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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Nem a Globo e Estadão levam a sério pesquisa do Ibope. #MarinaCensura

Tem uma coisa intrigante no ar. A última pesquisa do Ibope, encomendada pela TV Globo e pelo jornal Estadão, foi feita entre os dias 13 e 15. As pesquisas só são divulgadas à noite, portanto havia tempo hábil para publicar o resultado no próprio dia 15. Os institutos de pesquisas tem sistemas capazes de fechar a pesquisa no mesmo dia. Mas só foi divulgada na terça-feira, dia 16.

Ficou na gaveta por um dia. Jornais e TVs, por natureza, não guardam notícias nem informações na gaveta. Publicam o mais rápido possível.

É mais ou menos como se a TV Globo e o Estadão preferissem comprar pão adormecido do que pão quentinho saído da fornada na hora, para oferecer ao telespectador ou leitor.

Assim fica caracterizado que nem a Globo e o Estadão levam a sério a pesquisa do Ibope, a ponto de divulgá-la com prazo de validade vencido.

Vox Populi feita nos mesmos dias encontra resultado diferente

Curioso notar que no dia 15 a pesquisa Vox Popoli foi divulgada pela TV Record, feita entre os dias 13 e 14, praticamente o mesmo período do Ibope, e os números são diferentes para Aécio e Marina Silva.

No caso de Aécio, a diferença fica acima da margem de erro. O tucano manteve-se estacionado com 15% de intenções de votos no Vox Populi. No Ibope apareceu com 19%. É a única pesquisa recente que apontou crescimento de Aécio, até agora.

Abaixo as duas pesquisas:



Marina "desconhece" promessa feita por Campos em julho



Marina Silva  ignora compromisso de apresentar texto com proposta detalhada sobre Reforma tributária antes do 1º turno

Candidata do PSB, Marina Silva disse ontem desconhecer um compromisso assumido publicamente por Eduardo Campos nesta campanha em relação à Reforma tributária.

Vinte e três dias antes do acidente aéreo que o matou, o então cabeça de chapa prometera apresentar uma proposta detalhada sobre o tema ainda no 1.° turno.

O episódio ocorreu em 22 de julho, após evento em Limeira, no interior paulista: "Antes das eleições, vou apresentar o texto-base do debate com a sociedade, para que a gente possa, tão logo assumindo, mandar ao Congresso Nacional a Reforma tributária tão falada", declarou Campos, que tentava ganhar espaço entre o empresariado

A ideia, disse Campos, era apresentar o esboço de uma Proposta de Emenda Constitucional.

Após participar ontem de um evento com empresários em São Paulo no qual a discussão foi justamente sobre a Reforma tributária, Marina foi questionada sobre a promessa do aliado. "Eduardo Campos assumiu o compromisso de enviar (a Reforma tributária) para o Congresso no primeiro mês do seu governo. Nunca tive conhecimento de que ele iria mandar antes do i.° turno", disse a candidata.

Dilma na TV mostra a revolução das microempresas que acontece no Brasil



O programa no Horário Eleitoral da noite de terça (16) mostrou as transformações feitas no governo dela e no de Lula que levou o Brasil a ter mais de 9 milhões de micro-empreendedores, micros e pequenas empresas.

Para as microempresas houve uma grande reforma tributária, unificando impostos, reduzindo a carga tributária e simplificando a burocracia.

Várias leis e decretos foram feitos para simplificar, desonerar e desburocratizar.

Programas de microcrédito e de crédito para a microempresa estão bombando.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Campanha de Marina endossa lobistas contra Petrobras e industria brasileira no pré-sal


Coordenador de campanha de Marina, Walter Feldman, endossa críticas de lobbistas ao marco regulatório do pré-sal sinalizando que a legislação precisaria mudar
O primeiro dia da Rio Oil & Gas, maior conferência petrolífera do país, foi marcado por forte lobby de companhias estrangeiras e privadas nacionais de petróleo contra exigência de compra de componentes na indústria nacional e de a Petrobras ser operadora única no pré-sal.Na mesma segunda-feira (15), o coordenador de campanha de Marina Silva (PSB), Walter Feldman, endossou as críticas dos lobbistas ao marco regulatório do pré-sal sinalizando que a legislação precisaria mudar. Leia o artigo completo aqui

Marina imita Aécio e apela para censura na internet. #marinacensura


Mais uma decepção com Marina Silva (PSB). Ela apelou ao TSE para tirar do ar o site Muda Mais.

Em vez de debater fazendo o contraponto às críticas que recebe, ela quer silenciar a adversária, como na época da ditadura, e como faz Aécio com blogueiros e tuiteiros.

O pedido de censura não reclama de nenhum post inverídico, nem de baixaria, nem por falar algo indevido. Recorreu a uma brecha burocrática para censurar, dizendo que o site não está registrado como site oficial de campanha de Dilma e que está registrado como pessoa jurídica.

A legislação eleitoral não permite que sites de lojas, indústrias, jornais, revistas, bancos, empresas, sites oficiais de pessoas jurídicas em geral veiculem propaganda eleitoral.

Mas o Muda Mais não se enquadra em nenhum destes casos. O site nem existia antes da campanha.

A lei, quando fala de pessoa jurídica, visa a não permitir que o cliente do Itaú que acesa o site do banco para ver seu extrato ou outra coisa, sem estar buscando informação política, seja bombardeado com banner pedindo votos para Marina Silva.

O Muda Mais é diferente. Quem o acessa não está indo ver extrato, nem fazendo compras pela internet, nem procurando notícias sobre o ebola, nem procurando o resultado do jogo de futebol ou da megasena. Está buscando informações políticas da campanha de Dilma. O site inclusive é claro quanto a isto desde colocar "Dilma, muda mais" no título até na identificação do site.

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin concedeu liminar (provisória) a favor da censura pedida por Marina Silva.

Aparentemente, o ministro confundiu site registrado por pessoa jurídica com site oficial de pessoa jurídica.

O Muda Mais vai recorrer da decisão.

Marina defende mudança na legislação trabalhista. É seu emprego indo para o vinagre!


Nós lemos o "programa de governo" da Marina

Embora o Zé Augusto já tenha falado sobre o assunto no post: “Com Marina Silva, trabalhador não poderá reclamar seus direitos na Justiça do Trabalho.”, só hoje a Folha descobriu e confirma o que já falamos

Marina Silva, defendeu nesta terça-feira (16) mudança na legislação trabalhista, mas evitou se comprometer com medidas específicas ou detalhar a proposta.

Em debate com empreendedores no centro de São Paulo, Marina falou duas vezes sobre a necessidade de atualizar as regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

"A complexidade das leis trabalhistas, muitas vezes, priva uma empresa, uma pequena empresa, de contratar", afirmou a candidata, ressaltando que essa "não é uma discussão fácil".

"Se fosse fácil, o sociólogo, se referindo a Fernando Henrique Cardoso teria feito a reforma política e (falando de forma depreciativa),  o operário,  teria feito a reforma trabalhista", disse sem citar os nomes dos ex-presidentes

Marina foi questionada três vezes sobre as mudanças na CLT, depois de ter defendido a atualização da legislação trabalhista durante o evento, mas limitou-se a dizer que o tema está sendo discutido por sua campanha e que ainda não há consenso entre os partidos que a apoiam. "Ainda não temos a resposta", afirmou.

Ao ser questionada sobre o que pretende fazer em relação à terceirização, um dos principais temas debatidos no meio sindical, Marina disse apenas que os problemas devem ser reparados. "Não queremos a precarização das ocupações que existem. Foi feito um processo no governo do PSDB que tem muitos problemas e esses problemas precisam ser reparados", afirmou.

"É um debate que está sendo feito há muito tempo pela sociedade brasileira, que busca uma atualização das regras trabalhistas que sejam compatíveis com a necessidade dos trabalhadores e empregadores. Estamos fazendo um esforço para dar uma resposta, mas ainda não a temos", disse a Marina

A candidata defendeu  inclusive, a resolver o problema do sistema previdenciário", mas também não foi clara sobre como aplicar esse novo modelo.

No programa de governo da Marina está:

A elevada rotatividade da mão-de-obra e a negociação de direitos individuais na Justiça tornam muito precárias as relações de trabalho.
(…)
Há que buscar um modelo onde os atores coletivos sejam mais representativos, cabendo ao Estado impulsionar a organização sindical e a contratação coletiva. O novo modelo diminuiria o papel do Estado na solução dos conflitos trabalhistas coletivos, e Justiça do Trabalho se limitaria à nova função de arbitragem pública.
E comentários do Zé....Ora, o que significa esse trecho destacado em negrito e escrito em linguagem barroca? Que a Justiça do Trabalho não mais processaria causas individuais. Um ataque frontal a um dos direitos trabalhistas mais importantes da pessoa no Brasil.

E tem mais: Marina atacou a CLT Consolidação das Leis do Trabalho quando foi senadora

Marina cobra 100 mil reais para jantar com banqueiros...Em troca, ofereceu pré-sal e Petrobras?


Marina cobrou 100 mil reais para jantar com banqueiros. Na propaganda da TV, ela diz;.'Sei o que é passar fome'. A janta estava ruim?
Marina está divulgando nas redes sociais a Revista Veja da semana passada. Basta alguém fazer comentários que desagrade, que lá vai ela postando a capa. Mas, talvez, ela ainda não tenha convencido o colunista da revista, Lauro Jardim, de que, vender a Petrobras e entregar o pré-sal para os milionários banqueiros, seja um bom negocio. Na coluna de hoje, ele fala sobre o jantar de ontem (aqui no post)....E pelo relato do colunista, parece que Marina estava bem a vontade no meio dos milionários que até ironizou o PT. Diferente de quando está perto de jornalistas, se faz de coitada e chora...

 Por Lauro Jardim

Se o jantar de ontem de Marina Silva com parte do mercado financeiro, na casa de Florian Batunek, da empresa de investimentos Constellation, em São Paulo, fosse um teste, a candidata teria passado com louvor.

Marina convenceu, ao responder perguntas duras sobre os rumos da economia, e garantiu que vai propiciar a retomada do ambiente de negócios no Brasil. Também ironizou a satanização que o PT tem feito de seu nome e suas propostas.

Compareceram José Berenguer, do JP Morgan; Luiz Stuhlberger, do Credit Suisse; José Roberto Moraes, do Grupo Votorantim; Geyze e Ana Maria Diniz, respectivamente mulher e irmã de Abilio Diniz; Tito Alencastro e Anis Chacur do Banco ABC; Andrea Pinheiro, do BR Partners; Jair Ribeiro, do Indusval; entre outros.

Os convidados contribuíram com um mínimo de 100 000 reais para participar da noite. A despeito do alto preço do convite, Alvaro de Souza ainda fez um discurso final pedindo mais doações financeiras para “a luta de David contra Golias”.

Todos sabem. Mas, nunca é demais lembrar

“There is no free lunch” ou “Não existe almoço grátis”, como dizia o economista Milton Friedman (1912-2006), prêmio Nobel de Economia em 1976. Ou seja, se você acha que banqueiro dá alguma coisa de  graça, engana-se; por trás de todo presente dado existem os interesses . 

Até a Folha diz... Marina não tem plano coerente para BC autônomo e meta de inflação



Declarações da equipe de Marina Silva (PSB) mostram contradições em torno de dois dos principais compromissos da presidenciável -o Banco Central independente e o restabelecimento das metas de inflação.

Conforme a Folha noticiou,e aqui está um trecho da matéria, auxiliares encarregados do programa de governo de Marina defendem, com maior ou menor ênfase, que entre os objetivos de um BC autônomo esteja a geração de empregos.

Para a Folha, a possibilidade cogitada é incompatível, por princípio, com o regime de metas de inflação cuja credibilidade a candidata promete recuperar.

O pressuposto básico do regime, adotado pelo Brasil em 1999, é que o BC tenha uma única missão: levar a inflação ao patamar prometido, mesmo que para isso seja necessário subir os juros, prejudicar o crescimento da economia e elevar temporariamente o desemprego.

Por esse raciocínio, se empresários, investidores e consumidores acreditarem no compromisso oficial com a meta, vão ajustar naturalmente seus preços e demandas salariais a ela, facilitando seu cumprimento.

O exemplo clássico de um banco central que também busca a preservação do emprego é o Federal Reserve, dos Estados Unidos. Mas o Fed, como é conhecido, não segue o regime de metas de inflação.

Professores com Dilma:Porque apoiamos Dilma Rousseff



Os professores que subscrevemos esta carta viemos a público com o propósito de declarar nosso apoio à campanha pela reeleição de Dilma Rousseff à Presidência da República. Para além desse motivo mais imediato, subscrevemos esta carta também em defesa da liberdade de informação, da liberdade de opinião e, por consequência, em defesa do acesso a uma educação crítica, madura e, evidentemente, politizada.

Se é verdade que o governo Dilma, dando continuidade ao governo Lula, não enfrentou o grande capital com a voracidade sonhada por outros grupos de esquerda, também não é honesto negar que, de modo inédito na História do Brasil, as gestões do PT conseguiram implementar avanços sociais inquestionáveis. Nesse sentido, a própria resposta raivosa dos setores mais tacanhos de nosso pensamento conservador já é por si um indicador irrefutável do abalo nas estruturas de privilégio, tão arraigadas em nossa sociedade.

A visão mesquinha e repugnante daqueles que defendem vivermos hoje uma “Ditadura das Minorias”, avessos ao contato com “gente diferenciada”, demonstra de modo incontestável que o ódio irracional dos setores mais à vontade com a tradicional exclusão e o atraso resulta do aumento da igualdade e das conquistas sociais promovidas pelo governo. Num país desigual como o nosso, os que se consideram parte da elite, em sua maioria, não foram suficientemente educados para viver em um Brasil onde o outro também deve ter direitos.

No governo Lula e Dilma: Em 10 anos, Brasil reduz em 50% o nº de pessoas que sofrem fome, aponta ONU


Taxa de desnutrição caiu a menos de 5%

A ONU afirmou nesta terça-feira (16) que, nos últimos dez anos, o Brasil conseguiu reduzir à metade a porcentagem de sua população que sofre com a fome, cumprindo assim um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), fixados pelas Nações Unidas para 2015.

Estas são as conclusões recolhidas no relatório sobre o estado da insegurança alimentícia no mundo publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e outros dois organismos da ONU: o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA).

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio são uma lista de oito pontos, estabelecidos pelas Nações Unidas em 2000, que têm o propósito de melhorar as condições de vida das pessoas no horizonte de 2015.

Assim, o documento assinala que o programa "Fome Zero" fez da fome um problema fundamental incluído na agenda política do Brasil a partir de 2003.

"Garantir que todas as pessoas comessem três vezes ao dia - como disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu discurso de posse - se transformou em uma prioridade presidencial", diz o relatório.

Desta maneira, nos períodos 2000-2002 e 2004-2006, a taxa de desnutrição no Brasil se reduziu de 10,7% a menos de 5%.

Segundo a ONU, o "Fome Zero" foi o primeiro passo dado para acabar com a fome e, com os anos, este enfoque ganhou impulso através do fortalecimento do marco jurídico para a segurança alimentar.

O documento assinala que esta redução da fome e da pobreza extrema tanto em zonas rurais como urbanas é o "resultado de uma ação coordenada entre o governo e a sociedade civil, mais que de uma só ação isolada".

O programa "Fome Zero" se compõe de um sistema integrado de ações realizadas através de 19 ministérios, e aplica uma via dupla ao vincular a proteção social com políticas que fomentam o emprego, a produção familiar agrícola e a nutrição.

As políticas econômicas, diz o relatório, e os programas de proteção social, combinados ao mesmo tempo com programas para a agricultura familiar, contribuem à criação de emprego e ao aumento de salários, assim como à diminuição da fome.

Todos estes esforços realizados pelo Brasil permitiram que a pobreza se reduzisse de 24,3% a 8,4% entre 2001 e 2012, enquanto a pobreza extrema também caiu de 14% a 3,5%.

A ONU também lembra que em 2011 o Brasil introduziu novas políticas para tratar a pobreza extrema, que contemplavam uma melhora no acesso aos serviços públicos para fomentar a educação, a saúde e o emprego.

Além disso, o relatório evidencia que outro dos pilares fundamentais da política de segurança alimentar no Brasil é o Programa Nacional de Alimentação Escolar, que proporciona refeições gratuitas aos alunos das escolas públicas e do qual se beneficiaram mais de 43 milhões de crianças em 2012. 

As informações são da Agência de notícias  EFE

Até a imprensa confirma: Marina quer acabar com o pré-sal e vender a Petrobras


No governo de Fernando Henrique Cardoso foi assim também. Primeiro, eles colocam problemas nas estatais. Saem alardeando aos quatro canto que a empresa dá prejuízos,  está  endividada, que a solução é vender. Foi assim que o tucano fez com a Vale. Ainda  vendeu as teles “a preço de banana”.

Se você tivesse um cacho de bananas que valesse R$9,00, você o colocaria à venda por R$0,30? Óbvio que não. Mas foi isso que  o então presidente Fernando Hnrique Cardoso fez na venda de 41% das ações da Companhia Vale do Rio Doce para investidores do setor privado, em 1997. Eles pagaram R$3,3 bilhões por uma empresa que vale perto de R$100 bilhões.

Perigo

Outro ponto polêmico na Venda da Vale  foi  o envolvimento da corretora Merrill Lynch, contratada para avaliar o patrimônio da empresa e calcular o preço de venda.Como todos sabem, Bank of America é Merrill Lynch e tem feitos constantes reuniões com Marina. A última foi  na segunda-feira (8), em São Paulo. Veja que o banqueiro americano está dando o bote desde de 2013, Veja aqui o que eles escreveram  e aqui você lê; Merrill Lynch foi o banco que mais  comprou ações da  Petrobras e Vale na Bovespa em janeiro. Mais explicado aqui no Brasil 247

Bank of America é Merrill Lynch foi acusada de repassar informações estratégicas aos compradores meses antes do leilão da Vele, ela também participou indiretamente da concorrência por meio do grupo Anglo American. De acordo com o TRF, isso comprometeu a imparcialidade da venda.

A mesma Merrill Lynch, na privatização da Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) da Argentina, reduziu as reservas declaradas de petróleo de 2,2 bilhões de barris para 1,7 bilhão.Esses são os homens de bem da Marina. Querem  agora comprar a Petrobras a preço de banana

Agora, leiam a matéria da Folha dessa terça feira

Antes, observe que, o tucano Walter Feldman, assessor da  Marina usa o  mesmo discurso do banqueiro americano: Primeiro espalha boatos, depois compra ações...Depois, quebra e compra a empresa.

Um relatório oficial do Merril Lynch, divulgado em outubro de 2013 com grande repercussão na mídia brasileira, apontou a Petrobrás como "a empresa mais endividada do mundo". O resultado foi a queda dos papéis da companhia na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que em janeiro deste ano alcançaram o recorde negativo de cerca de R$ 15 por ação.

Após empurrar as ações da estatal brasileira para baixo, em uma manobra ardilosa, o BofA/Merril Lynch executou a segunda parte do golpe. Segundo matéria no portal 247, entre os dias 20 e 24 de janeiro, quando as ações da Petrobrás chegavam ao seu ponto mais baixo, os especuladores de plantão na corretora do BofA se encheram de ações desvalorizadas da companhia.
 Folha de São Paulo

Campanha de Marina critica modelo do PT para explorar pré-sal. Ou seja:Campanha assume que quer entregar o pré-sal para estrangeiros

Situação financeira da Petrobras não permite controle da exploração do petróleo nessas áreas, afirma Feldman

Uma das principais bandeiras do governo do PT, o modelo de exploração do petróleo do pré-sal foi alvo de críticas da campanha da candidata Marina Silva (PSB).

Em encontro com empresários em São Paulo, nesta segunda-feira (15), o coordenador da campanha, Walter Feldman, fez críticas ao marco regulatório do pré-sal e chamou a política de conteúdo local de "doutrinária".

Aprovado em 2010, durante o governo Lula, o regime de partilha determina que a exploração de todas as áreas do pré-sal seja controlada pela estatal. A Petrobras tem que ser sócia com, no mínimo, 30% de cada área. O objetivo é garantir que a riqueza seja extraída por uma empresa brasileira.

O problema é que a estatal está numa situação financeira ruim, provocada pelo represamento do preço da gasolina e pelo aumento das importações do combustível.

Ela tem a maior dívida entre as petroleiras do mundo e por isso não consegue aumentar seus investimentos, travando o setor. Grandes empresas globais de petróleo, como Shell, BP e Statoil, têm investimentos no Brasil,.disse Feldman.

Para Feldman, "A própria Petrobras se diz com dificuldades de responder a essa demanda", disse Feldman. "É a operadora única e, ao que parece, discorda disso, o que é inédito."

Nesta segunda-feira, o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), João Carlos De Luca, também criticou o monopólio da Petrobras na exploração do pré-sal.

"A figura do operador único não é benéfica para a Petrobras nem para a indústria brasileira. Precisamos de multiplicidade de atores."

Para o setor, ao permitir que outras empresas operem, o governo atrairia mais investimentos. Segundo o IBP, o pré-sal receberá R$ 1 trilhão em investimentos até 2020.

Emissários de Marina se encontraram com executivos do setor na semana passada. Segundo Feldman, eles se queixaram da política de conteúdo local --60% dos componentes feitos no Brasil.

Ele indicou que a exigência tem que ser alterada. "Interessa muito o desenvolvimento brasileiro, mas não pode ser de caráter doutrinário, imaginando que nós temos a capacidade de responder a tudo", afirmou.

Bank of America é Merrill Lynch com Marina, dando as ordens para o que ela tem que falar... Marina anunciou  mudança na partilha do pré-sal
O Site Brasil 247, também falou sobre o assunto “O PSB da candidata Marina Silva assumiu: tem a intenção de priorizar o interesse das multinacionais na exploração do pré-sal. É o que prevê, pelo menos, a revisão do regime de partilha, aprovado durante o governo Lula”.

Marina ataca Lula: 'Estou fazendo debate com Dilma e Aécio, não com auxiliares'


Em discurso, nesta segunda-feira (15) em São Paulo,a candidata Marina Silva, voltou a se fazer de vítima  e disse que sofre “acusações infundadas” de seus adversários.Marina  desdenha de Lula e diz que não debate com auxiliares políticos
Em seguida, atacou Dilma e Lula “Estou fazendo debate com Dilma e Aécio. Não vou fazer embate nem com eles, nem com seus auxiliares”, disparou num encontro com artistas.   No mesmo ato, Marina defendeu sua fé, mas disse que a eleição generaliza evangélicos ao assegurar que prefere fazer campanha para um candidato ateu a um evangélico em quem não acredita.

Para uma plateia composta por artistas, Marina  tentou se descolar de candidatos evangélicos tradicionais, ao defender o Estado laico e dizer que a campanha eleitoral está misturando os perfis de evangélicos.

 “Pelo fato de eu ser evangélica, as pessoas pegam os excessos de alguns para generalizar”, disse. “O Estado é laico para proteger o meu direito de não negar a minha fé e o de você não ter fé.”

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Marina janta com banqueiros.


E não adianta querer posar de vítima. Quem "dedurou" foi um colunista da revista Veja. Ele escreveu:
Marina Silva participa hoje em São Paulo de um jantar com pesos pesados do setor financeiro. Estarão presentes José Olympio Pereira e Luis Stuhlberger, do Credit Suisse, Eduardo Vassimon, do Itaú-BBA e Jair Ribeiro, do Indusval & Partners.
O jantar for organizado para cinquenta empresários e banqueiros que doaram entre 100 000 e 200 000 reais para a campanha de Marina.
 E nós perguntamos...
Marina fala de dívida pública enquanto janta com especialistas em criar empresas off-shore em paraísos fiscais?

Empresa de fachada de Youssef firmou contrato com a Cemig. Aécio, era o governador de Minas


Documentos apreendidos pela Operação Lava Jato mostram que uma empresa de fachada controlada pelo grupo do doleiro Alberto Youssef também firmou contrato de compra e venda de energia com a Cemig, estatal mineira do setor elétrico, para uma usina termelétrica a ser construída em Cachoeira do Sul (RS), na fronteira com a Argentina.

Para a Polícia Federal, os documentos apontam que há indícios de que o grupo do doleiro "tinha a intenção de ocultar e dissimular a origem destes recursos ilícitos, investindo em UTEs (usinas termelétricas) pelo Brasil, em especial a CTSUL (Central Termelétrica Sul S/A)".

O acordo é mais um entre os 750 projetos entre construtoras e órgãos públicos apreendidos na residência de Youssef.

O empreendimento, contudo, não entrou em funcionamento, mas o relatório da PF aponta que em dezembro de 2009, um ano depois de o contrato ser firmado, o capital social da Central Termelétrica Sul S.A. (CTSUL), sociedade anônima criada em 2000 para implantar a usina aumentou de R$ 1000 para R$ 10 milhões. R$ 999.000 foram integralizados pela Focus Participações, empresa que detinha 90% do capital social da CTSUL.

Quatro meses antes de fechar o acordo de compra e venda de energia com a Cemig, contudo, a Focus participações transferiu os direitos de implantação da usina para a CSA Project Finance.

Considerada empresa de fachada pela PF, a CSA aparece em diferentes esquemas descobertos no âmbito da Lava Jato. A empresa, por exemplo, foi uma das utilizadas por Youssef para lavar R$ 1,16 milhão do mensalão.

Na reunião em que estavam presentes o diretor presidente da Cemig, Djalma Bastos de Morais e o diretor comercial Bernardo Afonso Salomão de Alvarenga para firmar o acordo de compra e venda de energia em outubro de 2008, Rubens de Andrade Filho, um dos sócios da CSA e também investigado pela Lava Jato presidia a mesa de negociações entre a CTSUL e a estatal mineira.

Documentos obtidos pela operação mostram que Carlos Alberto Pereira da Costa, braço direito de Youssef preso na Lava Jato, era um dos que assinava em nome da Focus, além de manter "fortes relações comerciais", segundo a PF, com Raul Motta Jr, um dos sócios da Focus.

O relatório da PF indica ainda que a Focus possui ligações com a construtora Gautama, considerada inidônea pela Controladoria Geral da União no ano passado e cujo proprietário, Zuleido Soares de Veras foi condenado a oito anos de prisão por desvio de dinheiro público em decorrência da Operação Navalha, da Polícia Federal. Antes de ser condenado ele também fazia parte do quadro societário da Focus e, segundo a PF, foi substituído por Raul Motta Jr.

O acordo de compra e venda de energia previa ainda que a termelétrica fosse financiada junto com investidores chineses e que ela começaria a entrar em operação em janeiro deste 2014, o que não ocorreu. A Cemig seria a responsável por comprar a energia da usina, mas o acordo foi encerrado em 2010.

Defesa. Procurada pela reportagem, a Cemig informou apenas que rescindiu o contrato com a CTSUL em 2010 "sem ônus para ambas as partes. Além disso a Companhia esclarece que não houve, nesse período, qualquer pagamento da Cemig à CTSUL.", afirmou em nota.

A companhia alegou ainda não ter nenhum acordo em vigor atualmente com a CTSUL. A estatal, contudo, não respondeu porque rescindiu o contrato e nem como se deu o contato da diretoria da empresa com Rubens de Andrade Filho. As informações são do Estadão

Aécio era o governador

Em 1º de janeiro de 2003, Aécio tomou posse como governador de Minas Gerais, sucedendo Itamar Franco. Aécio Neves foi reeleito governador de Minas Gerais em 2006, e tomou posse em 1º de janeiro de 2007. Permaneceu no cargo até 31 de março de 2010, quando renunciou para se candidatar a uma vaga no senado.44 Foi sucedido pelo vice-governador Antônio Anastasia. Ao todo, ficou 7 anos, 2 meses e 30 dias no cargo, tornando-se o governador a permanecer mais tempo no Palácio da Liberdade.

Ricardo Melo: Marina corre risco de virar apenas errata de si mesma


Primeiro foi a "correção" movida por pressões religiosas. Depois, uma equipe onde fulguram expoentes conservadores. Nos bastidores, um movimento ostensivo em direção à banca internacional e aos chamados socialites. Afinal, de que Marina Silva está se falando?

Com direito a choro e declarações piedosas —"ofereço a outra face"—, a candidata do PSB culpa opositores de baixar o nível. Todos estamos cansados de saber que campanhas nunca foram cursos de boas maneiras. Mas os fatos, na essência, desautorizam os queixumes da candidata e de seus neodefensores.

Marina foi cria do PT, ministra do governo Lula e sempre esteve associada às políticas do partido. Agora renega tudo, acusando a agremiação de ser um covil de corruptos e de indicar assaltantes de estatais. Embora ela tenha se desligado da legenda, seu marido, Fábio Vaz, permaneceu como homem forte do governo petista do Acre até a undécima hora. Só largou o osso pouco antes de a "providência divina" entrar em cena. Mesmo assim, Vaz diz votar no PT para o governo estadual, partido que Marina considera uma escola de ladrões.

Nas questões programáticas, em qual Marina acreditar? Além das erratas iniciais, ela condenava transgênicos; agora não é bem assim. Foi a favor da revisão da Lei de Anistia, mas isso virou coisa do passado. Dizia defender os direitos dos trabalhadores; hoje o partido que representa apoia a terceirização, eufemismo responsável pela dilapidação de conquistas dos assalariados. E por aí vai.

A escolha de colaboradores tornou-se assunto incandescente. O déjà vu é a marca registrada da equipe. Economistas como André "Haras" Resende, que fez fortuna no mercado financeiro durante o mandarinato tucano, foi chamado a abandonar seus puros-sangues para ajudar a candidata. Beto Albuquerque, o vice da chapa, é sabidamente ponte com agronegócio e setores antes satanizados pela outrora ambientalista.

Ocioso falar da banqueira, sua porta-voz, financiadora direta e herdeira do grupo Itaú. Detalhe: o que mais interessa em Neca Setúbal, desculpem a intimidade, não é o fato de viver de dividendos da usura descarada do sistema financeiro. São suas propostas, baseadas na receita que mergulhou o mundo na mais grave crise desde 1929. Para quem não sabe, as 20 maiores economias do planeta colecionam hoje mais de 100 milhões de desempregados! Os números, impressionantes e nunca contestados, são da Organização Internacional do Trabalho.

A resistência da candidata em revelar suas fontes de renda incomoda. Não vale comparar com o dinheiro recebido por FHC e Lula em palestras ...após seus mandatos. Ao que se sabe, ambos atualmente estão fora de cargos públicos. Com Marina é diferente: ela é candidata. Candidatíssima. Não cabe ao eleitor se informar sobre o sustento de quem postula a direção do país? Alegar "confidencialidade", neste caso, é no mínimo desconfortável.

A grande questão de Marina Silva é definir quem ela é. A conduta atual conflita com sua biografia pregressa, pelo menos na parte conhecida pelo público. Isso não é culpa de adversários e opositores nem de temperatura de campanha eleitoral. Cabe a ela decidir se mantém alguma coerência ou se, como candidata, será reduzida a uma errata de si mesma.
Ricardo Melo, jornalista. Na Folha,