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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Aeroporto 'do Aécio' teve dinheiro público também em 1983 quando o avô era governador.

http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,pista-de-terra-de-aeroporto-tambem-teve-verba-publica,1533108

Em 1983, o avô de Aécio, Tancredo Neves era governador de Minas e seu cunhado Múcio Tolontino era o prefeito de Cláudio. Nesta época já misturaram o público com o privado.

Tancredo liberou verba do Estado de Minas para seu cunhado prefeito construir a pista de pouso de terra batida na cidade.

O valor era de Cr$ 30.000.000,00 (cruzeiros, o dinheiro da época) equivalente a cerca de R$ 745 mil no dinheiro de hoje corrigido pelo IGP-DI. Nada mal para uma pista de terra.

O prefeito Múcio pegou o dinheiro público e construiu a pista em sua própria fazenda particular, sem desapropriar.

Em 2001 o Ministério Público Estadual abriu processo por improbidade administrativa, para reaver o dinheiro. O processo corre até hoje.

Em 2008, o governador era Aécio Neves e desapropriou justamente estas terras de seu tio-avô Múcio onde estava esta pista para construir o aeroporto a 6km da fazenda do senador tucano, gastando R$ 14 milhões.

Como se vê, a confusão do público com o privado na oligarquia dos Neves da Cunha vem de longe.

A notícia veio do Estadão (que teve a gentileza de poupar o nome de Aécio no título e no subtítulo).

1 Comentários:

alex disse...

APENAS UM BON VIVANT!
Do Blog Viomundo
(...) Aécio Neves, de fato, não precisa se preocupar com seu padrão de vida. Ganhando ou perdendo eleições. Aliás, nunca se preocupou. Descendente das oligarquias conservadoras mineiras, que foram geradas nas entranhas do Estado, desde o império, ele não tem a menor ideia do que seja empreender na iniciativa privada.
Aécio, por sua vez, era um bon vivant quando passa a secretariar o avô, Tancredo Neves, governador de Minas Gerais, a partir de 1983. Nunca foi empresário, nunca prestou concurso público, nunca chefiou nenhum empreendimento privado. Sua famosa rádio “Arco Íris” foi um presente de José Sarney e Antônio Carlos Magalhães. Boa parte de seu patrimônio é herança familiar construída pelo que se relatou anteriormente. O caso do aeroporto do município mineiro de Cláudio é apenas mais uma ponta do iceberg.

Enfim, ele é isso: um produto estatal que prega liberalismo, competição, livre mercado… para os outros. Uma contradição em movimento. Herdeiro, portanto, de uma típica “bolsa família”; só que orientada para poucos. Aliás, esse parasitismo estatal é característico da maior parte das elites brasileiras. Paradoxal é defenderem os valores neoliberais.
Leia o artigo completo: http://www.viomundo.com.br/politica/aecio-e-sua-bolsa-familia-parasitismo-estatal-para-si-e-liberalismo-para-os-outros.html

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