Pages

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Campanha contra Dilma, afronta de Israel e mercado financeiro



A pesada campanha que vem se desenrolando contra a presidente Dilma Rousseff, o afronta de Israel ao comunicar, via redes sociais, a nomeação do seu embaixador no país, e os bastidores do movimento financeiro, que também ajudam a minar a economia que já passa por dificuldades, mostram uma verdadeira conspiração contra o governo e o próprio Brasil.

O pior é que o chefe desses que conspiram é um ex-funcionário tucano, hoje trabalhando numa multinacional brasileira.

Este chefe incita a comunidade judaica, muito ligada ao sistema financeiro, a se posicionar contra Dilma. Na verdade, este ex-funcionário está incitando contra tudo, inclusive no polêmico episódio do embaixador de Israel Dani Dayan, que mereceu neste sábado um forte editorial na Folha de S. Paulo, que se solidarizou com o governo brasileiro pela forma com que Israel quis humilhar o povo brasileiro. Dani Dayan, nomeado por Benjamin Netanyahu pelas redes sociais, é um dos líderes de invasões e construções de bairros israelenses em terras palestinas, o que contraria a resolução das Nações Unidas, já sendo várias vezes condenado pela mesma ONU.

Este chefe, ex-funcionário tucano, finge defender o governo de Israel, mas o que se sabe é que o movimento dele é politico, insuflando a comunidade financeira contra o governo brasileiro. Opinião JB

5 Comentários:

Mário Gontijo disse...

Pelo que entendo é de pleno direito de qualquer país democrático e independente, através de seus órgãos diplomáticos informar o maior mandatário do País, no caso a Presidente Dilma sobre as indicações de novos embaixadores que irão estabelecer as constantes relações entre seu país e o Brasil, no caso.

Assim, é PRERROGATIVA do maior mandatário do País aceitar ou rejeitar a indicação levando em conta as obrigações assumidas junto às Nações UNIDAS - ONU - em especial no caso de um defensor de "invasões" na região Palestina.

Maia Oswaldo disse...

Helena, ou a Dilma parte para o enfrentamento ou Brasil vai afundar de vez, para alegria da IMPRENSA CRIMINOSA, do JUDICIÁRIO CONSPIRADOR, da POLÍCIA FEDORENTA, dos BANCOS SONEGADORES, da ENGAVETADORIA GERAL DA REPÚBLICA, da QUADRILHA TUCANA e CÚMPLICES que continuam livres, leves e soltos, e dos ACHACADORES DE PLANTÃO. Só a Dilma não sabe que os JUDEUS estão sacaneando com ela em represália ao que está acontecendo com o LADRÃO conhecido como CUNHA. A Dilma tem que mandar o Netanyahu e seus judeus à PQP. O CANALHA TUCANO, por ser seguidor dos conselhos do Aético e do Fernando Cerverá, dispensa comentários. Já os BANQUEIROS SONEGADORES cujos nomes engrossam a lista da OPERAÇÃO ZELOTES, precisam receber um duro castigo do governo federal e pagar pelo dinheiro desviado do bolso da população. Se a Dilma continuar inerte, vai cair de 4. Cadê o CORAÇÃO VALENTE da candidata que enfrentou o pivete do LEBLON e os marginais da imprensa bandida? Tomou Doril? É hora de trabalhar e de se aproximar cada vez mais do povo que a elegeu.

JOSÉ FRANCISCO disse...

Tem de tomar cuidado com paises vizinhos tambem, a argentina por exemplo, tem de certa forma insuflado contra o brasil, por receber privilegios da montadora GM, la no seu pais, o neoliberalismo ganha força de la pra cá no seu novo governo, com o reforço de golpistas pagos aqui para fazer deboche do brasil e seu governo em redes sociais, aparelhada por grupos coniventes, o governo Dilma tá precisando de gente com visão mais focada nos negócios internacionais, um fato que passa despercebido, são montadoras demitindo e esvaziando seu parque de montagens aqui, para privilegiar o pais argentino

Valdenir Caetano disse...

Qual o nome deste Tucano?

Valdenir Caetano disse...

Precisamos dar nome aos bois

Postar um comentário


Meus queridos e minhas queridas leitoras

Não publicamos comentários anônimos

Obrigada pela colaboração