mail do iFHC.
Assunto: "Extrato - Instituto Fernando Henrique Cardoso".

No anexo da mensagem: "Nesta mensagem tratam de um saldo que o Instituto Fernando Henrique Cardoso possui no Banco Opportunity. Em 31/03/2008, e no mês de abril ocorreu um resgate".

Os agentes da PF explicam porque incluíram essa mensagem nos relatórios enviados à Justiça:

"Foi dado destaque a esta mensagem devido ao fato de existirem indícios de que o GRUPO OPPORTUNITY possui fortes ligações com membros do GOVERNO, atuando de diversas formas com os mesmos, assim, este fato pode vir a subsidiar novos fatos relacionados a essa figura política".

Ou seja, o objetivo é investigar caso surgissem novos fatos, e o processo corre em segredo de justiça, até por haver nomes de cotistas e outras informações protegidas pelo sigilo bancário.

O vazamento claramente é para tumultuar o processo, reforçar tese de perseguição política, pedir invalidação de provas, restringir novas investigações, e jogar a culpa pelo vazamento na PF. E, com isso, pedir o afastamento dos agentes envolvidos na investigação.

sábado, 23 de março de 2013

Presidente Dilma defende viagens de Lula




Esta começando o jogo sujo das eleições. Se preparem,  vão acontecer milhares de denuncias com o único próposito, atacar discretamente a presidente  Dilma. A presidente esta fazendo excelente  governo é bem avaliada pela população e a imprensa antipetista vai usar todas as táticas ja conhecidas para beneficiar seu candidato, no caso deve ser o Aécio Neves.Os  ataques estão acontecendo com muita antecedência,isso é desespero. Medo de Lula eleger mais um "poste" em S.Paulo



A presidente Dilma Rousseff divulgou nota sobre reportagem publicada ontem pelo jornal Folha de S.Paulo, das viagens do ex presidente Lula para fazer palestras e tratar de outros assuntos de interesse do Brasil quando deixou o Palácio do Planalto. A Folha ainda mentiu quando disse que Lula fez 30 viagens internacionas. A verdade é que Lula fez 49 viagens, sendo que todas elas estão disponiveis para consulta no site do Instituto Lula

Na nota, a presidente Dilma diz;“Eu me recuso a entrar nesse tipo de ilação sobre o presidente Lula. O presidente Lula tem o respeito de todos os Chefes de Estado da África e deu grande contribuição ao País nessa área”, afirmou Dilma. Ou seja, as mesmas palavras  usada nesse  artigo escrito aqui no blog em defesa de Lula

 O Instituto Lula confirmou que empresas financiaram viagens e palestras  nos países visitados pelo ex-presidente.O que só confirma a honestidade e transparência

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse no Rio não ver problema nas viagens ao exterior de Lula pagas por empreiteiras ja que Lula estava viajando para fazem palestra a pedido delas. O ministro lembrou que o ex-presidente sempre trabalhou pela integração da América Latina e da África.

Lula não roubou e não tem dinheiro próprio. Nenhum homem público honesto sai do governo acumulando dinheiro. Quem sai acumulando dinheiro é porque teve algum comportamento inadequado”, afirmou o ministro. “Ele não teria condição de pagar. O que é melhor: ele ficar parado em casa? É isso que eles querem?”, indagou.

Carvalho disse que o ex-presidente não intermediou interesses empresariais com governos “de jeito nenhum”. “Lula tem a perfeita compreensão de que o papel dele era, em um primeiro momento, dar muita força para as empresas brasileiras avançarem na América Latina e na África. Enquanto presidente ele nunca usou, nem deveria usar, nenhum meio das empresas para fazer esse papel”, disse o ministro, ao participar no Rio de reunião do Conselho do Sesc, do qual faz parte. “As empresas entenderam que para elas é importante esse trabalho do presidente Lula e resolveram custear essas viagens. Nós entendemos que isso faz bem para o Brasil, faz bem para a economia, e para a integração social da América Latina e da África.”

No desespero, a Folha escandaliza o nada e  não percebeu: O Brasil cresce e os brasileiros são beneficiados

Desesperada para escandalizar o nada e ver a vendagens de jornais aumentarem, a Folha foi ouvir politicos de oposição ao governo Dilma. E teve de engolir...

 A própria oposição admite que não é ilegal,e se não é ilegal,qual é o problema?O problema é que,sempre  em época eleitoral,surgem denuncias descabidas,ataques,cobranças.Como Lulaé o maior cabo eleitoral do País,tentam desgastá-lo. Iniciativas essas da imprensa que nunca deram certo.Lula é conhecido internacionalmente,foi ele que abriu as portas para muitas empreiteiras em vários Paises. Bem diferente de FHC que só se importava com os EUA

Aliás, por falar em oposição, parece até piada  o anão do orçamento do PSDB cobrando explicações de Lula. Imprensa aliada a oposição  conseguem ser tão ridículos que só eles se prestam a fazer esse papel de bobos da corte.Lula Não tem que dá satisfação a nenhum anão do orçamento, muito menos ao presidente do partido da privataria tucana e seus aliados.Mesmo por que, Lula não é presidente   nem estar ocupando cadeira na camara ou senado portando a vida dele é privado.

Vergonha?

Vergonhoso seria se Lula agisse como FHC  que em  17 de janeiro de 2007, recebeu de empresa estatal, a Sabesp (empresa de saneamento básico de São Paulo), governado pelo PSDB, partido de FHC), uma soma milionária para manter o  Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC). Como se vê, o outro ex-presidente do PSDB recebe benefícios imensos de empresas públicas, pago com dinheiro público,  mas isso não vira escândalo

Leia também

Feliz do Brasil que tem Lula, um estadista lutando por nós e por um mundo melhor

terça-feira, 26 de abril de 2011

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso admite fusão dos demostucanos

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso admitiu, nesta terça-feira, em seminário no instituto iFHC , que há entendimentos sobre a fusão do PSDB com o DEM. Porém, ele afirmou que as conversas ainda são preliminares. FH também criticou a postura dos tucanos que, segundo ele, não souberam conviver com as várias tendências do partido. A saída de Walter Feldman, um dos fundadores do PSDB, para o PSD, foi motivo de pesar para o ex-presidente.

Ainda nesta terça, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o presidente nacional do DEM, José Agripino Maia (RN), acertaram o novo espaço do DEM no governo paulista. O partido comandará a Secretaria de Desenvolvimento Social, hoje encabeçada por um deputado estadual do PSDB. A negociação é um gesto importante num momento em que os dois partidos discutem uma fusão no futuro.

A possível saída do governador democrata de Santa Catarina, Raimundo Colombo, pode acelerar de vez a implosão do DEM. Com ele, sairiam inúmeros políticos catarinenses e o único governo estadual do partido seria o do Rio Grande do Norte, de Rosalba Ciarlini.

sábado, 19 de março de 2011

Filho do Noblat descola quase R$ 1 milhão na Lei Rouanet, igual a Maria Bethânia

A cantora Maria Bethânia teve um projeto cultural aprovado pela Lei Rouanet, no Ministério da Cultura, que a autoriza a captar R$ 1,3 milhão em deduções do imposto de renda das empresas para produzir 365 vídeos declamando poesias, e veicular na internet em um blog.

A Lei Rouanet precisa mudar, e sua aplicação também em alguns casos. A política cultural de fomento, como regra, deveria privilegiar muitos projetos culturais baratos, ou que empregue muita gente, em vez de concentrar altos valores em poucos artistas consagrados como Maria Bethânia. Não cabe esse tipo de mecenato com características de concentração de renda, para gente consagrada, outros com pistolão em empresas privadas, outros com projetos comerciais, disputando dinheiro dos impostos com o povo sofrido.

Mas o assunto não envolve só Maria Bethânia.

Todos nós temos o direito de questionar esse valor para esse projeto da Bethânia, menos o blogueiro de "O Globo", Ricardo José Delgado (Noblat), que anda zoando do caso, tendo um enorme telhado de vidro na família.

O filho do blogueiro, André Scatrut Noblat, é vocalista da banda de rock Trampa, de Brasília, e também arrancou R$ 954 mil dos cofres públicos, através desta mesma Lei Rouanet, para "realizar concertos da banda de rock com uma orquestra sinfônica...".

O "talento do prodígio" comoveu a Vale S.A., que achou mais importante aplicar quase R$ 1 milhão no patrocínio à banda de rock, do que recolher este dinheiro aos cofres públicos na forma de impostos que iriam para saúde, educação, segurança pública, erradicação da pobreza, etc.

Foram R$ 154 mil, na primeira tacada, e R$ 800 mil na segunda tacada.

Clique nas imagens para ampliar










Além da Vale, o Grupo Brasal (da família do ex-deputado do DEMos Osorio Adriano), contribuiu com R$ 10 mil de impostos que deixaram de ser recolhidos para virar patrocínio.

Leia também:
- Mudança na Lei Rouanet fará um reforma "agrária" no latifúndio da cultura
- iFHC dá calote pela 4ª vez no Ministério da Cultura. Valor envolve R$ 5,7 milhões.
- Abusos na Lei Rouanet: Armínio Fraga e o anúncio do Bradesco na Globo

quinta-feira, 10 de março de 2011

Querido leitor; Você sabia....?


O ex- presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) costuma fazer viagens internacionais com seus assessores. Volta e meia lemos na imprensa as aventuras do tucano em alguma parte do mundo. É comum nessas andanças o tucano, além de fazer   crticas ao ex Presidente Lula, também falar muitas besteiras .

Mas, você sabia que...

Fernando Henrique Cardoso têm as despesas pagas pela União. Ou seja, pelo cofre público da Presidência da República?. No ano passado, o governo federal arcou com diárias para acompanhantes do ex-presidente tucano em eventos na Colômbia e nos Estados Unidos.

E o passeio romântico em Miami, quem pagou?

Ah, o amor…

No mês passado, Fernando Henrique Cardoso foi visto de mãos dadas com sua funcionária, Patrícia Scarlat Gonçalves, secretária do instituto que leva seu nome, o IFHC. Os pombinhos ,descontraidamente, passearam pelos corredores do shopping Aventura, em Miami, um dos mais famosos  da cidade....Quem pagou a conta?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Exclusivo: Vídeo histórico com vexame internacional de FHC levando sermão de Bill Clinton



Link do vídeo para repassar por email:
http://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ

Com exclusividade, nosso blog resgatou de arquivos internacionais, um vídeo de 1999, com o então presidente Fernando Henrique Cardoso em Florença (Itália) no encontro de governantes dos países ricos da chamada terceira via.

Nossa edição tem um compacto com os "melhores momentos", ou seja, os mais relevantes.

O vídeo reabilita a memória de como o governo FHC era submisso, incompetente, não tinha respeito internacional, e o plano real, em 1999, já tinha acabado e colecionava mais fracassos e instabilidade do que sucessos, quando visto longe dos olhos da imprensa demo-tucana nacional.

O Brasil estava quebrado, pendurado no FMI, e sua economia não inspirava confiança, nem era vista como tão estável, nem em 1995 (crise mexicana), nem em 1997 (crise asiática) e nem em 1998 (crise russa), exigindo overdose de juros para controlar a inflação.

FHC fez o discurso da choradeira dos quebrados, pedindo aos líderes dos EUA e Europa, que criassem uma espécie de CPMF mundial para salvar o Brasil da fuga de capitais especulativos.

Bill Clinton (então presidente dos EUA), Tony Blair (Inglaterra) e Gerhard Schroeder (Alemanha) receberam mal a proposta.

Clinton passou um verdadeiro sermão em FHC, sugerindo que faltava CONFIANÇA, HONESTIDADE, eficiência e boa governança sob FHC. Enquanto isso, outros países resolveram estes problemas frente as crises, citando Chile e Uganda, como exemplos para FHC seguir.

Clinton e os demais líderes agiram na defesa dos interesses de seus países, que eram os vencedores naquela ordem mundial.

FHC agiu pessimamente, com incompetência política, ao não articular previamente ao encontro, para não passar esse vexame, e também por não tentar conquistar resultados de fato.

E agiu pior, de forma humilhante e envergonhando o Brasil, ao não defender o país, ficando calado após o sermão de Clinton (se é que tinha jeito de defender, naquele governo submisso e dependente, sob intervenção do FMI).

Apesar de tratar-se da gravação de evento público e oficial no exercício da presidência, televisionado na época (pela Globonews, se não me engano), foi necessário recorrer a arquivos internacionais para resgatar o vídeo, uma vez o que o acervo do iFHC parece preferir apagá-lo da história, e que o PIG (Partido da Imprensa Golpista) também esconde a sete chaves para não constranger seu amigo e correligionário FHC, com a divulgação.