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sábado, 21 de novembro de 2009

Lesa pátria

O site oficial do governo de Mato Grosso traz um artigo intitulado "Governo José Serra continua lesando o Brasil". Assinado pelo secretário estadual da Fazenda, Éder Moraes, o texto acusa o presidenciável tucano de fazer "vista grossa" à prática de grande lojas de departamento que, estabelecidas em outros Estados, faturam produtos em SP via internet.Quer ler? Link aqui

Banda larga do governo Lula

A versão final do projeto da Casa Civil para a universalização da banda larga no país prevê um modelo híbrido: será usada a rede pública de fibras óticas, administrada por uma estatal, mas a sua operação será entregue a um consórcio privado por meio de licitação.

Hoje o Estado tem fibras óticas, mas elas não interferem no mercado de banda larga. São usadas pelas estatais (Petrobras e Eletrobrás) ou estão praticamente ociosas, como no caso da Eletronet (empresa em processo de falência).

O projeto é que essa rede, que já existe, passe a servir como instrumento de regulação de mercado, fomento à competição e massificação do serviço. A proposta fará parte do Plano Nacional da Banda Larga, que será apresentado na terça-feira ao Presidente Lula.

Na ponta, na exploração da chamada última milha (provedor que faz chegar o serviço ao cliente final), haveria um sistema estimulando a competição entre empresas do setor privado. A regulação desse serviço, com a definição da política de preços, ficaria com a estatal dona da rede pública, que deve ser a Telebrás, empresa hoje praticamente desativada.

O Presidente Lula deseja vender a universalização do acesso à internet e o barateamento da banda larga como uma das obras de seu governo, que em 2010 tentará eleger a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) como sua sucessora.

Meio-termo

A ideia do modelo híbrido foi desenhada por dois assessores próximos ao presidente e a Dilma: André Barbosa e Cezar Alvarez. Seria um meio-termo entre a solução de mercado apoiada pelo Ministério das Comunicações e a intervenção estatal direta (rede e operação), por meio do fortalecimento da Telebrás, defendida pelo Ministério do Planejamento.

O consórcio que faria a operação da rede seria escolhido por licitação e não poderia ser composto apenas por empresas de telefonia. Pelas regras da Casa Civil, teria de incluir entre seus sócios, por exemplo, provedores de acesso à internet ou empresas públicas.

O consórcio não teria, também, poder para definir a política de preços na ponta (venda dos serviços de acesso à internet). A estatal assumiria esse papel de regulador do sistema.

Ainda segundo a proposta do Planalto, a estatal não seria um provedor de acesso à banda larga para a população -iria apenas fazer a gestão das redes de infraestrutura ou ampliá-las.

Duas outras propostas deverão ser entregues ao presidente. Uma elaborada no Ministério do Planejamento, mais estatizante do que a da Casa Civil. A diferença é que a operação da rede de fibras óticas também ficaria com a Telebrás -e não com a iniciativa privada.

A outra está sendo formulada pelas teles, com apoio do Ministério das Comunicações, e prevê incentivos fiscais para que as atuais fornecedoras do serviço (empresas de telefonia fixa, móvel e TV por assinatura) estendam a banda larga a mercados não atraentes do ponto de vista econômico.

Etapas
Dentro do planejamento dos técnicos do governo, a implantação do Plano Nacional de Banda Larga ocorreria em três etapas. Até 2012, a rede pública estaria funcionando em todo o país, menos na região Norte.

Na primeira etapa, seria colocada em operação toda a rede de cabos disponível no Brasil, excetuada a da Eletronet -infraestrutura pública que liga quase todo o país, com cerca de 21 mil km de redes de fibra ótica, mas que está sub judice, devido a um processo de falência.

Na segunda etapa, seria integrada a rede da Eletronet ao plano. O governo espera que a Advocacia-Geral da União consiga retirar as fibras do processo de falência da empresa. Para a equipe de Dilma, será um "desinvestimento" as operadoras construírem um novo "backbone" (núcleo de uma rede de telecomunicações) onde já existem sistemas de estatais. A terceira fase, a ser implantada até 2014, conectaria a região Norte à rede pública.

O governo quer usar, também, a tecnologia da transmissão digital de TV, podendo subsidiar provedores que usarem esse meio para dar acesso a serviços públicos.(Com informações da Folha)

Tirem suas conclusões


O Governador Aécio Neves deu  uma entrevista ao João Dória Junior na Bandeirantes. Ele falou muito sobre uma união futura entre o PSDB e o PT, para o bem da nação brasileira, porque acha que o projeto dos dois partidos são muito parecidos. Quando falou do atual governo Lula ressaltou as grandes conquistas no periodo 2.003-2.009. Disse que a Dilma contribuiu muito para esse sucesso, mas ressaltou que o problema dela é não ser conhecida nacionalmente como outros candidatos, mas com o apoio constante do Presidente Lula será uma candidata dificil de ser batida. Tirem suas conclusões sobre a fala de Aécio.

Associação de professores de SP tem bens penhorados

A Justiça de São Paulo determinou a penhora de uma série de bens da Apeoesp (associação de professores estaduais) e de seu ex-presidente Carlos Ramiro para garantir o pagamento de uma indenização de cerca de R$ 1,2 milhão. Estão na lista de bens da entidade penhorados um prédio na região central da capital -a Casa do Professor-, colônias de férias e termas no litoral e no interior.A associação e Ramiro foram condenados por promover uma manifestação de sete horas na avenida Paulista, em 2005, sem prévia comunicação às autoridades. Ramiro e a Apeoesp dizem que recorrerão aos tribunais superiores em Brasília.

A consolidação de leis sociais

O Presidente Lula determinou aos ministros Tarso Genro, da Justiça, e Luiz Dulci, da Secretaria Geral da Presidência da República, que apresentem ainda este ano um texto consolidando em lei todos programas sociais no País, existentes desde 1988, e que funcionem sustentados apenas por decretos e portarias. São programas vulneráveis porque podem ser interrompidos pela decisão de qualquer governo futuro. Incluídos na CLS, ficarão garantidos.

Para o Presidente, o projeto seria tão importante quanto à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em relação aos direitos dos trabalhadores, criada por Getúlio Vargas, em 1943.

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, acredita que existe espaço na CLS para incluir um capítulo sobre o "trabalhador moderno". Ele refere-se a pessoas que não trabalham num local fixo, estão conectados por internet e celulares ao serviço e, portanto, fogem dos padrões previstos na jornada de trabalho tradicional. É o que ele chama de "trabalho material".

"Outros países vivem esse contexto. Essa é a ideia do avanço do trabalho material, que é a possibilidade de exercê-lo em qualquer lugar, em qualquer horário", declara ele. "Cada um tem computador, tem tecnologia de informação. Ele pode trabalhar em qualquer lugar. O espaço formal de trabalho, a sede da empresa, não é mais o espaço da individualidade."

A questão, segundo Pochmann, é que essa forma de trabalhar altera jornadas, gera riquezas, mas não tem suas especificidades previstas pela lei.

"Não houve apenas uma intensificação do trabalho, dadas as novas tecnologias e a possibilidade de obter ganhos com produtividade", diz ele, citando o serviço feito fora do local que tradicionalmente é reconhecido como trabalho. "Isso tudo está gerando riqueza. Mas é um valor pouco conhecido, não contabilizado. Não só a legislação não dá conta, como também a relação capital trabalho não dá conta. Os sindicatos não estão reclamando e, aparentemente, as empresas também não estão contabilizando."

A discussão da Consolidação das Leis Sociais dá oportunidade para introduzir coisas novas, afirma Pochmann, destacando que o debate é oportuno. "Não sei qual é o cenário que o governo vai trabalhar. Se vai fazer uma coisa mais enxuta ou uma proposta de mudança da legislação", afirma. "Mas é uma nova classe trabalhadora."

Milagre! Aumento do IPTU em S.Paulo foi parar na capa da Folha

A imagem de administrador austero cultivada pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab e seu partido, o DEM, sai arranhada com a alta anunciada no IPTU. Como de hábito entre governantes premidos pela dificuldade de cumprir promessas eleitorais, pune-se o elo mais fraco: o contribuinte


São Paulo já paga um dos IPTUs per capita mais altos do Brasil.

É o que diz o economista Amir Khair, secretário de Finanças na gestão da ex-petista Luiza Erundina (1989-1992), hoje no PSB

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) anunciou ontem que o IPTU em São Paulo terá um aumento de até 60% em 2010 para imóveis comerciais, industriais e de serviços. No caso dos imóveis residenciais, o reajuste será de  40%.

Aumento no IPTU dará mais R$ 644 mi para Kassab em 2010

Aumentar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) paulistano em até 60% é a principal arma do prefeito Gilberto Kassab (DEM) para engordar o orçamento municipal de 2010 em R$ 1,15 bilhão. Desse total, R$ 644 milhões são fruto do reajuste da Planta Genérica de Valores (PGV), tabela usada pela Secretaria Municipal de Finanças para calcular o IPTU.

Esse aumento do IPTU é a principal, mas não a única ferramenta de Kassab para ter em 2010 um orçamento que beira os R$ 30 bilhões. A previsão inicial de R$ 28,1 bilhões ganhou mais R$ 1,15 bilhão, segundo a Secretaria de Finanças.

Além da maior receita obtida com o IPTU, Kassab estima ter mais R$ 200 milhões vindos de um novo programa de incentivo à quitação de dívidas municipais e outros R$ 300 milhões atribuídos à maior arrecadação de tributos como o Imposto sobre Serviços (ISS), ligado diretamente à retomada da atividade econômica, e o sobre Transmissão de Bens Intervivos (ITBI), cobrado dos compradores de imóveis.

PTU de SP vai subir para 1,7 milhão

Cerca de 1,7 milhão de contribuintes de São Paulo (61%) vão ter aumento de IPTU no ano que vem, se for aprovado o projeto enviado  pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) à Câmara.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Na semana de Zumbi, novela da Globo coloca negra de joelhos para ser esbofeteada por branca


Segue o texto do CMI Brasil, assinado pelo codinome FACE:

Não diria "viva o dia da consciência negra", diria sim, "viva ser negro ou negra", porque a consciência existe, o que falta é afirmá-la. Não ter vergonha de ter os cabelos encaracolados ou ondulados, porém não pixaim, não aceite termos como estes que diminuem, menosprezam características tão marcantes e fiel de ser negro ou negra.


Foda-se! Ali kamel e sua trupe do plin-plin em plena semana da "consciência de ser negra ou negro", uma negra (Tais Araújo) numa dessas novelas IMBECIS da globo se ajoelha diante de uma branca (Lilia Cabral) para ser esbofeteada na cara!


Faça-me o favor, estão querendo voltar à "casa grande e senzala", o opressor ameaça recalçar as botas.


Tudo isso não tem a ver com "statos quo", eles pensam que queremos ser como eles, quebram a cara!!! Parafraseando GOG, vendem uma democracia racial e as trancas, as correntes, a prisão do corpo outrora...Evoluíram para a prisão da mente agora!!! não seja obediente afro-conveniente, lute, rebele-se, seja um "boçal", faça suas próprias leis, suas próprias regras...não acredite em calhordas de paletó, e o mais importante não esqueça, a mãe áfrica ainda vive, cansada e agonizando, mas ainda vive!

Face

Serra faz piada macabra com vítimas soterradas na cratera do metrô



Serra teve seu dia muito pior do que "relaxa e goza".

No twitter, soltou essa frase macabra:

"Antes que me soterrem de perguntas sobre o Metrô... rs"

(rs é abreviação de "risos" na internet).

Qualquer cidadão que se lembra da cratera do metrô não deve ter achado graça nenhuma.
Imagine as famílias e amigos das 7 vítimas soterradas.

  

Se fosse Lula ou Dilma que falasse isso, a imprensa faria escândalo. Repetiriam diariamente na TV durante meses, até em programa de culinária.

FHC falta com a verdade perante a nação

O colunista Claudio Humberto observou que dados biográficos de Fernando Henrique Cardoso em seu instituto (iFHC) não se limita a deixar a privacidade familiar de fora. Falta com a verdade perante a nação, quanto ao número de filhos.



Vida pública ou privada?

Se FHC trata publicamente em seu instituto sobre seu perfil familiar, é porque ele mesmo considera relevante ao interesse público constar em sua biografia.

E quando publica, em qualquer circunstância, teria a obrigação moral perante à nação de publicar a verdade.

Omitir é uma coisa, mentir é outra coisa mais grave.


Da coluna de Claudio Humberto nesta sexta (20):

Dinheiro enviado por FHC


Dos R$ 250 mil prometidos pelo então senador Fernando Henrique Cardoso à ex-empregada Maria Helena Pereira, mãe do seu filho Leonardo, somente R$ 30 mil chegaram às mãos dela de uma vez e cerca de R$ 100 mil em parcelas mensais no valor médio de R$ 6 mil. O dinheiro foi repassado a Maria Helena pelo então senador Ney Suassuna (PMDB-PB), transformado em fiel depositário do segredo.


Emprego no Senado


A pedido de FHC, Maria Helena foi nomeada auxiliar de copa no gabinete de Ney Suassuna, após ser demitida por d. Ruth Cardoso.


Coisa de ‘petista’


Ney Suassuna reagiu irritado, ontem. Diz não conhecer “essa mulher”, sua ex-copeira durante anos, e que nossa fonte “só pode ser petista”.


Conexão Paraíba


A copeira Maria Helena foi “herdada” pelo ex-senador José Maranhão, governador da Paraíba, e depois pelo suplente, Roberto Cavalcanti.


FHC escondendo


O resumo da vida do ex-presidente, no site do Instituto FHC, informa que ele teve três filhos com Ruth Cardoso. Omitiu pelo menos dois.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Aécio bloqueia verbas de emergência para calamidade pública


Cidades de Minas castigadas pelas chuvas e por Aécio Neves:



O governador Aécio Neves (PSDB/MG) faz seu "choque de gestão" e quem é castigado é a população dos municípios mineiros que sofrem calamidades com as chuvas.

Minas é o estado que tem mais municípios no Brasil, são 853.

Aécio assinou decreto que bloqueia repasse de verbas para calamidades públicas de mais de 700 prefeituras (80% do total de municípios do estado).

Municípios que convivem com chuvas e enchentes no verão terão que reconstruir prédios, estradas e pontes sem ajuda do Governo Aécio Neves.

A desculpa é de "gestão": prefeituras que não possuem Coordenadoria Municipal de Defesa Civil não recebem a verba. Seria uma austeridade louvável, caso não houvessem municípios pequenos e pobres que não comportam estruturas burocráticas grandes.

O motivo real é que governo demo-tucano mineiro pressiona todos os órgãos públicos cotar seus orçamentos onde pode e onde não pode, porque Minas foi o estado que teve a maior queda de arrecadação com a crise internacional.

De acordo com o gerente de comunicação da Defesa Civil Estadual, major Edylam Arruda, “o objetivo do governo é punir as prefeituras que não realizam trabalho de prevenção nos meses que antecedem o período das chuvas”.

Em Oratórios, município com 5.000 habitantes e um dos 22 que decretaram situação de emergência nos últimos dias, o secretário de Administração, Geovane da Silva Domingos, discorda da posição adotada pelo Governo Aécio.

“Nossa população vai ser prejudicada duas vezes: uma pela chuva de granizo e pelo vento, que destelhou 80% das casas, e outra porque não teremos o apoio do governo estadual na reconstrução”, lamenta.

“Será que uma coordenação de Defesa Civil no município iria evitar esse desastre?”, questiona o secretário.

Geovane lembra que, no ano passado, uma forte chuva também danificou diversas casas e, mesmo sem a existência do decreto, o governo não enviou “nenhuma telha” para ajudar o município.

Indignado, ele afirma que o Corpo de Bombeiros mais próximo fica a 100 quilômetros de distância.

“E ainda querem exigir que o município cumpra metas de segurança!”, reclama.

MAIS MORTE E DANOS

Entre o fim de 2008 e o início deste ano, 44 pessoas morreram e 487 ficaram feridas em conseqüência de desastres provocados pela chuva. No mesmo período, quase 125.000 pessoas tiveram que deixar suas casas em 274 municípios – 113.373 foram acolhidas em moradias de parentes ou amigos e 11.540 foram protegidas em abrigos públicos.

O mais recente boletim da Defesa Civil de Minas, divulgado ontem, informa que o número de pessoas afetadas pelas chuvas aumentou em 5.000 nos últimos três dias. Agora são 73.940 pessoas. No mesmo período o número de mortos aumentou de sete para nove. Os danos materiais também aumentaram. O número de pontes destruídas no estado, por exemplo, dobrou – de 16 para 33 – entre segunda-feira e ontem.


Gasto com PROPAGANDA muito acima do orçamento anual, enquanto servidores e projetos sociais sofrem arrocho



Enquanto isso, um setor não só é poupado de cortes, como também gasta muito acima do orçamento anual aprovado pela Assembleia Legislativa: a publicidade.

Em 2008 o governo demo-tucano de Aécio gastou 182% acima do orçamento aprovado, e este ano, mesmo com a queda de arrecadação, caminha para exceder em 74%.



Em 2004, o estouro dos gastos em propaganda foram exorbitantes 598% (gastou quase 7 vezes mais o orçamento aprovado pela Assembléia).

E o que teve de tão especial em 2004? A alardeada campanha déficit zero coincidentemente conduzida pela agência SMP&B de Marcos Valério.

Neste mesmo ano a DNA Propaganda, também de Marcos Valério detinha outra conta de propaganda do governo de Aécio.

Yes, nós temos Fernando Lugo



Luciana Cardoso, filha de FHC, funcionária fantasma do Senado para cuidar “dos arquivos” do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), quando foi descoberta disse que o "Senado é uma bagunça". Realmente. A coisa virou bagunça mesmo.Pelo visto, há mais dois funcionários fantasmas, pagos com dinheiro público

Claudio Humberto, o homem do bigodinho ridiculo, sempre soube que o chefe Fernando Henrique Cardoso era o pai do Thomas, com a jornalista da Globo, a Mirian Dutra. Ficou em silêncio por longos dezoito anos.

Eis que, no momento que a jornalista da Folha, Mônica Bergamo, saiu com a notícia de que, estaria nos planos de FHC reconhecer o filho com a ex global, o ex assessor,do ex presidente, torna público, mais um filho, o Leonardo, de 20, com a ex cozinheira, Maria Helena Pereira. Estranho, essa divulgação. Claudio Humberto, é tido nos meios políticos como o cachorrinho de FHC. Ou seja, o ex presidente puxa a coleira para onde quer

Sei lá,viu. Tem alguma coisa podre no ar! Com qual interesse o tucanato está soltando essas notas?... Uma coisa é certa. Entre uma privatização e outra, Fernando Henrique fazia um filho.Justiça seja feita, pelo menos, esse filho ele nunca escondeu. FHC, disse algumas vezes que era mulatinho e tinha um pé na cozinha.

Governadora corrupta do Rio Grande do Sul se lança candidata à reeleição

"É o único período que terei para dizer a verdade", disse a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), referindo-se ao período de campanha eleitoral de 2010, com comícios e debates, além do horário gratuito de rádio e televisão. A tucana tem garantido a todos os interlocutores políticos que vai concorrer à reeleição.

Yeda foi alvo de um pedido de impeachment e uma ação de improbidade, que solicitou ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região o seu afastamento do cargo. "Fui eleita porque sou uma política honesta. E foi por isso que eu virei alvo de um ataque especulativo da oposição. Vou reconquistar a confiança dos eleitores e, como havia prometido, volto a falar depois que o Poder Judiciário se manifestou", declarou anteontem à noite a governadora, em Brasília, em um encontro com jornalistas.

A Assembleia Legislativa gaúcha arquivou o pedido de impeachment por não haver provas contra ela. O TRF também mandou excluir Yeda da ação de improbidade por não ver seu envolvimento no escândalo do Detran.

A governadora disse não estar preocupada com a baixíssima taxa de apoio revelada pelas pesquisas de opinião - em torno de 10% dos gaúchos -, após as denúncias sobre suposto uso de dinheiro do caixa 2 da campanha de 2006 para comprar por R$ 700 mil a casa em que mora, em Porto Alegre, e a suposta omissão em coibir fraudes no Detran que, segundo a Polícia Federal, somariam R$ 44 milhões.

"Estou em quarto lugar nas pesquisas e tenho o dobro do que tinha quando, quixotescamente, me candidatei ao governo do Estado, em 2006", afirmou ela, citando os índices "entre 3% e 4%" de três anos atrás.

Sobre as acusações, Yeda rebateu: "O proprietário da casa tentou vendê-la por R$ 1milhão e não conseguiu. Não comprei nada a preço fora do mercado. Vendi meu apartamento em Brasília e outros bens. Provo onde for preciso que tinha o dinheiro para comprar a casa." Segundo ela, uma das empresas acusadas de abastecer o suposto caixa 2 apresentou o recibo da doação ao comitê da campanha. "Quanto ao Detran, trata-se de investigação sobre uma gestão que não diz respeito ao meu governo."

A governadora disse que não vai mais viajar para o exterior, o que levaria o seu vice, Paulo Feijó (DEM), a assumir o comando do Estado. Depois de divergências deflagradas ainda durante a campanha eleitoral, Feijó passou a fazer denúncias contra o governo de Yeda.

Banda larga eleitoreira de José Serra pode não sair do papel

Essa mentira foi desmascarada aqui no blog logo que o governador paulista José Serra (PSDB) anunciou isenção de ICM para a bandar larga popular a R$30.Nós falamos. José Serra esqueceu de dizer que, para adiquirir o plano Speddy o assinante telefonica tem que pagar assinatura mensal do telefone...

O Banda Larga Popular, projeto do governo paulista de isentar a cobrança de ICMS para planos de banda larga de 256 Kbps e 1 Mbps que custem até R$ 30 poderá não surtir a expansão desejada por causa da cobrança da assinatura de telefone.

A Telefônica, por enquanto, é a única empresa que aderiu ao projeto e, somada a assinatura do telefone, o custo da banda larga popular poderá chegar a R$ 70.

De acordo com a empresa, os planos convencionais do Speedy não exigem a assinatura da telefonia, mas, ao optar pelos serviços separadamente, o valor da mensalidade quase dobra. Se uma assinatura do Speedy de 500 Kbps com telefone custa R$ 49,90, uma só do Speedy sai por R$ 79,90.

“O conjunto da população deixa de arrecadar impostos para que o serviço seja acessível. Planos convencionais do Speedy  é o pacote fale a vontade, que já está incluido o preço da assinatura e sai por R$50.00, em  algumas cidades. Agora, se a banda larga é condicionada à assinatura de telefonia, de popular o programa passa a não ter nada”, diz Diogo Moyses Rodrigues, do Idec.

Mãe e Filho pobre de FHC trabalham no Senado

A coluna de Claudio Humberto ontem deu o nome, hoje dá o endereço da fonte: a própria mãe do outro filho pobre de FHC.

Diferente da filha rica de FHC, que era "fantasma" e ficava em casa recebendo salários do gabinete de Heráclito Fortes, esta mãe trabalha dando expediente como copeira, e o filho pobre com carregador. Segue o texto de Cláudio Humberto:

Filho de FHC e a mãe trabalham no Senado

“Príncipe da sociologia brasileira”, FHC disse uma vez que tinha “um pé na cozinha”. Maria Helena Pereira, a negra que o impressionou pela formosura e lhe deu outro filho fora do casamento, continua com o pé na copa. A mãe de Leonardo, o filho mulato de FHC, ainda é a copeira do gabinete 22, do senador Roberto Cavalcanti (PRB-PB), na Ala Teotônio Vilela do Senado. Trabalha todo dia lá, no período da tarde.

Trabalhador

Leonardo, 20, o filho de FHC que esta coluna revelou ontem, também trabalha no Senado, como a mãe. É um modesto carregador.

Desconfiança

Ruth Cardoso demitiu Maria Helena da casa de FHC, após conhecer Leonardo. Achou o menino muito parecido com seu marido.

Ajuda investida

Com ajuda de FHC, a ex-empregada Maria Helena, mãe do filho dele, comprou duas quitinetes e uma loja em Riacho Fundo (DF), que aluga.

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Comentário:

1) Não interessa a credibilidade de Claudio Humberto. Interessa outro jornalista sério ir lá conferir e ajudar Maria Helena e Leonardo a conseguir o reconhecimento oficial do pai, e exigir de FHC os mesmos direitos e tratamento dispensado aos demais filhos ricos.

2) No blog do Azenha, Conceição Lemes telefonou para Ney Suassuna que negou seu envolvimento no episódio, em uma negativa que mais parece querer desconversar. Porém o fato da ex-doméstica trabalhar no gabinete do senador Roberto Cavalcanti, da Paraíba como Suassuna, é indícios de que ex-senador pode não estar falando o que sabe.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O dever ético de informar o segundo filho oculto de FHC

Jornalistas sérios que julgaram impróprio noticiar o filho rico de FHC com a reporter da Globo, acreditando estar preservando as famílias envolvidas, podem ter cometido a maior injustiça com o lado mais fraco da história: outra família pobre, prejudicando muitos anos da vida de um jovem.

O jornalista Claudio Humberto publicou que a ex-empregada doméstica Maria Helena afirma que tem um filho do ex-presidente de nome Leonardo, de 20 anos.

Muitos questionam a credibilidade de Cláudio Humberto, e eu também, mas a história dá nomes aos bois. Cláudio Humberto não se limita a "atacar" FHC. Ele dá voz à versão de uma ex-empregada doméstica.

Há como confirmar ou desmentir. Basta qualquer jornalista de Brasília, de qualquer jornal correr atrás, em vez de cruzar os braços por 18 anos com fizeram com Miriam Dutra.

Fernando Henrique Cardoso tem poder de calar a imprensa por 20 anos. E tem espaço na mídia do Brasil inteiro para contar sua versão e desmentir, se for mentira.

Maria Helena não tem. Ética jornalística é também dar voz ao lado mais fraco.

Maria Helena mora em uma casa modesta no entorno do Distrito Federal, e Leonardo trabalha como auxiliar de serviços gerais, um emprego modesto.

Em quantas redações ela bateu e ninguém publicou? E se apenas Cláudio Humberto deu voz à ela?

Vamos ficar em silêncio, esperando Leonardo se aposentar como auxiliar de serviços gerais, enquanto os demais filhos de FHC desfrutam da melhor educação, das melhores oportunidade de emprego, e de sua herança, enquanto a imprensa mantém a privacidade de FHC?

Aparentemente Maria Helena foi enrolada, e, mal-informada, aceitou cala-bocas muito inferiores à uma pensão decente e condizente com o padrão de vida de FHC e que seu filho Leonardo merecia. Com isso seu filho não teve as mesmas oportunidades e assistência que o filho rico teve.

Quando explodiu a notícia de que FHC tinha um outro filho não reconhecido, que foi criado na Europa, quando soube que o ex-presidente participou da formatura de Tomas no Imperial College, em Londres, e que neste ano Tomas mudou para os EUA para estudar Relações Internacionais na George Washington University, o que se passou na cabeça de Maria Helena comparando com a vida de seu filho Leonardo?

Imagino que qualquer mãe sentiria que seu filho foi injustiçado, preterido. E procuraria reparar a injustiça, garantindo os mesmos direitos e oportunidades que os outros filhos tiveram.

Lute, Maria Helena! Defenda o melhor para seu filho!
Exija o que é seu, Leonardo! Você tem direito a mesma educação, oportunidades e herança que os demais filhos de FHC tiveram.

Os jornalistas de bem que silenciaram ficam com essa dívida na consciência para com Leonardo.

Ao proteger a imagem de FHC, Ruth Cardoso, Miriam Dutra, prejudicaram a educação de Leonardo, e muitos anos de sua vida e de Maria Helena.

Essa história muda o paradigma sobre os limites da privacidade de um homem público. Se for poderoso, ele tem força suficiente para cometer injustiças contra o lado mais fraco, e oprimir uma Maria Helena de reivindicar seus direitos.

A blogosfera não pode cometer o mesmo erro que a imprensa. Não há exploração eleitoral no fato porque FHC não é mais candidato a nada, e nem Aécio, nem Serra são os pais da criança.

É preciso divulgar para desentocar essa história, porque nem FHC, nem a imprensa tem crédito para merecer um voto de confiança.

No que depender da imprensa e da palavra de FHC, só daqui a mais uns 18 anos saberemos. A verdade liberta. Se for mentira confirmada, como um exame de DNA, publica-se o desmentido.

Nós da blogosfera e jornalistas de bem, até se tivermos que correr o risco de errar para um lado ou para outro, precisamos escolher risco de errar em favor do lado mais fraco e não do opressor.

PSDB é prejudicial ao País que sonhamos e queremos

Em 11 de março de 1999 toda a região Sudeste/Sul/Centro-Oeste do Brasil ficou no escuro com um apagão de proporção escatológica. O país ficou no escuro por mais de 4 horas.Se iniciava a crise do apagão de energia.

O início do blecaute se deu às 22h16min em uma subestação de energia elétrica da CESP localizada no município de Bauru, SP. Atingiu  mais 50 milhões de pessoas em dez estados brasileiros das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, juntamente com o Distrito Federal, o Acre, na região Norte, e parte do Paraguai. Teve fim às 3h39min de sexta-feira, 12 de março de 1999, quando a energia foi restabelecida em São Paulo.

A versão oficial do acontecimento, diz que o apagão foi causado pela queda de um raio na subestação de Bauru. Porém, foram realizados estudos meteorológicos que comprovaram que não houve tempestade de raios na região no dia 11 de março.

O Ministério de Minas e Energia admitiu que havia redução dos níveis de segurança e manutenção da subestação

Transtornos nas cidades

Durante o blecaute, houve caos no trânsito de grandes metrópoles do Brasil como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Muitas pessoas foram assaltadas nessas cidades e hospitais ficaram sem luz

Em São Paulo, a polícia saiu às ruas para evitar arrastões. Os trens urbanos e metrôs ficaram parados por quase uma hora, deixando seus passageiros presos. Os aeroportos de Congonhas, na capital paulista e Cumbica, em Guarulhos, ficaram totalmente sem luz, túneis foram fechados, os 4.700 semáforos deixaram de funcionar e os hospitais funcionaram precariamente.

Em Porto Alegre, a linha de trens urbanos Trensurb ficou  paralisada. Os maiores transtornos no trânsito da capital gaúcha, ocorreram nas avenidas Goethe e Ipiranga. Uma partida de futebol entre Grêmio e ABC, no Estádio Olímpico, também foi paralisada com a falta de luz e terminou em empate (3x3)


Com o apagão, muitas emissoras de televisão brasileiras que não contavam com geradores saíram do ar. As emissoras que tinham gerador não puderam ser assistidas durante quatro horas nas cidades onde a energia não pôde ser restabelecida pelas companhias elétricas locais. Em função disso, a Rede Globo, que transmitiu ao vivo em seu Plantão as imagens de São Paulo direto do Globocop, exibiu, no dia seguinte, dois capítulos seguidos da minissérie brasileira Chiquinha Gonzaga, que não foi ao ar em consequência do blecaute.

Nos dias seguintes, o apagão foi assunto nos principais telejornais do país. Na Rede Globo, os programas Domingão do Faustão e Casseta & Planeta, Urgente! fizeram sátiras do acontecimento (Apagão do Faustão e Apagão do Casseta).

No Rio Grande do Sul, o blecaute não atingiu apenas a região central do estado, que possuía geração própria de energia elétrica. As regiões Norte, com exceção do Acre, e Nordeste do Brasil também não foram atingidas.

O escândalo do apagão

Dois anos após o blecaute de 1999, houve o que foi conhecido como escândalo do apagão. Para evitar que se repetisse o que aconteceu em 1999, foi organizada uma grande campanha de racionamento de energia elétrica. Era recomendado que se economizasse luz, principalmente no horário de pico.

O escândalo do apagão foi uma crise nacional, que afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica. Ocorreu nos dois últimos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2001 e 2002, sendo causado por falta de planejamento e investimentos em geração de energia. "Apagão" é um termo que designa interrupções ou falta de energia elétrica freqüentes, de maior duração.

No início da crise levantou-se a hipótese de se tornasse necessário fazer longos cortes forçados de energia elétrica em todo Brasil. Estes cortes forçados, foram apelidados de "apagões" pela imprensa.

Na época, havia grande possibilidade de ocorrer apagões no país, sobretudo nas grandes cidades. A aplicação desses cortes — que produziriam severas perdas na economia brasileira — pôde ser evitadacom uma campanha por um racionamento voluntário de energia. Fonte Wikipédia

Racionamento de energia

A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas somaram mais de R$ 22,5 bilhões.

PPS paga mico

O oposicionista PPS, do pernambucano Roberto Freire, colocou em seu site uma enquete perguntando se os internautas acreditam "na versão oficial do governo para o apagão".

Até o início da tarde de ontem, a opção que vencia com folga, com 46% dos votos dos internautas, era: "Sim, porque eu acredito em tudo que o governo diz".