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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Partidos discutem possibilidade de Temer cair e eleger FHC num pleito indireto


Fernando Henrique Cardoso, de novo?. É de arrepiar. O PSDB, que ajudou o PMDB derrubar Dilma, já discute essa possibilidade. Pelo menos é isso que diz  hoje a colunista da Folha Monica Bergamo.

Lideranças de diversos partidos como o PSDB e o PT já estariam discutindo a possibilidade da delação premiada da Odebrecht derrubar o presidente Michel Temer. Nomes que poderiam ser eleitos pelo Congresso Nacional em um pleito indireto são levantados, como o do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso e o ex-presidente do STF, Nelson Jobim.

Jobim, apesar de ter atuado como consultor da Odebrecht quando ela começou a ser investigada na Lava Jato, é considerado o nome com maior vantagem, com passagem nos principais partidos. As informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha

A delação da empreiteira pode atingir os três principais auxiliares do presidente, Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, e Moreira Franco, do Programa de Parcerias de Investimentos. O próprio Michel Temer também estaria citado na colaboração da empreiteira, assim como o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Leia a coluna na integra:

A possibilidade de o governo de Michel Temer (PMDB-SP) não conseguir atravessar a turbulência da delação premiada da empreiteira Odebrecht passou a ser considerada e discutida entre lideranças de partidos diversos como o PSDB e o PT.

Alternativas a Temer passaram a ser aventadas e até nomes que poderiam ser eleitos pelo Congresso Nacional, num pleito indireto, em 2017, são citados.

Entre eles está o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e até o de Nelson Jobim, ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal).

Jobim, que foi ministro dos governos FHC, Lula e Dilma, teria a vantagem de circular por todos os principais partidos, conseguindo um mínimo consenso em caso de crise extrema. E um problema: ele foi contratado pela Odebrecht e atuou como consultor da empresa quando ela começou a ser investigada na Operação Lava Jato.

Em 2017, no entanto, a Odebrecht já teria encerrado a delação, com o pagamento de pesadas multas e a punição de seus dirigentes.

As dúvidas em relação à capacidade de o governo Temer aguentar o maremoto que se anuncia surgiram depois de informações de que a delação da empreiteira pode atingir os três principais auxiliares do presidente: Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, e Moreira Franco, do Programa de Parcerias de Investimentos. O próprio Temer estaria citado.

A delação, que deve ter mais de uma centena de parlamentares citados, pode incluir também o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), segundo pessoa próxima às negociações da empresa com o Ministério Público Federal. Ele não se manifesta.


2 Comentários:

Nacier Abdala disse...

Será que isso é verdade ? Caso seja verídico, estamos numa fritura.

urcanet disse...

Agora está tudo cristalino. A PEC 241 e a entrega dos ativos Petrobras a preço de chuchu, é a porta de entrada da Privataria Tucana de FHC que se aproxima.

Para Temer um singelo provérbio: "Quem com Golpe fere, com Golpe será Ferido"

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