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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Marina: apagão no tico-teco ou cara-de-pau, para criticar setor elétrico?


Sempre me incomodou muito na personalidade política da Marina Silva, desde que ela começou a aparecer na mídia demotucana, quando ela faz um jeito de sonsa, dissimulada, de quem não tem responsabilidade por nada do que disse e do que fez no passado.

Tem horas que ela fala umas coisas tão sem noção que parece que ela esqueceu de ligar os neurônios tico e teco e não tem consciência do que está falando. Aí a gente pensa que ela está apenas repetindo alguma coisa que assessores prepararam para ela. Tem gente que até deixa pra lá, pensando "tadinha, ela não sabe o que está dizendo".

Mas Marina não é burra. Ninguém chega onde ela chegou se não for esperta no que lhe interessa.

E tem gente que não conhece o que ela disse e fez no passado e acaba aceitando suas críticas sem noção, que ela deveria fazer a si mesma. Foi assim quando ela quis surfar nos protestos anti-Copa, apagando da memória o fato dela ter defendido pouco tempo atrás a capital do Acre, Rio Branco, para ser uma cidade sede. Ela esteve até na CBF para defender a cidade.

Agora, é o caso da entrevista de ontem, quando ela disse o absurdo a seguir, repetindo o blá-blá-blá de colunistas da imprensa demotucana: “É lamentável que tenhamos desde 2002 a ameaça de apagão. Eu digo lamentável porque nós temos há 12 anos a mesma pessoa à frente da política energética do nosso país, inicialmente como ministra (de Minas e Energia), depois como chefe da Casa Civil e agora como presidente da República”.

Ora, se há alguém que botou ordem no setor elétrico foi Dilma. Enfrentamos uma estiagem pior do que a de 2001, e temos um sistema de geração alternativo com termoelétricas e integrando, com linhas de transmissão, as regiões do Brasil que estão no período de chuvas ou com reservatórios cheios.

E se há alguém que atrapalhou investimentos com energia limpa de hidrelétricas foi Marina Silva com um fundamentalismo ambiental completamente anacrônico e incompetente, inclusive do próprio ponto de vista de sustentabilidade. Ela aliou-se a ONGs internacionais e famosos de Hollywood que não entendem nada de Brasil, nem de Amazônia, e nem tem uma visão ambiental com base científica. Tudo isso para perturbar e atrasar a construção da usina de Belo Monte. Também atrasou mais do que deveria as licenças das usinas de Santo Antônio e Jirau, quando era ministra.

Marina foi artífice também de emperrar a construção de hidrelétricas com reservatórios maiores, fazendo lobby para que todas sejam a fio de água. O resultado foi um tiro no pé ambiental. Em vez de haver mais geração com energia mais limpa de fonte hídrica, obriga a ligar termoelétricas por mais tempo durante o ano, o que causa mais impacto ambiental. Além disso ainda eleva o custo da eletricidade.

Resumindo: o que Marina pregou, defendeu, fez pressão e impôs foram as decisões piores tanto para segurança energética, como para atrapalhar termos conta de luz mais barata, como também acabou dando resultados piores ambientalmente. Agora ela tem a cara-de-pau de criticar a Dilma, justo no setor que a própria Marina só atrapalhou. Espero que a cara-de-pau seja de madeira certificada.

Vale a pena ler também o artigo do Paulo Moreira Leite sobre este mesmo assunto.

Em tempo: só para lembrar este vídeo feito por estudantes de engenharia que entendem do assunto, desmentindo as baboseiras faladas por atores da Globo contra Belo Monte:

Dilma mostra na TV o que a Globo esconde. Lula abre fogo: a verdade vai vencer a mentira do PIG.



A propaganda de Dilma na TV, na tarde desta 5a. feira repetiu o ótimo desempenho do programa de abertura.

Pontos altos foram Dilma mostrando grandes realizações que a Globo e o resto do PIG esconde, como as hidrelétricas de Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, 23 mil Km de linhas de transmissão que dão segurança ao Brasil contra racionamento elétrico, as adutoras no Nordeste e o canal do São Francisco, as ferrovias, etc.

Ótimo momento quando Dilma falou em frente às obras monumentais de Belo Monte:
Muita gente no Brasil não sabe que estamos realizando uma obra deste porte. Pois é, estamos. Por isso, quando falam que o Brasil está parado, eu até acho graça. A verdade é que o Brasil está se movimentando como nunca.
A parte sobre pré-sal também foi excelente, explicando tudo de forma didática com infográficos, encadeando um novo ciclo de desenvolvimento, que começa com o novo regime de partilha do petróleo garantindo a riqueza para o povo brasileiro, passando pela geração de empregos com a obrigação de encomendar equipamentos na industria nacional, e com a destinação da riqueza do petróleo para a educação e para a saúde.

Lula entrou falando de novo:
Meus amigos e minhas amigas, eu tenho certeza que você está surpreso com tanta coisa que a Dilma fez e você não sabia (...) Esta campanha vai servir exatamente para isso: para você ver como certa imprensa gosta mais de fazer política do que informar bem. Como só consegue falar mal e esconder obras fundamentais que estão transformando o Brasil. É por isso que a gente diz que na minha primeira campanha a esperança venceu o medo, e nesta da Dilma, a verdade vai vencer a mentira. Dilma enfrentou uma tremenda crise mundial e segurou o touro a unha. E fez muita coisa. Muita mesmo. Avançou com os programas que deixei e fez muita coisa nova. Ela só conseguiu isso porque foi um governo de continuidade. Porque continuou e melhorou muita coisa que começamos juntos, quando eu era presidente e ela era ministra. Dilma continuou mudando o Brasil enfrentando as piores dificuldades que um presidente teve nos últimos tempos, e uma das piores campanhas negativas de certa imprensa que se transformou no principal partido de oposição. Ela enfrentou e venceu tudo isso sem chiar, sem se queixar, sem se fazer de vítima. Por isso ela está mais forte, mais madura e mais experiente. Por isso eu lhe peço: Não deixe a mudança parar. Não deixe o Brasil parar de mudar. 
Marque no relógio quanto tempo demorará para a Globo, Veja, Folha, Estadão, etc., vestirem a carapuça.

Empresa Multilaser, que tem contrato com o governo federal, pagou cartazes anti-PT na abertura da Copa


 Os cartazes apócrifos com ataques ao PT e ao governo federal distribuídos no jogo de abertura da Copa do Mundo, em São Paulo, no dia 12 de junho, foram pagos pela Multilaser, uma das maiores empresas brasileiras da área de informática, que tem contratos com diversas áreas da administração pública, entre elas os governos federal e de São Paulo. Na cerimónia de abertura, a presidente Dilma Rousseff foi xingada.

A confecção e distribuição dos cartazes estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Civil de São Paulo por suposto crime de difamação de partido político, cuja pena vai de 6 meses a 2 anos de detenção mais multa. As investigações foram motivadas por representações da direção nacional do PT.

Ao todo foram distribuídos 20 mil cartazes de 60 X 70 cm com frases como: "Na hora do Hino Nacional abra este cartaz e mostre para todos que está na hora do Brasil (sic) vencer de verdade".

No interior, os cartazes traziam uma bandeira do Brasil estilizada com as frases "Fora incomPTtentes" ou "Fora corruPTos"e a estrela-símbolo do PT.

Outro texto, localizado no verso, fazia acusações genéricas ao PT e ao governo usando palavras como "roubo", "ladrões" e "corruptos" para se referir ao "grupo de incompetentes que se instalou em Brasília". Os textos não são assinados e a autoria é creditada a "um grupo de jovens paulistanos".

Em ofício ao MPF, a Intergraf, gráfica onde os cartazes foram impressos, informou que a Multilaser fez a encomenda ao custo de R$ 15 mil.

Dois sócios da Multilaser, Renato Feder e Alexandre Ostrowiecki, são responsáveis pelo Ranking Políticos, um site na internet cujo objetivo declarado é ajudar os eleitores a escolherem candidatos a cargos legislativos. Um dos critérios para pontuação é ter votado contra projetos que aumentam impostos.

"É um site liberal. Somos contra o aumento de impostos e a intervenção do Estado", disse Feder, por telefone, na segunda-feira. A dupla também escreveu um livro sobre o custo da carga tributária no Brasil.
Ontem, em resposta a questionamentodo Ministério Público Federal, a Multilaser afirmou contar com uma verba mensal para "ações sociais", mas também não revelou o nome do responsável pela confecção dos cartazes. Segundo balanço de demonstrações financeiras da Multilaser publicado no Diário Oficial de 27 de março, o item "reserva de lucros" aumentou de R$ 51 milhões em 2012 para RS 128 milhões em 2013.

Desde que o PT assumiu o governo federal, em 2003, a Multilaser recebeu pelo menos RS 15 milhões da União, segundo o Portal da Transparência.

No ano passado a empresa firmou contratos de R$ 1,8 milhão com a Fundação Padre Anchieta, do governo de São Paulo. Os sócios da Multilaser disseram que não têm vinculações ou preferências partidárias e nunca contribuíram com campanhas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

PF intima Serra a depor sobre o propinão tucano dos trens em São Paulo


Candidato ao Senado, ex-governador é chamado para explicar tentativa de interferir em disputa entre multinacionais

Segundo executivo da Siemens, Serra sugeriu acordo para evitar ação contra espanhola CAF quando governava SP

A Polícia Federal intimou o ex-governador paulista e candidato ao Senado José Serra (PSDB) para depor sobre os contatos que manteve com empresas do cartel de trens que atuou no Estado entre 1998 e 2008, de acordo com documento obtido pela Folha .

A PF quer saber se o tucano, quando era governador, atuou a favor das multinacionais CAF e Alstom, como sugerem e-mails e o depoimento de um executivo. No caso da CAF, a interferência seria numa disputa com outra empresa do cartel, a Siemens.

Além de Serra, outras 44 pessoas serão ouvidas pela polícia, que investiga suspeitas de fraude em licitações em sucessivos governos do PSDB. O depoimento de Serra foi marcado para 7 de outubro, dois dias após o primeiro turno das eleições deste ano.

Também foram convocados o ex-secretário dos Transportes Metropolitanos José Luiz Portella, o atual presidente da estatal CPTM Mário Bandeira e o ex-presidente do Metrô Sérgio Avelleda.

No inquérito conduzido pelo delegado Milton Fornazari Júnior, três das sete concorrências sob investigação foram realizadas durante o governo José Serra (2007-2010).

E-mail de 2008 e depoimento do executivo da multinacional alemã Siemens Nelson Branco Marchetti sugerem que houve pressão de Serra e de Portella para que a empresa desistisse de um recurso judicial que impediria a conclusão de uma licitação da CPTM na qual a CAF apresentara a melhor proposta.

O e-mail relata uma conversa do executivo com Serra e Portella durante congresso do setor ferroviário em Amsterdã, na Holanda, em 2008.

Segundo Marchetti, Serra sugeriu que a companhia alemã buscasse um acordo para evitar a disputa com a CAF.

Na licitação da CPTM, que tinha como objeto a compra de 40 trens, a Siemens ameaçava questionar na Justiça o resultado da concorrência.

A Siemens apresentou a segunda melhor oferta, mas esperava ficar com o contrato se conseguisse desqualificar a rival, que apresentara a proposta com preço mais baixo.

Segundo Marchetti, Serra alertou que a licitação seria cancelada se a CAF fosse desqualificada, mas disse que ele e Portella considerariam outras soluções para evitar que a disputa provocasse atraso na entrega dos trens.

De acordo com o e-mail, uma das saídas discutidas seria a CAF dividir a encomenda com a Siemens, subcontratando a empresa alemã para a execução de 30% do contrato. Outra possibilidade seria encomendar à Siemens os componentes dos trens.

Outro e-mail, do ex-presidente da Alstom José Luiz Álqueres, também cita Serra. Alquéres relata que o tucano ajudou na abertura de uma fábrica da Alstom em uma antiga unidade da empresa Mafersa, em São Paulo. As informações são da Uol

Instalada a CPI para investigar a Sabesp



 A Câmara Municipal instalou ontem a CPI para investigar contratos firmados entre a prefeitura de São Paulo e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Sem acordo entre os vereadores, a escolha do vice-presidente e do relator da CPI ficou para a próxima quarta-feira.

Criada no dia 6 deste mês, a CPI da Sabesp é composta por nove vereadores: Laércio Benko, candidato do PHS ao governo de São Paulo, que presidirá os trabalhos, Paulo Batista dos Reis, do PT, José Police Neto, do PSD, Milton Leite, do DEM, Roberto Trípoli, do PV, Paulo Frange, do PTB, Nelo Rodolfo, do PMDB, Ari Friedenbach, do PROS, e Mário Covas Neto, do PSDB.

Segundo os vereadores, o objetivo da comissão é investigar por que está faltando água em vários pontos da capital paulista.

"Em tese, o PT, por ser a maior bancada, deveria ficar com a relatoria, mas é preciso haver acordo", explicou o vereador petista Reis. De acordo com ele, os nomes do relator e do vice-presidente da CPI precisam, além da indicação, ser aprovados em votação por pelo menos cinco vereadores.

O tucano Mário Covas Neto pleiteia a relatoria do caso, embora haja um acordo entre os vereadores para evitar que os relatores sejam do PSDB, que comanda o governo estadual, ou do PT, que comanda a prefeitura da capital paulista. "Isso é para não ter extremos, não ter polarização e evitar que se contamine a CPI", explicou.

Palanques estaduais usam de Dilma a FHC


 O primeiro dia da propaganda eleitoral no rádio e TV para candidatos a governador mostrou uma variedade de estratégias regionais que exibiram ou esconderam os maiores cabos eleitorais do país.

No palanque triplo e mais eclético entre as 27 unidades da Federação, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), associou sua imagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, à presidente Dilma Roussef, ambos petistas, e até ao antecessor deles, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que costuma ser evitado pelos marqueteiros de campanhas tucanas. Mostrou foto com os três - sendo duas vezes com Dilma, cujo partido apoia seu adversário Robinson Faria (PSD).

Em situação semelhante, no Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), também abriu seu palanque a Dilma, ao se apresentar como ex-presidente da Embratur. Dino evitou qualquer referência à candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência, apesar de o PSDB estar em sua chapa. Nas visitas de Aécio ao Estado, Dino também tem evitado aparecer ao lado do tucano. Seu principal adversário, Lobão Filho (PMDB), por sua vez, não mostrou Dilma, e sim o ex-presidente petista, citado no jingle que associa o "PAC do Lula" ao "PAM do Maranhão".

A morte como campanha


 Marina e os interessados na projeção do PSB saem da comoção à apelação ao fazer do morto um cabo eleitoral

A crítica de Marina Silva a seus adversários por exploração da morte de Eduardo Campos não tem cabimento e tem um reverso. Dilma Rousseff e Aécio Neves não ultrapassaram, como candidatos, o que poderiam dizer como pessoas do conhecido ou amigo desaparecido. A própria Marina Silva e os interessados na projeção eleitoral do PSB, porém, saem da comoção para a apelação, sem limite algum, ao morto reduzido a cabo eleitoral.

A política brasileira não precisa de mais indignidades e feiuras.

Nada a ver com a intenção da família de dar vida a Eduardo Campos na memória geral. Mas não é menos do que exploração imoral uma atitude como esta do candidato ao governo de Pernambuco, Paulo Câmara, indicado por Eduardo e em dificuldade nos seus magros 13% de aceitação eleitoral: Agora, quem está com Eduardo Campos está com Paulo Câmara e quem não está com Paulo Câmara não está com Eduardo Campos .

Ou, vindo do sucessor de Eduardo Campos na presidência do PSB, Roberto Amaral: Depois de Arraes e de Eduardo, nosso partido tem uma nova liderança que representa não apenas a alma pernambucana, mas também a alma brasileira. A grande liderança do partido hoje é Renata Campos . Dedução imediata: não por graça do talento político que a viúva tenha, mas por induzir, para efeitos políticos, a lembrança comovida do morto.

É difícil imaginar a acomodação que Marina Silva fará entre suas (pouco) expressadas ideias e os condicionamentos que a candidatura pelo PSB lhe impõe. Já está aí a concessão que faz --ela, que não admitiu a aliança com o governador Geraldo Alckimin-- ao aceitar como seu vice o deputado Beto Albuquerque, combativo destaque na tropa dos transgênicos da Monsanto no Congresso. Não é a falta de temas que leva Marina Silva e seus aliados, forçados ou não, a fazerem da morte de Eduardo Campos o seu marketing. 

Janio de Freitas  - Na Folha

Lula e Dilma na caravana do PT


O  PT prepara caravanas com ações articuladas em todo o país,  em apoio a  campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. O partido organiza uma "hipercaravana nacional" nos dias 30 e 31 de agosto, em que os grupos comandados por ministros e lideranças políticas vão partir de cidades-pólo, com até 30 mil habitantes, em todas as regiões do país.

De acordo com o comando da campanha, esse eixo de cidades abrange cerca de 46 milhões de eleitores (ou quase um terço do eleitorado). Municípios com esse perfil garantiram 70% dos votos de Dilma na eleição de 2010.

As caravanas vão partir de diversas regiões do Brasil, percorrendo de 10 a 15 municípios. Dilma e o ex-presidente Lula vão comandar o grupo que partirá de São Paulo, ao lado do candidato ao governo pelo PT, Alexandre Padilha. Os demais Estados terão ministros, candidatos ao governo locais e demais lideranças políticas comandando a ofensiva em suas regiões.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Tiro no pé? Aécio é retratado como 'coronel' político no horário eleitoral na TV.

Marqueteiro plageia o personagem Odorico Paraguaçu de Dias Gomes para compor programa de Aécio.
A surpresa no primeiro dia da propaganda eleitoral na TV dos presidenciáveis foi o programa do PSDB. Mas a surpresa não veio por superar expectativas, e sim por ser excessivamente mixuruca, parecendo trabalhos amadores de alunos de faculdade.

Inacreditavelmente, no momento em que há amplos segmentos do eleitorado não tem a menor paciência para ouvir longos discursos convencionais de políticos oligarcas, o programa retratou Aécio Neves como um antigo coronel político saído dos anos cinquenta, fazendo na TV, do início ao fim, um daqueles antigos comícios que eram feitos em cima de caminhões, antes da TV se tornar decisiva nas eleições. Leia mais aqui.

Abaixo os programas eleitorais na TV da Dilma e do Aécio:

Aécio Mente, e o Globo, desmente


Na terça feira (19), o jornal  Folha de São Paulo, desmentiu uma informação  falsa que o candidato Aécio Neves (PSDB), estava propaganda no programa eleitoral. Com o título,"Aécio adota na TV tese fácil e enganosa sobre redução do gasto público", o texto pode ser lido aqui

Hoje, o jornal O Globo, mais conhecido como  um jornal de oposição ao PT,  desmente  Aécio Neves,  que afirmou no horário político: "Os empregos começaram a desaparecer"

Confira a  matéria


Aécio e o emprego

Falso

Em seu primeiro programa eleitoral de TV, ao comentar a atuação do governo Dilma Rousseff (PT) na economia, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou que: 

Segundo dados oficiais extraídos da Relação Anual de Informações Sociais 2013 (RAIS 2013), do Ministério do Trabalho, entre janeiro de 2011 e dezembro de 2013, foram gerados no Brasil 4.880.078 novos empregos formais (somando-se as vagas do setor privado com as do setor público).

Além disso, de acordo com o Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged), também do Ministério do Trabalho, que só computa os empregos criados no setor privado, no primeiro semestre deste ano, foram geradas 493.118 novas vagas de trabalho no país.

Somando os dois dados oficiais, pode-se dizer, então, que foram criados no governo Dilma pelo menos 5.373.196 novos empregos. Esse número é resultado da diferença entre o total de admissões e de demissões.

Além disso, segundo a Pesquisa Mensal de Empregos do IBGE, a taxa de desocupação (a "de pessoas desocupadas em relação à de pessoas economicamente ativas") também está em queda. Em abril de 2011 era de 6,4%. Em abril deste ano (dado mais recente disponível), foi de 4,9%.

A taxa de ocupação, medida também pelo IBGE, por sua vez, está em alta. Em abril de 2011 era de 93,6% e, em abril de 2014 (dado mais recente disponível), foi 95,1%

E tem mais

Em seu primeiro programa eleitoral de TV, ao comentar o desempenho do governo Dilma Rousseff (PT) na economia, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou que:

"O Brasil parou de crescer"...

Aécio exagerado

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Bonner é salvo pelo gongo de ser nocauteado por Dilma



Agora entendi porque o Jornal Nacional fixou em 15 minutos o tempo da entrevista com os presidenciáveis. Se a entrevista com a Dilma demorasse mais 5 minutos, William Bonner teria ido a "nocaute".

Com o tempo curto e os entrevistadores falando tanto quanto a entrevistada, Bonner foi salvo pelo gongo e perdeu o "debate" com Dilma por pontos. Leia mais aqui

Até a Folha desmente Aécio: Aécio adota na TV tese enganosa sobre redução do gasto público



Quem diria, hein! Aécio mente, a   Folha de São Paulo desmente Aécio

A   propaganda  eleitoral na rádio e TV, começou hoje. Mas, pelo visto, começou mal para o tucano Aécio Neves, que está sendo desmascarado pelo jornal Folha de São Paulo,  que o apoia. Na propaganda, Aécio  afirma que vai instaurar uma nova forma de gerir o Brasil: Vai "gastar menos com governo, mais com pessoas".

"Para o governo federal só existe um jeito de governar: o seu", diz o texto de uma das propagandas produzidas pelo PSDB.

 O ex presidente Lula, já disse certa vez que Aécio quer reduzir os ministérios, mas aqueles  que estão ligados aos programas sociais. É não é que o blog "Dinheiro Público" da Folha, resolveu desmentir  o tucano Aécio Neves!?

Leia a seguir o que diz o texto 

Aécio adota na TV tese fácil e enganosa sobre redução do gasto público

Na tentativa de se vacinar contra a acusação de pretender cortar programas sociais, o presidenciável tucano Aécio Neves adotou uma tese fácil e enganosa sobre a redução do gasto público.

“Tem outro jeito: gastar menos com o governo e mais com as pessoas”, diz a propaganda do PSDB na TV.

A mensagem é fácil de defender, por associar a possibilidade de mais benefícios à população à redução do custo da máquina administrativa federal -com um ataque implícito ao aumento do número de ministérios, estatais e cargos promovido pela administração petista.

E é enganosa porque a quase totalidade da escalada das despesas federais nos últimos anos está ligada à área social, ou, nas palavras do candidato, aos gastos “com as pessoas”.

Só os programas tradicionais de transferência de transferência de renda às famílias -aposentadorias, pensões, auxílios, seguro-desemprego, abono salarial e benefícios a idosos e deficientes- saltaram de 6,7% para o equivalente a 9% do PIB (Produto Interno Bruto) entre o final do governo FHC e o ano passado.

Não está nessa conta o Bolsa Família, que unificou e multiplicou os gastos dos programas assistenciais anteriores.

Já os gastos do governo “com o governo” não apresentam sinais visíveis de elevação no período. Os gastos com pessoal ativo e inativo, por exemplo, caíram de 4,8% para 4,2% do PIB.

A redução do número de ministérios e cargos de confiança, defendida por Aécio, pode trazer melhora de gestão, mas não uma economia relevante a ponto de contribuir para o combate à inflação.

Os especialistas que postulam maior controle das despesas federais apontam ser necessário no mínimo reduzir o ritmo de alta dos gastos “com as pessoas”.

Ficou alguma dúvida? Faltou alguma informação?

Aécio detona Alckmin no horário eleitoral com lata d'água na cabeça.

Aécio critica Alckmin indiretamente, colocando moradora de São Paulo, vítima do racionamento da SABESP buscando água em um rio.
A coisa está feia no ninho tucano. Até a pontaria do marqueteiro acerta em cheio no alvo errado. Atirou na Dilma e abateu o Alckmin.

No primeiro dia do horário eleitoral, Aécio Neves abriu fogo "amigo" contra seu correligionário e candidato à reeleição para governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Numa propaganda que gastou todos os 4 minutos e meio com um discurso de político profissional, daqueles chatos de doer, aos 2m33s, para desespero de Alckmin, Aécio colocou cenas de uma brasileira com falta de água em casa buscando água com um balde no rio.

Ao fundo a voz soturna do senador tucano narrava "Mas hoje os brasileiros estão sozinhos, tendo que se se virar para resolver os seus problemas", enquanto a brasileira levava a lata d'água na cabeça.

Impecável e nota 10 o primeiro programa de Dilma na TV



Não tem jeito de ser melhor o primeiro programa de Dilma no horário eleitoral. Foi praticamente perfeito, irretocável, nota 10.

Até a fala do presidente Lula comparando seu segundo mandato com o primeiro e colocando a mão no fogo por Dilma foi demais.

Agora acabou a farra do PIG falar as mentiras que bem entende. Dilma tem 11 minutos na TV de tarde e de noite, toda terça, quinta e sábado. E ainda tem as inserções de 30 segundos durante a programação normal. Tudo isso ao lado do presidente Lula.

Governo Dilma fecha acordo com Rio e SP para garantir abastecimento de água


O governo federal anunciou nesta segunda-feira (18) um acordo com os governos do Rio de Janeiro e São Paulo, com o propósito de garantir o abastecimento da população até novembro, quando começa o período de chuvas.

O acordo passa a valer a partir do próximo dia 20. Nesta data, a vazão do rio Jaguari, que hoje está em 10 metros cúbicos por segundo, subirá para 43 m³/s. Na mesma data, a vazão do rio Paraibuna, que está em 80 m³/s, cairá para 47 m³/s.

O aumento do abastecimento de água em São Paulo se apoiará, fundamentalmente, na redução do volume de água da barragem de Santa Cecília. A vazão, que hoje está em 165 m³/s, cairá para 160 m³/s. Essa redução, no entanto, só ocorrerá a partir de 10 de setembro, porque são necessárias obras de adaptação.

Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o acordo foi selado com os governos do Rio e São Paulo. Ao todo, a região afetada pela Bacia do Paraíba do Sul atinge diretamente 37 municípios, sendo 26 no Rio e 11 em São Paulo. São 11,2 milhões de pessoas atendidas diretamente por esse sistema.

O acordo foi anunciado com a presença de autoridades ambientais e de recursos hídricos de São Paulo, Rio e Minas Gerais, que tem outros 88 municípios atendidos indiretamente pela bacia. "Produzimos um acordo. Estamos assegurando as condições de abastecimento", comentou Izabella, em anúncio feito a jornalistas.

Um novo encontro deve ocorrer em setembro, para analisar o impacto das medidas e eventuais necessidades de ajustes.