sábado, 31 de julho de 2010
Gabeira trai Marina e faz campanha de Serra no Rio
Hoje, Fernando Gabeira (PV/RJ) fez campanha de braços dados com José Serra (PSDB/SP) no Rio de Janeiro, traindo a candidata de seu partido, Marina Silva (PV).
Do evento participou também César Maia (DEMos), que deu uma declaração dizendo, com todas as letras, que Marina é apenas linha auxiliar:
- No início tínhamos uma expectativa, que não é mais viável, de vitória do Serra no primeiro turno (...). Agora um voto na Marina no primeiro turno é um voto no Serra no segundo - descartando qualquer possibilidade de Marina ser candidata para valer, a ponto de chegar o segundo turno.
Com a declaração, sutilmente César Maia segue sua estratégia de aparecer nos jornais com sua imagem associada também à candidata do PV, tentando desvencilhar-se de carregar apenas a candidatura de Serra, pesada demais no Rio de Janeiro.
Em Minas Gerais, o assédio de José Serra (PSDB/SP) à Aécio Neves, fez a candidatura demo-tucana a governador empacar.
Em Pernambuco, depois de Serra fazer campanha por lá, Jarbas Vasconcelos (PMDB) caiu cerca de 6 pontos nas pesquisas.
César "Vaia"
Maia é candidato ao Senado, e quem gosta de Lula não pode votar jamais em César "Vaia".
Além de péssimo prefeito na última gestão, além de ser da pior oposição do DEMos, foi ele quem articulou e até ensaiou aquela molecagem das vaias ao presidente Lula no PAN-2007, distribuindo ingressos (controlados pela prefeitura) aos cabos eleitorais do DEMos.
Do evento participou também César Maia (DEMos), que deu uma declaração dizendo, com todas as letras, que Marina é apenas linha auxiliar:
- No início tínhamos uma expectativa, que não é mais viável, de vitória do Serra no primeiro turno (...). Agora um voto na Marina no primeiro turno é um voto no Serra no segundo - descartando qualquer possibilidade de Marina ser candidata para valer, a ponto de chegar o segundo turno.
Com a declaração, sutilmente César Maia segue sua estratégia de aparecer nos jornais com sua imagem associada também à candidata do PV, tentando desvencilhar-se de carregar apenas a candidatura de Serra, pesada demais no Rio de Janeiro.
Em Minas Gerais, o assédio de José Serra (PSDB/SP) à Aécio Neves, fez a candidatura demo-tucana a governador empacar.
Em Pernambuco, depois de Serra fazer campanha por lá, Jarbas Vasconcelos (PMDB) caiu cerca de 6 pontos nas pesquisas.
César "Vaia"
Maia é candidato ao Senado, e quem gosta de Lula não pode votar jamais em César "Vaia".
Além de péssimo prefeito na última gestão, além de ser da pior oposição do DEMos, foi ele quem articulou e até ensaiou aquela molecagem das vaias ao presidente Lula no PAN-2007, distribuindo ingressos (controlados pela prefeitura) aos cabos eleitorais do DEMos.
Oferta de asilo, por Lula, à iraniana, vira notícia internacional
O presidente Lula disse hoje (31) que o Brasil pode abrigar a mulher condenada à morte pelo governo iraniano por ter cometido adultério.
“Apelo ao líder supremo do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que permita ao Brasil conceder asilo a esta mulher”, disse o presidente durante comício da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, em Curitiba.
Lula disse que aprendeu a negociar em sua carreira política e defendeu o diálogo entre as nações em busca da paz mundial.
A notícia ganhou o mundo, na imprensa internacional, o que é até surpreendente. Será que nenhum governante de um país do dito primeiro mundo, pensou em também oferecer asilo?
Nesta semana, o candidato da oposição demo-tucano José Serra (PSDB/SP) criticou o presidente Lula dizendo que "perde tempo" com o Oriente Médio.
Serra é multado pelo TSE 2 vezes no mesmo dia. Cadê as manchetes contra o demo-tucano?
José Serra (PSDB/SP) recebeu 2 multas do TSE hoje (31). É a sexta multa que o demo-tucano recebe.
A imprensa demo-tucana (leia-se: Veja, Folha, Estadão, Globo e afiliadas), fez um escândalo nas manchetes quando houve 2 julgamentos no TSE no mesmo dia, que multaram Dilma Rousseff (PT), algumas semanas atrás. Pois o caso é exatamente o mesmo de Serra, hoje.
Cadê as manchetes e editoriais escandalosos, falando mal de Serra, como falaram mal de Dilma?
A imprensa demo-tucana (leia-se: Veja, Folha, Estadão, Globo e afiliadas), fez um escândalo nas manchetes quando houve 2 julgamentos no TSE no mesmo dia, que multaram Dilma Rousseff (PT), algumas semanas atrás. Pois o caso é exatamente o mesmo de Serra, hoje.
Cadê as manchetes e editoriais escandalosos, falando mal de Serra, como falaram mal de Dilma?
Serra recorre a pai-de-santo, e é benzido com arruda
Como a coisa está feia na campanha de José Serra (PSDB), em queda livre nas pesquisas, o demo-tucano recorreu à um pai-de-santo, durante evento de campanha no Rio de Janeiro, na tarde deste sábado (31).
Assim que o demo-tucano chegou para um corpo-a-corpo, pai Uzeda se dirigiu ao carro que levava Serra e passou uma maço de arruda nos ombros e na cabeça do tucano. Em seguida, o pai-de-santo abraçou Serra e o elogiou.
(Com informações do Portal Terra)
Assim que o demo-tucano chegou para um corpo-a-corpo, pai Uzeda se dirigiu ao carro que levava Serra e passou uma maço de arruda nos ombros e na cabeça do tucano. Em seguida, o pai-de-santo abraçou Serra e o elogiou.
(Com informações do Portal Terra)
20 mil pessoas no comício da vitória em Curitiba
O comício em Curitiba, com Dilma, Lula, Osmar, Gleisi e Requião arrastou uma multidão estimada em 20 mil pessoas.
Depois dessa demonstração de popularidade e de força, fica mais difícil acreditar nos números do Ibope, que apontam uma vantagem de 15 pontos para Serra na região Sul. Sem essa folga no Sul, a vantagem nacional para Dilma iria muito além dos 5 pontos.
Para dar esse resultado, faltou ao Ibope combinar com o povo. Basta ver a multidão em Curitiba, neste sábado, e em Porto Alegre, na quinta-feira.
No discurso de Lula, o presidente pediu atenção também no voto para senadores e deputados:
- Peço a Deus que essa companheira [Dilma] não tenha o Senado que eu tive. Um Senado que ofenda o governo, como eu fui ofendido.
Os candidatos ao Senado pelo Paraná que lideram as pesquisas são Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), ambos apoiando Dilma.
Osmar Dias (PDT) disse que esse ano ele ganha, porque Lula está do lado dele, e brincou: "Na eleição passada, esse danado [Lula] veio aqui e disse para vocês votarem no Requião. E lá se foi minha eleição"...
Diante do otimismo de todos, Dilma pregou humildade e disse que é preciso continuar o trabalho e a militância, sem salto alto, nem clima de ‘já ganhou’.
Ronaldo desmente José Serra e promete fazer jantar para Dilma e Marina
O candidato tucano José Serra, foi o convidado de um jantar oferecido pelo atacante Ronaldo, do Corinthians, anteontem, em São Paulo.Participaram da recepção, no apartamento de Ronaldo, cerca de 25 pessoas, entre elas, jogadores do time paulista, Vampeta, ex-volante e candidato a deputado federal pelo PTB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez.
Serra saiu contando que tinha apoio de Ronaldo. Os "militantes" pago do candidato sairam tuitando a mentira.... Ronaldo negou que o encontro representasse um apoio à candidatura do tucano.
A notícia do jantar com o jogador foi parar no Twitter de Serra,que deu a entender que tinha o apoio do jogador a sua campanha. Serra mentiu de novo. Ainda na madrugada de ontem Serra escreveu "Jantar agradável na casa do Ronaldo e da Bia. Estavam os craques Paulo André, Edu, Roberto Carlos, Elias, William", escreveu o tucano para seus mais de 300 mil seguidores.Serra divulgou duas fotos dele com Ronaldo.
Em seguida, Ronaldo também usou o Twitter para desmentir José Serra.
Ronaldo escreveu que queria esclarecer que o jantar não se tratava de um apoio à candidatura de Serra. "Pra ficar claro, não é apoio político. Eu e meus companheiros no Corinthians só demos sugestões para políticas públicas de apoio ao esporte", escreveu.O jogador prometeu fazer um jantar semelhante ao de Serra com as presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV).
Facebook do Serra fala em saudades da ditadura e pede morte ao comunismo
A rede tucana e sua mobilização
E por falar em ditadura
Está no jornal O Globo. Rede PSDB indica visita à Página. do 'Endireita Brasil', que elogia torturadores, prega 'morte a comunistas' e volta do CCC!
O perfil da rede de mobilização do PSDB no Facebook recomenda a visita à página do Movimento Endireita Brasil, que defende "uma nova direita no cenário político brasileiro: liberal, ética e democrática". O MEB questiona: "Por falar em Collor, há equívocos que se perpetuam na História: será que a geração cara-pintada foi espontânea?". Um dos comentários exibidos na página do MEB diz: "Chega de terrorismo de esquerda, chega de Dilmas plastificadas e de Lulas autistas! Que saudade dos coronéis Ustra e Ubiratan. Morte ao comunismo e aos que o defendem! Viva a direita! Volta CCC (Comando de Caça aos Comunistas)!".Daqui do Panorama politica
O perfil da rede de mobilização do PSDB no Facebook recomenda a visita à página do Movimento Endireita Brasil, que defende "uma nova direita no cenário político brasileiro: liberal, ética e democrática". O MEB questiona: "Por falar em Collor, há equívocos que se perpetuam na História: será que a geração cara-pintada foi espontânea?". Um dos comentários exibidos na página do MEB diz: "Chega de terrorismo de esquerda, chega de Dilmas plastificadas e de Lulas autistas! Que saudade dos coronéis Ustra e Ubiratan. Morte ao comunismo e aos que o defendem! Viva a direita! Volta CCC (Comando de Caça aos Comunistas)!".Daqui do Panorama politica
E por falar em ditadura
Os presidentes dos partidos que apoiam a candidatura presidencial de José Serra vão começar a percorrer os estados na semana que vem. Sérgio Guerra (PSDB), Rodrigo Maia (DEM), Roberto Jefferson (PTB) e Roberto Freire (PPS) só não irão juntos naqueles locais em que estão divididos nas eleições estaduais. Guerra explica a missão: "Precisamos fazer a campanha do Serra acontecer".
DIRIGENTES do Dnit estão irritados com as críticas do candidato José Serra (PSDB). Dizem que o tratamento era outro quando Serra era governador de São Paulo e o Dnit, parceiro nas obras do Rodoanel.
De olho no tucano
O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra,disse ontem que o partido vai questionar na Justiça "tudo que extrapolar a liberdade de expressão".Um grupo de técnicos da campanha presidencial de Dilma Rousseff faz monitoramento diário de notícias com atenção especial para matérias editorializadas.Pelo menos é isso que diz o jornal do tucano Folha de São Paulo
"Nós estamos agindo dentro da lei. A lei prevê que não se pode fazer campanha negativa. Não há nem nunca houve nenhuma intenção do PT em fazer algum controle ou judicializar a campanha. Agora, todas as vezes que nos sentirmos ofendidos, vamos questionar", disse.
Dutra, no entanto, não quis avaliar a cobertura da campanha eleitoral pelos principais veículos de comunicação do país."Quando eu faço uma crítica específica, dizem que estou criticando toda a mídia, então é melhor não falar."
Como parte dessa estratégia, o PT entrou na Justiça Eleitoral com três pedidos de direito de resposta.
Uma ação pediu que a Folha.com retirasse um vídeo com acusações feitas contra o partido por Indio da Costa (DEM-RJ), vice do candidato tucano à Presidência, José Serra. A Folha se negou a retirar
O PT entrou com outros dois pedidos de direito de resposta contra a Editora Abril, por reportagens publicadas pela revista "Veja".Uma delas pelas acusações do candidato a vice na chapa de Serra de que o partido teria ligações com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).Para o PT, a revista assumiu, em reportagem, que editorialmente concorda com o deputado.
Na outra ação, o PT sustenta que a revista assume como verdade a existência de um grupo dentro da campanha de Dilma para confeccionar dossiês, o que é negado pela coordenação.
Dilma cresce onde Serra faz mais campanha
Apesar de José Serra (PSDB) ter concentrado sua campanha no Nordeste nas últimas semanas, a vantagem de Dilma Rousseff (PT) na região aumentou. Em comparação à pesquisa anterior do Ibope, feita um mês atrás, a diferença pró-Dilma cresceu de 18 para 24 pontos porcentuais no eleitorado nordestino.
Ao fazer campanha na região, Serra deixa mais claro para o eleitor nordestino que ele é o candidato de oposição ao governo Lula. Por tabela, reforça a imagem de Dilma como a preferida do presidente. Uma hipótese a ser testada é que a campanha nordestina do tucano esteja provocando o efeito oposto ao esperado. É lá que Lula é mais popular. E é lá que Serra tem sua maior rejeição.
A intensidade do resultado de Dilma no Nordeste, onde chegou ao dobro da intenção de voto de Serra, é a principal responsável pela dianteira da petista no total do País. A grande frente aberta pelo tucano no Sul é compensada parcialmente por Dilma com os pontos de frente que abriu no Norte/Centro-Oeste. No Sudeste, onde o tucano tinha uma pequena dianteira, há agora empate técnico.
O resultado desfavorável a Serra no Ibope ocorre depois de o tucano ter intensificado as críticas ao governo Lula. Por influência do seu principal marqueteiro, o tucano passou a atacar pontos específicos da gestão petista, como a política exterior e a relação do PT com movimentos sociais que têm uma imagem negativa na classe média, como o MST.
A vantagem aberta por Dilma no Ibope pode ser apenas mais uma oscilação de uma parte do eleitorado que já foi para lá e para cá muitas vezes ao longo desta campanha. Um novo balanço do pêndulo. Mas há outros sinais negativos para Serra na pesquisa.
O principal deles é que cada vez mais eleitores acham que Dilma será eleita presidente, e cada vez menos apostam no tucano: 47% creem na vitória da petista, contra apenas 32% que jogam suas fichas em Serra. É um porcentual menor do que sua intenção de voto. Os eleitores de Serra estão menos confiantes do que os de Dilma.
Aécio veta fotos suas com Serra nos jornais mineiros
Todo mundo sabe que os jornais mineiros são dóceis a Aécio Neves (PSDB/MG) e costumam publicar matérias bem ao agrado do ex-governador.
Hoje as capas dos jornais mineiros trazem fotos que valem por mil palavras.
No dia em que Serra se encontrou com Aécio em seu apartamento, junto com Itamar e o governador tucano, o jornal "O Tempo", em vez de mostrar a foto do encontro das 4 principais lideranças demo-tucanas, escolheu uma foto de Serra ao lado de um candidato a deputado federal tucano, cortando Aécio e demais caciques demo-tucanos da foto.
No jornal o Estado de Minas, a esperteza de Aécio empurrou Serra para o colo do ex-presidente Itamar Franco (PPS/MG), e mesmo assim não usaram a palavra "apoio" e sim "fizeram as pazes", retificando que existem rusgas entre os dois:
A declaração de "apoio" de Itamar gerou constrangimento em Serra, pois Itamar fez questão de explicitar que foi a contragosto, e apenas um ato de disciplina partidária: "Ninguém desconhece aqui, governador Serra, que eu defendi desde o início a candidatura do Aécio à presidência. As circunstâncias quiseram que o senhor fosse o escolhido. Nós estamos em uma conciliação que quer a lealdade e a disciplina, sobretudo. Pela coligação que se formou, nós vamos agora participar desta sua caminhada. Eu estou num partido que apoia o governador Serra e agora cabe a mim também apoiar".
O "apoio" parou por aí. Serra seguiu para um encontro com demo-tucanos em Betim, e Itamar não foi.
Enquanto isso, a chapa PMDB-PT, com Hélio Costa e Patrus Ananias como vice, tem o dobro de intenção de votos do candidato de Aécio, e Dilma está 12 pontos à frente de Serra, em Minas, até mesmo na pesquisa Ibope.
Hoje as capas dos jornais mineiros trazem fotos que valem por mil palavras.
No dia em que Serra se encontrou com Aécio em seu apartamento, junto com Itamar e o governador tucano, o jornal "O Tempo", em vez de mostrar a foto do encontro das 4 principais lideranças demo-tucanas, escolheu uma foto de Serra ao lado de um candidato a deputado federal tucano, cortando Aécio e demais caciques demo-tucanos da foto.
No jornal o Estado de Minas, a esperteza de Aécio empurrou Serra para o colo do ex-presidente Itamar Franco (PPS/MG), e mesmo assim não usaram a palavra "apoio" e sim "fizeram as pazes", retificando que existem rusgas entre os dois:
A declaração de "apoio" de Itamar gerou constrangimento em Serra, pois Itamar fez questão de explicitar que foi a contragosto, e apenas um ato de disciplina partidária: "Ninguém desconhece aqui, governador Serra, que eu defendi desde o início a candidatura do Aécio à presidência. As circunstâncias quiseram que o senhor fosse o escolhido. Nós estamos em uma conciliação que quer a lealdade e a disciplina, sobretudo. Pela coligação que se formou, nós vamos agora participar desta sua caminhada. Eu estou num partido que apoia o governador Serra e agora cabe a mim também apoiar".
O "apoio" parou por aí. Serra seguiu para um encontro com demo-tucanos em Betim, e Itamar não foi.
Enquanto isso, a chapa PMDB-PT, com Hélio Costa e Patrus Ananias como vice, tem o dobro de intenção de votos do candidato de Aécio, e Dilma está 12 pontos à frente de Serra, em Minas, até mesmo na pesquisa Ibope.
Todos querem ser Lula
Próximo de deixar o poder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva exerce um papel, nessas eleições, que nenhum de seus antecessores imaginou cumprir, mesmo os mais populares, como Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Em fim de governo, ele não é diretamente atacado por ninguém e, apesar de não ser candidato a nada, transformou-se no personagem central da disputa. Segundo a última pesquisa Datafolha, Lula exerce influência sobre quase dois terços do eleitorado - 42% dizem que votarão "com certeza" no candidato apoiado pelo presidente e 23% afirmam que "talvez" o façam. Por isso, na eleição presidencial, Lula é o principal cabo eleitoral. Herdeira de parte da popularidade do presidente, Dilma Rousseff já combina os eventos de campanha com a agenda do Planalto. Nas disputas estaduais, os candidatos também se esforçam para colar sua imagem à de Lula, independentemente dos partidos políticos aos quais são filiados. Além de implorar pela mensagem de apoio no rádio e tevê, fazem questão da companhia do presidente em seus santinhos. Adversários tentam aderir de alguma maneira. Oposicionistas fazem questão de posar ao lado de Lula no material de campanha. "Apoio Lula desde 2006", justifica o candidato ao governo do Piauí, João Vicente Claudino (PTB), que faz oposição ao PT no Estado.
De olho nos votos que podem receber em outubro, outros candidatos nas disputas regionais tentam se confundir com o presidente ao registrar o nome "Lula" no TSE, e até moldam as feições do rosto para, propositalmente, ficarem parecidos com ele. É o caso do ex-coveiro Luiz da Silva, candidato a deputado federal por São Paulo. Além de ter batizado o nome "Lula" na urna eletrônica, Luiz ficou parecido fisicamente com o presidente da República ao deixar a barba crescer. A semelhança foi atestada pelo próprio presidente. "Quando nos encontramos, recentemente, Lula disse que nunca tinha visto alguém tão parecido com ele", afirma Luiz da Silva. O candidato conta com apenas dez segundos no horário eleitoral gratuito na televisão, mas aposta no fato de ser homônimo e na semelhança com Lula para conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados. "Perdi outras duas eleições, mas, na ocasião, Lula nem era presidente ainda", disse. Há ainda "Lulas" na Bahia e no Pará. Um deles é o paraense Angelo da Silva Pereira, candidato a deputado estadual pela segunda vez. Natural de Lauro de Freitas, o baiano Luis "Lula" Maciel admite que o nome ajuda a ganhar eleição. "Já fui duas vezes vereador. Em 2004 e 2008", diz ele, que também concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa.
Nas eleições estaduais, a disputa pelo uso da imagem de Lula no material de campanha é tão acalorada que foi parar na Justiça. No Piauí, Wilson Martins (PSB) recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral para impedir Claudino (PTB) de aparecer ao lado de Lula em cartazes e santinhos. No Ceará, a coligação do atual governador e candidato à reeleição, Cid Gomes (PSB), pretende fazer o mesmo com o candidato do PR, Lúcio Alcântara, cujo candidato ao Senado é Alexandre Pereira, do PPS, partido que faz contundente oposição ao presidente. "Vamos questionar o uso de cartazes em que Lúcio aparece ao lado de Lula", disse Cid Gomes, por intermédio de sua assessoria. Há outra situação esdrúxula em Fortaleza: tanto José Pimentel (PT) quanto Eunício Oliveira (PMDB) se proclamam "o senador de Lula". Na Paraíba, a situação é parecida. O PT também não aceita que o candidato ao governo Ricardo Coutinho (PSB) mencione Lula no jingle. Os petistas apoiam José Maranhão (PMDB).
Em Mato Grosso, Mauro Mendes (PSB), aspirante ao governo, sonha com a presença de Lula em seu palanque. O candidato ao Senado, o petista Carlos Abicalil, no entanto, já obteve de José Eduardo Dutra, presidente nacional do PT, o compromisso de que Lula só aparecerá ao lado de seu aliado, o peemedebista Silval Barbosa. O problema, neste caso, é que o próprio Lula tem dito, em conversas reservadas, que não pretende se expor muito nessa primeira fase das eleições. Pelo menos nas disputas regionais. Ele revelou, em recente reunião em Brasília, que só vai entrar em campo quando o cenário estadual estiver mais definido. "O presidente quer entrar para decidir", disse um ministro próximo de Lula.
A influência de Lula nas eleições pode ser medida pelas recentes pesquisas. Além da do Datafolha, segundo a qual Lula tem hoje 77% de popularidade, um levantamento encomendado pelo PSDB, ao qual ISTOÉ teve acesso, revela que o presidente é visto por parte expressiva da população como o "político ideal". Isto explica a posição de Serra, que evita ataques frontais ao presidente e elogia com entusiasmo seus programas sociais.
É na onda de popularidade de Lula que Dilma pretende surfar. Os dividendos eleitorais já podem ser contabilizados pela candidata petista. As duas subidas de Dilma nas pesquisas eleitorais, desde o fim do ano passado, coincidem com um aumento no percentual de eleitores informados sobre o fato de que ela é a candidata do presidente. O Datafolha estabelece uma relação direta entre a informação sobre a opção de Lula na campanha e o desempenho de Dilma. Em maio, quando Dilma subiu sete pontos percentuais e empatou com José Serra com 37% das intenções de voto, os índices dos que tinham conhecimento sobre quem Lula apoiava aumentaram de 61% para 71%. Um quinto dos eleitores de Serra ainda afirma que pretende votar "com certeza" na pessoa apoiada por Lula. Ou seja, o PT aposta que ainda há uma boa margem para migração de votos de Serra para Dilma, quando estes supostos desavisados descobrirem a preferência de Lula.
Ao contrário do seu comportamento em relação às eleições estaduais, Lula não esconde de ninguém que fará de tudo para eleger Dilma sua sucessora. Neste e nos próximos dois fins de semana, Lula terá compromissos casados com os de sua candidata à Presidência. A agenda deste fim de semana prevê a ida da dupla ao Rio Grande do Sul e ao Paraná. O itinerário incluiu uma volta à Boca Maldita, movimentado centro curitibano. Na semana que vem o destino será Minas Gerais, Estado em que Dilma tem crescido nos últimos meses. Nos dias 13 e 14 de agosto, Lula e Dilma farão visita a uma porta de fábrica na região do ABC. Com a ida ao berço político do presidente, a petista realizará um desejo alimentado por todos os candidatos: o de ser cada vez mais Lula.IstoÉ
Dilma abre vantagem de 12 pontos sobre Serra em MG
A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, feita nos Estados, também mostra Dilma ladeira acima, e Serra ladeira abaixo nos estados.
Minas Gerais
Dilma: 44%
Serra: 32%
A diferença corresponde a 1,2 milhão de votos, levando-se em conta o tamanho do eleitorado e as taxas históricas de abstenção.
O voto "Dilmasia" pegou entre os eleitores de Aécio Neves (PSDB). Entre os entrevistados que declaram voto em Anastasia para governador (que também não decolou, ficando bem atras de Helio Costa), 48% preferem Dilma, contra 37% que preferem Serra.
Rio de Janeiro
Dilma: 46%
Serra: 27%
Espírito Santo, há um empate, por enquanto
Serra: 38%
Dilma: 36%
Quando os capixabas se derem conta de que José Serra foi o carrasco deles na Constituinte de 88 para "saquear" o ICMS do Petróleo produzido no Estado ...
São Paulo
Serra: 44%
Dilma: 33%
Pernambuco
Dilma: 59%
Serra: 26%
Distrito Federal
Dilma: 36%
Serra: 25%
Amazonas
Dilma: 68%
Serra: 16%
Minas Gerais
Dilma: 44%
Serra: 32%
A diferença corresponde a 1,2 milhão de votos, levando-se em conta o tamanho do eleitorado e as taxas históricas de abstenção.
O voto "Dilmasia" pegou entre os eleitores de Aécio Neves (PSDB). Entre os entrevistados que declaram voto em Anastasia para governador (que também não decolou, ficando bem atras de Helio Costa), 48% preferem Dilma, contra 37% que preferem Serra.
Rio de Janeiro
Dilma: 46%
Serra: 27%
Espírito Santo, há um empate, por enquanto
Serra: 38%
Dilma: 36%
Quando os capixabas se derem conta de que José Serra foi o carrasco deles na Constituinte de 88 para "saquear" o ICMS do Petróleo produzido no Estado ...
São Paulo
Serra: 44%
Dilma: 33%
Pernambuco
Dilma: 59%
Serra: 26%
Distrito Federal
Dilma: 36%
Serra: 25%
Amazonas
Dilma: 68%
Serra: 16%
Pesquisa Ibope dá um nó na campanha de Serra
Mesmo que consideremos as pesquisa suspeitas, não dá para negar que a tendência clara é que Dilma está na frente de Serra, computando todos os institutos.
Vox Populi mostra 8 pontos à frente. Ibope mostra 5 pontos de vantagem, e confirma 6 pontos no segundo turno.
O Datafolha às voltas com um empate desafinado, com credibilidade abalada, com publicação de resultados diferentes no Jornal e no Instituto, e com questionamento na metodologia, é o único que destoa.
O fato é que está claro que Dilma já deixou Serra "comendo poeira", e a tendência dela é de subida, enquanto a tendência de Serra é de queda.
Serra se debatia (com uma ajuda do Datafolha) para chegar empatado na próxima etapa da campanha, no dia 17 de agosto, quando inicia o horário eleitoral na TV. Não conseguiu.
Dilma na frente, gera baixas na campanha de Serra, tanto em apoios políticos nos estados, como nas doações de campanha.
Geralmente políticos que estão atrás creditam ao horário eleitoral poderes milagrosos de virada. Acontece em alguns casos. Mas geralmente quando o quadro é inverso ao de Serra x Dilma.
Candidatos sobem com a TV quando são menos conhecidos do que os adversários. No caso de Serra, ele é mais conhecido do que Dilma.
Dilma, ainda mais tendo Lula como "cabo eleitoral", será uma grata surpresa na TV, para muita gente que não a conhece.
Já no caso de Serra, ele não será novidade nenhuma na TV para quase ninguém.
Vox Populi mostra 8 pontos à frente. Ibope mostra 5 pontos de vantagem, e confirma 6 pontos no segundo turno.
O Datafolha às voltas com um empate desafinado, com credibilidade abalada, com publicação de resultados diferentes no Jornal e no Instituto, e com questionamento na metodologia, é o único que destoa.
O fato é que está claro que Dilma já deixou Serra "comendo poeira", e a tendência dela é de subida, enquanto a tendência de Serra é de queda.
Serra se debatia (com uma ajuda do Datafolha) para chegar empatado na próxima etapa da campanha, no dia 17 de agosto, quando inicia o horário eleitoral na TV. Não conseguiu.
Dilma na frente, gera baixas na campanha de Serra, tanto em apoios políticos nos estados, como nas doações de campanha.
Geralmente políticos que estão atrás creditam ao horário eleitoral poderes milagrosos de virada. Acontece em alguns casos. Mas geralmente quando o quadro é inverso ao de Serra x Dilma.
Candidatos sobem com a TV quando são menos conhecidos do que os adversários. No caso de Serra, ele é mais conhecido do que Dilma.
Dilma, ainda mais tendo Lula como "cabo eleitoral", será uma grata surpresa na TV, para muita gente que não a conhece.
Já no caso de Serra, ele não será novidade nenhuma na TV para quase ninguém.
Dilma ultrapassou no Sudeste, e empatou entre as mulheres, na pesquisa Ibope
Detalhes a pesquisa Ibope:
Espontânea:
Dilma: 27%
Serra: 19%
Estimulada:
Dilma: 39%
Serra: 34%
Marina: 7%
2o. turno:
Dilma: 46%
Serra: 40%
Rejeição:
Dilma: 19%
Serra: 24%
Expectativa de vitória:
47% acha que Dilma vencerá
32%,acha que o vencedor será Serra
Empate no Eleitorado Feminino:
Dilma: 35%
Serra: 35%
No levantamento anterior, o demo-tucano tinha uma vantagem de 7 pontos no eleitorado feminino.
Eleitorado Masculino, Dilma abre 11 pontos de vantagem:
Dilma: 44%
Serra: 33%
Dilma ultrapassou no Sudeste:
Dilma: 37% (tinha 32%)
Serra: 35% (tinha 37%)
No Nordeste, Dilma tem o dobro de votos:
Dilma: 49%
Serra: 25%
Norte/Centro-Oeste, Dilma ultrapassou:
Dilma: 40% (tinha 33%)
Serra: 33% (tinha 41%)
Sul foi a única área em que Serra cresceu, segundo o Ibope:
Serra: 46%
Dilma: 31%
Parte da explicação no Sul, pode estar na nota "Ibope beneficia Serra, expurgando votos de entusiastas e militantes"
Espontânea:
Dilma: 27%
Serra: 19%
Estimulada:
Dilma: 39%
Serra: 34%
Marina: 7%
2o. turno:
Dilma: 46%
Serra: 40%
Rejeição:
Dilma: 19%
Serra: 24%
Expectativa de vitória:
47% acha que Dilma vencerá
32%,acha que o vencedor será Serra
Empate no Eleitorado Feminino:
Dilma: 35%
Serra: 35%
No levantamento anterior, o demo-tucano tinha uma vantagem de 7 pontos no eleitorado feminino.
Eleitorado Masculino, Dilma abre 11 pontos de vantagem:
Dilma: 44%
Serra: 33%
Dilma ultrapassou no Sudeste:
Dilma: 37% (tinha 32%)
Serra: 35% (tinha 37%)
No Nordeste, Dilma tem o dobro de votos:
Dilma: 49%
Serra: 25%
Norte/Centro-Oeste, Dilma ultrapassou:
Dilma: 40% (tinha 33%)
Serra: 33% (tinha 41%)
Sul foi a única área em que Serra cresceu, segundo o Ibope:
Serra: 46%
Dilma: 31%
Parte da explicação no Sul, pode estar na nota "Ibope beneficia Serra, expurgando votos de entusiastas e militantes"
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Dilma lidera pesquisa Ibope com 39% das intenções de voto, contra 34% de Serra
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, lidera a pesquisa Ibope/Estado/TV Globo com 39% das intenções de voto. José Serra (PSDB) aparece com 34%. Marina Silva (PV) mantém 7%. Brancos e nulos são 7% e indecisos somam 12%.
Em um eventual segundo turno, Dilma teria 46% dos votos e Serra, 40%. Nesse cenário, brancos e nulos somam 6% e indecisos, 8%. Serra tem a maior rejeição entre os presidenciáveis, com 24%. 19% dizem que não votariam na candidata Dilma e 13% dizem que não votariam em Marina.
Na pesquisa Ibope anterior, contratada pela Associação Comercial de São Paulo e realizada entre os dias 27 e 30 de junho, Dilma e Serra apareciam empatados, ambos com 39%.Marina havia registrado 10% na ocasião. Na simulação do segundo turno, Serra e Dilma também estavam empatados, com 43%.
Em um eventual segundo turno, Dilma teria 46% dos votos e Serra, 40%. Nesse cenário, brancos e nulos somam 6% e indecisos, 8%. Serra tem a maior rejeição entre os presidenciáveis, com 24%. 19% dizem que não votariam na candidata Dilma e 13% dizem que não votariam em Marina.
Na pesquisa Ibope anterior, contratada pela Associação Comercial de São Paulo e realizada entre os dias 27 e 30 de junho, Dilma e Serra apareciam empatados, ambos com 39%.Marina havia registrado 10% na ocasião. Na simulação do segundo turno, Serra e Dilma também estavam empatados, com 43%.
Kassab e Secretário do PV fazem campanha na hora do trabalho
O prefeito Gilberto Kassab (DEMos/SP) disse que só faz campanha fora do horário do expediente.
Mas não foi o que aconteceu ontem. Kassab acompanhou Geraldo Alckmin (PSDB, candidato o governador de São Paulo), na sabatina na Folha de São Paulo. Chegou antes das 11h e saiu às 13h. Entre o tempo que permaneceu na Folha e o tempo de deslocamento no transporte, ficou pelo menos 3 horas em campanha. Vai muito além do horário de almoço.
Secretário de Kassab passa o dia fazendo campanha para Marina
O secretário municipal do Verde e Meio Ambiente da prefeitura de São Paulo, Eduardo Jorge (PV, de camisa verde na foto) também foi flagrado fazendo campanha para Marina Silva (PV) na hora do expediente.
Na quinta-feira, ele passou o dia todo em campanha na cidade de Bauru (SP), acompanhando Marina Silva.
No horário em que Eduardo Jorge estava em Bauru, a reportagem do "Poder Online" teve o cuidado de ligar na assessoria de imprensa da secretaria para perguntar sobre o titular da pasta. Informaram, às 15h36, que ele estava "em reunião fechada no gabinete".
Porém, a foto ao lado, tirada do próprio site de Marina Silva, mostra que no horário ele visitava um hospital, localizado a 330 km da sede da secretaria do Verde e Meio Ambiente. (Do Poder Online)
Mas não foi o que aconteceu ontem. Kassab acompanhou Geraldo Alckmin (PSDB, candidato o governador de São Paulo), na sabatina na Folha de São Paulo. Chegou antes das 11h e saiu às 13h. Entre o tempo que permaneceu na Folha e o tempo de deslocamento no transporte, ficou pelo menos 3 horas em campanha. Vai muito além do horário de almoço.
Secretário de Kassab passa o dia fazendo campanha para Marina
O secretário municipal do Verde e Meio Ambiente da prefeitura de São Paulo, Eduardo Jorge (PV, de camisa verde na foto) também foi flagrado fazendo campanha para Marina Silva (PV) na hora do expediente.
Na quinta-feira, ele passou o dia todo em campanha na cidade de Bauru (SP), acompanhando Marina Silva.
No horário em que Eduardo Jorge estava em Bauru, a reportagem do "Poder Online" teve o cuidado de ligar na assessoria de imprensa da secretaria para perguntar sobre o titular da pasta. Informaram, às 15h36, que ele estava "em reunião fechada no gabinete".
Porém, a foto ao lado, tirada do próprio site de Marina Silva, mostra que no horário ele visitava um hospital, localizado a 330 km da sede da secretaria do Verde e Meio Ambiente. (Do Poder Online)
Ibope beneficia Serra, expurgando votos de entusiastas e militantes
A diretora-executiva do Ibope, Márcia Cavallari, fez uma declaração que acaba funcionando como uma confissão de que beneficia o demo-tucano José Serra (PSDB/SP).
Ela afirmou:
- O Rio Grande do Sul é o lugar mais difícil de se fazer pesquisa porque o Ibope não entrevista pessoas que manifestem posição política de antemão, que estejam militando ou que se ofereçam para ser entrevistadas.
Como os demo-tucanos não tem militância, enquanto que, entre os "lulistas" e "dilmistas", existem um número muito maior de eleitores que se manifestam e militam, os números de Serra ficam inflados, e as intenções de voto em Dilma são expurgadas, distorcendo a pesquisa. (Com informações da jornalista Thais Arbex)
Ela afirmou:
- O Rio Grande do Sul é o lugar mais difícil de se fazer pesquisa porque o Ibope não entrevista pessoas que manifestem posição política de antemão, que estejam militando ou que se ofereçam para ser entrevistadas.
Como os demo-tucanos não tem militância, enquanto que, entre os "lulistas" e "dilmistas", existem um número muito maior de eleitores que se manifestam e militam, os números de Serra ficam inflados, e as intenções de voto em Dilma são expurgadas, distorcendo a pesquisa. (Com informações da jornalista Thais Arbex)
Empresários com medo do Serra: Serra está perdendo status de preferido do mercado
O tucano José Serra iniciou sua campanha pela Presidência do país como o preferido dos mercados financeiros, mas suas últimas declarações contundentes sobre política econômica estão gerando dúvidas em muitos investidores.
Alguns investidores e especialistas políticos disseram que estão mais cautelosos sobre Serra do que sobre sua principal rival, Dilma Rousseff (PT). Serra, 68 anos, político veterano do PSDB, tem preocupado sobre Banco Central, juros e um maior papel do Estado na economia.
A aparente mudança na confiança causa uma reviravolta no senso comum relacionado à corrida presidencial, e pode mexer nos mercados de câmbio e de títulos se Serra permanecer forte nas pesquisas à medida que a eleição se aproximar, disseram investidores.
"O sistema financeiro secretamente prefere a Dilma", disse Tony Volpon, chefe de pesquisa de mercados emergentes da Nomura Securities em Nova York.
Em muitos quesitos, Serra deveria ser o preferido do investidor. Ele ostenta um doutorado em economia pela Cornell University, uma vasta experiência no Executivo e um partido que realizou privatizações e reformas pró-mercado no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Dilma, por outro lado, funcionária pública de carreira, já foi guerrilheira e nunca foi eleita a um cargo público.
Ela, porém, abriu seu caminho para conseguir o apoio de investidores ao se distanciar de algumas propostas mais esquerdistas do PT. Dilma também prometeu continuar com políticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que agradam os mercados e que ajudaram a impulsionar a economia nos últimos anos.
"Nenhum dos candidatos é o sonho de Wall Street, mas Serra é o maior risco. Ele traz mais incerteza e possibilidade de mudança", disse Alexandre Barros, analista político que acompanha Serra desde que os dois eram ativistas estudantis em São Paulo, em 1962.
Xico Graziano, assessor de Serra, tentou amenizar as preocupações dos investidores: "Os investidores conhecem as qualidades do Serra e o modo dele entender a economia, não é segredo para ninguém."
NERVOSISMO NO MERCADO?
Até agora, poucos investidores se preocuparam com as eleições de 3 de outubro, descartando qualquer um dos principais candidatos como populistas que ameacem a estabilidade econômica.
Mas esse sentimento de calma está em risco com a proximidade da eleição e a articulação mais clara dos candidatos sobre suas propostas e programas.
Serra disse nesta semana que as taxas de juros precisam ser reduzidas e que o real está "megavalorizado".
"Com o Serra há preocupação com as taxas de juros e câmbio, embora eu pense que ele seria mais rígido na disciplina fiscal do que a Dilma", disse Reginaldo Alexandre, diretor da Abamec (Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais) em São Paulo.
Dilma tem conseguido avanços nas pesquisas de intenção de voto, apoiada pelo crescimento da economia e pela alta taxa de aprovação de Lula, embora não tenha chegado a uma liderança clara.
"O mercado não precificou o risco de Serra porque ele acha que a Dilma vai vencer", disse Rafael Cortez, analista político da consultoria Tendências.
Se a petista não estabelecer uma vantagem sólida sobre Serra em agosto, Volpon disse que "pode haver movimentos violentos (do mercado), especialmente na taxa de câmbio".
PAPEL DO ESTADO
Serra também deu sinais mistos sobre o papel do Estado na economia. Ele criticou a criação de uma nova companhia estatal e o uso de recursos do Estado para o trem-bala, e prometeu restaurar os poderes das agências reguladoras.
Mas também elogiou as medidas de estímulo econômico de Lula e propôs mais desenvolvimento liderado pelo Estado.
"Defendo um projeto de desenvolvimento nacional para o Brasil, o ativismo governamental", disse Serra.
Apesar de querer cortar os excessos do governo, Serra também quer dobrar o Bolsa Família de Lula, criticado durante anos por muitos de seus partidários.
Alguns analistas dizem que as posições variadas refletem sua estratégia de campanha. Ele pretende ser visto como uma mudança, mas não quer abandonar as políticas que tornaram Lula popular.
"A Dilma diz ao mercado o que ele quer ouvir. A mensagem de Serra é mais política, porque ele precisa ganhar votos", disse Dany Rappaport, sócio da consultoria financeira InvestPort.
Mas Serra tem um histórico de intervenção governamental e é ligado à escola de pensamento que defende planejamento econômico, Estado forte, controles de capital e substituição de importações.
Como ministro do Planejamento, ele peitou a ala pró-mercado do governo Fernando Henrique e foi transferido ao Ministério da Saúde. Lá, ele fez a gigante farmacêutica suíça Roche diminuir os preços sob ameaça de quebrar a patente da empresa.
"Suas propostas refletem suas crenças --não é propaganda. Mas, de qualquer forma, isso gera incerteza", disse Barros.Agência (Reuters)
Lula assina acordos com o Uruguai - Serra quer acabar com o Mercosul e anexar o Brasil à ALCA
Presidente Lula e o presidente do Uruguai, José Mujica, tiveram um encontro diplomático e de trabalho nesta sexta.Foram assinados o Acordo sobre a Hidrovia Brasil - Uruguai, Acordo de Cooperação em matéria de Defesa, Memorando para Cooperação Científica, Tecnológica, Acadêmica e de Inovação e Memorando de Entendimento entre o Ministério da Pesca e Aqüicultura do Brasil e o Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca do Uruguai.
Também foram tratados os temas como a interconexão elétrica, a ligação entre as malhas ferroviárias, a construção de uma segunda ponte sobre o Rio Jaguarão.
Pela manhã descerraram placas na fronteira entre os dois países, nomeada Fronteira da Paz, onde as cidade de Rivera (Uruguai) e Santana do Livramento (Brasil), estão separadas por uma rua.
Enquanto o presidente Lula, e sua candidata à sucessão Dilma Russeff (PT) fortalece laços com o Mercosul, o candidato demo-tucano de oposição deu declarações recentes de que o Mercosul "só atrapalha" o Brasil a fechar acordos de livre comércio. Durante o governo FHC, o Brasil sofreu forte assédio para capitular ao consenso de Washington, neoliberal, e se deixar anexar aos EUA no projeto imperialista da ALCA (Área de Livre Comércio nas Américas). FHC aplicando a "teoria da dependência", que ele achava ser o caminho do Brasil, caminhava para fazer uma adesão à ALCA. Lula interrompeu o processo, com o fracasso dos regimes neoliberais na América Latina. Serra retomou este discurso do século passado.
Os presidentes visitaram também o 7º Regimento de Cavalaria Mecanizado do Exército Brasileiro, em Santana do Livramento. Entre os acordos assinados, há o de Cooperação em Defesa.
Militância nada espontânea
Aliados de José Serra (PSDB) em Tocantins se mobilizaram para encher de populares a avenida principal da cidade, por onde o tucano caminhou por cerca de uma hora na tarde de ontem. O tucano Siqueira Campos, candidato ao governo do Estado, bancou a ida de pelo menos 30 moradores de um bairro na periferia de Palmas para engrossar o público - todos cabos eleitorais que trabalham para candidatos do PSDB.
O candidato fretou um ônibus, que levou o grupo até a avenida central. Eles recebem, em média, R$ 510 mensais para trabalhar na campanha de SiqueiraAlém de Siqueira, candidatos a deputados estaduais também levaram militantes pagos para recepcionar Serra.Segundo o blog da Folha, a estratégia agradou ao tucano José Serra.
Pesquisa do Ipea eleva previsão de crescimento para 6,5%
Pela terceira vez consecutiva, o Sensor Econômico, pesquisa mensal do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que avalia a percepção das entidades de classe do setor produtivo, apontou tendência de crescimento para a economia do país. O resultado do bimestre maio-junho indica que o Produto Interno Bruto (PIB) poderá crescer 6,5% este ano. Nas duas pesquisas anteriores, a taxa tinha sido de 5,2% e 5,5%.
No que se refere à inflação, o índice do período foi de 5,5%, ligeiramente superior ao do bimestre anterior, mas ainda dentro da meta estabelecida pelo Banco Central (BC), que é de até 6,5%. Quanto à taxa básica de juros (Selic), o setor produtivo espera que encerre o ano com 11,5%. Em reunião na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) corrigiu a taxa de 10,25% para 10,75% ao ano.
Outro sinal positivo apontado pelo setor é de expansão da taxa de investimento. Segundo o economista João Sicsú , responsável pela pesquisa, proporcionalmente ao PIB, o país deverá alcançar investimentos 3,5% superiores aos do ano passado, no que se refere aos projetos da União e das estatais. Somando-se aos volumes esperados nos municípios e Estados, o crescimento deverá ser de 5%, o maior dos últimos 15 anos.
"A grande maioria desses investimentos deverá estar concentrada nas obras do PAC e da Petrobras", disse Sicsú, referindo-se, no caso da estatal, à exploração do petróleo da camada do pré-sal.
Para ele, os investimentos estão no ritmo adequado, mas não de acordo com o futuro de um país desenvolvido. "O ritmo dos investimentos está de acordo com a superação de nosso passado recente de semi-estagnação econômica, em que o investimento era muito baixo e a economia até crescia, mas com trajetória de voo de galinha: subia e caia. Agora, a tendência é de maior consistência, de crescimento da taxa de crescimento do investimento na economia brasileira", avalia Sicsú.
Para destacar o bom desempenho da economia, ele apontou a expectativa do sensor em relação à geração de empregos neste ano -é mais de 1,5 milhão de vagas com carteira assinada - e à movimentação do comércio exterior, com exportações de US$ 180 bilhões, acima do volume de importações (US$ 160 bilhões).Agência Brasil
Serra pede socorro a Aécio
A candidata petista, Dilma Rousseff, passou à frente do tucano José Serra em Minas Gerais. As pesquisas internas do PSDB também confirmam que o partido tem barreiras a vencer nas eleições para o governo estadual. Além das viagens do candidato às cidades mineiras, desde ontem o site oficial da candidatura José Serra exibe discurso feito pelo ex-governador Aécio Neves, em abril, manifestando seu apoio à candidatura Serra.Quem é Aécio, é Serra, diz o mineiro. Exibindo confiança, o presidente estadual do PSDB, Narcio Rodrigues, diz: O Márcio Lacerda (prefeito de BH) foi dos 4% à vitória; o Eduardo Azeredo começou com 11% e venceu; o Anastasia está saindo de 18%.Na coluna do Ilimar FrancoAécio vai ajudar? Pelo que diz essa notinha da Revista IstoÉ, não
Aécio: presidente do Congresso
Autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela candidata à Presidência Dilma Rousseff, o PT mandou, nos últimos dias, por meio de emissários do partido, uma série de recados ao ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB). O mais relevante deles: que Aécio, caso eleito senador, como tudo indica, terá o apoio do PT para ser presidente do Senado em 2011 ou 2013. Para isso, basta o grão-tucano mineiro deixar correr solto o movimento de políticos ligados a ele, recentemente batizado de Dilmasia, que pretende apoiar Dilma para presidente e Antônio Anastasia para governador do Estado. Pode ser que sm, mas pode ser que não. Foi publicado na revista IstoÉ
Jornal "capricha" em notícia sobre Roberto Jefferson e Serra
Na segunda-feira, 26, nós fizemos uma nota aqui no blog, sobre o serrista Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, cobrando falta de organização da campanha de José Serra, e principalmente falta de recursos e material de campanha, ou seja, de dinheiro.
Pois o jornal "Hora do Povo", que não é do PIG (muito pelo contrário), publicou a notícia e resolveu dar uma "caprichada":
Pois o jornal "Hora do Povo", que não é do PIG (muito pelo contrário), publicou a notícia e resolveu dar uma "caprichada":
Lula destina R$ 1,98 bilhão contra enchentes no Nordeste
O presidente Lula encaminhou ao Congresso medida provisória que abre crédito extraordinário de R$ 1,98 bilhão no Orçamento da União de 2010, para ações emergenciais de vários ministérios.
O maior valor de recursos, R$ 725 milhões, é para o Ministério da Integração Nacional usar em assistência às vítimas atingidas pelas enchentes em Pernambuco e Alagoas.
O Ministério da Defesa terá R$ 212 milhões para reforçar o atendimento às vítimas de desastres também em Alagoas e Pernambuco como a distribuição de alimentos e água, montagem de abrigo para os desalojados e auxílio para a recuperação da infraestrutura local.
O Ministério da Educação receberá R$ 250 milhões a serem transferidos a estados e municípios atingidos por enchentes em diversos locais do país para que reconstruam ou reformem escolas públicas danificadas por enchentes.
Para o Ministério dos Transportes está previsto reforço de R$180 milhões a ser aplicado em obras emergenciais para recuperar rodovias federais danificadas pelas fortes chuvas.
A pasta das Cidades terá R$ 15 milhões para a reconstrução do Sistema de Trens Urbanos de Maceió, obstruído pelas chuvas na cabeceira do rio Mundaú.
Para a Cultura está previsto o valor de R$ 5 milhões para a instalação de novas bibliotecas em municípios onde os prédios foram destruídos e os livros danificados.
Os ministérios da Saúde, Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e Desenvolvimento Agrário também terão recursos, que somam R$ 371 milhões.
Na área da saúde, o dinheiro será usado para recompor equipamentos de saúde atingidos pelas enchentes nos estados de Alagoas e Pernambuco.
Há também recursos previstos para vários ministérios a serem aplicados no Plano de Enfrentamento ao Crack e outras drogas, instituído por decreto presidencial em maio de 2010
O maior valor de recursos, R$ 725 milhões, é para o Ministério da Integração Nacional usar em assistência às vítimas atingidas pelas enchentes em Pernambuco e Alagoas.
O Ministério da Defesa terá R$ 212 milhões para reforçar o atendimento às vítimas de desastres também em Alagoas e Pernambuco como a distribuição de alimentos e água, montagem de abrigo para os desalojados e auxílio para a recuperação da infraestrutura local.
O Ministério da Educação receberá R$ 250 milhões a serem transferidos a estados e municípios atingidos por enchentes em diversos locais do país para que reconstruam ou reformem escolas públicas danificadas por enchentes.
Para o Ministério dos Transportes está previsto reforço de R$180 milhões a ser aplicado em obras emergenciais para recuperar rodovias federais danificadas pelas fortes chuvas.
A pasta das Cidades terá R$ 15 milhões para a reconstrução do Sistema de Trens Urbanos de Maceió, obstruído pelas chuvas na cabeceira do rio Mundaú.
Para a Cultura está previsto o valor de R$ 5 milhões para a instalação de novas bibliotecas em municípios onde os prédios foram destruídos e os livros danificados.
Os ministérios da Saúde, Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e Desenvolvimento Agrário também terão recursos, que somam R$ 371 milhões.
Na área da saúde, o dinheiro será usado para recompor equipamentos de saúde atingidos pelas enchentes nos estados de Alagoas e Pernambuco.
Há também recursos previstos para vários ministérios a serem aplicados no Plano de Enfrentamento ao Crack e outras drogas, instituído por decreto presidencial em maio de 2010
Tchau Serra! Aécio e Anastasia escondem Serra em material de campanha
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, tem aparecido de forma tímida no material de campanha do ex-governador Aécio Neves e do governador Antonio Anastasia, seus aliados tucanos em Minas Gerais.
O jornal dos tucanos, a Folha, está protestando e denunciando Aécio.Segundo reportagem publicada hoje, o jornal diz que pediu cartazes, adesivos e santinhos em quatro comitês da campanha de Anastasia em Belo Horizonte. Em três deles, nada existia com a foto de Serra.
No último deles, só após pedido específico de algo com o candidato presidencial, foram entregues adesivos com o rosto de Serra -acompanhado apenas dos nomes dos tucanos mineiros.
Além do "Serra solitário", único material obtido com a imagem do candidato, foram pegos outros dez modelos diferentes da campanha de Anastasia. Apenas cinco deles tinham Serra, mas só o nome dele nos cantos e em tamanho reduzido.Os materiais mais populares nas ruas de BH são os adesivos só com Anastasia, candidato à reeleição, ou dele acompanhado apenas de Aécio e Itamar Franco (PPS), candidatos ao Senado.
DILMA
A situação contrasta com a farta exposição de Dilma Rousseff (PT) no material de campanha de Hélio Costa (PMDB) ao governo mineiro.No comitê do peemedebista, a reportagem obteve seis tipos de impressos, todos com referências a Dilma -quatro deles com a imagem da petista acompanhada de seus aliados mineiros. Há ainda distribuição de material produzido pela campanha nacional do PT.
Anteontem, em visita a BH, Serra disse não considerar "grave" sua menor exposição. "É uma coisa que se corrige com enorme facilidade", disse. Ele disse ver "pleno empenho" de Aécio em sua campanha presidencial.A campanha de Aécio e Anastasia informou que produz até 20% do material sem Serra para atender aos partidos da coligação que não apoiam o tucano para presidente, como PR, PDT e PSB.
Eu não sou o cara, sou o Lula
OPresidente Lula afirmou, em Porto Alegre (RS), que "tem gente" que quer tirá-lo da campanha eleitoral, mas afirmou que tem a "obrigação" de participar.
"Vou escolher quem será meu candidato ou candidata e eu direi para vocês um dia." Lula disse ainda que, em época de campanha, os políticos mudam seu discurso. "Vocês já viram um político ir para um palanque falar mal de catador de papel? Falar mal do movimento de moradia?", questionou. "Não. Essa época é época de desancar empresário."
Em Porto Alegre, ele participou de evento para a assinatura de contratos do PAC e para a construção de moradias e de obras para a Copa. Lula voltou a criticar a "máquina de fiscalização" de obras e o atraso decorrente nos projetos do governo.Mais tarde, em Santa Cruz do Sul (175 km de Porto Alegre), ele citou o presidente americano, Barack Obama. "Se ele [Obama] estivesse aqui, eu diria: Obama, você disse que eu sou o cara. Eu não sou o cara, sou o Lula.
O cara é o povo trabalhador do meu país, que fez com que eu chegasse até aqui", disse.Lula também comentou a declaração da presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, que disse a ele que os pobres do Sul eram bonitos. "É simples. Comeu, fica bonito", explicou o presidente. "Nordestino bonito é exceção. Eu e um colega baiano aqui somos as duas exceções, nordestinos bonitos", brincou Lula.
Oposição tem duas caras: Uma na eleição, outra na hora de governar
No comício no ginásio do Gigantinho lotado, em Porto Alegre (RS), Dilma Rousseff (PT), falou que os adversários têm duas caras, “uma na eleição e outra na hora de governar”:
“Hoje os nossos adversários defendem a educação com qualidade e o Prouni, mas foram eles mesmos que quando, fizemos a legislação do Prouni, foram os primeiros a querer decretar a ilegalidade do Prouni...
... eles entraram contra nós no STF pedindo a ilegalidade do Prouni. Eles têm duas caras. Uma na eleição, e outra na hora de governar. Na hora de governar, eles governam para apenas um terço da população. Muitas vezes chamaram o Bolsa Família de ‘Bolsa Esmola’...
... Eles diminuem a transferência de renda para os mais pobres, e quando chega eleição, dizem que vão multiplicar o Bolsa Família...
Dilma falou várias vezes do presidente Lula:
“... foi o maior presidente do País ... governou para todo mundo... Eu trabalhei com o presidente Lula e sei que para mim vai ser duro ele descer a rampa do Planalto.”
Dilma agradeceu o acolhimento que recebeu dos gaúchos quando mudou-se para Porto Alegre, falou também sobre os investimentos do governo Lula no Rio Grande do Sul, e sobre o PRONASCI, programa criado por Tarso Genro quando era ministro da Justiça, que acabou com a violência nas favelas do Rio de Janeiro em que já foi implantado. É uma das solução para acabar com boa parte do problema da segurança nas cidades do Brasil.
“Hoje os nossos adversários defendem a educação com qualidade e o Prouni, mas foram eles mesmos que quando, fizemos a legislação do Prouni, foram os primeiros a querer decretar a ilegalidade do Prouni...
... eles entraram contra nós no STF pedindo a ilegalidade do Prouni. Eles têm duas caras. Uma na eleição, e outra na hora de governar. Na hora de governar, eles governam para apenas um terço da população. Muitas vezes chamaram o Bolsa Família de ‘Bolsa Esmola’...
... Eles diminuem a transferência de renda para os mais pobres, e quando chega eleição, dizem que vão multiplicar o Bolsa Família...
Dilma falou várias vezes do presidente Lula:
“... foi o maior presidente do País ... governou para todo mundo... Eu trabalhei com o presidente Lula e sei que para mim vai ser duro ele descer a rampa do Planalto.”
Dilma agradeceu o acolhimento que recebeu dos gaúchos quando mudou-se para Porto Alegre, falou também sobre os investimentos do governo Lula no Rio Grande do Sul, e sobre o PRONASCI, programa criado por Tarso Genro quando era ministro da Justiça, que acabou com a violência nas favelas do Rio de Janeiro em que já foi implantado. É uma das solução para acabar com boa parte do problema da segurança nas cidades do Brasil.
Direita tenta golpe a cada 24 horas, diz Lula
No comício de Dilma Rousseff (PT) e Tarso Genro (PT), no Ginásio do Gigantinho, em Porto Alegre (RS), o presidente Lula saudou a militância entusiasmada, de pelo menos 10 mil pessoas, lembrando que a campanha eleitoral está apenas no começo e é uma luta sem trégua.
Lula lembrou que, mesmo após vencer as eleições de 2002 e 2006, os adversários continuaram em campanha para derrubá-lo, e foi o apoio e a mobilização popular, que sempre garantiu sua sustentação política:
“... A esquerda pensa que sabe fazer barulho. Mas foi no governo que nós aprendemos que se a esquerda faz oposição, a direita tenta dar golpe a cada 24 horas neste país...
... Foram oito anos de provocações, de ataques, de infâmias. Essa elite brasileira que faz política às vezes de forma sórdida - não aquela que trabalha - ela agüentou o Getúlio Vargas governando esta país por 15 anos com autoritarismo, mas em quatro anos de democracia essa elite levou Getúlio a dar um tiro no coração...
... Mandei dizer a essa direita: Vocês mataram Getúlio, obrigaram João Goulart a renunciar, mas se vocês quiserem me enfrentar eu não estarei no meu gabinete lendo os jornais de vocês, estarei na rua conversando com o povo brasileiro”.
Lula disse também que os adversários estão tentando impedi-lo de fazer campanha para Dilma na TV:
“Vocês sabem que os meus adversários estão fazendo tudo para impedir que eu apareça na TV apoiando o Tarso e a Dilma. Tem adversário que fala, 'o Lula é tão bonzinho que não deveria se meter nas eleições, ele é presidente e tem que ser o magistrado'. Quando eles estavam tentando me derrubar não me achavam magistrado”.
O presidente falou ainda que é hora de eleger Dilma: "Esse país não pode ser governado apenas com a sabedoria da cabeça. Tem que misturar a sabedoria com a sensibilidade do coração. E ninguém tem mais sensibilidade do que uma mãe."
Lula lembrou que, mesmo após vencer as eleições de 2002 e 2006, os adversários continuaram em campanha para derrubá-lo, e foi o apoio e a mobilização popular, que sempre garantiu sua sustentação política:
“... A esquerda pensa que sabe fazer barulho. Mas foi no governo que nós aprendemos que se a esquerda faz oposição, a direita tenta dar golpe a cada 24 horas neste país...
... Foram oito anos de provocações, de ataques, de infâmias. Essa elite brasileira que faz política às vezes de forma sórdida - não aquela que trabalha - ela agüentou o Getúlio Vargas governando esta país por 15 anos com autoritarismo, mas em quatro anos de democracia essa elite levou Getúlio a dar um tiro no coração...
... Mandei dizer a essa direita: Vocês mataram Getúlio, obrigaram João Goulart a renunciar, mas se vocês quiserem me enfrentar eu não estarei no meu gabinete lendo os jornais de vocês, estarei na rua conversando com o povo brasileiro”.
Lula disse também que os adversários estão tentando impedi-lo de fazer campanha para Dilma na TV:
“Vocês sabem que os meus adversários estão fazendo tudo para impedir que eu apareça na TV apoiando o Tarso e a Dilma. Tem adversário que fala, 'o Lula é tão bonzinho que não deveria se meter nas eleições, ele é presidente e tem que ser o magistrado'. Quando eles estavam tentando me derrubar não me achavam magistrado”.
O presidente falou ainda que é hora de eleger Dilma: "Esse país não pode ser governado apenas com a sabedoria da cabeça. Tem que misturar a sabedoria com a sensibilidade do coração. E ninguém tem mais sensibilidade do que uma mãe."
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Verde "rouba" jingle usado por Lula em 2002
Depois de se apresentar como "outra Silva" e dizer que o brasileiro "perdeu o medo de ser feliz", numa alusão ao mote de Lula em 1989, Marina se apropriou ontem do jingle que ajudou a elegê-lo em 2002.
Em sabatina no portal Terra, ela cantarolou uma nova versão para a música: "Vou pedir licença pro Lula. É só você querer e amanhã assim será. Bote fé e diga Silva". O jingle que embalou os petistas dizia "Bote fé e diga Lula".
Marina tem apostado na identificação com o Presidente. Com a campanha em curso, chamou o publicitário Paulo de Tarso, autor do slogan "Lula-lá" e rival de Duda Mendonça, da campanha de 2002.
Mercadante diz: PSDB virou oligarquia em São Paulo
Aloizio Mercadante (PT), candidato ao governo de São Paulo, chamou os 16 anos de governo demo-tucano paulista de "A oligarquia mais longa da história do Brasil recente é do PSDB em São Paulo".
Foi durante a sabatina promovida pelo portal UOL e jornal Folha de S. Paulo, na quarta-feira (28).
Questionado sobre um suposto conservadorismo do eleitor paulista, Mercadante afirmou: "Primeiro, a máquina do governo é muito forte; de outro lado, nós temos de ser um pouco mais competentes na mensagem. O grande diferencial é que nós não estamos dizendo que vamos fazer, estamos mostrando o que fizemos [no governo Lula]...
... Eu não vejo o FHC na campanha e eu vejo uma disputa pelo Lula...
... Por que tem tanta dissidência do lado de lá [referindo-se a prefeitos do PMDB, DEM e PPS que o apoia]? Porque as pessoas querem mudar São Paulo”.
Mercadante a seguir abordou os principais problemas de SP:
Segurança
“Quero colocar todas as ocorrências de polícia online e georeferenciadas. Você vai saber se houve aumento na criminalidade na sua região...
... [Precisamos] aumentar a jornada de trabalho. Eu prefiro pagar mais para melhorar rapidamente a presença do efetivo”, disse.
Educação:
“Vamos acabar com a aprovação automática imediatamente. Se o aluno está indo mal, vai ter que ter uma política de reforço. Mas escola que não avalia não ensina...
... [Esse sistema] não é para reprovar. É para dizer que não está satisfatório e tem que haver uma política de recuperação desse aluno. Na aprovação automática você finge que aprovou, mas a vida reprova”
O petista também denunciou o descaso com o funcionalismo no estado e a falta de reajustes salariais, que vem contribuindo para um desânimo dos trabalhadores. “Você, na Folha, fica cinco anos sem receber reajuste?”, disparou o candidato para a jornalista que o indagou se, no caso de ser eleito, aumentará o salário dos professores.
Afirmou não ser contra bônus por desempenho, "mas não adianta se não tiver carreira... Os professores de São Paulo estão cinco anos sem receber reajuste. Aí tem um bônus que só 20% da categoria pode ganhar. Quem ganha, só pode ganhar de novo dali quatro anos", criticou.
Copa 2014
Sobre a polêmica em relação à Copa 2014, da qual São Paulo corre o risco de ficar de fora, o candidato petista disse que "primeira coisa" que vai fazer "é sair do muro".
"Futebol é uma coisa fundamental na cultura do paulista. Eu quero só lembrar que Tóquio ficou fora da Copa (do Japão e da Coreia, em 2002) por causa da mesma indefinição que existe aqui", disse.
Pedágios
"Há um abuso nas tarifas (de pedágio) ... Existe uma cláusula de equilíbrio econômico e financeiro que permite alterar o contrato"
Alckmin começa a cair em São Paulo
Passada a Copa do Mundo, o cenário da eleição para governador de São Paulo começa a se mexer.
Geraldo Alckmin, caiu 4 pontos em relação à última pesquisa (tinha 51%, caiu para 47%, o número de indecisos, em vez de diminuir, saltou de 7% para 15%).
Apesar da ampla vantagem que o demo-tucano ainda tem, há uma percepção de que as pessoas estão citando Alckmin porque a campanha ainda não esquentou. Nas eleições municipais de 2008, Alckmin também surgiu na frente e foi caindo, não chegando nem ao segundo turno.
Com o decorrer do tempo, é difícil acreditar que Mercadante não alcance pelo menos 30% a 35% no primeiro turno. Uma candidatura do PT em São Paulo, historicamente sempre alcança essa votação.
Com a coligação inédita de partidos que o apóia (PT, PC do B, PDT, PR, PRB, PSDC, PTN, PRP, PT do B e PRTB), a votação tem tudo para ser maior do que nos anos anteriores. O apoio do presidente Lula, que tem elevada aprovação também em São Paulo, pode elevar esses votos bem acima dos 35%.
A comparação do que o governo do PT do presidente Lula fez pelo Brasil, com o desempenho pífio do que os governos Serra e Alckmin fizeram por São Paulo, também favorece Mercadante.
E ainda tem o legado de problemas que os governos tucanos deixaram sem resolver na na segurança pública, pedágios, funcionalismo, educação, enchentes, falta de moradias para tirar pessoas das áreas de risco, esquemas de corrupção abafados em mais de 70 CPIs engavetadas, crescimento econômico abaixo do potencial que São Paulo tem.
Por outro lado, Alckmin deve dividir um pouco dos votos tradicionalmente tucanos com Celso Russomano (PP) e com Paulo Skaf (PSB), conforme a campanha se desenvolver mais, na TV e nos debates. (Com informações do Portal Vermelho e da Rede Brasil Atual)
Foi durante a sabatina promovida pelo portal UOL e jornal Folha de S. Paulo, na quarta-feira (28).
Questionado sobre um suposto conservadorismo do eleitor paulista, Mercadante afirmou: "Primeiro, a máquina do governo é muito forte; de outro lado, nós temos de ser um pouco mais competentes na mensagem. O grande diferencial é que nós não estamos dizendo que vamos fazer, estamos mostrando o que fizemos [no governo Lula]...
... Eu não vejo o FHC na campanha e eu vejo uma disputa pelo Lula...
... Por que tem tanta dissidência do lado de lá [referindo-se a prefeitos do PMDB, DEM e PPS que o apoia]? Porque as pessoas querem mudar São Paulo”.
Mercadante a seguir abordou os principais problemas de SP:
Segurança
“Quero colocar todas as ocorrências de polícia online e georeferenciadas. Você vai saber se houve aumento na criminalidade na sua região...
... [Precisamos] aumentar a jornada de trabalho. Eu prefiro pagar mais para melhorar rapidamente a presença do efetivo”, disse.
Educação:
“Vamos acabar com a aprovação automática imediatamente. Se o aluno está indo mal, vai ter que ter uma política de reforço. Mas escola que não avalia não ensina...
... [Esse sistema] não é para reprovar. É para dizer que não está satisfatório e tem que haver uma política de recuperação desse aluno. Na aprovação automática você finge que aprovou, mas a vida reprova”
O petista também denunciou o descaso com o funcionalismo no estado e a falta de reajustes salariais, que vem contribuindo para um desânimo dos trabalhadores. “Você, na Folha, fica cinco anos sem receber reajuste?”, disparou o candidato para a jornalista que o indagou se, no caso de ser eleito, aumentará o salário dos professores.
Afirmou não ser contra bônus por desempenho, "mas não adianta se não tiver carreira... Os professores de São Paulo estão cinco anos sem receber reajuste. Aí tem um bônus que só 20% da categoria pode ganhar. Quem ganha, só pode ganhar de novo dali quatro anos", criticou.
Copa 2014
Sobre a polêmica em relação à Copa 2014, da qual São Paulo corre o risco de ficar de fora, o candidato petista disse que "primeira coisa" que vai fazer "é sair do muro".
"Futebol é uma coisa fundamental na cultura do paulista. Eu quero só lembrar que Tóquio ficou fora da Copa (do Japão e da Coreia, em 2002) por causa da mesma indefinição que existe aqui", disse.
Pedágios
"Há um abuso nas tarifas (de pedágio) ... Existe uma cláusula de equilíbrio econômico e financeiro que permite alterar o contrato"
Alckmin começa a cair em São Paulo
Passada a Copa do Mundo, o cenário da eleição para governador de São Paulo começa a se mexer.
Geraldo Alckmin, caiu 4 pontos em relação à última pesquisa (tinha 51%, caiu para 47%, o número de indecisos, em vez de diminuir, saltou de 7% para 15%).
Apesar da ampla vantagem que o demo-tucano ainda tem, há uma percepção de que as pessoas estão citando Alckmin porque a campanha ainda não esquentou. Nas eleições municipais de 2008, Alckmin também surgiu na frente e foi caindo, não chegando nem ao segundo turno.
Com o decorrer do tempo, é difícil acreditar que Mercadante não alcance pelo menos 30% a 35% no primeiro turno. Uma candidatura do PT em São Paulo, historicamente sempre alcança essa votação.
Com a coligação inédita de partidos que o apóia (PT, PC do B, PDT, PR, PRB, PSDC, PTN, PRP, PT do B e PRTB), a votação tem tudo para ser maior do que nos anos anteriores. O apoio do presidente Lula, que tem elevada aprovação também em São Paulo, pode elevar esses votos bem acima dos 35%.
A comparação do que o governo do PT do presidente Lula fez pelo Brasil, com o desempenho pífio do que os governos Serra e Alckmin fizeram por São Paulo, também favorece Mercadante.
E ainda tem o legado de problemas que os governos tucanos deixaram sem resolver na na segurança pública, pedágios, funcionalismo, educação, enchentes, falta de moradias para tirar pessoas das áreas de risco, esquemas de corrupção abafados em mais de 70 CPIs engavetadas, crescimento econômico abaixo do potencial que São Paulo tem.
Por outro lado, Alckmin deve dividir um pouco dos votos tradicionalmente tucanos com Celso Russomano (PP) e com Paulo Skaf (PSB), conforme a campanha se desenvolver mais, na TV e nos debates. (Com informações do Portal Vermelho e da Rede Brasil Atual)
Para Dilma, a Internet é a praça moderna, onde o povo se reúne
Enquanto a decadente Folha demo-tucana (Jornal Folha de São Paulo) tenta preservar o monopólio de seu cartel de meia dúzia de famílias que controlam a dita grande imprensa, atacando o papel de internautas ativistas e blogueiros, Dilma Rousseff (PT) pensa o contrário.
Em entrevista na cidade de Natal (RN), Dilma falou da importância da internet nesta campanha eleitoral, por conta do papel democratizador da informação que as redes sociais desempenham.
Para Dilma, sites e blogs ampliam o acesso à informação pela população, evitando o monopólio por parte de um ou outro veículo de comunicação.
Ela lembrou que os gregos consideravam a praça como o lugar para os cidadãos se encontrarem. “A internet, do ponto de vista da política, é a moderna praça”.
Em entrevista na cidade de Natal (RN), Dilma falou da importância da internet nesta campanha eleitoral, por conta do papel democratizador da informação que as redes sociais desempenham.
Para Dilma, sites e blogs ampliam o acesso à informação pela população, evitando o monopólio por parte de um ou outro veículo de comunicação.
Ela lembrou que os gregos consideravam a praça como o lugar para os cidadãos se encontrarem. “A internet, do ponto de vista da política, é a moderna praça”.
Regina Duarte está com medo do Serra e diz que não recebe convites para atuar
Regina Duarte diz que aprendeu a ficar quieta e guardar opiniões
PSDB e sua campanha "honesta"
Na campanha a prefeito de SP em 1985, Regina Duarte já tinha medo. Mas era dos Nazistas.
A atriz Regina Duarte, 63, afirmou anteontem, que sua participação na campanha de José Serra (PSDB) à Presidência, em 2002, foi um "aprendizado importante".
Segundo ela, a reação à gravação exibida no programa do tucano a ensinou a "ficar mais quieta" e "guardar para si as suas opiniões".No depoimento, nos vídeos a atriz dizia estar com medo de que o Brasil pudesse perder a estabilidade econômica caso Lula fosse eleito.Anteontem, Regina disse que não pretende se envolver com as eleições deste ano, que marcam a volta de Serra à disputa ao Planalto.
Ela lamentou o fato de não ter "energia" para produzir seus próprios espetáculos e de não receber mais tantos convites para atuar."Estou numa fase de ficar me debatendo, não sendo mais chamada como já fui. Então tem um ajuste que precisa ser vivido, e espero vivê-lo com a maior dignidade", afirmou a atriz.
PSDB e sua campanha "honesta"
Na campanha a prefeito de SP em 1985, Regina Duarte já tinha medo. Mas era dos Nazistas.
As mentiras do Serra estão se tornando delirantes
Manchete de ontem (quarta-feira, 28) na Folha dos tucanos: "Serra diz que tem apoio em Minas "como em nenhum outro lugar"
O candidato tucano à Presidência, José Serra, disse hoje, ao chegar a Patos de Minas (401 km de Belo Horizonte), que tem apoio de seus principais aliados políticos no Estado -- o governador Antonio Anastasia e o ex-governador Aécio Neves, ambos do PSDB -- como "em nenhum outro lugar".A declaração foi feita por Serra espontaneamente, sem que ele tivesse sido questionado sobre o assunto.
Saindo da Folha:Do Último Segundo
As mentiras do Serra estão se tornando delirantes. Grande apoio em Minas? Nem o Aécio quer saber dele.
O candidato tucano à Presidência, José Serra, disse hoje, ao chegar a Patos de Minas (401 km de Belo Horizonte), que tem apoio de seus principais aliados políticos no Estado -- o governador Antonio Anastasia e o ex-governador Aécio Neves, ambos do PSDB -- como "em nenhum outro lugar".A declaração foi feita por Serra espontaneamente, sem que ele tivesse sido questionado sobre o assunto.
Saindo da Folha:Do Último Segundo
Minas: campanha de porta em porta da chapa tucana ignora Serra
Militantes pagos afirmam que não foram orientados a falar sobre o presidenciável tucano durante visitas a residências
Os militantes contratados pela campanha da chapa tucana em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro, passaram por um treinamento para desempenhar a função de visitadores. Eles têm o papel de divulgar os candidatos nas residências, de porta em porta. Segundo um grupo de visitadores que esteve hoje no centro da cidade para recepcionar José Serra, não há até o momento orientação por parte da campanha para o nome do presidenciável tucano seja citado.
Além dos visitadores, a campanha tucana depende em grande parte do apoio político dos prefeitos. Segundo um vereador do PSDB da cidade de Capinópolis, uma parte das lideranças da coligação tucana apóia a presidenciável petista Dilma Rousseff. É o caso da prefeita de Capinópolis, Dinair Isaac, do DEM. Embora seu partido esteja coligado formalmente ao PSDB, Dinaí apoia a petista. Segundo o vereador, "a prefeita está com Dilma porque ela quer estar ao lado de quem ela acha que vai ganhar"."Vamos falar sobre quatro candidatos: Aécio (Neves, candidato ao Senado), Itamar (Franco, candidato ao Senado), Anastasia (candidato ao governo) e Jorge Romão (candidato a deputado estadual). Romão foi o anfitrião de Serra na visita ao município.
Para Aécio Neves, é preciso consolidar o apoio de eleitores e prefeitos em torno de toda a chapa tucana. "Temos um time, não é bom balançar de um lado para outro de acordo com as circunstâncias", afirmou. Anastasia também aproveitou a ocasião para afagar os prefeitos mineiros. "Não teríamos tido êxito no governo de Minas sem o apoio dos prefeitos de Minas Gerais", disse. Até o presidenciável tucano engrossou o coro e disse que, se eleito, será "o mais prefeito dos presidentes da República".
As mentiras do Serra estão se tornando delirantes. Grande apoio em Minas? Nem o Aécio quer saber dele.
Folha de São Paulo...Um jornal a serviço do PSDB com medo da internet
A Folha Dono quer imprensa livre, mas sem perder comando
O jornal Folha de São Paulo, que faz o serviço de assessoria do candidato tucano José Serra, está diariamente publicando matérias ou notinhas, com a clara intenção de desacreditar os blogueiros.
A Folha sabe que com a internet e Twitter, a credibilidade dos jornais já não é a mesma. Um exemplo, aconteceu essa semana, quando a Folha levou um baque.Foi a blogosfera que forçou José Serra admitir que não é o pai dos genéricos e nem do FAT.
Sentindo o golpe, hoje a Folha tucana publicou hoje um editorial, que podemos chamar de a mídia contra-ataca.Do outro lado, Josias de Souza, também da Folha, publicou uma matéria no seu blog "Comitê de Serra dispõe de um ‘esquadrão anti-boato’ Eles estão chateados com a blogosfera e os twitteiros, que dão a versão do outro lado da notícia..
A Folha, pertencente aos grandes grupos que detêm o monopólio da comunicação Brasil. Segundo dados da ANJ, apenas seis grupos empresariais concentram a propriedade de mais da metade da circulação diária de notícias impressas no país. Sozinhos, estes veículos respondem por cerca de 55,46% de toda produção diária dos jornais impressos. Além de controlarem o que a população lê diariamente, esses jornais se inserem num contexto de “sinergia” baseado na propriedade cruzada dos veículos de mídia – um modelo proibido, inclusive, nos Estados Unidos. A Folhona tucana quer imprensa livre, mas sem perder comando. É por isso que a Folha está começando o processo de tentar desacreditar os blogueiros..Leia a seguir o Editorial deles
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Eleições.com
Pesquisa Datafolha mostra que para eleitor brasileiro a internet tem papel modesto na busca por informações, atrás da TV e dos jornais
Falou-se muito sobre o papel relevante da internet na eleição do presidente norte-americano, Barack Obama, fenômeno que poderia se repetir no pleito brasileiro. A rede mundial de computadores ganha cada vez mais adeptos no país, que é o quinto do mundo em número de conexões. Embora pouco precisas, as estatísticas indicam que cerca de 67 milhões de pessoas com mais de 16 anos têm acesso ao mundo on-line.
A mais recente pesquisa de intenção de voto do Datafolha mostrou no entanto que o eleitorado reserva um lugar modesto para a internet na busca por informações sobre a disputa. A TV (65%) e os jornais (12%) são os meios mais citados. A rede e o rádio vêm em terceiro, com 7% cada um.
Quando o Datafolha solicita aos entrevistados que enumerem três meios de comunicação que usam para se informar sobre o pleito, 27% mencionam a internet -atrás de conversas com amigos e familiares (citadas por 32%). Já a TV é mencionada por 88%, seguida dos jornais (54%) e do rádio (52%).
A TV tem mais força entre habitantes da região Nordeste e setores de renda mais baixa, diferentemente dos jornais, que se destacam nos segmentos com mais poder aquisitivo. Os mais ricos também são mais ligados à internet, assim como os mais escolarizados e mais jovens.
As comparações com os Estados Unidos devem levar em conta não apenas o fato de que lá parcela mais ampla da população está ligada à rede. Há outros fatores a considerar, a começar pelo sistema eleitoral dos dois países.
Não existe horário eleitoral gratuito na TV norte-americana, algo que, no Brasil, faz desse veículo uma referência praticamente incontornável para os eleitores. O "comício eletrônico" invade os lares do país, em meio à programação diária das emissoras, nas faixas com audiência mais elevada.
Além disso, nos EUA, comparecer às urnas não é obrigatório e a maioria dos que votam tem registro em um dos principais partidos. Com o voto facultativo, a mobilização do eleitor pode ser decisiva para o resultado. É fundamental para partidos e candidatos convencer o cidadão a sair de casa para fazer sua escolha. Nessa tarefa, a internet revelou-se um instrumento valioso.
Um outro aspecto diz respeito às contribuições individuais para campanhas, que nos EUA se beneficiam da rede de computadores, enquanto aqui mal engatinham.Um estudo sobre as relações entre eleições (no caso, as de 2006 e 2008) e internet, realizado pelos professores Vladimir Safatle e Marcelo Coutinho, da USP e da Fundação Getulio Vargas, verificou que o espaço virtual no Brasil é mais usado para alimentar sectarismos do que para buscar e trocar informações.
Como não é difícil constatar, internautas atuam em blogs e redes sociais para reforçar opiniões já formadas, oferecer material de campanha a militantes e tentar influenciar os veículos tradicionais. Esse tipo de atuação contribui para reforçar mais um problema: a facilidade com que, no mundo on-line, circulam boatos, notícias forjadas e opiniões comprometidas.
Não se trata de subestimar o potencial da internet na conquista do eleitor, que deve aumentar no Brasil. Mas fenômenos eleitorais como o de Obama não se reproduzem com base em receitas.
Até Alckmin diz que Serra não sabe o que fala
O candidato demo-tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que Serra não disse o que disse.
José Serra (PSDB) falou peremptoriamente que, se fosse eleito, cancelaria o trem-bala Campinas-São Paulo-Rio de Janeiro, porque “não tem demanda e não transporta carga” e que o dinheiro seria melhor aplicado em metrôs (Serra não sabe que uma coisa não compete com outra).
Alckmin ficou preocupado com o desgaste, afinal o estado mais beneficiado pelo trem-bala é justamente São Paulo, nas regiões de Campinas, da Grande São Paulo e de São José dos Campos.
E tentou desdizer e consertar o estrago, perante o eleitorado paulista, do que disse Serra na quarta-feira: “O Serra não é contra o trem-bala. O que ele falou é o seguinte: se for para por dinheiro público, é melhor por em metrô.”, disse Alckmin.
Serra não sabe o que diz. O trem-bala será licitado e construído com financiamentos de longo prazo, que será pago com a exploração da linha. A maioria do dinheiro será privado. O governo deverá pagar pelo que compra: pela transferência de tecnologia, o que é investimento, pois com essa tecnologia será possível expandir o o trem-bala para outros trechos como Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Brasília, e na ligação de várias outras capitais nos próximos anos.
Além disso, se não investisse no trem-bala, acabaria sendo necessário gastar com um outro aeroporto na capital paulista, em vez de aumentar o uso ocioso de Viracopos, seria necessário construir outra estrada São Paulo-Campinas (esse deve ser o interesse de Serra, para cobrar mais pedágios), além de ser necessário construir um trem específico do Aeroporto de Guarulhos até a capital. Somando-se tudo isso, é muito melhor investimento fazer o trem-bala de uma vez. Serra não tem visão de futuro (nem do presente) para o Brasil.
José Serra (PSDB) falou peremptoriamente que, se fosse eleito, cancelaria o trem-bala Campinas-São Paulo-Rio de Janeiro, porque “não tem demanda e não transporta carga” e que o dinheiro seria melhor aplicado em metrôs (Serra não sabe que uma coisa não compete com outra).
Alckmin ficou preocupado com o desgaste, afinal o estado mais beneficiado pelo trem-bala é justamente São Paulo, nas regiões de Campinas, da Grande São Paulo e de São José dos Campos.
E tentou desdizer e consertar o estrago, perante o eleitorado paulista, do que disse Serra na quarta-feira: “O Serra não é contra o trem-bala. O que ele falou é o seguinte: se for para por dinheiro público, é melhor por em metrô.”, disse Alckmin.
Serra não sabe o que diz. O trem-bala será licitado e construído com financiamentos de longo prazo, que será pago com a exploração da linha. A maioria do dinheiro será privado. O governo deverá pagar pelo que compra: pela transferência de tecnologia, o que é investimento, pois com essa tecnologia será possível expandir o o trem-bala para outros trechos como Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Brasília, e na ligação de várias outras capitais nos próximos anos.
Além disso, se não investisse no trem-bala, acabaria sendo necessário gastar com um outro aeroporto na capital paulista, em vez de aumentar o uso ocioso de Viracopos, seria necessário construir outra estrada São Paulo-Campinas (esse deve ser o interesse de Serra, para cobrar mais pedágios), além de ser necessário construir um trem específico do Aeroporto de Guarulhos até a capital. Somando-se tudo isso, é muito melhor investimento fazer o trem-bala de uma vez. Serra não tem visão de futuro (nem do presente) para o Brasil.
Dilma, Lula e Tarso no Gigantinho fazem grande comício da vitória em Porto Alegre
No estádio do Gigantinho, em Porto Alegre, haverá no final da tarde desta quinta-feira (29), o maior ato da campanha eleitoral gaúcha até agora. A expectativa é reunir milhares pessoas.
Estarão presentes, a candidata a presidenta da República, Dilma Rousseff (PT), o candidato a governador Tarso Genro (PT), e o presidente Lula.
O comício foi marcado para hoje, aproveitando oportunidade de contar com a presença do presidente Lula, já que ele tem visita oficial ao Estado.
Também estarão presentes os candidatos ao senado Paulo Paim (PT), e Abgail Pereira (PCdoB), além dos candidatos a deputados, pela coligação PT-PSB-PCdoB-PR que apóia Tarso e Dilma.
O comício está marcado para começar as 19hs, mas a concentração começa antes.
Outra presença aguardada é a do ex-governador Alceu Collares (PDT). O PDT gaúcho apoia Dilma para presidência, mas coligou-se com Fogaça (PMDB) nas eleições estaduais. A decisão provocou um racha no partido, e um grupo de pedetistas, como Alceu Collares, preferiu apoiar Tarso Genro (PT).
Dilma já aparece em empate técnico na pesquisa Vox Populi em terras gaúchas. Depois desse comício e dessa mobilização da militância, ela deve ultrapassar Serra.
Todos que estiverem em Porto Alegre, e puderem comparecer, não devem perder essa oportunidade de ser protagonista da história, levando a força do povo para essa festa democrática, e para a construção da vitória do projeto de um Rio Grande do Sul e um Brasil melhor, representado por Tarso, Dilma e Lula.
Estarão presentes, a candidata a presidenta da República, Dilma Rousseff (PT), o candidato a governador Tarso Genro (PT), e o presidente Lula.
O comício foi marcado para hoje, aproveitando oportunidade de contar com a presença do presidente Lula, já que ele tem visita oficial ao Estado.
Também estarão presentes os candidatos ao senado Paulo Paim (PT), e Abgail Pereira (PCdoB), além dos candidatos a deputados, pela coligação PT-PSB-PCdoB-PR que apóia Tarso e Dilma.
O comício está marcado para começar as 19hs, mas a concentração começa antes.
Outra presença aguardada é a do ex-governador Alceu Collares (PDT). O PDT gaúcho apoia Dilma para presidência, mas coligou-se com Fogaça (PMDB) nas eleições estaduais. A decisão provocou um racha no partido, e um grupo de pedetistas, como Alceu Collares, preferiu apoiar Tarso Genro (PT).
Dilma já aparece em empate técnico na pesquisa Vox Populi em terras gaúchas. Depois desse comício e dessa mobilização da militância, ela deve ultrapassar Serra.
Todos que estiverem em Porto Alegre, e puderem comparecer, não devem perder essa oportunidade de ser protagonista da história, levando a força do povo para essa festa democrática, e para a construção da vitória do projeto de um Rio Grande do Sul e um Brasil melhor, representado por Tarso, Dilma e Lula.
Jornal de Araçatuba (SP) faz campanha para Serra, sem disfarçar
O jornal "O Liberal", publicou uma manchete de capa espalhafatosa na semana passada, como se Serra ainda fosse governador de São Paulo.
Em vez de informar que o Governo de São Paulo repassa R$ 40 milhões para Araçatuba, resolveu personalizar a manchete, como se fosse a pessoa do governador que houvesse repassado recursos.
Para piorar, em vez de informar o nome do atual governador, Alberto Goldman (PSDB), o jornal resolveu "caprichar" fazendo campanha eleitoral para Serra. Tratou o candidato demo-tucano à presidência como se ainda estivesse no cargo de governador, e colocou a manchete "Serra e Goldman repassam R$ 40 milhões para Araçatuba".
Dilma já empata no RS, onde Serra cantava vitória
Pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada na quarta-feira (28) mostra Dilma e Serra tecnicamente empatados no Rio Grande do Sul:
Serra: 40%
Dilma: 38%
Marina: 5%
O RS era considerado pelos demo-tucanos como um dos estados onde Serra abriria vantagem de votos. A realidade está mostrando Serra em queda, e Dilma subindo. Nas próximas pesquisas, não será surpresa se Dilma ultrapassar.
Tarso Genro na frente para Governador:
Tarso Genro (PT): 34%
José Fogaça (PMDB): 28%
Yeda Crusius (PSDB): 12%
Serra: 40%
Dilma: 38%
Marina: 5%
O RS era considerado pelos demo-tucanos como um dos estados onde Serra abriria vantagem de votos. A realidade está mostrando Serra em queda, e Dilma subindo. Nas próximas pesquisas, não será surpresa se Dilma ultrapassar.
Tarso Genro na frente para Governador:
Tarso Genro (PT): 34%
José Fogaça (PMDB): 28%
Yeda Crusius (PSDB): 12%
No Paraná, Osmar Dias encosta em tucano, e Dilma reduz diferença
Pesquisa Vox Populi/Band/iG no Paraná para governador, divulgada nesta quarta-feira (28):
Beto Richa (PSDB): 42%
Osmar Dias (PDT): 37%
A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, por isso a situação é de empate técnico.
Senado:
Roberto Requião (PMDB): 39%
Gleisi Hoffmann (PT): 33%
Ricardo Barros (PP): 19%
Gustavo Fruet (PSDB): 16%
Rubens Hering (PV): 3%
Gilberto (PCB), Valmor (PSOL) e Timossi (PSTU) tem 2% cada
Presidência
A vantagem de Serra sobre Dilma no Paraná caiu para 8 pontos. No início do ano essa diferença chegava a 30 pontos. Porém, o Último Segundo, que divulgou esta diferença, não informou os números de cada candidato.
Beto Richa (PSDB): 42%
Osmar Dias (PDT): 37%
A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, por isso a situação é de empate técnico.
Senado:
Roberto Requião (PMDB): 39%
Gleisi Hoffmann (PT): 33%
Ricardo Barros (PP): 19%
Gustavo Fruet (PSDB): 16%
Rubens Hering (PV): 3%
Gilberto (PCB), Valmor (PSOL) e Timossi (PSTU) tem 2% cada
Presidência
A vantagem de Serra sobre Dilma no Paraná caiu para 8 pontos. No início do ano essa diferença chegava a 30 pontos. Porém, o Último Segundo, que divulgou esta diferença, não informou os números de cada candidato.
Serra 'bate' em sem-terra e pede apoio a gente ligada ao trabalho escravo
Diante de empresários do grupo LIDE (presidido pelo tucano João Dória Jr., um dos mentores do movimento CANSEI), José Serra (PSDB/SP), fez um discurso batendo impiedosamente nos trabalhadores rurais sem-terra, na segunda-feira.
Na mesma segunda-feira, José Serra (PSDB) telefonou para o presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, deputado José Riva (PP), e disse: "Sempre tivemos o seu apoio e, desta vez, espero que não seja diferente", afirmou Serra, lembrando que o deputado apoia os demo-tucanos de a eleição de FHC em 1994.
Na quarta-feira, chegou ao conhecimento público uma operação de fiscalização do trabalho, que libertou sete trabalhadores da Fazenda Paineiras, em Juara (MT). A propriedade pertence à Janete Riva, esposa do deputado estadual José Riva (PP). Dos 51 empregados encontrados na fazenda, 42 estavam sem registros e anotações na Carteira de Trabalho e da Previdência Social (CTPS) e sete eram mantidos em regime de trabalho escravo. (Da Rede Brasil Atual e do Repórter Brasil)
Em tempo: Leia também sobre o deputado José Riva (PP) a nota de ontem:
"Na segunda, Serra pediu apoio a deputado... que foi cassado na terça, por compra de votos"
Na mesma segunda-feira, José Serra (PSDB) telefonou para o presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, deputado José Riva (PP), e disse: "Sempre tivemos o seu apoio e, desta vez, espero que não seja diferente", afirmou Serra, lembrando que o deputado apoia os demo-tucanos de a eleição de FHC em 1994.
Na quarta-feira, chegou ao conhecimento público uma operação de fiscalização do trabalho, que libertou sete trabalhadores da Fazenda Paineiras, em Juara (MT). A propriedade pertence à Janete Riva, esposa do deputado estadual José Riva (PP). Dos 51 empregados encontrados na fazenda, 42 estavam sem registros e anotações na Carteira de Trabalho e da Previdência Social (CTPS) e sete eram mantidos em regime de trabalho escravo. (Da Rede Brasil Atual e do Repórter Brasil)
Em tempo: Leia também sobre o deputado José Riva (PP) a nota de ontem:
"Na segunda, Serra pediu apoio a deputado... que foi cassado na terça, por compra de votos"
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Em Natal (RN), Dilma encontra cientistas e recebe documento com propostas para o setor
Para que o Brasil dê um passo decisivo na direção de deixar de ser emergente e se tornar um país desenvolvido, com uma sociedade inclusiva e mais igual, precisa, de um lado, de educação e, de outro, de ciência, tecnologia e inovação.
A ideia foi defendida hoje (28/7) por Dilma Roussef, durante sua participação da 62ª Reunião da Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), que acontece até 30 de julho no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal (RN).
Em seu discurso, Dilma fez um balanço das ações do governo Lula em Ciência, Tecnologia e Inovação, adiantando algumas de suas metas para o período 2011-2014, se eleita.
- aumentar os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D e I) dos atuais 1,34% para algo entre 1,8% a 2% do PIB.
- fortalecimento dos 122 institutos de pesquisa criados durante o governo Lula;
- a proteção da Amazônia e do mar;
- aumento do número de bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);
- aumento de mestres e doutores e de patentes.
Dilma acrescentou outras áreas que receberão atenção especial se ela for presidente:
- microeletrônica;
- fármacos;
- energia;
- produção de satélites (e seu uso para monitoramento do desmatamento na Amazônia);
- veículos lançadores de satélites (foguetes do programa espacial)
No balanço que fez da administração Lula, Dilma disse que “tem orgulho de ter participado de um governo que fez tento pela ciência e pela inovação tecnológica”. Em seguida ela citou as principais realizações na área:
- aumento do orçamento para atingir R$ 41,2 bilhões, no período 2007-2010, através do PACTI (Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional);
- o número de bolsas do CNPq e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) dobrou;
- em 2010 são mais 160 mil bolsas de iniciação científica;
- o orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia dobrou em quatro anos;
- a Lei do Bem, que desonera as empresas que fazem inovação
Documento da comunidade científica
Antes de iniciar seu discurso para um auditório lotado, a ex-ministra recebeu dos presidentes da SBPC, Marco Antonio Raupp, e da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Jacob Palis, uma carta com a agenda das duas entidades para as áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação.
Lido por Raupp, o documento, com centra-se em quatro propostas:
- uma revolução na educação, “em todos os níveis, incluindo o ensino técnico e as diversas formas de educação superior”.
- defende o Brasil deve estar na fronteira do conhecimento;
- a conservação e uso sustentável de seus biomas;
- agregar valor a produção e à exportação, por meio da intensificação da inovação nas empresas e fortalecimento da interação delas com instituições de ensino e pesquisa.
A ABC e a SBPC concluem a carta dizendo que “consideram que essa Agenda de Ciência e Tecnologia para o Brasil deve estar fortemente vinculada ao desenvolvimento social, integral e abrangente, pressuposto para uma nação forte e soberana”. (com informações da SBPC)
A ideia foi defendida hoje (28/7) por Dilma Roussef, durante sua participação da 62ª Reunião da Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), que acontece até 30 de julho no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal (RN).
Em seu discurso, Dilma fez um balanço das ações do governo Lula em Ciência, Tecnologia e Inovação, adiantando algumas de suas metas para o período 2011-2014, se eleita.
- aumentar os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D e I) dos atuais 1,34% para algo entre 1,8% a 2% do PIB.
- fortalecimento dos 122 institutos de pesquisa criados durante o governo Lula;
- a proteção da Amazônia e do mar;
- aumento do número de bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);
- aumento de mestres e doutores e de patentes.
Dilma acrescentou outras áreas que receberão atenção especial se ela for presidente:
- microeletrônica;
- fármacos;
- energia;
- produção de satélites (e seu uso para monitoramento do desmatamento na Amazônia);
- veículos lançadores de satélites (foguetes do programa espacial)
No balanço que fez da administração Lula, Dilma disse que “tem orgulho de ter participado de um governo que fez tento pela ciência e pela inovação tecnológica”. Em seguida ela citou as principais realizações na área:
- aumento do orçamento para atingir R$ 41,2 bilhões, no período 2007-2010, através do PACTI (Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional);
- o número de bolsas do CNPq e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) dobrou;
- em 2010 são mais 160 mil bolsas de iniciação científica;
- o orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia dobrou em quatro anos;
- a Lei do Bem, que desonera as empresas que fazem inovação
Documento da comunidade científica
Antes de iniciar seu discurso para um auditório lotado, a ex-ministra recebeu dos presidentes da SBPC, Marco Antonio Raupp, e da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Jacob Palis, uma carta com a agenda das duas entidades para as áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação.
Lido por Raupp, o documento, com centra-se em quatro propostas:
- uma revolução na educação, “em todos os níveis, incluindo o ensino técnico e as diversas formas de educação superior”.
- defende o Brasil deve estar na fronteira do conhecimento;
- a conservação e uso sustentável de seus biomas;
- agregar valor a produção e à exportação, por meio da intensificação da inovação nas empresas e fortalecimento da interação delas com instituições de ensino e pesquisa.
A ABC e a SBPC concluem a carta dizendo que “consideram que essa Agenda de Ciência e Tecnologia para o Brasil deve estar fortemente vinculada ao desenvolvimento social, integral e abrangente, pressuposto para uma nação forte e soberana”. (com informações da SBPC)
Ciro e Dilma se encontram amanhã, e combinam gravação de apoio na TV
Dilma Rousseff (PT) e Ciro Gomes (PSB/CE), agendaram um encontro, quinta-feira (29), em Brasília.
Dilma, em todas as oportunidades, afirmou seu carinho e respeito por seu quase adversário na corrida presidencial:
– Eu o respeito, sou amiga de Ciro Gomes, não só da época da bonança. Ele sempre foi leal, companheiro, guerreiro e amigo. Além de ser amigo, eu o admiro – disse a candidata, quando esteve em Recife fazendo gravações na terça-feira.
Em conversa com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), surgiu a idéia de pedir a Ciro Gomes (também do PSB) para participar do horário eleitoral na TV, gravando um depoimento.
Adversário aguerrido do candidato tucano à Presidência, José Serra, Ciro se considera um “amigo e companheiro” de Dilma, mulher a quem definiu como uma “batalhadora” . Ciro preferiu não adiantar a forma como participará da campanha petista:
– Tudo dependerá da incorporação (no programa de governo) das minhas preocupações com o futuro do Brasil, que não são poucas nem pequenas – disse a jornalistas. (Com informações do Correio do Brasil).
Dilma, em todas as oportunidades, afirmou seu carinho e respeito por seu quase adversário na corrida presidencial:
– Eu o respeito, sou amiga de Ciro Gomes, não só da época da bonança. Ele sempre foi leal, companheiro, guerreiro e amigo. Além de ser amigo, eu o admiro – disse a candidata, quando esteve em Recife fazendo gravações na terça-feira.
Em conversa com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), surgiu a idéia de pedir a Ciro Gomes (também do PSB) para participar do horário eleitoral na TV, gravando um depoimento.
Adversário aguerrido do candidato tucano à Presidência, José Serra, Ciro se considera um “amigo e companheiro” de Dilma, mulher a quem definiu como uma “batalhadora” . Ciro preferiu não adiantar a forma como participará da campanha petista:
– Tudo dependerá da incorporação (no programa de governo) das minhas preocupações com o futuro do Brasil, que não são poucas nem pequenas – disse a jornalistas. (Com informações do Correio do Brasil).
Apesar da denúncia de charlatanismo, Serra desafia a justiça e declara ao TSE ser 'economista'
Imaginava-se que depois da polêmica, onde José Serra (PSDB) nunca apresentou ao distinto público um diploma de graduação em economia, ele não registrasse mais sua candidatura no TSE como "economista" em 2010, como fazia nos anos anteriores.
Mas registrou, desafiando a justiça e a ética dos Conselhos de Economia.
Quando ele era governador, na biografia, havia recuado, não se apresentando como "economista". Dizia apenas que formou-se como mestre "nessa disciplina" (Economia), sem detalhar nenhuma graduação como Bacharel em Ciências Econômicas.
A designação profissional ECONOMISTA é privativa dos bacharéis em Ciências Econômicas. Sem esse diploma, não pode usar. É como alguém apresentar-se como Médico sem ter diploma de medicina.
A Justiça Eleitoral deve exigir do demo-tucano que comprove com documentação do CORECON-SP sua situação regular como "ECONOMISTA", ou a mudança da profissão no registro da candidatura, ou sua candidatura ficará irregular, por apresentar informações falsas.
Charlatanismo dá até 3 meses de prisão
Segundo o jornalista Sitônio Pinto, do jornal A União (PB), em artigo publicado em 25 de março de 2010:
O Conselho Federal de Economia nunca se manifestou sobre o pedido de interpelação judicial e o conseqüente enquadramento do candidato José Serra no Art. 47 do Dec. Lei. 3.688/41, feito pelo Conselho Regional de Economia da Paraíba e endossado pelos Conselhos Regionais do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Piauí, Alagoas, Maranhão, Rondônia e Tocantins, e por dois membros do Conselho Federal de Economia.
O pedido teve por motivo o uso indevido da qualificação de economista pelo candidato Serra, que não tem bacharelado em economia nem é registrado em qualquer Conselho Regional de nenhum estado brasileiro. O procedimento do candidato caracteriza falsidade ideológica e charlatanismo, em prejuízo dos que exercem legalmente a profissão.
O Corecon-PB fez a sua parte, denunciando a irregularidade e pedindo providências à entidade competente, - no caso o Conselho Federal de Economia, parte legítima para uma iniciativa jurídica, pois congrega todos os Corecons do Brasil, onde, hipoteticamente, Serra deveria estar inscrito como economista.
O CloacaNews também já advertiu que:
O Decreto-Lei 3.688, de 3 de outubro de 1941, em vigor, trata das Contravenções Penais. Seu artigo 47, no Capítulo VI, trata do exercício ilegal de profissão ou atividade:
“Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa”.
O "Conversa Afiada" reproduziu troca de e-mails entre seu editor, Alberto Ramos, e Marcia Godoy, do Corecon-SP (Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo):
Prezado Sr. Alberto Ramos.
Não consta neste CORECON/SP registro em nome do Sr. José Serra e/ou Sr. José Serra Chirico.
Agradecemos pelo contato e permanecemos à disposição. Atenciosamente,
___
Marcia Gomes Godoy Sá
Depto. Registro
Entre 67 estradas de São Paulo vistoriadas,Tribunal de Contas achou defeito em 70%
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, atacou hoje a política do governo federal para as estradas. Ele criticou as condições das rodovias e defendeu a política de concessões realizada pelo governo de São Paulo defendeu que pode repetir pelo país o modelo de concessões de rodovias feito em São Paulo, com a cobrança de pedágios. O ex govenaor de São Paulo, ataca, critica ,mente, inventa e engana. Ataca a política do governo Lula na questão das estradas como se ele tivesse feito mais e melhor. No entanto, não é isso que diz a Folha (assinante), jornal de assessoria de José Serra na matéria publicada nesta terça-feira (27)..Leia
Estrada reformada não dura nem um ano
Auditoria mostra buracos, trincas, ondulações e outros problemas em vias de São Paulo após 12 meses de reforma
Entre as 67 estradas vistoriadas, a maioria de vicinais, Tribunal de Contas do Estado achou defeito em 70%
A placa que divulga a "recuperação" da estrada vicinal entre Quadra e Guareí, a 184 km de SP, segue de pé. Quem passa por lá a estranha. Afinal, a via mantém pavimento estourado, ondulações e buracos de dois metros naquilo que resta de asfalto.Oficialmente, a reforma já foi concluída. A construtora Delta a entregou em outubro de 2008 e recebeu R$ 6,34 milhões pelo serviço em 22 km.
Após menos de seis meses, a obra já estava deteriorada. O DER (Departamento de Estradas de Rodagem), então, exigiu que vários pontos fossem refeitos. Não adiantou.O caso é citado em uma auditoria do TCE (Tribunal de Contas do Estado) em estradas que passaram por obras entre fevereiro de 2008 e julho de 2009.Cerca de 70% das vias vistoriadas pelo órgão (todas paulistas e gerenciadas pelo poder público) apresentaram ao menos um tipo de defeito após um ano da conclusão definitiva da reforma.
Os problemas vão de afundamentos e trincas no pavimento a remendos e buracos.A fiscalização in loco pelo tribunal atingiu 67 obras, dois terços delas em vicinais, rotas municipais cuja recuperação foi uma bandeira do governo José Serra (PSDB), no programa Pró-Vicinais.
Embora essas estradas não sejam pedagiadas, boa parte do dinheiro para reformá-las vem do pedágio pago em outras rodovias do Estado.
O DER, em sua defesa ao tribunal de contas, afirmou: "A auditoria revela problemas que já se somavam nas preocupações da autarquia [...], a ponto de decidir constituir comissão interna para análise caso a caso".
E completou que, "ciente de que nessas obras com problemas houve dispêndios contratuais", "passou a congregar as empresas construtoras e supervisoras para repararem os locais afetados".
DURABILIDADE
O programa de recuperação das vicinais é feito para que elas durem dez anos. Os fatores para que as estradas não suportem um décimo do tempo de vida envolvem atribuições de Estado, prefeituras ou iniciativa privada.
O tribunal cita, por exemplo, a falta de estudos que provocam erros de projetos, inclusive com avaliação incorreta do tipo de tráfego.
Outro motivo pode ser a má execução da obra por construtoras, como materiais ruins e falta de reforço do pavimento e de sistema de drenagem. E há também falhas de manutenção e de fiscalização pelos municípios (que são os "donos" das vicinais).O DER alega que elas são projetadas para um tráfego inferior a 8,2 toneladas por eixo, mas que há uso indevido, recebendo caminhões com mais de 12 toneladas -sem veto das prefeituras.O TCE diz que a auditoria deve embasar os julgamentos de cada contrato.
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