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sexta-feira, 15 de maio de 2015

FHC fala mal do Brasil e espanta investidores que Alckmin queria atrair


Alckmin foi passear em Nova York, com, Aécio,  José Serra e Tasso Jereissati...Enquanto isso, professores lutam por melhores salários

Em meio a greve dos professores  paulistas, que já é a terceira maior da história do Estado de São Paulo, completou 60 dias na quinta-feira (14) num duro impasse entre professores e o governo Geraldo Alckmin (PSDB).A categoria pede reajuste de 75% (para equiparar o salário aos demais servidores do Estado com formação superior), mas o governo tucano até agora nem sequer apresentou uma contraproposta. E sem nenhuma proposta apresentada aos trabalhadores, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), deixou a capital paulista e foi para Nova York, bancado por uma associação de empresários a Lide, do João Dória Jr.

 João Dória Jr. não está organizando eventos tipo "fora Dilma" por aí, está junto com a seleção brasileira de futebol. Isso porque ele foi ... Continue lendo aqui


Causa perplexidade que um ex-presidente fale mal de seu país no exterior

 E o jornal do Brasil comentou assim: O evento promovido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos acontece desde os anos 1970. Neste período, foram homenageados os brasileiros Rubens Ometto Silveira Mello, Luciano Coutinho, André Esteves, Fábio C. Barbosa, Henrique Meirelles, José Sérgio Gabrielli, Yolanda Vidal Queiroz, Manoel Felix Cintra Neto, Roger Agnelli, Jorge Gerdau Johannpeter, Luiz Fernando Furlan, Maurilio Biagi Filho, Pedro Moreira Salles, Luiz Felipe Lampreia, Mauricio Novis Botelho, Ivo Pitanguy, Paulo Tarso Flecha de Lima, Leo Kryss, José Ermirio de Moraes Filho, João Havelange, Erling S. Lorentzen, Carlos Guilherme Fischer, Roberto Civita, Sérgio Coimbra, Paulo Fontainha Geyer, José Luis Cutrale, Ozires Silva, Luis Eulálio de Bueno Vidigal Filho, Angelo Calmon de Sá, Mário Garnero, Ernane Galvêas, Luiz Eduardo Campello, Leonídio Ribeiro Filho, Roberto Marinho, Paulo D. Villares, Hélio Beltrão, Jorge Wolney Atalla, José Papa, Jr., João Paulo dos Reis Velloso, Augusto Trajano de Azevedo Antunes, Caio de Alcântara Machado, Horário Sabino Coimbra, Mário Gibson A. Barbosa, Antonio Delfim Netto.

 Em todos estes anos, os discursos feitos pelos homenageados brasileiros destacavam a importância do país, enfatizavam suas conquistas e avanços. Este foi a primeira vez em que se faz uma homenagem a um homem da oposição, que em seu discurso critica seu país, e que o faz cercado por banqueiros e de políticos que supostamente fazem campanha pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff. 

É de causar perplexidade que um ex-presidente da República fale mal do país fora do Brasil. Tudo isso deixa claro que aquele palco pode ser considerado como a sede da conspiração contra o Brasil. Estes senhores passaram um recibo escancarado. É triste para a história de um país ver um ex-presidente fazer parte de um grupo que joga contra os interesses do Brasil, e que seu discurso atinja a economia - que é a verdadeira veia que irriga o desenvolvimento - mostrando ao mundo que não se deve investir no Brasil. E a reunião foi tão desprezível que o americano homenageado - Bill Clinton -, talvez por não querer se envolver e não querer se transformar num Lincoln Gordon do momento, chegou faltando cinco minutos para acabar.

1 Comentários:

Guteri disse...

Assiste-se com frequência o senhor FHC, em terras estrangeiras, tecer comentários desairosos sobre o Brasil, como fez recentemente em evento nos Estados Unidos. Logo ele que “Durante o seu triste reinado, capacho dos Estados Unidos, adotou a política do ‘alinhamento automático’ ao império, quase entregou a base militar de Alcântara (MA) aos militares ianques e defendeu o tratado neocolonial da Área de Livre Comércio das Américas (Alca)“, como sugere matéria publicada no blog de Altamiro Borges, “FHC fala mal do Brasil nos EUA”.
Ainda nas palavras de Altamiro, “Em suas “palestras” e entrevistas, FHC fez questão de criticar a atual situação econômica do Brasil – logo ele que deixou o país de joelhos diante do Fundo Monetário Internacional (FMI) e que quase levou a nação à falência.” (vide: http://altamiroborges.blogspot.com.br/…/fhc-fala-mal-do-bra…).
A hipocrisia do senhor ex-presidente que parece acometido de senilidade precoce que lhe afeta o raciocínio ou a memória é por demais conhecida. Há todavia um viés de cunho político-jurídico neste procedimento que não vem sendo comentado.
Trata-se de crime de responsabilidade com a qual ele e sua entourage midiática de oposição achaca a presidente Dilma Rousseff. A primeira lei do crime de responsabilidade é de 1892. Sobre a matéria jurídica diria Aníbal Freire, citado por Evandro Lins e Silva: “O crime de responsabilidade não significa apenas desonestidade, muitas vezes são entendimentos com potência estrangeira que importam em verdadeira traição à pátria.”
Quem conhece um pouco da história do ciclo FHC, sabe o quanto foi seu governo venal aos interesses do pais, subjugado aos interesses americanos.
FHC poderia ter sido alcançado pela Lei de responsabilidade no que tange aos “entendimentos com potência estrangeiras” entregando as riquezas nacionais. Inobstante o rabo preso, sai a difamar o país e os governantes que livraram o país das garras do FMI e aceleraram o desenvolvimento do pais com a inclusão de milhões de brasileiros deixados à própria sorte pelo governo do PSDB. Se FHC acha o país tão aviltante, digo sempre, os portos brasileiros estão abertos desde 1808. Fique ai. Não precisamos de um gagá difamatório do Brasil, país riquíssimo cuja riqueza pertence aos verdadeiros brasileiros.

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