segunda-feira, 30 de novembro de 2009

DEM é multado em R$ 30 mil por propaganda fora de época

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), nesta segunda-feira, multou em R$ 30 mil o DEM por ter exibido propaganda partidária estadual, em 22 de abril de 2009, fazendo críticas a adversários políticos e promovendo propaganda eleitoral fora de época.

De acordo com o relator do processo, juiz Luiz de Mello Serra, a propaganda partidária tinha como finalidade apenas divulgar o programa do partido político. "A propaganda nesta fase do processo eleitoral tem o escopo todo traçado pela lei, que foi claramente violada pelo DEM", afirmou o magistrado.

Em outros três processos similares propostos pelo PMDB, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, desembargador Nametala Jorge, pediu vista para dar o voto decisivo. Ele quer analisar melhor se houve envolvimento de tal conduta por parte de do ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia.


Gravações implicam presidente do PPS do DF, Fernando Antunes...PPS está na fita

Também subsecretário de Saúde, Antunes é acusado de cobrar dinheiro para campanha eleitoral em SP

Não durou muito o teatro do PPS anunciando o rompimento com o governo e condenando a corrupção: há gravações que implicam o presidente local do partido e subsecretário de Saúde, Fernando Antunes, acusado de cobrar dinheiro para a campanha eleitoral do partido em São Paulo.

Segundo a acusação, Antunes teria criado dificuldades num contrato com fornecedor da secretaria para vender facilidades. O velho esquema de sempre: pede auditoria no contrato, alardeia a tese da transparência, tira o oxigênio do prestador de serviço.

No fim, sugere a doação partidária que, uma vez dada, cessa a auditoria, libera o pagamento atrasado e acaba as dificuldades. Entre o primeiro ato e o último, a empresa espera cerca de 90 dias sem receber.Estadão

Só lembrando. O PPS da Soninha  e Roberto Freire, em São Paulo, apoia José Serra...

E, a imprensa está blindadndo José Serra no mensalão do Detran E mais aqui


Arrudagate e o dinheiro na cueca



O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM) acaba de divulgar nota à imprensa. Na nota, Arruda diz que os "recursos eventualmente recebidos por nós do denunciante, nos anos de 2004, 2005 e 2006, entre os quais o que foi exibido pela TV, foram regularmente registrados ou contabilizados, como o foram todos os demais itens da campanha eleitoral"

Bom, então, a eleição, do governador Arruda, foi em 2006. Arrecadação de campanha  acontece  depois das convenções partidárias, que são em junho. Que arrecadação de campanha é essa em 2004 e 2005? Registrada aonde? O TRE só registra doações feitas no período eleitoral.O governador Arruda, alega também que, os 700 mil encontrados em sua residência, seria para, ações sociais . Comprar panetones para os pobres. Tá mentindo né não? Já de saída, sem governador disse que continuará no cargo. "Estamos firmes. A gente vai até o fim." Mensalão do DEM: vídeo mostra empresário com dinheiro na cueca Agora veja o vídeo do empresário colocando dinheiro na cueca


SBT Reporter sobre o pré-sal

O programa SBT Reporter do dia 25/11/2009 foi sobre o Petróleo do Pré-Sal. Visitaram a plataforma de produção no campo de Tupi. Quem ainda não viu, vale a pena deixar a Globo de lado, e ver os vídeos aqui.











Isso é José Serra:Concurso para perito da polícia de SP foi fraudado.

Concurso realizado em julho pelo Instituto de Criminalística, da polícia de São Paulo, para contratar fotógrafos periciais foi fraudado. A segundo a Folha, registrou em cartório o nome de três pessoas que seriam aprovadas, o que acabou ocorrendo.Um dos candidatos aprovados no concurso é parente do diretor do instituto, José Domingos Moreira das Eiras.

Nervoso, ele errou boa parte das questões do exame oral. Não conseguiu, por exemplo, definir o que é um quadrado.Segundo funcionários ligados ao concurso, os três candidatos listados pela reportagem chegaram à prova "altamente recomendados".

O secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, determinou a suspensão do concurso, que teve cerca de 17,6 mil candidatos.


Você votaria nesses vereadores?

A Prefeitura de São Paulo botou o bloco na rua para aumentar o IPTU. A Câmara aprovou o projeto do prefeito Gilberto Kassab (DEM) em primeiro turno. Uma segunda votação está marcada para quarta-feira. Se houver nova aprovação, a garfada no contribuinte virá no ano que vem.

Coisas estranhas ocorreram na sessão de quinta-feira. O voto do vereador Domingos Dissei, do DEM, foi a favor do aumento do imposto. Mas ele disse que se enganou e apertou o botão errado. Então, tá.

Votaram a favor do projeto 36 vereadores. Outros 17 foram contra, inclusive o ex-tucano Gabriel Chalita -secretário de Estado da Educação na gestão Geraldo Alckmin (PSDB)-, recém filiado ao PSB. Eliseu Gabriel (PSB) se absteve. Noemi Nonato (PSB) não compareceu.

O fato serve de alerta para a população: todos precisam ficar atentos e avaliar a decisão de cada vereador nessa questão. Guardar essa informação será importante, porque depois esses políticos vão pedir voto de novo. Vale a pena votar em quem aumentou o IPTU? O eleitor julgará.

Na campanha de 2008, Kassab não avisou ninguém de que pretendia aumentar o IPTU. Pelo contrário, cansou de criticar sua adversária, a ex-prefeita Marta Suplicy (PT), por ter criado taxas em sua administração.

Agora é Kassab quem quer aumentar imposto. Imóveis que se valorizaram precisam, decerto, pagar mais, como alega a prefeitura. Mas isso não justifica o aumento da arrecadação municipal, que vai engordar R$ 744 milhões. O prefeito poderia dar um desconto na alíquota do próprio IPTU, ampliar ainda mais as isenções ou diminuir a cobrança do ISS, por exemplo.

Decidiu, entretanto, elevar o orçamento da prefeitura. Na política, cada um faz a escolha que quiser. E arca com as consequências depois. Nas urnas.

Com seu único governador, Arruda, na lama, o prefeito de São Paulo multiplicando o IPTU e as secretarias, e o partido atirando no seu candidato à Presidência, o DEM ameaça sumir do mapa.


A CBN, está querendo agradar quem?

A rádio CBN tomou uma decisão,: tirou do ar o anúncio do papel higiênico Neve, que parodia o Presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff. A campanha foi veiculada na manhã de quinta - feira  no Rio e depois saiu da programação. "Sou totalmente contra a censura, mas fiquei preocupado. Afinal, é a figura doPresidente, da ministra", diz Rubens Campos, diretor-geral do Sistema Globo de Rádio.

Campos é do Conselho de Ética do Conar [Conselho de Autorregulamentação Publicitária] e afirma que, depois de consultar um advogado do órgão, tomou a decisão. Ontem, ao abrir os jornais, disse que se surpreendeu com a declaração oficial do Conar de que não via motivos para a proibição. E voltou atrás. "Fui mais realista do que o rei." A publicidade começará a ser veiculada novamente nas rádios do Sistema Globo a partir da próxima terça.E corre no mercado a informação de que a DPZ, que criou o anúncio, ameaçou processar a CBN.Dai, Rubens Campos, diretor-geral do Sistema Globo de Rádio., voltou atrás


Esse é o vídeo que o PSDB quer retirar da internet



No vídeo enviado pelo leitor Vitor, você vê o  governador Aécio Neves reunido  com membros do Partido Democratas (DEM). Estiveram presentes, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, o presidente nacional do DEM, deputado federal...O PSDB já pediu ao Google a retirada desse vídeo do site do Youtube


Quem financia o UOL, apóia a Folha

Quem está insatisfeito com a linha editorial do jornal Folha de São Paulo, não adianta reclamar de "Otavinhos" e continuar forrando os bolsos dos donos do Grupo Folha.

É imperativo aos indignados cancelar e persuadir conhecidos, também insatisfeitos, a cancelar assinaturas da Folha e do UOL.

Segundo o blog do Nassif, do total de receitas do UOL, entre 70 a 80% do dinheiro vem de assinaturas.

No final das contas, é esse dinheiro que paga não só a fortuna e poder econômico dos donos, como também paga os salários dos editores e colunistas que tem o emprego de ficar 8 ou mais horas por dia conspirando, deturpando a notícia, propagando boatos, inventando dossiês, fichas falsas, criando falsas crises, alarmismos, assassinando reputações, e protegendo a corrupção tucana ao esconder os escândalos que afetam José Serra.

Enquanto funcionar o "fale mal, mas pague o boleto", eles vão continuar rindo da nossa cara e elevando o tom da baixaria.

As polêmicas acabam tendo o efeito de propaganda para aumentar a influência do jornal na geração de crises, aumenta seu cacife perante os governadores de oposição, como José Serra (PSDB/SP), e alavanca vendas para leitores neocons.

Se você mora no Estado de S.Paulo,cancele sua assinatura com o UOL e conecte seu speedy gratuitamente

Basta você escrever no campo login: internet@speedy.com.br a senha é internet

Ou: portal@itelefonica.com.br senha: telefonica


Em 2001, ele pediu perdão após violação de painel



O governador José Roberto Arruda (DEM) é o sobrevivente do escândalo da violação do painel eletrônico do Senado, em 2001. Renunciou para escapar da cassação e se elegeu deputado federal pedindo perdão aos eleitores com o argumento de que "cometera um erro", mas "não roubara nem matara".

Em recente entrevista à revista Veja, Arruda disse que é "impossível governar sem fisiologismo". Quando questionado sobre qual era é o seu limite em relação à fisiologia, ele respondeu: "É o limite ético. É não dar mesada, não permitir corrupção endêmica, institucionalizada. Sei que existe corrupção no meu governo, mas sempre que eu descubro há punição."

Em 2001, acusado de quebrar o sigilo do painel do Senado para saber quais tinham sido os senadores que votaram pela cassação do mandato do ex-senador Luiz Estevão, o então senador Arruda, que integrava a bancada tucana, subiu à tribuna do plenário e jurou por seus filhos que era inocente. Dias depois, voltou ao plenário e admitiu a culpa, renunciando ao mandato logo em seguida.

Ontem, como hoje, também disse que era "vítima de linchamento covarde em um jogo de cartas marcadas" e tentou diminuir sua responsabilidade dizendo que "tinha cometido um grande erro", mas não tinha cometido um crime, chegando às lágrimas.

No ano seguinte, em 2002, foi eleito deputado, após pedir desculpas à população nas propagandas. Em 2006, foi eleito governador do DF.

No final da nota de três linhas, nota divulgada pelo governador José Roberto Arruda e do vice-governador Paulo Octávio diz...

"Repelimos os açodados juízos que, muito mais que atingir o princípio constitucional da presunção de inocência, colocam em risco a soberania da verdade" democrática


Governador Arruda (DEM) criou até a Oração da Propina

Depois que o governador de Brasilia, José Roberto Arruda (DEM) e mais oito deputados recebiam propina, todos eles davam as mãos e orava a oração da propina



Novos vídeos sobre o esquema de corrupção no governo do Distrito Federal José Roberto Arruda (DEM) revelado pela Operação Caixa de Pandora aprofunda ainda mais a crise política que pode custar o mandato do governador Arruda, do DEM. As cenas mostram deputados escondendo dinheiro nos bolsos e até nas meias.Em um  outro vídeo em poder da PF, o deputado Rubens César Brunelli (PSC-DF) entra na sala, recebe um maço de dinheiro e o coloca no bolso.Em seguida Brunelli junta todos da sala e de mãos dadas aparece rezando, entre eles, estão, Barbosa e com Leonardo Prudente....."Sabemos que somos falhos, somos imperfeitos", diz o deputado, para em seguida pedir proteção à vida de Barbosa.

Oração da propina

"Somos gratos pela vida do Durval ter sido instrumento de bênção para nossas vidas, para essa cidade, porque o Senhor contempla a questão no seu coração. Tantas são as investidas, Senhor, de homens malignos contra a vida dele. Nós precisamos da Tua cobertura e dessa Tua graça, da Tua sabedoria, de pessoas que tenham armas para nos ajudar nesta guerra. Todas as armas podem ser falhas, todos os planejamentos podem falhar, todas nossas atividades, mas o Senhor nunca falha. O Senhor tem pessoas para condicionar e levar o coração para onde o Senhor quer. A sentença é o Senhor quem determina, o parecer e o despacho é o Senhor que faz acontecer. Nós precisamos de livramento na vida do Durval, dos seus filhos, familiares."

A imprensa não conta

José Roberto Arruda, estava sendo cotado para ser vice na chapa do candidato a presidência José Serra.

Já o governador Serra(PSDB), tão acostumado aos holofotes da imprensa quando se tratava de criticar adversários políticos, dessa vez,  Serra, parece ter caido no buraco do metrô...Ou, uma viga, deve ter caido em  sua cabeça; Serra sumiu

Com a denúncia contra Arruda o Democrata perde o pouco poder de negociação junto ao PSDB. A partir de agora, o partido não pode mais reivindicar a vice-presidência, cargo para o qual o governador do Distrito Federal era um dos cotados. Na realidade, ninguém no partido ganha com a desgraça de Arruda - o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, já era uma engrenagem no esquema eleitoral do governador paulista José Serra, em franca rota de colisão com a ala do presidente do partido, Rodrigo Maia (RJ).

No PSDB as acusações contra Arruda causam preocupação. O governador José Serra, candidato dos tucanos, perde de uma vez por todas o argumento do mensalão que o PSDB  planejava usar o contra o PT na eleição de 2010 - o que de uma certa forma já havia ocorrido com o mansalão  do PSDB do ex governador e atual  senador Eduardo Azeredo,   se tornou réu no Supremo Tribunal Federal (STF)  O assunto também não é bom para o governador de Minas Gerais, Aécio Neves.

O tucano mineiro, além de ter aliados envolvidos no mensalão tucano, é o candidato preferido de Arruda, entre os tucanos, à Presidência da República. Dirigentes do PSDB,  fizeram uma busca no Youtube tão logo foram veiculadas as denúncias contra Arruda.A intenção dos tucanos é pedir ao site a imdiata retirada do vídeo onde aparece Serra e Arruda.  Nenhuma aparição de Serra com o governador Arruda  foi achada - mas há o filme de uma visita de dirigentes do DEM a Aécio que termina com um discurso do governador de Brasília em apoio à candidatura do colega mineiro a presidente.(Quem  achar, envia ao blog)

Com a eleição de Arruda para o governo, em 2006, Brasília havia se transformado em uma espécie de "governo do PFL no exílio" - o DEM é o sucessor da sigla pefelista. Vários expoentes pefelistas como o ex-senador José Jorge, atual ministro do TCU, e o ex-governador do Paraná Jaime Lerner prestaram ou prestam serviços ao GDF. Mas o episódio é ruim para a oposição como um todo, num momento em que PSDB e Democratas já tinham dificuldades em lidar com a popularidade do Presidente Lula

Agora,com seu único governador na lama, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab multiplicando o IPTU e as secretarias, e o partido atirando no seu candidato à Presidência, o DEM ameaça sumir do mapa.


Serra repete Yeda: corrupção tucana desvia R$ 40 milhões do Detran de SP


O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) do estado de São Paulo contrata empresas para emplacar veículos.

As empresas Cordeiro Lopes e Centersystem fraudavam o número de carros que havia emplacado, e o DETRAN pagava até 3 vezes mais do que o valor real.

O superfaturamento gerou rombo de pelo menos R$ 40 milhões aos cofres públicos.

Delegados e empresários são suspeitos de participar do suposto esquema milionário. Laranjas controlariam a principal empresa contratada pelo departamento.

Os pagamentos a mais eram feitos sem que o DETRAN confrontasse a prestação de contas das empresas com os registros de veículos emplacados.

Eram as prestações de contas das empresas que serviam de comprovação para a liberação dos pagamentos pelo governo. Quem mandava pagar com base nesse documento era a Divisão de Administração do Detran.

O presidente da Associação dos Fabricantes de Placas de Automóveis, Hélio Rabello Passos Junior, denunciou o caso à Secretaria da Segurança Pública em 3 de julho. O titular da pasta, Antônio Ferreira Pinto, determinou a apuração.

Ao depor na Corregedoria da Polícia Civil, ele enumerou 14 tipos delas que, somadas, teriam causado prejuízo em R$ 40 milhões - a Centersystem recebeu R$ 9 milhões pelos serviços de janeiro de 2008 a julho deste ano e a Cordeiro, R$ 64,8 milhões.

O empresário já havia denunciado antes, quando o diretor do Detran era o delegado Ruy Estanislau Silveira Mello. "Mas nada foi feito. O Detran decidiu prorrogar tais contratos, contrariando novamente os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência", afirmou, ao depor. Leia mais aqui.


A credibilidade do Ibope em xeque



Carlos Agusto Montenegro, não gosta do Presidente Lula.Não disse isso com todas as letras, Mas, em  uma entrevista Montenegro disse que  apesar da imensa popularidade do Presidente Lula,, ele  não conseguirá fazer o sucessor – no caso, a ministra Dilma Rousseff. Também afirmou que o PT está em processo de decomposição.O dono de um instituto, que faz pesquisas envolvendo candidatos à presidência, pode expressar sua opinião pessoal?. Pior, ele pode mostrar claramente ao eleitorado que tem   candidato, e declarar Serra eleito?. Pelo menos é isso que entendemos quando ele disse, na mesma entrevista, "Faltando um ano para as eleições, o governador de São Paulo, José Serra, lidera as pesquisas das intenções de voto. Em 1998, também faltando um ano para a eleição, o líder de então, Fernando Henrique Cardoso, ganhou". Qual a opinião de vocês?


domingo, 29 de novembro de 2009

Cesar Benjamin é funcionário de Requião

César Benjamin aparece como diretor-presidente da TV Educativa do Paraná, do Governador Requião (PMDB/PR).

Ao consultar a lista de funcionários da Secretaria de estado de Administração é previdência

http://www.seap.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=32

E consultar o órgão RTVE, como mostrado abaixo:






Cesar Benjamim aparece como DIRETOR PRESIDENTE, DAS-1





Ao assinar o artigo na Folha, Benjamin não menciona esse cargo.

Quem exerce esta função é o jornalista Marcos Batista (segundo o jornalista paranaense Zé Beto).

Requião se cerca de Mangabeira Unger (que, antes de 2006, desferiu ataques pesados contra Lula) e agora de César Benjamin.

O que está por trás disso?


Não financie a baixaria. Anunciou no Casseta?, não compre!



Na nota abaixo, a Folha usou o Painel do leitor, para atacar Lula e os eleitores do Presidente.

"Em tempos de unanimidades, bajulação, mentiras, censuras veladas e neoperonismos, o corajoso e sensível depoimento de César Benjamin só vem confirmar aquilo de que eu já desconfiava havia muito tempo: que o Brasil está sendo governado por um bando de cafajestes sem escrúpulos. E o que é pior: recebem indenizações pelas suas cafajestadas. Parabéns a César Benjamin e a esta Folha." MARCELO MADUREIRA, "Casseta & Planeta' (Rio de Janeiro, RJ) (Folha, 28 de novembro)

Não é difícil identificar os programas, ou lixos televisivos, que fazem sátira de péssimo gosto, muitas vezes atacando a honra do Presidente da República. Um desses programnas lixo, é o Casseta e Planeta.

Quer combater esse tipo de lixo televisivo? Você não precisa ir na porta da Globo gritar palavras de ordens contra a emissora. Mesmo por que, eles não estão nem ai pra você...e ainda, vão rir da sua cara

Mas você pode deixar de  comprar os produtos patrocinadores do programa, ou aqueles anunciados nos intervalos comercias. São esses produtos, e a sua audiência que estão financiando a baixaria contra o Presidente Lula e a você mesmo.Afinal de contas, o texto do humorista de quinta, atacou também, você eleitor do Lula. Ou estou errada?


O que está por trás das baixarias contra Lula


Folha, Veja, Globo, Estadão, Serra, FHC são a elite política e econômica apodrecida desse país que não estava habituada à alternancia de poder ... E Lula é a alternância de poder!


Veja atira em genro de Lula e acerta em José Serra

A revista Veja tirou da gaveta um dossiê mofado, desses conseguidos no submundo do jornalismo, que já deveria ter pelo menos desde setembro de 2008, pois nesta época, durante as campanha eleitoral de 2008, já houve vazamento, porém o alvo principal não era o genro de Lula, Marcelo Sato. O alvo era o candidato a prefeito de Blumenau, o deputado Décio Lima (PT/SC). Sato era apenas seu assessor parlamentar.

Como o dossiê era xinfrim, a Veja havia engavetado, à espera de conseguir algo mais convincente, ou para usar em momento de "entresafra".

Mas a semana está fatal para os DEMos, com o último governador que restou do partido, José Roberto Arruda, atolado na corrupção do DF.

No outro front, a segunda fase da operação Castelo de Areia, atingiu em cheio o governo tucano de José Serra (PSDB/SP), aparecendo na documentação periciada, cifras em dólar encaminhadas ao Palácio dos Bandeirantes, ao homem forte do governador Serra Aloysio Nunes Ferreira, e outros tucanos de alta plumagem.

Então, diante desse quadro desesperador para demo-tucanos, a revista Veja, soltou o dossiê fraquinho (mas carregando nas tintas) contra o genro de Lula, para diluir as denúncias contra Arruda e Serra.

O mal de quem está desesperado é que comete erros, e a Veja nos brindou com nitroglicerina pura contra José Serra

O foco da revista Veja foi um conhecido do genro do Presidente: João Quimio Nojiri, teve prisão temporária decretada junto com outras 31 pessoas na Operação Influenza da Polícia Federal em junho do ano passado.

A Veja apresenta João Quimio Nojiri, como parte de uma quadrilha de empresários de Santa Catarina e de São Paulo apontados como responsáveis por desfalques milionários contra os cofres públicos.

Mas quem é afinal João Quimio Nojiri?

Ele é engenheiro e dono da empresa Básico Engenharia e Construções, uma das contratadas pelo governo tucano de São Paulo para aprofundar a calha do Rio Tietê, obra cuja finalidade é reduzir as desastrosas enchentes na marginal. É uma obra de anos e de custo bilionário.

Em 2003 a empresa ganhou outro serviço: elaborou para a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos estudo de viabilidade para tornar o Rio Tietê navegável na área urbana de São Paulo (era para ter 35Km de transporte urbano fluvial de passageiros em 2004, Ligando a Penha à Lapa, mas o choque de gestão demo-tucano não tirou do papel até hoje).

A partir de 2005 criou o Instituto Navega São Paulo, ONG que promove passeios de barcos no Rio Tietê para estudantes. No "site" do instituto aparece a logamarca da SABESP (empresa estatal de água e esgoto do governo de José Serra) sugerindo alguma parceria. No "site" da SABESP Nojiri é citado.

Ou seja, se João Quimio Nojiri é má companhia para o genro do Presidente, ele é má companhia para os tucanos de São Paulo, governado por José Serra, onde detém contratos bastante polpudos.

Se o modus operandi de Nojiri é tudo o que a Veja diz, como será a atuação dele junto ao governo paulista e à SABESP?

A verdade sobre a operação Influenza que a revista Veja escondeu

20/06/2008 - A Polícia Federal cumpre mandados de prisão de 24 pessoas, e busca e apreensão em Santa Catarina e São Paulo, após interceptação telefônica. O motivo era crimes financeiros cometidos a partir do Porto de Itajaí. O ex-superintendente do Porto de Itajaí Wilson Rebelo (ligado ao PMDB catarinense) seria o chefe de um dos esquemas.

Sócios da empresa Agrenco do Brasil S/A, que atua no comércio exterior de grãos, foram acusados de desvio de dinheiro usando notas frias de cargas que nunca existiram.
João Quimio Nojiri foi acusado de atuar ilegalmente em favor de Chico Ramos (sócio-controlador da Agrenco).

20/09/2008 - A imprensa divulga vazamento da investigação, divulgando que o genro Marcelo Sato e o deputado Décio Lima (PT/SC), não são alvos do inquérito, mas aparecem em diálogos com empresário sob suspeita (Chico Ramos). Era campanha eleitoral para a prefeitura de Blumenau, e o alvo da imprensa era Décio Lima, e não o genro Marcelo Sato, assessor parlamentar de Décio.
O deputado Décio Lima defende-se das acusações da imprensa, alegando que é função de deputado trazer investimentos (e empregos) para seu estado, por isso conversa e procura atender pleitos legítimos e legais, como os que Chico Ramos lhe fez.
É um argumento respeitável se as conversas foram republicanas. Uma empresa de biodiesel em Santa Catarina pedir para um processo que está para na ANP ser apreciado (sem favorecimento) não tem nada de errado. Todo cidadão deve reclamar ao seu representante político quando a administração pública é falha com ele.
Situação semelhante foi quanto a Varig estava quebrando. Todos do Rio Grande do Sul e do governo federal, de todos os partidos, fizeram o possível para tentar para salvá-la, sem que isso possa ser confundido com lobby no mau sentido.

17/3/2009 - MPF/SC denuncia 31 investigados na Operação Influenza. Nem o genro de Lula, nem o deputado Décio Lima foram denunciados.
João Quimio Nojiri estava entre os 31 denunciados.

17/06/2009 - A Justiça Federal (JF) rejeitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra todas as 31 pessoas acusadas em função da denominada Operação Influenza. A juíza Ana Cristina Krämer, da 1ª Vara Federal Criminal de Florianópolis, considerou nulas todas as provas obtidas mediante interceptação telefônica, ainda que autorizada pela JF. Segundo a juíza, mesmo essas interceptações sofreram influência de uma interceptação autorizada ilegalmente por juiz do Estado de Santa Catarina e que acabou sendo anulada em decisão já definitiva.
A decisão também considera que não têm utilidade vários documentos apreendidos, mas preserva a validade de algumas provas. A investigação não foi anulada e pode prosseguir, "desde que produzidas novas provas independentes, desvinculadas das gravações decorrentes da interceptação telefônica ora anulada", observou a juíza. Os bens e valores apreendidos devem ser liberados. O MPF denunciou 31 pessoas, supostamente envolvidas em crimes contra o sistema financeiro e fraudes no Porto de Itajaí. Cabe recurso.

Analisando, foi mais uma "reporcagem" da revista Veja

Quando a gente vota no presidente Lula, é em Lula que votamos, e não no genro, ou seja lá que parente for. Como o próprio Presidente diz, todos são iguais perante a lei, como qualquer brasileiro, e o único jeito de não ser incomodado pela Polícia Federal é andando na linha, dentro da lei.

Quem age fora da lei, que se entenda com a justiça. Por isso ninguém precisa defender nenhum parente de Lula, se não for honesto, nem passar a "mão na cabeça" de crimes, se fosse ou for verdade que houve algum crime.

Mas também não podemos cair nos golpes da Veja como um patinho. A revista é mestre em criar falsos escândalos.

A reportagem, se esmiuçada com atenção, percebe-se que mais confunde do que esclarece. Ele é feita para pré-condenar. A revista está se lixando para buscar a verdade factual. Não ajuda a esclarecer os fatos.

Se a revista teve acesso ao processo, ela pinçou meticulosamente apenas os trechos de diálogos que deixam mal o genro do Presidente. Um diálogo anterior não publicado pode esclarecer e mudar completamente o entendimento da história.

Além disso, a Polícia Federal e o Ministério Público investigou por mais de um ano até apresentar a denúncia em março de 2009, e não encontrou motivos para denunciar Marcelo Sato. A revista não explica o motivo. Se os diálogos provassem corrupção no contexto em que a revista afirma, o Ministério Público também estaria se corrompendo ao não denunciá-lo.

Por tudo isso, parece tratar-se de mais uma "reporcagem" da Veja, feita de má-fé, para tentar arranhar a imagem do presidente Lula, e para desviar a atenção da corrupção dos governadores Arruda e Serra.

Mal sabe a Veja, que os mandatos de busca e apreensão feitos na casa e empresas do empresário que ela demoniza, podem ter levado à novas investigações, e em breve pode levar à operação "Esgoto do Tietê".


sábado, 28 de novembro de 2009

Vídeo mostra governador Arruda do DEM do DF recebendo dinheiro



No vídeo, o governador do DF recebe um maço de dinheiro. Durval entregou 30 videos à PF e ajudou nas investigações, depois que foi exonerado. Arruda ficaria com 40% do dinheiro, o vice-governador Paulo Otávio com 30%. O restante do dinheiro seria dividido entre secretários, assessores do governo e deputados distritais. O inquérito da PF também mostra imagens de uma mala cheia de dinheiro que seria dividido entre os envolvidos.


"Estive preso com Lula; não houve absolutamente nada", diz José Maria, pré-candidato à presidência


José Maria é militante do PSTU e esteve preso com o Presidente Lula, à época líder sindical no ABC paulista. A Terra Magazine, conta que, ao longo dos 30 dias que passou trancafiado em uma cela com "vários outros militantes", não viu "absolutamente nada" do que foi narrado por Cesar Benjamin em artigo na Folha de S. Paulo.

- A cela era pequena, cabiam tantos porque nos colocavam em beliches. Não acredito que Benjamin inventaria uma história como essa, mas eu estive lá, e não vi absolutamente nada. Inclusive, não tinha ninguém do MEP conosco na cela.

Para Zé Maria, o mais provável é que Benjamin tenha entendido a história equivocadamente. Ressalta que, embora seja "muito crítico" ao governo Lula, por julgar que "segue a mesma linha de partidos como DEM, PSDB... nunca confirmaria uma história como essas, nem faria esse tipo de acusação; seria leviano".

O militante ainda garante que, se algo do gênero tivesse acontecido enquanto estava preso com Lula, "seria inevitável que absolutamente todos vissem; era um local muito pequeno e com muitas pessoas". Zé Maria nega que tenha havido má fé de Benjamin, contudo enfatiza sua estranheza em relação ao artigo publicado na Folha:

- Achei muito estranho, estive preso junto por conta das greves que fazíamos no ABC e não houve nada, a não ser que Lula tenha sido preso em outras ocasiões, o que não aconteceu.

José Maria é militante do PSTU Conta também que revistas e jornais mais críticos ao governo ligaram para ele na tentativa de induzi-lo a confirmar a história contada por Benjamin: "É óbvio que neguei, eu estaria sendo leviano se confirmasse".

"Não assisti ao filme 'Lula, o filho do Brasil', mas confesso que tenho um pouco de receio de assistir e concordar com o que muitos dizem sobre a mistificação criada em torno de Lula", avalia Zé Maria.

Segundo o militante, "é possível que a oposição se aproveite do episódio com fins eleitoreiros". "Collor já fez isso, lembra? Não duvido que usem, mas, como é uma história inverídica, não renderá frutos bons", acrescenta, para depois lembrar, que faz oposição a Lula, "pela esquerda", e que nunca usaria um episódio como esse.

Questionado se pretende concorrer às eleições presidenciais por seu partido, Zé Maria diz aguardar uma candidatura da frente de esquerda. Para ele, isso significaria uma união com o PSOL, em crescente aproximação com Marina Silva (PV-AC). Contudo, "se PSOL continuar com Marina, a candidatura será só do PSTU, e o candidato serei eu". Terra Magazine


Corrupção do governo do DEMos: dinheiro para enriquecimento pessoal de Arruda

Arruda pedia dinheiro de 15 em 15 dias, diz secretário:

Colaborador das investigações que levaram à deflagração da Caixa de Pandora, operação da Polícia Federal autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça nesta sexta-feira contra o governo do Distrito Federal, o ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, disse que o governador José Roberto Arruda, do DEM, pedia dinheiro de “15 em 15 dias”.

Em depoimento, Durval afirmou que governador do DEMos, José Roberto Arruda:

- pediu dinheiro para “saldar despesas pessoais naquela semana [depoimento correu em 16 de setembro] e que por isso precisava de um adiantamento de R$ 50 mil”;

- pediu a ele, Durval Barbosa, que “reservasse uma quantia mensal para suas despesas pessoais”;

No inquérito, há ainda citação ao vídeo, gravado por Durval, em que José Roberto Arruda aparece recebendo propina de R$ 50 mil.

“[Era] para as despesas dele e da família, e nessa ocasião Arruda e o declarante conversaram sobre diversos assuntos políticos, financeiros e de campanha eleitoral...”, diz o inquérito.

Segundo a Procuradoria, há indícios de crimes como formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, fraude à licitação, crime eleitoral e crime tributário. Essa é a lista de crimes pelos quais são investigados o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, secretários de estado, deputados distritais e empresários que atuam em Brasília. O inquérito está em trâmite no Superior Tribunal de Justiça.

Governador do DEMos: haras e empresa de laranjas

Durval Barbosa, afirma que Arruda comprou recentemente um haras em nome de outra pessoa. O pagamento, disse ele, foi “à vista”. “Arruda e sua atual esposa freqüentam o haras e estão fazendo uma reforma em sua sede”, disse em depoimento ocorrido em setembro.

O ex-policial, que não apresenta nenhuma prova, declara ainda que, além do haras, o governador também seria proprietário de uma empresa que não está registrada em seu nome, a Danluz. “A empresa foi comprada por Arruda e José Humberto [secretário de governo do DF], quase falida, e hoje se transformou em uma grande prestadora de serviço” do governo do DF. De acordo com Durval, que esteve envolvido em casos de corrupção na gestão do ex-governador Joaquim Roriz, a empresa está registrada em nome de uma pessoa que mora em Taguatinga, cidade-satélite de Brasília.


Arruda nega corrupção ... em 2001 sua negativa mal durou 24 horas

O governador do DF, José Roberto Arruda (DEMos), segundo a Polícia Federal, foi pego com "boca na botija", no mensalão do DEM, um esquema de corrupção onde o governo do DF pagava empresas fornecedoras, e as empresas devolviam uma parte do pagamento à políticos que apoiam o governo, sob forma de propina.

Transcrições de gravação, mostram o próprio Arruda negociando divisão da propina.

Foi a operação caixa de pandora da Polícia Federal. Veja a reportagem:




Arruda nega, segundo a imprensa.

Mas... voltemos ao tempo em 2001, no episódio da violação do painel do Senado.




Arruda era tucano nesta época, e era o líder do governo FHC no Senado. Líderes articulam a votação da bancada governista. ACM (do PFL/DEMos) era o presidente do Senado.

Após ACM ter revelado, em ato falho, na frente do procurador Luiz Francisco de Souza, que tinha visto a listagem da cassação do ex-senador Luiz Estevão, o Ministério Público Federal abriu processo.

Funcionários do PRODASEN (Serviço de Informática do Senado) acabaram confessando que violaram o sistema para tirar uma listagem da votação secreta.

A diretora do PRODASEN, em depoimento, confessou que Arruda a havia convocado pessoalmente à sua casa, na noite de 20 de junho de 2000 (véspera da votação), para encomendar o "serviço", a pedido de ACM.

Após este depoimento, Arruda fez um inflamado discurso no plenário negando. Arrumou álibi para "provar" que não teria se encontrado com diretora do Senado na noite de 20 de junho de 2000, véspera da votação, para encomendar a listagem.

O álibi era uma declaração do jornalista Ricardo Noblat, afirmando ter jantado com Arruda no Piantella por volta das 22hs até a 1 hora do dia seguinte.

Arruda encerrou o dia se jactando nos bastidores: "Matei a pau".

No dia seguinte a versão da diretora do Senado foi confirmada, desmentindo Arruda. A diretora e o marido estiveram na casa de Arruda por volta entre 20 e 21 hs, depois Arruda foi à uma posse no TSE, saindo às 23hs, e depois das 23hs, teria ido ao jantar "por voltar das 22hs".

Arruda voltou ao plenário, e em novo discurso admitiu que seu discurso do dia anterior, onde havia "matado a pau", era mentira. Admitiu o encontro com a diretora do PRODASEN, a encomenda da listagem, e a violação do Painel.

No final das contas, chorou como políticos choram, e renunciou ao mandato para escapar da cassação.

Quantos dias vai durar a negativa de Arruda, desta vez?


Heráclito, o poluidor

O senador Heráclito Fortes (DEMos/PI), ocupa a primeira-secretaria do Senado. Esse cargo responde pela administração da casa. É como se fosse o síndico, ou o prefeito do Senado.

É o senador do DEMos quem cuida dos contratos do Congresso (e de toda a montanha de dinheiro envolvida nestes contratos).

Um deles é com a empresa terceirizada que faz a limpeza do Senado. E essa empresa não está separando o lixo para reciclagem. A gigantesca papelada não é mais reciclada. Vai para os lixões ser decomposta e emitir gases do efeito estufa.

Além do desperdício, polui.


PF conclui que Palácio dos Bandeirantes (SP) recebeu (US$ 45 mil de construtora

Enquanto o homem louco e a Folha sem escrúpulos, desviam  atenção  do lado de José Serra, e do mensalão do Arruda do DEM em Brasilia, a Polícia Federal afirmou hoje  que construtora Camargo Correia  fez doações ilegai para os tucanos em S.Paulo. Para felicidade de José Serra, a  notícia, não teve repercussão. Assim como não teve repercussão a notícia das Notas frias, caixa dois e corrupção: do Marconi Peillo candidato ao governo de Goias  que foi  acusado  na quinta - feira  (26) de improbidade pela Promotoria (MPF) (aqui)

A Polícia Federal concluiu a segunda fase da Operação Castelo de Areia e apontou em um relatório com base em laudos produzidos pelo Instituto Nacional de Criminalística, obras com sobreço foram executada: A construção do trecho sul do Rodoanel Mário Covas é uma das obras que passaram a ser investigadas na segunda fase da operação.

A primeira etapa teve como foco crimes de lavagem de dinheiro e remessa ilegal de dólares para o exterior cometidos por executivos da empresa- quatro diretores já foram denunciados à Justiça.

Segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" publicada ontem (Leia aqui), o delegado da PF Otavio Margornari Russo anexou ao relatório documento que cita 208 obras e contratos da Camargo Corrêa entre 1995 e 1998 e relaciona supostos repasses em favor de políticos e servidores.

Um deles é o secretário municipal de São Paulo Walter Feldman (PSDB-SP), que aparece associado a US$ 5.000 mensais de janeiro a dezembro de 1996 e a outros US$ 20 mil, de 1998.

Há ainda referências a "Palácio Band"(Palácio dos Bandeirantes é a sede do governo Paulista do PSDB) (US$ 45 mil em 1996), ao chefe da Casa Civil paulista, Aloysio Nunes Ferreira (US$ 15.780 em 1998), ao ex-senador Gilberto Miranda (US$ 50 mil em 1995), à Companhia Energética de São Paulo (US$ 2.389.927 em 1997) e às siglas PMDB, PFL (DEM), PSDB, PPB (PP) e PTB.


Marajarbas pode estar recebendo mais de R$ 33 mil por mês, fora da lei

Em março deste ano, após o senador Jarbas Vasconcelos chamar o Bolsa-família de bolsa-esmola nas páginas da revista Veja, o deputado Silvo Costa (PMN/PE) subiu à tribuna da câmara para chamar o senador de Marajarbas, pois ganha R$ 17.374,00 de aposentadoria na Assembléia Legislativa de Pernambuco, após apenas um ano de "trabalho" no cargo.

O Ministério Público Federal de Pernambuco precisa verificar o total dos contra-cheques de Marajarbas, pois a soma da aposentaria estadual com o salário de parlamentar totaliza R$ 33.886,08.

Isso se não houver outras aposentadorias como de ex-governador, ex-prefeito, etc.

O teto nacional é R$ 25.725,00. Receber mais do que isso é fora da lei.


MPF corta bolsa-marajá de Senador do DEMos e Deputada Tucana

Te cuida Marajarbas (Senador Jarbas Vasconcelos - PMDB/PE)! A próxima bola da vez pode ser você!

Demo-tucanos fora de lei

A Justiça Federal determinou redução do salário do senador Jayme Campos (DEMos/MT) e dos deputados federais Carlos Bezerra (PMDB/MT) e da tucana Thelma de Oliveira (PSDB/MT), para o limite legal (teto nacional) de R$ 25.725,00.

De acordo com a ação do Ministério Público Federal de Mato Grosso, desde 2007, ao assumirem cargos eletivos no Congresso Nacional, o senador Jayme Campos (DEMos/MT) e os dois deputados acumulam a pensão de ex-governador no valor de R$ 12.294,32 e mais o subsídio de parlamentar, no valor de R$ 16.512,08.

A ação movida pelo MPF contra a União e os congressistas continua em trâmite na Justiça Federal em Mato Grosso.

No julgamento do mérito da ação, o MPF pediu a devolução aos cofres públicos de mais de R$ 300 mil, valor que foi recebido indevidamente desde 2007.


Tendler: "Só um débil mental, um cara rancoroso e ressentido como o Benjamin não viu que era piada do Lula"



O "publicitário" é o cineasta Silvio Tendler, que em 1994 trabalhou na campanha de Lula à presidência da República deu entrevista ao jornalista Bob Fernandes do Terra Magazine, que pode ser lido aqui:.César Benjamin cita, em seu texto, uma testemunha, "um publicitário brasileiro que trabalhava conosco cujo nome também esqueci".

De início, afirma Tendler: - Ele (César Benjamin) diz não se lembrar de quem era o "publicitário", mas sabe muito bem que sou eu. Eu estava lá e vou contar essa história...

Sobre os fatos e a acusação, gravíssima, o cineasta, o documentarista Silvio Tendler conta o que viu e o que recorda daquele almoço em meio à campanha presidencial de 1994:

- Era óbvio para todos que ouvimos a história, às gargalhadas, que aquilo era uma das muitas brincadeiras do Lula, nada mais que isso, uma brincadeira. Todos os dias o Lula sacaneava alguém, contava piadas, inventava histórias. A vítima naquele dia era um marqueteiro americano. O Lula inventou aquela história, uma brincadeira, para chocar o cara...só um débil mental, um cara rancoroso e ressentido como o Benjamin, guardaria dessa forma dramática e embalada em rancor, durante 15 anos, uma piada, uma evidente brincadeira...

Na conversa que se segue, o documentarista Silvio Tendler recorda a história da história de Lula e o "menino do MEP".

Terra Magazine - Silvio Tendler, é você o publicitário citado por César Benjamin no artigo na Folha de S.Paulo?

Silvio Tendler - Eu mesmo, em pessoa.

Você estava lá? Você, o Lula, o César Benjamin, o publicitário Paulo de Tarso e o tal marqueteiro dos Estados Unidos?

Na verdade eu não me lembro é do César Benjamin lá no almoço (...) e, sim, o publicitário que ele diz não lembrar era eu. E ele, se estava lá, sabe e se lembra que era eu; não tinha mais três publicitários na campanha, portanto ele sabe que era eu quem estava lá...mas eu não sei se ele estava, não me lembro, de verdade, se ele tava na sala. Ele agora diz não se lembrar do "publicitário" porque sabe que eu não iria corroborar essa maluquice, até porque eu vi, testemunhei, a quantidade de erros, de bobagens que ele cometeu durante a campanha...

Ele, César Benjamin?

Ele, Benjamin...por exemplo: já tava tudo perdido, um dos poucos apoios que o Lula ainda tinha depois daqueles erros de ataques da campanha ao Plano Real, era o da Igreja. E de repente o César resolveu botar como pauta do dia o quê?

O quê?

O aborto! Só isso. Esse cara montava e desmontava os programas como se fosse um expert em comunicação... e não era. Me lembro de outra história dele. Tinham inventado uma legislação casuística, criada para segurar o Lula, que tinha feito aquelas caravanas pelo Brasil. Não podia ter imagem externa em movimento... então fizemos um video-clip, eu e minha ex-mulher, a jornalista Tânia Fusco. Ela fez o texto, e eu, com as fotos dele na caravana e outras imagens, fiz, fizemos um clip, uma biografia do Lula a partir de fotos...

E aí?

Aí fui dar aula no Rio de Janeiro por dois dias, o comando da campanha era em São Paulo, e quando voltei o clip estava desfigurado pelo gênio da comunicação. Onde havia poesia o César colocou chavões do tipo "arrocho salarial"...

Por quê?

Porque se acha um gênio, melhor do que todo mundo... peguei meu boné e fui embora pro Rio...

E o César Benjamin?

Ele continuou com suas trapalhadas. E quinze anos depois ele segue em campanha, agora contra o Lula diretamente. Ele atrapalhou o Lula em 94 e segue tentando atrapalhar o Lula.

Ok, esses detalhes à parte, você estava à mesa do almoço no dia da tal conversa do Lula?

Eu estava lá, sentado à mesa. Eu sou o publicitário "anônimo" que estava lá. O Lula, um cara que foi brincalhão durante toda a campanha, mesmo quando já tava tudo perdido. Eu até pensava "esse cara passa a noite pensando em como sacanear os outros", porque todo dia tinha uma piada, um brincadeira, uma vítima de gozação... nesse dia o Lula queria chocar o tal marqueteiro americano...

O James Carville era...

O James Carville tinha sido contratado para ajudar na campanha do Fernando Henrique e nós tínhamos o nosso americano também. O Lula brincava: "O americano do Fernando Henrique fez a campanha do Bill Clinton, o nosso americano fez a campanha do Daniel Ortega" (NR: Ex e atual presidente da Nicarágua). Bem, o Carville já tinha ou tava sendo mandado embora da campanha do FHC e a campanha do Lula também ia despachar o "nosso" americano.

E o que aconteceu?

...e aí, nesse dia, o Lula, claramente num clima de brincadeira, tava a fim de sacanear, de chocar o americano com essa história dele "seco" na prisão, todos na mesa, nós todos, sabíamos que aquilo era uma brincadeira, era gozação, sacanagem, e imaginando como seria se fosse traduzido pro cara...

Você tem, teve então a certeza de que era uma brincadeira? Não teve e não tem nenhuma dúvida?

Nenhuma. Era claro, óbvio que era uma brincadeira, mais uma piada, mais uma gozação do Lula, nenhuma dúvida. E além disso a história, a cena toda não teve de forma alguma esse ar, essa dramaticidade que o César enfiou nesse texto melodramático. É incrível essa história... todos sabíamos que aquilo era uma brincadeira, como tantas outras feitas durante a campanha...

As tais "conversas de homem"...

Nem era esse clima "conversa de homem", era brincadeira, pura gozação, nenhuma responsabilidade, nunca, nunca com esse tom de "confissão" que o Benjamin fez parecer que teve. E você acha que se isso fosse, soasse verdadeiro, todos nós não ficaríamos chocados? Todos ali da esquerda, com amigos presos, ex-presos e tudo mais, você acha que nós ouviríamos aquilo com tom de verdade, se assim fosse ou parecesse, e não reagiríamos, não ficaríamos chocados?

Na sua opinião, que conhece os personagens dessa história, o que aconteceu?

O César Benjamin guardou ressentimentos por 15 anos para agora despejar todo esse rancor. Ele pirou com o sucesso do Lula. Ele transformou uma piada num drama, vai ganhar o troféu "Loura do ano".

O Paulo de Tarso estava lá?

Estava. E estava o americano... pensa só uma coisa: você acha que o Lula, logo o Lula, tão pouco esperto como ele é, em meio a uma campanha presidencial, vai chegar na frente de um gringo que ele mal conhecia, um gringo que vai voltar pro país dele e contar tudo o que viu, você acha que o Lula vai chegar pra um gringo que nunca viu, na frente de testemunhas, e vai contar que tentou estuprar alguém? É, foi óbvio, evidente, que aquilo era gozação, piada, brincadeira, sem nada desse drama todo do Benjamin de agora... rimos e ninguém deu a menor importância àquilo...

Você, um cineasta, um documentarista que viveu a cena, relembrando-a quadro a quadro, o que verdadeiramente pensa, o que diria hoje?

O Lula adorava provocar... era óbvio para todos que ouvimos a história, às gargalhadas, que aquilo era uma das muitas brincadeiras do Lula, nada mais que isso, uma brincadeira. Todos os dias o Lula sacaneava alguém, contava piadas, inventava histórias. A vítima naquele dia era o marqueteiro americano. O Lula inventou aquela história, uma brincadeira, para chocar o cara... como é possível que alguém tenha levado aquilo a sério?

Então...

Isso não tem, não deveria ter importância nenhuma. Só um débil mental, um cara rancoroso e ressentido como o Benjamin, guardaria dessa forma dramática e embalada em rancor, durante 15 anos, uma piada, uma evidente brincadeira...Terra Magazine


Eleição 2010: A Folha sem escrúpulos e o psicopata....Mentem para eleger José Serra

Leia a íntegra da nota do publicitário Paulo de Tarso da Cunha Santos.

"A respeito do artigo publicado na Folha de S. Paulo, nesta quinta-feira, dia 27 de novembro, sob o título "Os filhos do Brasil", de autoria do cientista político César Benjamin, onde sou citado nominalmente como participante de um almoço acontecido durante a campanha de 1994, com a presença do atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e outros interlocutores, gostaria de me manifestar publicamente para que não pairem dúvidas sobre a minha versão do acontecido:

1 - O almoço a que se refere o artigo de fato ocorreu. O publicitário americano mencionado se chamava Erick Ekwall e nos tinha sido recomendado pelo empresário Oded Grajew.

2 - Eu, Paulo de Tarso, então responsável pela campanha publicitária do atual presidente, não me recordo da presença de César Benjamin nesse almoço -embora ele trabalhasse conosco na campanha.

3 - Confirmo a informalidade do almoço, mas absolutamente não confirmo qualquer menção sobre os temas tratados no artigo.

4 - Não compreendo qual a intenção do articulista em narrar os fatos como narrou (como disse, sequer me lembro de sua presença na mesa).

5 - Não concordo com o conceito do que foi escrito -um ataque particular à figura do presidente da República, que, na minha opinião como cidadão, independentemente de quem seja, deve receber o respeito da sociedade brasileira como representante maior das instituições democráticas."

A mentira começa ser desmascarada: Todos os citados por César Benjami, desmentem o caso...

Lula foi detido pela polícia política no dia 19 de abril de 1980 e libertado no dia 20 de maio. Nesses 31 dias chegou a dividir a cela com até 18 pessoas. Um de seus companheiros mais jovens, com 23 anos, era o atual presidente do PSTU, José Maria de Almeida - na época militante da Convergência Socialista. Ontem, após ler o artigo, ele declarou ao jornal O Estado de S.Paulo: "Tenho motivos para atacar o Lula. O seu governo é uma tragédia para a classe trabalhadora. Mas isso que está escrito não aconteceu. O Benjamim viajou na maionese."

O vice-presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Enilson Simões de Moura, o Alemão, também estava na cela. Após classificar o comentário de Benjamin como "absurdo", comentou: "O que eu lembro é que, brincando com uma bola de basquete, Lula acertou sem querer a cara do rapaz do MEP". Não lembrou, no entanto, nome do rapaz.

O cineasta Silvio Tendler disse para a colunista Mônica Bergamo, ser ele o "publicitário brasileiro" de quem o editor César Benjamin afirma não se lembrar no artigo publicado ontem na Folha sobre a campanha de Lula em 1994. "Aquilo foi uma brincadeira, uma piada que ele tenta transformar em drama", diz Tendler. "Se o cara [Benjamin] não consegue entender piadas, é complicado. Ele deveria ganhar o troféu de loira do ano."

Tendler diz que a conversa era "uma brincadeira como outras 300" que Lula fazia todos os dias. "Não tinha nada do tom dramático que ele [Benjamin] quer dar. O cara deve estar muito ressentido para sacar isso com 30 anos de atraso."

Espinoza, localizado também  pela colunista Mônica Bergamo por telefone, disse que não havia lido o artigo. "Em princípio, não estou nem conseguindo identificar do que ele [Benjamin] esteja falando, não sei o que poderia ser. Estou completamente desinformado, não vi o jornal, não li a matéria", disse.

"Eu sinceramente não me lembro do episódio. Todas as nossas produtoras sempre foram em São Paulo, isso é verdade. Agora, não sei do que se trata, estou até meio abobado sobre o que você está falando. Nunca ouvi nada disso. Estou completamente perplexo, não me lembro desse americano, quanto mais da conversa com Lula", disse Espinoza.

O então delegado do Dops e hoje senador Romeu Tuma (DEM) negou, por meio da assessoria, que tenha ocorrido alguma agressão entre os presos.

Três ex-companheiros de cela de Lula no Dops, José Maria de Almeida (PSTU), José Cicote (PT) e Rubens Teodoro, negaram ter presenciado situação semelhante à narrada no artigo. Almeida disse que não havia ninguém do MEP (Movimento pela Emancipação do Proletariado) na cela.

Cicote, que também nega terem ocorrido agressões na cela e chamou o texto de "absurdo", se recorda de tratar um dos presos por "MEP", um sindicalista de São José dos Campos. Ele não foi localizado para comentar o assunto.

 Triste

O chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho,relatou que o Presidente ficou "triste" ao ler o artigo e disse: "Não entendi porque a Folha publicou aquilo. Se a imprensa for por esse caminho é muito ruim", completou.

MEP participa da criação do PT

O MEP (Movimento de Emancipação do Proletariado) é criado em 1976, em Itaipava (RJ). Formado por ex-integrantes da Polop, tinha uma orientação marxista-leninista e defendia a derrubada da ditadura. Atingido pela repressão em 1977, participou da criação do PT em 1980. Em 2004, parte do grupo ingressou no PSOL.


Contra a população:Teles diz que vão esperar que Serra recorra contra fim da assinatura

As operadoras fixas e móveis contam com uma ação que deverá ser movida pelo governo de São Paulo no STF pedindo a suspensão da lei estadual que proíbe a cobrança da assinatura mensal.

Em outros Estados, deputados também tentaram acabar com a assinatura por meio de uma lei, mas foram barrados pela Justiça. O entendimento foi o de que um assunto regulado por lei federal (a cobrança da assinatura) não pode sofrer alteração por uma legislação estadual, algo inconstitucional.

Caso o governo de São Paulo não recorra ao STF, as teles poderão ir à Justiça por meio da Telebrasil, associação que representa operadoras fixas e móveis.O projeto de lei 255/2002, é do deputado Jorge Caruso (PMDB), que proíbe a cobrança de assinatura mensal sobre os serviços de telefonia fixa e móvel no Estado de S.Paulo.

Apesar de as empresas concessionárias terem à sua disposição um mercado gigantesco de milhões de usuários, que lhes oferece um lucro excepcional, elas cobram, ainda, um elevado valor a título de assinatura mensal, a qual não tem nenhuma razão de ser.

O projeto foi apresentado em 2002 pelo deputado Jorge Caruso e aprovado pela Assembleia Legislativa no final de 2005. Porém, o então governador Geraldo Alckmin o vetou em janeiro de 2006, alegando que se tratava de uma matéria de competência do governo federal.Agora, as teles, principalmente a telefonica, agurada veto do governador  José Serra (PSDB).


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A baixaria da Folha já não tem limites



Relutei muito em comentar o deprimente episódio do artigo de Cesar Benjamin, publicado pela Folha de São Paulo sem nenhum tipo de averiaguação, onde ele diz que o Presidente da República teria tentado estuprar outro detento quando esteve preso, em 1980, em plena ditadura militar. O episódio não tem o menor indício de que possa aer real, por várias razões:

1- Ao ser preso, Lula já era uma figura nacional, com fotos nas primeiras páginas dos jornais. Liderara greves em 1978 e 1979 que o tornaram conhecido no Brasil inteiro. Não era um anônimo na cela. Era um homem a que se buscava desmoralizar de qualquer forma, e certamente não haveria forma melhor do que fazer-lhe esta acusação;


2- Como é que uma cena destas, com a resistência que o autor narra ter havido, com socos e cotoveladas, se passou sem o conhecimento de outros presos - já que, para isso acontecer, Lula não poderia estar numa cela individual;

3- Um preso com a importância política de Lula jamais ficaria sem vigilância especial. Quatro anos antes, o “suicídio” de Wladimir Herzog, preso pelo Exército, havia abalado o país e provocado a demissão do general Ednardo D’Avila Mello, e o quase golpe de estado do general Sílvio Frota;

3 - Quem comandava o DOPS paulista, onde Lula ficou preso, era o delegado e hoje senador Romeu Tuma. Como é que uma históriadestas não iria parar nos seus ouvidos?



Lula ficou um mês e um dia preso - de 19 de abril a 20 de maio . Só saiu, e escoltado, para ir à missa de corpo presente de sua mãe, que morreu de câncer Durante este período recebeu visitas e apoio das maiores figuras politicas da oposição. Meu avô entre eles. Uma cena destas poderia ter ficado desconhecida dos carcereiros ou dos demais presos?

O acusador de Lula saiu do PT em 95. Já deu entrevistas acusando-o de corrupto, diversas vezes. Mas nunca falou, por 15 anos, sobre o que escreveu na Folha. Não se pode conjecturar sobre o que levou a isso, agora.

Mas há uma certeza: a guerra chegou ao campo da sujeira. A Folha presta-se ao papel de lançar a imundície, que vai repercutir nos demais jornais. Já fez isso com a falsa ficha de “terrorista” de Dilma Roussef.

Aos amigos que acham que, quando a gente vem falando aqui do jogo sujo - um truquezinho aqui, uma gracinha ali- que está tomando conta da mídia, isso é exagero ou paranóia, agora têm este fato para avaliar.

Entendo que Lula não queira chafurdar nesta poçilga. Mas nós temos de combater, sem medo de enfrentar a mídia.Por isso, decidi-me a tocar nesta coisa imunda e sórdida.

A mentira, repetida mil vezes… A frase de Goebbels ainda soa atual. Enviado do blog do Brizola Neto


Ex-comunista acusa Lula de comer criancinha, na Folha de José Serra


Antigamente eram os reacionários que diziam que "comunistas" comiam criancinhas.

Agora, além dos reacionários da Folha de José Serra (Folha de São Paulo), alia-se um ex-comunista vítima da "ditabranda" acusando Lula de "comer criancinha". É um demente, de nome César Benjamim (ex-PT e ex-PSOL).

Tinha que sair nas páginas imundas da Folha de José Serra (Folha de São Paulo), onde sempre há espaço para uma ficha falsa contra Dilma, e agora para um artigo assinado por esse tal de César Benjamin, destilando baixarias contra o presidente Lula que chegam a demência para ganhar seus 15 segundos de fama.

O demente Benjamin escreve ilações absurdas sobre o presidente Lula na prisão. Diz que teria tentado estuprar um "menino do MEP" (Movimento de Emancipação do Proletariado), em 1980.

Nada mais absurdo. Lula foi preso em 19 de Abril de 1980 e saiu 1 mês depois em 20 de maio de 1980.

Foram presos junto vários sindicalistas e outras personalidades: Devanir Ribeiro e Djalma Bom (diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo), José Cicote, Ernesto Sencini, Isaias Urbano da Cunha e Orlando Francelino Mota (diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André), José Ferreira da Silva (Frei Chico, irmão de Lula), Dalmo Dallari e José Carlos Dias (da Comissão de Justiça e Paz), Arnaldo Gonçalves (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santos), Antonio Roberto Espinoza (jornalista), José Timóteo da Silva e Ricardo Zaratini, José Maria Almeida (Zé Maria, também ex-metalúrgico, e ex-candidato à presidente em 1998 e 2002 pelo PSTU).

Ficaram na prisão apenas os dirigentes e militantes sindicais do ABC. Nos dias subsequentes outros sindicalistas foram presos.

Fizeram 6 dias de greve de fome na prisão. Acompanharam e vibraram com a greve do 1o. maio em 1980 de dentro da prisão. Dona Lidu (mãe de Lula) morreu quando Lula ainda estava na prisão e deixaram-no ir ao enterro.

Há testemunhas mais do que suficientes para contar as verdadeiras memórias do cárcere, onde é absurda esta estória demente.

E entre as testemunhas não estava o demente César Benjamim.

Esse demente narra na base do "testemunhou de ouvir falar", dizendo lembrar-se de um suposto relato de Lula em uma conversa informal de 1994. Se Lula tivesse contado uma piada, o demente recontaria como se fosse história. Ou se faz de idiota, usando de má-fé hoje, para fazer escândalo e sair do ostracismo às custas da sordidez.

O publicitário Paulo de Tarso, que César Benjamim diz ter testemunhado essa narrativa, desmentiu a conversa e disse por telefone à Gilberto Carvalho (secretário da presidência da República) que "não dá pra entender o que deu na cabeça desse menino (César Benjamin)".

Para quem não conhece (e eu mal conheço de nome, porque seus textos são tão chatos e improdutivos quanto os de FHC), o demente César Benjamin parece ser um paranóico frustrado.

Parece daqueles que sempre quis ser mais do que é. Nenhum lugar serve para ele, nenhum partido. Parece ser daqueles que acha que o mundo não está à sua altura. Se acha que é inteligente demais, e nem o povo, nem nenhuma agremiação, nem nenhum companheiro estaria à sua altura.

Integrou a luta armada no MR-8 nos anos 60, ainda adolescente, foi preso, torturado, exilado, e voltou com a anistia e filiou-se ao PT até 1995. Em 2004 entrou para o PSOL, foi candidato à vice-presidente de Heloísa Helena, e logo após as eleições de 2006, saiu do PSOL, também atirando.

Hoje é editor de livros. Ocupou algum cargo na Prefeitura do Rio de Janeiro, que não sei qual é, e nem sei se foi no Governo César Maia, do DEMos.

Que eu saiba, nunca ocupou nenhum cargo importante de fato. Nunca venceu nenhuma eleição importante. Nunca fez a diferença. Nunca teve força de mobilização popular. Nunca teve idéias que prestem como referência. É uma espécie de Mangabeira Unger mal-sucedido. Mangabeira se acha um pensador genial, está há anos "articulando" sua própria candidatura à presidência, e sempre desembarca na candidatura de algum líder carismático em busca de tornar-se um bruxo, uma eminência parda. Tentou até com Lula, quando viu que não convencia, caiu fora do Ministério.

César Benjamin, nem algo semelhante parece aspirar mais. Parece aspirar ao cargo de "Reinaldo Azevedo da Folha".

Quem tiver estômago e quiser ler, o blog do Nassif publicou o texto do demente aqui.

Subindo o post a pedidos de leitores


Lula diz que acusações de ex candidato do PSOL são loucura


De rabo preso com quem?

O Presidente Lula classificou como "loucura" o episódio narrado em um artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo segundo o qual ele próprio, quando esteve preso em 1980, teria tentado estuprar um colega de cela. Lula, que tomou conhecimento na manhã desta quinta-feira das declarações do autor do artigo, César Benjamin, está, conforme explicou seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, "triste, abatido e sem entender" o motivo do ataque.

"Isso é uma coisa de psicopata. Para nós é uma coisa que só pode ser explicada pela psicopatia. O Presidente está triste e falou que isso é uma loucura", disse Carvalho, ressaltando que não existe intenção de processar Benjamin, que foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT).

"Não vamos dar a mínima importância (ao episódio). Vamos nos sujar se fizermos isso. Quando a coisa é séria a gente reage. Quando não é (ignoramos)", disse.

O artigo de Benjamin,narra uma conversa que  segundo o autor diz ter tido com o então candidato à Presidência da República, em 1994.

Benjamin afirma que Lula perguntou quanto tempo teria ficado preso durante a ditadura militar. Surpreendido com a resposta de que o autor passou "alguns anos na prisão", o presidente teria dito: "Eu não aguentaria. Não vivo sem b...".

Segundo o artigo, a vítima era conhecida por "menino do MEP", em referência a uma extinta organização de esquerda. Benjamin afirma que Lula teria ficado surpreso com a resistência do menino, "que frustrara a investida com cotoveladas e socos". Segundo o autor do artigo, estavam na mesa da conversa o publicitário Paulo de Tarso e o segurança de Lula.

O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), condenou o que classificou de "grosseria" contra o Presidente Lula

"Uma agressão desse tipo é uma grosseria tão grande que a gente só pode lamentar. É uma tristeza para o País ter gente que pode descer tanto. É um negócio desqualificado", disse Vaccarezza.

De acordo com Gilberto Carvalho, ele próprio conversou com o empresário Paulo de Tarso, que negou a veracidade do episódio. "Falei com o Paulo de Tarso, e ele disse que não dá pra entender o que deu na cabeça desse menino (César Benjamin)".

Comentário do leitor

Esse Cesar Benjamim deve ter vendido, e muito caro, essa 'informação' para a mídia entreguista e canalha. Basta Serra cair uns pontos nas pesquisas para o PIG iniciar uma campanha absurda contra Lula e o PT. Vamos nos preparar pois isso é só o começo. Mas o povo brasileiro já sabe de que lado esta o PIG. E é claro que nunca foi do lado do Brasil e do povo brasileiro

Meus queridos leitores...Pense rápido e responda devagar....Quem o PSOL está apoiando para a presidência  na eleição de 2010?... De qual partido é Benjamin?...Quem o PV apoia em S. Paulo?

Justamente no momento em que,  Dilma subiu na pesquisa...Lula obteve 80% de aprovação (contando com o regular)....O filme do Lula é lançado...José Serra subiu nos palanques da mídia e começou seu comício nas TVs...Heloisa Helena apareceu na mídia ao lado de Marina...A Folha publicou um artigo com requintes de crueldade....A Folha está de rabo preso com quem?

Se preparem. A nossa luta vai ser árdua e dura. Estamos só no começo e já temos um pouquinho de noção do que nos espera pela frente. A Folha de São Paulo,  que já publicou a ficha falsa da Dilma e nega ter havido tortura, teve coragem de publicar tamanha baixaria, com ataques e desrespeito  e requinte de bizarrice a um chefe de nação, imaginem o que vem pela frente na campanha da Dilma.

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Vem aí a CPI do papel higiênico "eleitoreiro"



A propaganda vai dar o que falar, e pode ser de mau gosto para muitos, mas o fato é que Lula é "pop", e Dilma é "pop" também.Quem faz propaganda de um produto com marca consolidada recorrendo à popularidade de Lula e Dilma, é porque a imagem de ambos ajuda a vender o produto. É raro casos de imagem de político ser positiva para produtos.

A marca de papel higiênico Neve veicula uma propaganda nacional no rádio usando o humor referindo ao presidente Lula, a ministra Dilma Rousseff e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).A propaganda é sobre o lançamento da embalagem econômica, com 16 rolos de papel higiênico, chamada "pack", e coloca uma voz imitando o presidente:

"Companheiros e companheiras: para falar do pack que vai trazer mais economia para os brasileiros, eu quero chamar aqui a maior responsável por esse sucesso. Com vocês a ministra... Ué, cadê a ministra?"Então, uma voz feminina (insinuando ser de Dilma) grita ao fundo "Alfredoooo" - nome do mordomo que já apareceu em outras propagandas na TV da mesma marca.

A imitação do presidente arremata:

"Vamos aproveitar que a ministra está em conferência com o Alfredo para falar do pack econômico (...). Nunca na história deste País o povo teve tanta maciez".Não sei de Lula e Dilma foram consultados, nem se concordaram. Não sei como a população vai entender, se como uma brincadeira ou como desrespeito.

Tenho a impressão que a massa do povo vai entender positivamente (normalmente agências de publicidade mostram a propaganda para grupos de populares e perguntam a opinião antes de levar ao ar)..Agora só falta a oposição fazer discursos inflamados e pedir a CPI do papel higiênico, para quebrar o sigilo dos banheiros do Planalto e saber se a marca comprada não tem relação com a propaganda.

Só falta também Álvaro Dias (PSDB/PR) consultar o Gilmar Mendes para reclamar de propaganda eleitoral antecipada.

E José Serra? Porque ninguém imita ele para vender produtos? Pelo menos para concessionária de pedágio daria um bom garoto propaganda.


Polícia Federal apreende R$ 700 mil com o governador do DEM



Aproximadamente 150 agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira em empresas, residências e gabinetes de deputados distritais e apreenderam, ao todo, R$ 700 mil em dinheiro. A Operação Caixa de Pandora apreendeu ainda computadores, documentos e mídias.

A operação da PF apura um esquema de propina à "base aliada" do governo de José Roberto Arruda (DEM). O secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa, foi o colaborador da investigação e gravou uma conversa em que o governador apareceria negociando com ele o destino de R$ 400 mil.Durval Barbosa, pediu garantia de vida e está no programa de segurança a testemunha da PF

Em outro trecho, segundo o despacho do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que determinou as buscas e apreensões, consta a informação de que o dinheiro seria dividido entre deputados distritais da "base aliada".

São investigados os deputados distritais Eurides Brito (PMDB), Rogério Ulisses (PSB), Pedro do Ovo (PRP) e o presidente da Câmara Legislativa do DF, Leonardo Prudente (DEM). Algumas empresas do DF também fazem parte da investigação e foram realizadas buscas em suas sedes.

As empresas prestariam serviço ao GDF e ajudariam a compor o bolo da verba que seria distribuída a deputados. "Repassam ao esquema criminoso os R$ 600 mil que estão sendo rastreados pela Polícia Federal, sendo necessário saber se estas empresas têm em seus arquivos ou em suas dependências documentos, anotações e registros contábeis paralelos relacionados com a apuração", diz o despacho.

Além das empresas, três pessoas físicas são citadas por Durval Barbosa como as que teriam repassado ao esquema parte dos R$ 600 mil rastreados. Entre elas está o secretário de educação do DF, José Luiz Vieira Valente, que teria recebido R$ 60 mil de uma das empresas investigada para compor o montante de dinheiro.

Governador afasta secretário que ajudou investigação no DF

O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), exonerou hoje o secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa. O secretário fez escutas de Arruda (DEM) oferecendo propina para parlamentares da base aliada na Câmara Legislativa do Distrito Federal. A PF informou que, além dos R$ 700 mil apreendidos nas buscas cumpridas hoje na casa do governador Arruda, foram encontrados ainda US$ 30 mil e 5 mil euros.