sábado, 28 de janeiro de 2012

Record dá aula na Globo, no Pinheirinho: repórter chora.





A TV Globo cresceu louvando um chamado padrão globo de qualidade, a busca da perfeição estética (porque de conteúdo, haja deformação).

No jornalismo, o repórter deve ser o observador e narrador na notícia, evitar virar notícia e não ser envolvido por ela para não perder o objetividade. Mas a TV Record deixou quebrar essa regra uma vez, e ficou de parabéns.

O repórter Mauro Wedekin foi cobrir a volta das famílias que foram catar, para vender como reciclagem, os destroços de suas casas, demolidas no Pinheirinho, em São José dos Campos.

Lá ele se sensibilizou com a tristeza, culminando com uma criança sentada num bloco de concreto, olhando para aquela cena de terra arrasada, onde ali era sua casa. O repórter não conseguiu narrar o que via até o fim. Embargou a voz, deu um nó na garganta, e tentou sair de cena, distanciando da câmara para limpar as lágrimas e se recompor. A câmara gravou tudo.

A edição, em vez de seguir o padrão globo de qualidade, e cortar a cena, ou gravar de novo, mostrou exatamente o que se passou ali, não cortando nada, quando o repórter desabou emocionalmente. Parabéns para a Record e para Wedekin. Mostrou humanidade num lugar que precisa de humanidade. E aquelas cenas fez a gente, telespectadores, chorar junto.

Curiosidade do destino:

Boni, ex-todo poderoso da Globo, e um dos que implantaram o padrão globo de qualidade, é dono da TV Vanguarda, de São José dos Campos, afiliada que tem produzido as reportagens sobre o Pinheirinho para a Globo nacional.


Você votaria em candidato descontrolado?

Esse homem descontrolado é uns dos candidatos á prefeito de S.Paulo pelo PSDB

Com o dedo na cara da manifestante, Andrea Matarazzo discute em 'Ato pró-Pinheirinho'...Quando a polícia, sob o comando do PSDB,não aparece no protesto para bater, candidato tucano se encarrega de agredir mulher. Maria da Penha Nele!

O secretário da Cultura do Estado de São Paulo, Andrea Matarazzo, discutiu com manifestantes do 'Ato pró-Pinheirinho' em frente ao Museu de Arte Contemporânea (MAC-USP)

Os manifestantes protestavam contra a violência empregada durante a ação de reintegração de posse do terreno do Bairro do Pinheirinho, em São José dos Campos, no interior de São Paulo, que era ocupado por cerca de 2 mil pessoas.( Informações Estadão)


Não adianta o PSDB tergiversar... Fizeram terrorismo no Pinheirinho - diz Carvalho

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho (PT), disse nesta sexta-feira (27), em Porto Alegre, que a desocupação de Pinheirinho foi um ato de “terrorismo” contra os moradores do local. “O Brasil inteiro viu a realidade. Militares violaram os direitos daquelas pessoas, fizeram terrorismo para cima delas”, acusou um dos principais assessores da presidente Dilma Rousseff (PT).

O ministro deu a declaração em conversa com a imprensa após participar do painel Os sentidos da democratização, dentro das atividades da edição temática do Fórum Social Mundial.

Gilberto Carvalho disse que o cuidado na organização do aparato militar na ação de Pinheirinho não foi seguido da adequada cautela em reacomodar os moradores do bairro pobre de São José dos Campos – expulsos de suas casas por decisão da Justiça paulista, que ignorou duas liminares da Justiça federal e resolveu desapropriar as mais de 5 mil famílias da área que pertence à massa falida de uma empresa do megainvestidor Naji Nahas.

O ministro lembrou que houve – e há – desejo de dialogar por parte do governo federal, mas que as tentativas de conversação não foram atendidas. “O diálogo não foi levado até o final, preferiu-se executar uma ação militar que deu no que deu”, criticou, acrescentando que “no centro de tudo isso, fica a pergunta: o ser humano é apenas um objeto que pode ser carregado de um lado para o outro?”.

Gilberto Carvalho considera que, agora, o principal problema a ser resolvido é garantir um lugar para as famílias expulsas do Pinheirinho morarem. “É isso que importa agora, que as famílias encontrem um espaço digno para viverem”.

O ministro Gilberto Carvalho acusou o PSDB – partido do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin – de tentar “tergiversar” a respeito da discussão sobre a desocupação de Pinheirinho. Em entrevista em Porto Alegre, o petista rebateu a nota divulgada pela direção nacional dos tucanos, que afirma que o governo federal estaria tentando “politizar” a questão.

“Lamento muito que se tente tergiversar a realidade. O Brasil inteiro viu”, observou Gilberto Carvalho. Ele recordou que o secretário nacional de Articulação Social – vinculado à sua pasta – tentou negociar no momento da ação policial, mas acabou levando um tiro com bala de borracha na perna.

“O Paulo Maldos, que foi alvejado, estava lá porque acreditou que haveria diálogo. Não há politização ou questão eleitoral, o que há é a necessidade da denúncia de um método equivocado. Afinal, há a realidade que o pais inteiro viu”, explicou.

O ministro reiterou que o governo federal “respeita” o governo do estado de São Paulo. “Temos uma boa relação. Procuramos pontuar a diferença de métodos e nos oferecemos para ajudar a resolver o problema daquelas famílias”, resumiu. (Do Sul21)

Maria do Rosário diz que extermínio do Pinheirinho violou direitos humanos

E que seu ministério age para garantir os direitos da população desalojada:




Os erros de Alckmin

Governador de São Paulo tenta se antecipar ao governo federal, promove ação truculenta contra 1,7 mil famílias em desocupação de terreno e precipita o fim da lua de mel com o Planalto


Na tentativa de se mostrar mais ágil do que a administração federal, em menos de um mês o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), protagonizou duas ações precipitadas, que indicam o fim de sua lua de mel com o governo da presidenta Dilma Rousseff. Suas iniciativas foram alvo de milhares de protestos nas redes sociais e estão sob o olhar de organizações internacionais de direitos humanos.

A mais truculenta ocorreu na última semana. Às 6 horas da manhã do domingo 22, as cerca de 1,7 mil famílias que ocupavam, desde 2004, a área conhecida como Pinheirinho, em São José dos Campos, interior de São Paulo, foram surpreendidas com a presença de dois mil homens do Batalhão de Choque da Polícia Militar. Com forte aparato repressivo, os soldados estavam ali para cumprir uma decisão judicial de reintegração de posse do terreno, de 1,3 milhão de metros quadrados, pertencente à massa falida da empresa Selecta, do empresário Naji Nahas. Rapidamente, os tratores entraram em ação. Uma a uma, as casas eram postas abaixo, numa ação que o coronel da Polícia Militar Manoel Messias considerava um sucesso, enquanto gabava-se do fator surpresa.

Aos que tentavam resistir ou voltar ao local, a dispersão era garantida com tiros de borracha e bombas de efeito moral. Até o secretário nacional de Articulação Social, Paulo Maldos, escalado para negociar com os moradores, foi alvejado. "Tenho militância, antes da ditadura militar, e pela primeira vez sou agredido dessa maneira, exatamente durante a democracia", declarou. Jornalistas tinham seu acesso à área restringido "para garantir a segurança", nas palavras da PM, e entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) condenavam a operação. Sem rumo, os desalojados perambulavam atrás de auxílio. A truculência evidencia que o governo paulista parece ignorar os princípios do próprio PSDB, partido de Alckmin. Segundo o ideário da legenda, invasão de terra é questão social e não de polícia.

TRUCULÊNCIA
Batalhão da guarda municipal do prefeito tucano surpreende moradores do Pinheirinho com a
violência empregada durante reintegração de posse do terreno
A ação policialesca de Alckmin foi recebida com revolta e sentimento de traição em Brasília. Em nome do Ministério das Cidades, o secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República, Rogério Sottili, vinha mantendo tratativas com o prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB), sobre a questão de Pinheirinho. De acordo com ele, o governo federal recebeu há duas semanas a informação de que poderia haver confronto na área, caso se confirmasse a ação de reintegração de posse pela Polícia Militar.


Preocupado, Sottili entrou então em contato com o prefeito Cury e também procurou o ex-ministro José Gregori propondo uma saída negociada ao governador Geraldo Alckmin. "Eu me coloquei à disposição e o prefeito me recebeu superbem. Acertou de vir a Brasília na quinta-feira 19, mas depois pediu que sua secretária cancelasse a audiência", explica. Para o secretário-executivo, Cury, ao cancelar o compromisso, deu a entender que a desocupação do terreno seria adiada por 15 dias. "Estávamos em contato e fiquei surpreso com a ação da PM. Na verdade, eles estavam preparando a reintegração de posse, enquanto negociavam conosco", afirma. Entre as soluções negociadas, o Palácio do Planalto chegou a propor o fatiamento da área e a construção de conjuntos habitacionais dentro do programa Minha Casa Minha Vida. A desapropriação das terras interessa à União, que tem R$ 12 milhões a receber da massa falida do Grupo Selecta, do empresário Naji Nahas. Alckmin, no entanto, optou pelo confronto, em vez da negociação.

DESPROPORCIONAL
Sob o comando de Alckmin, polícia paulista tem cometido excessos injustificáveis
Com o aval de Dilma Rousseff, Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República, classificou publicamente a reintegração de posse como uma praça de guerra. Uma declaração que, além de forte, destoa da forma como as medidas tomadas pelo governador paulista, Geraldo Alckmin, eram tratadas em público por autoridades do alto escalão federal. Até críticas às recentes enchentes eram evitadas por ministros, embora a má condução dessa questão também tenha entrado no rol de equívocos administrativos cometidos por Alckmim.

Em janeiro do ano passado, o governador anunciou um pacote de investimentos estimado em mais de R$ 800 milhões para resolver o grave problema que assola os paulistas todo começo de ano. O cronograma, porém, está atrasado, a limpeza de piscinões em diversas cidades prometida por Alckmin não foi feita como planejado e o Estado sofre novamente no período de chuvas Internamente, o governo federal já demonstrava descontentamento com outra ação da gestão Alckmin iniciada no dia 3 de janeiro. 

Contingentes da Polícia Militar iniciaram uma operação para remover dependentes químicos e traficantes da região conhecida como Cracolândia, ponto de comércio e uso de drogas no centro de São Paulo. A violência empregada durante a operação, com o uso de balas de borracha, bombas de efeito moral e agressões físicas, levou ONGs ligadas aos direitos humanos a denunciar o caso à ONU. Para o Palácio do Planalto, além de desastrosa, a ação de Alckmin foi vista como oportunista. Tratava-se de uma tentativa clara de se antecipar ao lançamento do Plano Nacional de Combate ao Crack, uma das principais bandeiras da campanha petista ao Palácio do Planalto, sem sequer possuir a infraestrutura necessária para atender os dependentes químicos.

Revista IstoÉ


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Com contas desaprovada, TRE-SP suspenderá repasse de cotas do fundo partidário ao PSDB


O TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) desaprovou a prestação de contas do PSDB relativa ao exercício de 2009. Com isso, o partido ficará por 12 meses sem o repasse de cotas do fundo partidário. Além disso, terá de devolver R$ 87.926,82 ao mesmo fundo.

Segundo o relator do processo, desembargador Mathias Coltro, o partido valeu-se de recursos de origem não identificada, no valor de R$ 56.250,50, referentes a doações de pessoas jurídicas, contribuições de parlamentares e de filiados. Além disso, houve diversas irregularidades na aplicação do fundo partidário.( os nossos queridos leitores lembram dessa matéria aqui no blog, no dia 08/01?)

O tribunal explicou que a sigla deixou de comprovar R$ 52.708,80 de despesas com locação de bens imóveis, R$ 7.829,60 de obrigação de aluguel, entre outros. Coltro frisou ainda que o PSDB recebeu no exercício de 2009 a quantia de R$ 939.035,87 de cotas do fundo partidário. Ainda cabe recurso.


Senador Mario Couto (PSDB) é denunciado por desvio de verbas no PA

Senador Mário Couto no plenário do Senado

O senador Mário Couto (PSDB-PA) foi denunciado, em ação civil pública, sob acusação de envolvimento em um esquema de desvio de recursos da Assembleia Legislativa do Pará entre 2003 e 2007, período em que foi presidente da Casa.

O Ministério Público do Pará, que ajuizou a ação nesta quinta-feira (26), pede o bloqueio dos bens do senador e que ele e outros 15 acusados devolvam R$ 2,3 milhões aos cofres públicos.As informações sãodo jornal Folha de São Paulo

O esquema consistia em fraude na folha de pagamento do Legislativo, com a contratação de servidores-fantasmas.

Além de Mário Couto, sua filha Cilene Couto também é denunciada na ação. Ela fazia parte do setor de controle interno da Assembleia durante a gestão do pai.

Como presidente da Casa, cabia a Couto nomear, contratar e demitir servidores, além de fiscalizar a folha de pagamento.

A ação cita o exemplo de onze funcionários-fantasmas que, em depoimentos, negaram que trabalhassem no órgão. O salário da maioria deles era superior a R$ 10 mil mensais. Os valores eram desviados.

A ação civil pública também acusa outros integrantes do setor de controle interno e servidores que, segundo a Promotoria, receberam os recursos desviados.

A Justiça do Pará ainda não decidiu se acolhe a ação.

O Ministério Público também investiga supostas fraudes em licitações de obras da Assembleia Legislativa, que envolve uso de empresas-fantasmas e até a contratação de uma fábrica de tapioca.

De acordo com sua assessoria, Mário Couto diz que a ação é movida por uma desavença pessoal de um dos promotores contra ele.

Cilene Couto, que atualmente é deputada estadual pelo PSDB, não foi localizada  pela Folha para comentar o caso.


Juiz anula laudo de trabalho escravo e absolve Pagrisa

Quando a gente acha que o poder judiciário não conseguiria cometer absurdo maior do que sentenciar o extermínio de 1.700 lares no Pinheirinho para entregar à massa falida de Naji Nahas, surge mais esta:

Lembram-se da Pagrisa, uma poderosa empresa agro-pecuária do Pará, com bancada no Senado, que mobilizou uma bancada de senadores (como Kátia Abreu e Jarbas Vasconcelos), para defender as condições de trabalho (escravo) na empresa?

Os trabalhadores foram libertados em 2007 por uma fiscalização do Grupo Móvel do Ministério do Trabalho, mas o juiz federal José Valterson de Lima, da Vara Federal de Castanhal, não aceitou o relatório dos fiscais do trabalho como prova no caso, afirmando que o laudo não têm validade por ter sido produzido antes do processo penal. Com isso, todas as fotos, autos de infração, depoimentos e dados colhidos na época da inspeção foram desconsiderados e a sentença foi de absolvição por falta de provas.

O que queria o Juiz? Que os trabalhadores continuassem escravizados enquanto corria o processo, para servirem de prova viva? E que os fazendeiros não apagassem as provas do crime depois de autuados?

Esse sentença absurda é mais um passo na desmoralização do poder judiciário que vem sendo feita no Brasil.

A absolvição do algoz comprovado equivale à condenação das vítimas. Essa sentença é tão absurda que retira até o direito à indenização dos pobres camponeses.

O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) recorreu à segunda instância e afirma:

Para a validação do laudo deve ser observada a qualidade técnica e o cumprimento das normas legais, o que está presente no caso, “já que o relatório foi elaborado por profissionais do Ministério do Trabalho, qualificados para auferir as condições de trabalho e salubridade do ambiente de trabalho”, diz o recurso assinado pela procuradora da República Maria Clara Barros Noleto.

“Os próprios representantes da Pagrisa confirmaram os fatos, mas sempre se referindo como fatos isolados, e que já estavam tomando as providências necessárias para sanar as irregularidades. Tanto é que, após a fiscalização, várias comissões se dirigiram à fazenda e não mais encontraram a nefasta situação relatada nos autos. Os réus correram contra o tempo para apagar os vestígios dos seus crimes, tentando com isso enganar à sociedade. Mas o que deve ser levado em consideração é a contemporaneidade dos fatos delitivos, e não sua posterior modificação, com a suposta adequação aos regramentos legais”, acrescenta a apelação do MPF.

O MPF pede a revisão da sentença e a posterior condenação dos réus pelos crimes de redução à condição análoga à de escravo (artigo 149 do Código Penal) e de frustração de direito trabalhista (artigo 203). (Com informações do MPF)


Governo do PSDB de SP chama golpe militar de 1964 de 'Revolução de Março'

Site da Secretaria da Segurança de SP chama golpe militar de 1964 de 'Revolução de Março'

Em uma passagem da história da segurança pública de São Paulo, o governo estadual tratou o golpe militar de 1964 como "Revolução de Março" e afirmou que ela foi "desencadeada para combater a política sindicalista de João Goulart".

Segundo o jornal Folha de São Paulo,o texto foi retirado da página depois de a reportagem entrar em contato com o governo de Geraldo Alckmin (PSDB

"Em 25 de agosto de 1961, o presidente Jânio da Silva Quadros renunciou a seu mandato. Em 31 de março de 1964 iniciou-se a Revolução, desencadeada para combater a política sindicalista de João Goulart. Força Pública e Guarda Civil puseram-se solidárias às autoridades e ao povo", afirmava página que estava na seção "Institucional - Histórico" da Polícia Militar.

O termo "revolução" é usado por grupos que negam que tenha havido uma ditadura no país de 1964 a 1985.

O brasão da Polícia Militar tem 18 estrelas que representam "marcos históricos" da corporação. Uma delas refere-se ao golpe militar como "revolução".Informaçoes da Folha


Lula visita Lugo. Alckmin aparece de 'bicão'.

O presidente Fernando Lugo, do Paraguai, veio ao Brasil para fazer exames de acompanhamento após tratamento de um câncer linfático, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, o mesmo onde o presidente Lula está fazendo sessões de radioterapia, e Lula o visitou.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também resolveu "visitar" o presidente Lula, hoje.

É curioso que o governador não tenha visitado Lula antes, já que ele já está se tratando desde o fim de outubro, e só faça essa visita agora, quando está em baixa, principalmente depois repercussão negativa da monstruosidade que cometeu com crianças, mulheres, idosos, e trabalhadores no extermínio do Pinheirinho.

As fotos do encontro foram cordiais, afinal não se hostiliza uma visita de cortesia. A conversa durou cerca de 20 minutos. Ninguém falou o que conversaram, mas não é difícil imaginar que a orelha de Alckmin deve ter saído ardendo por ouvir de Lula coisas como... as donas Lidus (nome da mãe de Lula) com seus filhos pequenos, não mereciam ser arrancadas de seus lares no Pinheirinho, para ficarem desalojadas, enquanto os tratores derrubaram suas casas construídas com suor e sacrifício, para entregar o terreno limpo para os interesses de um mega-especulador (Naji Nahas).


Alckmin faz o "Minha Cova, Minha Vida" para o Pinheirinho: 72 anos de espera para ter a casa própria

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A coisa é pior do que havíamos avaliado aqui, quando os tucanos, governador Alckmin e o prefeito Eduardo Cury (São José dos campos), anunciaram ontem a "solução final" para os desalojados do Pinheirinho.

Todos terão direito à uma cova a 7 palmos debaixo da terra.

Casa, só no dia de São Nunca.

São José dos Campos tem uma fila de espera da casa própria de 28 mil inscritos. E o ritmo de construção da administração tucana é de 387 casas populares por ano na cidade.

Nesse ritmo, basta os desalojados do Pinheirinho esperarem 72 anos. Muitos nem estarão vivos até lá.

Isso é Alckmin. Isso é Eduardo Cury. Isso é o PSDB fazendo "política social".




É de bom tamanho,
nem largo nem fundo,
é a parte que te cabe
deste latifúndio.

Não é cova grande,
é cova medida,
é a terra que querias
ver dividida.
(João Cabral de Melo Neto)



ONU vai denunciar violação de direitos humanos no Pinheirinho em SP


A Organização das Nações Unidas (ONU) vai denunciar hoje a violação de direitos humanos no Pinheirinho e lançar um "apelo urgente" para que as autoridades interrompam a atuação em São José dos Campos. A relatoria da entidade pedirá explicações sobre as ocorrências na região e alertará para violação de direitos humanos ao se usar polícia e confronto na reintegração.


A iniciativa é da relatora para o Direito à Moradia, a brasileira Raquel Rolnik. Entre os instrumentos a seu dispor, a relatora pode lançar um apelo público a um governo, uma forma de chamar a atenção internacional para o caso.


Especulação imobiliária: Kassab e Alckmin vendendo São Paulo


A Justiça suspendeu, por meio de liminar, os efeitos da lei que trata da concessão urbanística na área do projeto Nova Luz, no centro de São Paulo. A decisão, de quinta-feira (26), é do juiz da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. Na prática, o projeto fica parado. Cabe recurso.

O juiz também suspendeu o processo administrativo que trata da elaboração do processo urbanístico para a área e seu estudo de viabilidade econômica.

A ação, proposta pela população, alega que nenhuma audiência pública foi feita para apresentar o projeto aos moradores e comerciantes atingidos pela intervenção.

"A decisão política de aplicar no projeto Nova Luz o instrumento da concessão urbanística, de fato, não contou com a participação popular", disse o juiz Adriano Marcos Laroca na decisão.

Laroca ainda afirma que é falso o argumento de que o projeto irá se concretizar sem a necessidade de grandes investimentos da prefeitura. Isso porque estudos da FGV (Fundação Getúlio Vargas) teriam sinalizado que o projeto só se concretizaria com investimentos públicos em torno de R$ 600 milhões, fora os já realizados com instrumentos de incentivos fiscais.


PROJETO

O projeto Nova Luz prevê que a transformação da região, que fica no centro de SP, fique a cargo de uma empresa privada, que poderá fazer as desapropriações e vender os terrenos com lucro.

A previsão é cerca de 30% da região da Santa Ifigênia seja desapropriada e demolida.

No último dia 3 de janeiro, a Polícia Militar começou uma ação para reprimir o tráfico de dorgas na cracolândia --localizada na área do projeto de mudança urbana. A gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD), inclusive, rebatizou o local de Nova Luz. Folha



Politico corrupto faz "farra" na Casa de Custódia de Alagoas

Uma foto publicada na  quarta-feira, 25, no Facebook do filho do prefeito, Marcos Santos (prefeito afastado de Traipu em Alagoas) (PTB), causou polêmica entre os internautas. A fotografia foi tirada no dia 25 de dezembro de 2011, durante uma ceia de natal entre as famílias de Marcos Santos e do delegado e ex-deputado federal, Francisco Tenório, na Casa de Custódia da Polícia Civil, onde os dois estão presos.

A foto retrata uma confraternização que aconteceu em umas das salas da administração da Casa de Custódia. Aparecem também na imagem a primeira dama de Traipu, Juliana Kumme, aquela presa na Operação Mascotch, acusada de participar de um esquema que desviava dinheiro destinado à compra de merenda escolar para gastos pessoais; Chico Tenório e sua esposa, prefeita de Chã Preta. A impressão que se tem é que estar atrás das grades pode ser de uma infelicidade tremenda, porém, essa tese pode até cair por terra quando se olha essa imagem.(a foto é desse site de Alagoas)

Logo que a foto apareceu na rede social, diversos internautas passaram ironizar o tratamento da segurança pública em Alagoas, e logicamente, a fotografia fora retirada, o que não impediu diversos compartilhamentos.
 e a prefeita de Chã Preta, Rita Tenório.

Acusações

Chico Tenório perdeu o mandato de deputado federal no dia 1° de fevereiro de 2011, e de imediato a 7ª e a 17ª Vara Criminal da Capital, a pedido do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) do Ministério Público, solicitaram a prisão do parlamentar acusado de envolvimento na morte do cabo Gonçalves, assassinado em um posto de combustíveis na Serraria, em 1996.

Com relação a Marcos Santos, que administrava a cidade de Traipu, a acusação é de ser o comandante de um esquema fraudulento que desviou mais de R$ 8 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), segundo as investigações da Polícia Federal quando desencadearam a Operação Tabanga.

A denúncia

O prefeito Marcos Santos é acusado de peculato (desvio de dinheiro público para favorecimento pessoal); falsificação de documentos públicos; uso de documentos falsos em várias ações da prefeitura; corrupção ativa; apropriação de bens e de rendas públicas; utilização indevida de dinheiro do município; fraudes em várias licitações; e formação de quadrilha.

Segundo Eduardo Tavares, procurador Geral de Justiça de Alagoas, existem fortes indicativos de que o prefeito de Traipu tenha envolvimento com outros crimes, praticados em Traipu, porém tudo segue sob investigação da polícia e do MP.

COAÇÃO – Marcos Santos também é acusado pelo MPF de ter mantido em cárcere privado o servidor municipal Roque dos Santos, membro da organização criminosa desde a sua formação, que rompeu com o prefeito e passou a colaborar com as investigações. De acordo com a denúncia, o servidor e sua família foram mantidos na residência do prefeito em Maceió, de onde não tinham autorização para sair sem os seguranças de Marcos Santos. Roque dos Santos, também denunciado pelo MPF, foi ameaçado de morte e, por isso, incluído no Programa Estadual de Proteção a Testemunhas (PROVITA). Por essas práticas, Marcos dos Santos é acusado de praticar os crimes de cárcere privado e coação, previstos, respectivamente, nos artigos 148 e 344 do Código Penal.

A prisão

Marcos Santos, foi preso na manhã de 22 de novembro de 2011, pela Polícia Civil, quando se apresentou na sede da Delegacia-Geral da instituição, após ter sua prisão decretada em 18 de novembro de 2011, pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).

A decretação de prisão teve a lavra do desembargador Sebastião Costa Filho, que atendeu requerimento do Ministério Público Estadual (MPE), que denunciou Marcos Santos por oito crimes. A decisão do TJ/AL era mantida em sigilo para que a polícia, desta vez, conseguisse prender o prefeito.


Isso é PSDB governando:Estatal tucana de SP culpa 'morador de favela' por defeito em casas

Imóveis entregues por Alckmin em dezembro continuam com problemas, apesar de construtora ter prometido solução


Ao constatar que casas entregues pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em Ribeirão Preto (SP) continuam com problemas, um dirigente da CDHU (órgão estadual de habitação) responsabilizou ontem os moradores pelos defeitos.

No dia 4, após a Folha revelar diversas falhas no conjunto habitacional Paulo Gomes Romeu, a Croma -construtora responsável pela obra- disse que resolveria os problemas em 20 dias.

Parte das casas foi entregue por Alckmin no final de dezembro e dias depois já apresentava as falhas.

A reportagem voltou ao local ontem e anteontem e constatou que 12 de 16 casas continuam com problemas, como vazamentos nas pias, fissuras nas paredes e portas e janelas que não fecham.

Em visita ao conjunto na manhã de ontem, Milton Vieira de Souza Leite, diretor regional da CDHU, disse que os problemas são possíveis reflexos de mau uso.

"A gente conhece o nível de educação [dos moradores]... O pessoal veio da favela. Não está acostumado a viver em casa", afirmou.

Depois, questionado por telefone sobre a frase, ele disse que a adequação desses moradores no conjunto é uma questão complexa.

"Você não consegue mudar a educação delas [famílias] somente mudando de local." Segundo ele, seria preciso um trabalho social a longo prazo para resolver isso.

Leite foi ao conjunto habitacional ontem após a Folha ter entrado em contato com a CDHU na quarta-feira para questionar sobre a continuidade dos problemas.

Sobre o caso de um morador que afirmou à reportagem, no início do mês, que a pia da cozinha havia caído depois de ele ter colocado uma cesta básica sobre ela, Leite ironizou o episódio.

"O que ele foi comer era outra coisa", disse, insinuando que a pia caiu durante uma relação sexual.

A frase foi dita em entrevista gravada na frente de oito pessoas, entre elas funcionários da CDHU e da Croma.

Durante a visita, em duas casas havia moradores dormindo, fato também questionado por Leite. "Você viu? Não sei se eles estavam dormindo porque trabalharam à noite ou porque continuam sem fazer nada."

Leite afirmou que todos os problemas apontados serão reparados pela construtora e que "o benefício está sendo muito maior que o sacrifício".

Na casa de Lucimara Aparecida de Oliveira, 29, foi constatado o pior caso, de fissuras no entorno de portas e janelas. Elas estão abrindo "buracos" no entorno das portas dos quartos e da janela da sala.

Sobre isso, Leite disse que o problema pode ter sido causado por batidas repetidas das portas.

"Eu acho um absurdo. Aqui ninguém ganhou casa, está todo mundo pagando", disse Lucimara.

Os beneficiários do programa pagam mensalidades que vão de R$ 50 a R$ 150.

A dona de casa Alessandra dos Santos Fernandes, 32, sofre com problemas de vazamentos nas pias do banheiro e da cozinha desde quando se mudou, em dezembro. "Já vieram arrumar, mas piorou. A casa fica sempre suja." Na Folha - Aqui para assinantes


ONGs divulgam nomes de supostos desaparecidos no Pinheirinho

As ONGs Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência e Justiça Global divulgaram na tarde desta quinta-feira os nomes de cinco pessoas supostamente desaparecidas durante a reintegração de posse no bairro Pinheirinho, em São José dos Campos, interior de São Paulo. De acordo com as organizações, um menino de 8 anos, um idoso e uma família de três pessoas teriam desaparecido. O comandante da Polícia Militar no Estado afirmou considerar "muito difícil" o sumiço de pessoas na ação.

De acordo com as ONGs, os integrantes estão percorrendo quatro abrigos públicos montados pela prefeitura a pedido dos amigos e familiares dos supostos desaparecidos. Também pelas ONGs, pedido de informações aos hospitais públicos, Unidades de Pronto Atendimento e Instituto Médico Legal (IML). De acordo com a entidade, nenhuma resposta foi obtida até agora.

O menino desaparecido seria Matheus da Silva, que de acordo com o relato de moradores entrou em estado de choque quando a PM invadiu a área. Sua família relatou que policiais teriam levado o menor para atendimento médico e, desde então, não se saberia mais notícias do garoto. Pedro Ivo Teles dos Santos, 75 anos, teria sido espancado pela PM e levado para um posto de saúde. Quem relatou foi a ex-mulher de Pedro Ivo, que desde então não tem qualquer informação sobre ele.

A família que teria desaparecido seria composta por Gilmara Costa do Espírito Santo, seu marido identificado apenas como "Beto" e o filho, Lucas. O advogado dos despejados diz que a busca vai abranger um raio de 100 km da ação policial. "Vamos solicitar registros de ocorrências em todas as cidades num raio de 100 km de distância de São José dos Campos. Se essas pessoas não aparecerem num prazo de 48 horas, vamos exigir que as autoridades sejam responsabilizadas", disse Aristeu Pinto Neto. (do Terra)


Alckmin: Só no dia de São Nunca os desalojados do Pinheirinho terão casa


Depois que até boa parte do PIG (*) condenou o extermínio do Pinheirinho, o governador tucano Geraldo Alckmin, vestiu a pele cordeiro em frente as câmaras, para "anunciar" 5 mil casas populares para São José dos Campos, mas...

A promessa é igual a um cheque sem fundos, pela própria nota da assessoria de imprensa oficial do governador, porque diz:
... serão viabilizadas nos "próximos anos", pois ainda "dependem de definição de áreas".
Segundo a nota:

- Só há terreno disponibilizado pela prefeitura para 1,1 mil moradias;
- Estas só ficariam prontas daqui a 18 meses;
- o resto seria nos "próximos anos", dependendo de conseguir terreno.

Conclusão: Casa, só no dia de São Nunca, se depender de Alckmin

- São José dos Campos tem um déficit habitacional de 5.000 moradias para casas populares (deve ser o número de gente cadastrada em programas habitacionais).
- Só as famílias do Pinheirinho jogadas na rua são cerca de 1.700 que, bem ou mal, tinham seus lares e agora não tem para onde ir;
- Só 1.100 casas ficarão prontas daqui a 1 ano e meio;
- As famílias do Pinheirinho (que tinham casa e foram destruídas), entraram agora no fim da fila no cadastro. Portanto, deve ter mais de 3.000 inscritos na frente, e que ficarão com as 1.100 casas, não sobrando nenhuma para os desalojados do Pinheirinho;

Alckmin só planejou o extermínio das moradias, o reassentamento não tinha plano nenhum

O "anúncio" das medidas, depois de 4 dias da expulsão e demolição das casas, provam que Alckmin só tinha o plano para exterminar, e entregar o terreno "limpo" para a massa falida do mega-especulador Naji Nahas. O reassentamento ele está tendo que improvisar agora, pois não tinha nenhum plano sobre o que fazer com as crianças, mulheres, idosos e trabalhadores desalojados. Parece tratar gente como entulho a ser removido.

Aluguel Social, é outro cheque sem-fundos, para expulsar imigrantes

O tucano também "anunciou" que dará aluguel social para as famílias do Pinheirinho desalojadas, no valor de R$ 500 mensal, por 6 meses ("podendo" ser estendido).

Prevê-se que 1.300 famílias se inscreverão (as outras 400 famílias talvez tenham parentes para abrigá-los em outra cidade).

Ora, se há déficit habitacional para a baixa renda na cidade, onde vão conseguir casa para alugar nesse valor?

Além disso, esse aluguel social não passa de um cala-boca neoliberal para amenizar a desgraça imposta pelo governador à essa gente, porque ainda que encontrasse casa nesse valor, em uma cidade como São José dos Campos, qual imobiliária alugaria um imóvel para uma família de baixa renda e instável, sem fiador, e cuja garantia real de pagamento é só por 6 meses?

Na verdade, a expectativa desse tipo de política de Alckmin é vencer o pobre pelo cansaço, fazendo-o desistir, sobretudo imigrantes, para forçá-los a voltar para seus estados de origem.

Sem conseguir alugar uma casa na cidade, a pessoa recebe o dinheiro e acaba se mudando ou para seu estado de origem onde tem família, ou para outra cidade periférica com vazios urbanos onde possa encontrar um canto para fazer um barraco.

Em vez de solucionar a erradicação da pobreza na cidade e no Brasil, o prefeito da rica São José dos Campos e Geraldo Alckmin empurram os problemas para cidades mais pobres, liberando terrenos para a especulação imobiliária de gente como Naji Nahas.

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(*) PIG (Partido da Imprensa Golpista). Veja alguns colunistas do PIG que condenou a monstruosidade de Alckmin e do prefeito Eduardo Cury:
- Ricardo Boechat
- Paulo Moreira Leite (aqui, aqui e aqui);
- Jânio de Freitas (aqui no nosso blog)
Globo (Bom Dia, Brasil)


Alckmin e Kassab 'reinauguram' o alagão no Jardim Pantanal

Como se não bastasse o Pinheirinho...




Quem não se lembra do alagão no Jardim Pantanal, em São Paulo?

Em 2010 ficou alagado por uns 2 meses. Kassab disse que iria resolver, demoliu algumas casas, prometeu que em alguns meses haveria moradia para todos os desalojados. O então governador José Serra prometeu um parque na várzeas do Tietê.

Pois estamos em 2012, e está alagado de novo. Desde o dia 19 de janeiro. As mesma lorota de prometer o que não irá cumprir virão do governador tucano Geraldo Alckmin e do prefeito Kassab.



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Pinheirinho: Aparece Ilhas Virgens em empresa imobiliária dos Nahas. Essa privataria tucana vai longe...

A sede da empresa off-shore nas Ilhas Virgens Britânicas (uma PO Box) sócia da família Nahas, é vizinha daquela empresa Decidir.com, onde Verônica Serra e Verônica Dantas foram parceiras.

Relembre também dos R$ 80 milhões que Nahas disse que ganharia com a CESP, quando Serra era governador.

Está tudo documentado aqui, na Rede Brasil Atual.


Alckmin destrói 3 vezes mais lares no Pinheirinho, do que Israel faz com palestinos

Israel vive uma guerra com a Palestina, e no ano de 2011, o exército israelense demoliu 622 domicílios de palestinos, desalojando cerca de 1.000 pessoas.

O governador tucano Geraldo Alckmin, junto com seu correligionário prefeito Eudardo Cury, conseguiram numa tacada só, a proeza de destruir quase 3 vezes mais lares, exterminando o bairro do Pinheirinho, em São José dos Campos. Foram cerca de 6.000 pessoas desalojadas, e 1.700 casas.

http://goo.gl/98Bp3